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US$ 1.000 por mês. Essa foi a quantia que mil pessoas de baixa renda nos EUA receberam por três anos no maior estudo já feito sobre a possibilidade de uma renda básica universal. |
Sam Altman, fundador da OpenAI, financiou a pesquisa querendo chegar a uma resposta para a pergunta: “E se todo mundo recebesse dinheiro de graça para gastar com o que quiser?” |
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A relevância: A ideia de distribuir uma renda sem amarras aos cidadãos vem sendo debatida desde o século XVI, mas nunca chegou a ser colocada em vigor de forma consistente e duradoura. |
Os que defendem a medida batem na tecla da autonomia e da correção de desigualdades;
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Quem é contra a proposta teme que as pessoas se tornem dependentes e desistam de trabalhar para prosperar.
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Afinal, quais foram os resultados? |
A maior parte do $$$ foi usada com comida, aluguel e transporte;
Os participantes ficaram menos estressados no geral;
Teve quem reduziu horas de trabalho ou aceitou empregos mais significativos — mesmo se pagassem menos;
O dinheiro não foi desperdiçado em álcool ou drogas;
Houve um aumento nas dívidas com empréstimos para carros e casas;
A renda extra não foi suficiente para melhorar a saúde e nem para gerar estabilidade financeira no longo prazo.
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Resumo da ópera: Embora o dinheiro tenha ajudado em pontos importantes de cada um, ele não funcionou como uma “solução mágica” para a pobreza. Além disso, os benefícios ficaram mais concentrados no curto prazo. |
No geral, a renda extra trouxe mais flexibilidade, permitindo a livre tomada de decisões — seja sobre emprego, saúde ou até ajudar amigos e familiares a pagar contas. |
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Big picture: Sam Altman investiu no estudo porque, assim como outros gênios do Vale do Silício, ele acredita que a renda extra universal vai ser necessária num futuro próximo onde a tecnologia vai eliminar empregos tradicionais e criar um novo tipo de riqueza. |
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