quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Feliz Ano novo...Ridículo nudez sem amor...

Museu do Louvre em Paris, Cidade Luz

 Impossível entrar neste Museu sem passar pela Pirâmide, a qual tem 21 metros de altura e duzentas toneladas de vidro e de traves. Este fenômeno da arquitetura é submetido a uma limpeza semanal por um robô, criado justamente para desempenhar esta tarefa. Já no seu interior, quem por ele excursiona se verá entre obras ancestrais e criações contemporâneas, caminhará entre a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia e a Vênus de Milo, bem como terá contato com objetos do Antigo Egito e da civilização greco-romana.

 
"Museu do Louvre"

Orgulho dos franceses, símbolo da Cultura Mundial, o Museu do Louvre, localizado em Paris, contém coleções de arte que vão desde a Cultura Antiga até a Moderna.

Parte externa do Museu com a famosa Pirâmide ao fundo

Galeria interna do Museu (área de Telas)

Galeria das Estátuas Antigas

O espaço mais disputado pelos visitantes do museu do Louvre é o quadro "La Gioconda" ou simplesmente "Mona Lisa", 
de Leonardo da Vinci



Hotéis da Disney, um refúgio perfeito para recarregar as energias...



Correspondente Intenacional : Fernanda Torres


Fátima Bernardes - Como fazer metas no ano novo









 

"A educação é o principal fator, se quisermos viver em um país com mais desenvolvimento e com oportunidades para todos"...

Obrigado por tudo, meu pai...Numa homenagem ao dia do aniversário de papai, hoje, 30 de maio, estou transcrevendo uma frase do Padre Geraldo Barreto Trindade, pároco de São Domingos do Prata nos idos de 1950, que encontrei nos meus alfarrábios.

"Benjamin parece frágil, sendo magro e baixo, mas transmitiu tanta força para a realização do sonho grande de implantação do Ginásio Estadual Marques Afonso, que transcende a sua dimensão para se transformar em um símbolo da nossa cidade."   


Início da Construção do Colégio Marques Afonso

Benjamim Torres, fundador do Colégio Marques Afonso, durante a construção, junto a seu filho Carlos e aos Trabalhadores da obra 

A construção do Colégio Marques Afonso (levantando as paredes)

O Colégio Marques Afonso, já concluído

Benjamim Torres fazendo discurso de inauguração
do Colégio Marques Afonso

Benjamim Torres com sua esposa Maria Auxiliadora 
Inauguração do Oratório do Colégio Marques Afonso

Benjamim Torres Junto aos Professores do Marques Afonso
Há de ressaltar, a plena e irrestrita colaboração dos professores, que trabalharam sem receber salários, trabalharam de graça por um bom tempo

Primeira Turma de Formandos do Colégio Marques Afonso
 

Como meu pai enfrentou a velhice

Desse homem conheço numerosos fatos notáveis, mas nada é mais digno de admiração do que a maneira como enfrentou a velhice.
Todas as pessoas desejam viver muito, mas, quando ficam velhas, algumas se lamentam muito.
Certa ocasião, perguntei a meu pai se desejava viver muito tempo, ele respondeu:

  • nada tenho a reprovar em relação à velhice, os frutos dela são todas as lembranças que adquiri do passado;
  • os velhos não devem se apegar, nem renunciar ao pouco de vida que lhe resta, porque ninguém é bastante velho para não viver vários anos a mais;
  • saber distribuir o tempo é saber aproveitá-lo;
  • as pessoas agradáveis suportam facilmente a velhice; o temperamento e a beleza estão em todas as idades;
  • toda idade tem seu prazer e sua virtude. Não é a força nem a agilidade que marcam as grandes façanhas de um homem. O que importa é a maneira de pensar, a sabedoria, a humildade, o discernimento, a honestidade, a bondade e a verdade;

Portanto, meu Pai acreditava ser o ser humano a origem e o fim de todas as coisas na sociedade. Ele entendia que as pessoas, através do estudo e trabalho, buscam a sobrevivência e o crescimento da espécie.
Gostava de dizer: velho sim, velhaco jamais.
Enfatizava que chegou àquela idade tendo permanecido ativo, trabalhado sem descanso desde novo, sobretudo porque tinha perdído seus pais muito cedo, criado sua familia, participado do processo da construção do Colégio Marques Afonso e cultivado o caminho do bem.

A construção do Colégio foi uma boa lembrança que carregava consigo. Sentia que ela tinha propiciado às pessoas, desde o mais humilde ao mais abastado, sentarem-se lado a lado e terem as mesmas oportunidades na vida.
Seu grande sonho e desafio foi diminuir as desigualdades através da educação. Acreditava que não há limites para os sonhos e não importa o tamanho do seu sonho, o importante é acreditar.
Ele dizia que a razão que o motivou a lutar pelo colégio naquela época foi ter observado que muitos pais não tinham condições financeiras de manterem seus filhos estudando fora do prata.
Sua alegria foi muito grande ao perceber que, depois de construído, dentre os primeiros alunos matriculados no colégio havia não só pessoas do Prata, mas também de cidades vizinhas.
Fazia questão de ressaltar que tinha aprendido com sua esposa Auxiliadora, minha mãe, que o que fazemos de graça recebemos em graça.
Meu pai exerceu seu ofício(odontólogo) com profissionalismo, dedicação, amor e respeito aos clientes. 

As lembranças das coisas boas que realizou o confortaram muito na velhice. Dizia que seus cabelos brancos e suas rugas eram a recompensa de um passado exemplar que teve e concluía afirmando:
"assim como o bom vinho, as boas ações que praticamos no passado não azedam com o passar do tempo; Deus nos fornece, aqui na terra, um hotel provisório e não um domicilio definitivo".

Essas são as lembranças que tenho do meu Pai, Benjamim Torres. Guardo com muito carinho a imagem de um homem bom que se sentia muito bem em fazer o bem, que lutou muito para o bem da coletividade, que nos deixou muito orgulhosos com seus gestos, e soube envelhecer com sabedoria, embora tenha partido, continua vivo em meu coração.

Cristóvão Martins Torres




O Amor foi muito forte e mudou seus planos

Reza a lenda de família que Benjamim Torres, após um estágio como dentista em Ponte Nova, decidiu desempenhar sua profissão, para o qual havia estudado, na região do Vale do Aço.
Era uma área próspera, o que seria benéfico ao seu desenvolvimento profissional.
Ele não podia imaginar, no entanto, que sua história estava prestes a mudar; a caminho do Vale do Aço, passando por Nova Era, Benjamim foi surpreendido por uma tempestade, na estrada que levava a fazenda da vargem.
A tempestade foi tão intensa e forte, que acabou levando a ponte de madeira que servia de passagem, impedindo a viagem, pelo menos, temporariamente.
Ele foi até a sede da fazenda da vargem, onde foi recebido por Tineco, dono da fazenda, pediu a ele se poderia passar a noite na sede, já que não tinha como seguir viagem, seguir com seus planos.
O fazendeiro aceitou com bom gosto, e, durante a hospedagem, Benjamim acabou conhecendo a filha do fazendeiro, Maria Auxiliadora.
Benjamim, então, mudou seus planos.
Resolveu se casar e formar família com Maria Auxiliadora, desistindo dos planos de ir para o Vale do Aço..
Resolveu se estabelecer em uma cidade próxima, onde abriu um consultório de dentista.
Profissional dedicado, o pedido de casamento foi aceito prontamente por Tineco.
Foram morar no Prata, formaram família e realizaram seus sonhos.
No Prata viveram por cinquenta anos, tiveram cinco filhos e foram felizes juntos.

Cristóvão Martins Torres




Feitos para a comunidade pratiana se orgulhar

Recentemente, por uma fonte confiável, ficamos sabendo que o Ginásio Marques Afonso foi o décimo segundo ginásio estadual instalado no Estado de Minas Gerais. A notícia revela um fato, por mim desconhecido, que merece destaque no conjunto de circunstâncias que marcaram a instalação do nosso ginásio. Na década de 1950, mesmo com todas suas carências, o Prata se viu envolvido com o sonho de conseguir um ginásio estadual para a cidade. Um dos símbolos  desse movimento, Benjamim Torres, com a sua obstinação pela ideia, foi aos poucos contagiando as pessoas  e  acabou conseguindo uma mobilização  de forças atuantes na cidade para esse objetivo. Naquela época, ginásio estadual era coisa rara em Minas . O governo instalava poucas unidades por ano e priorizava as cidades com mais densidade populacional e econômica  do Estado. Não havia como furar a fila da hierarquia definida , porque era grande a disputa das cidades para ter o seu ginásio, uma vez que, por toda parte, a maioria dos jovens estava financeiramente impedida de fazer o curso secundário, disponível apenas em alguns colégios tradicionais, de propriedade privada, com pagamento de anuidade, e localizados fora de suas residências. Com tanta competição na área política, a única alternativa viável passou a ser idealizar um projeto para implantar o ginásio de forma diferente do que se adota hoje. Assim, a Secretaria de Educação delineou o que se pode chamar de " caminho das pedras", definindo como exigências que a cidade implantasse uma escola municipal de curso médio, como precursora do ginásio estadual, e construísse às suas expensas o prédio para o ginásio funcionar. Com isso, caberia ao governo apenas fazer a transformação de um estabelecimento de ensino em outro do mesmo nível, sem que houvesse constrangimentos com relação à hierarquia no meio político estadual.. Para conduzir os trabalhos previstos nesse pesado desafio, foi criada uma Fundação, de fé pública, denominada Sociedade Beneficente de Cultura, a quem se atribuiu as funções de coordenação dos trabalhos comunitários e a articulação dos contatos com o órgão do Estado. A primeira medida adotada pela Sociedade Beneficente de Cultura foi  instituir, no ano de 1954, a Escola Técnica de Comércio Pratiana, a qual funcionou no prédio do Grupo Escolar Cônego João Pio, em horário noturno, com a plena e irrestrita colaboração de professores, que trabalharam sem receber salários. Simultaneamente ao funcionamento da escola, a Sociedade Beneficente dava  início à construção do prédio onde deveria funcionar o ginásio estadual, quando criado. O prédio foi construído com dinheiro de doações  do povo e de amigos da nossa cidade. Depois de concluído, o prédio foi doado ao Estado ,  cumprindo-se , dessa forma, com muita dedicação e trabalho, as exigências fixadas pela Secretaria de Educação. Em 1956, foi assinado o ato de criação do Ginásio Estadual  Marques Afonso, e o Prata, brilhantemente passou à  frente de mais de quatrocentas outras cidades de Minas Gerais no objetivo de ter o seu ginásio. Os alunos matriculados no curso básico da Escola Técnica foram absorvidos pelo ginásio estadual, mediante prova de avaliação acompanhada pelo Ministério de Educação, retratando a correção e a seriedade dos procedimentos  nesta fase inicial do curso secundário. A Escola Técnica de Comércio Pratiana funcionou ainda por um bom período, após a inauguração do ginásio, porém, com o curso técnico, ampliando a possibilidade de formação de alunos no curso médio complementar ao secundário. Só admitindo algo como um sopro divino, presente nas grandes obras, e outro tanto do trabalho de pessoas com paixões intensas, é possível explicar essa história notável  da Sociedade Beneficente de Cultura, com o pensamento único de deixar um legado duradouro para os jovens pratianos. O prédio, hoje utilizado como grupo escolar, deve ser conservado como um marco histórico, pela sua importância na criação do Ginásio Marques Afonso. Pelo pouco aqui revelado, dá para se ver que há muitas  histórias ligadas ao nosso ginásio esperando para serem contadas, e  que ajudariam a formar a memória da cidade.

Cristóvão Martins Torres




Tentando entender a morte

O nascimento e a morte são as fronteiras da vida, com as quais temos de conviver. A aceitação da transitoriedade da condição humana ajuda a aliviar o sofrimento que a ideia da morte costuma trazer. Pode-se sonhar com o aumento da expectativa da vida, mas não se pode mudar o fato de que tudo vai acabar um dia, mesmo com os avanços da medicina moderna, e ainda que o maior desejo do homem seja a imortalidade. Pesquisas demonstram que pessoas com forte grau de envolvimento religioso, independentemente da crença, têm menos medo da morte. A fé ajuda a superar a ansiedade em relação à nossa finitude. Se há uma vida que se segue à morte, existiria então uma continuidade do espirito. A visão espiritual da morte nos dá alivio para enfrentá-la, mas também implica em desapego ás coisas materiais, e a ilusão de eterna beleza e jovialidade, comuns nos dias de hoje, acabam gerando mais tristeza e sofrimento com o fim inevitável de nossa existência. Um filósofo alemão pediu pelo menos um médico para acompanhar o seu enterro e que o seu caixão tivesse  as laterais abertas. Explicou que pretendia mostrar que o médico nada pode fazer quando a morte chega, e que as aberturas laterais permitiriam chamar atenção de que o morto segue de mãos vazias, nada levando consigo. Santo Agostinho escreveu a seguinte reflexão sobre a morte: Siga em frente, a vida continua. A  morte não é nada. É somente uma passagem de uma dimensão para outra. Eu estou, agora em uma outra vida , não podem atormentar essa minha passagem com tristeza e lágrimas. Vocês são vocês. Estão vivos , a vida não pode parar. O que eu era para vocês continuo sendo. A vida significa tudo que ela sempre significou, o fio não foi cortado. Fala-me como sempre falaste. Dá-me o nome que sempre me deste. Não quero tristeza, não quero lágrimas, quero orações. 

Cristóvão Martins Torres


Pai Nosso em aramaico




 André Rieu - Christmas down under






Ansiedade é Eleita a Palavra do Ano

Ansiedade é Eleita a Palavra do Ano: Reflexões do Neurocientista Dr. Fabiano de Abreu Agrela

Em 2024, a ansiedade foi eleita a palavra do ano, refletindo um cenário global em que esse estado emocional deixou de ser apenas uma resposta natural do organismo para se tornar um tema central na vida contemporânea. Fabiano de Abreu Agrela, pós-doutor em Neurociências e especialista em comportamento humano, oferece sua perspectiva sobre as características, que ele considera um reflexo de desequilíbrios biológicos exacerbados pela sociedade moderna.

Ansiedade: de resposta adaptativa ao problema clássico
O neurocientista esclarece que a ansiedade não é uma doença em si, mas uma condição intrínseca à sobrevivência humana. “Ela é necessária para a sobrevivência. No entanto, quando em excesso, como tudo na vida, torna-se um problema”, afirma. Segundo ele, o excesso de ansiedade está diretamente ligado, também, à produção desregulada de glutamato, um neurotransmissor excitatório que, em altas concentrações, desencadeia um “efeito dominador” que impacta outros neurotransmissores e hormônios essenciais para o equilíbrio do organismo.

Fabiano explica que essa desregulação afeta neurotransmissores como a serotonina e a dopamina, responsáveis pelo bem-estar e motivação, além de hormônios como o cortisol, associados ao estresse, e a vasopressina, que regulam funções essenciais, como a retenção hídrica e a pressão arterial . “Essa cascata descontrolada pode alterar a morfologia de algumas estruturas cerebrais, impactando estruturas como o hipocampo e o córtex pré-frontal, responsáveis por memória, tomada de decisão e regulação emocional”, alerta.

A pandemia do excesso de ansiedade
O especialista aponta para a cultura digital como um dos principais assuntos dessa crise de ansiedade. “Vivemos uma pandemia de excesso de ansiedade derivada da cultura atual que promovemos. As redes sociais, por exemplo, trouxeram mais efeitos negativos do que positivos para a vida humana”, enfatiza. Ele observa que o consumo excessivo de redes sociais gera comparações constantes, sobrecarga de informações e uma sensação de urgência permanente, fatores que intensificam a resposta dolorosa do cérebro.

Impactos intergeracionais e epigenéticos
Além dos efeitos imediatos no indivíduo, o Dr. Fabiano destaca o impacto de longo prazo da ansiedade excessiva, tanto na saúde física quanto na mental. Ele ressalta que, de forma epigenética, essas alterações podem ser transmitidas para as próximas gerações. “A ansiedade desregula neurotransmissores e hormônios, altera a morfologia de algumas subregiões cerebrais e traz consequências de acordo com a predisposição genética do indivíduo. Exemplos disso são o autismo e o TDAH, condições que podem ser intensificadas por fatores ambientais e culturais levando em consideração a ansiedade e epigenética”, explica.

O papel da ciência e da sociedade
O neurocientista acredita que entender a ansiedade em sua complexidade é essencial para desenvolver estratégias de prevenção e tratamento. Ele sugere que, além do cuidado individual, a sociedade como um todo precisa compensar hábitos e padrões de comportamento que fomentam o excesso de ansiedade. “A  solução passa por educar sobre o funcionamento do cérebro, promover práticas saudáveis e estabelecer limites no uso de tecnologias que nos desconectam da nossa essência humana”, conclui.

Jennifer de Paula
Suporte e clipagem | MF Press Global



Visita ao Palácio de Versailles



" Em frente ao Palácio de Versailles"


"A entrada do Palácio de Versailles"


"Dentro do Palácio, no Salão dos Espelhos, onde eram realizadas as festas reais"

A Galeria dos Espelhos é um salão de baile, com 72 m de comprimento e 17 espelhos enormes em um de seus lados. As pessoas podiam se admirar nos espelhos enquanto dançavam.   
Os espelhos também eram projetados para refletir a pintura do teto, que ilustrava e homenageava os primeiros anos do reinado de Luís 14. Do outro lado da sala, uma fileira de janelas se abria para os enormes jardins e o pôr do sol.
O Palácio de Versalhes é um castelo real localizado na cidade de Versalhes, atualmente um subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família Real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.



"No jardim do Palácio"