sábado, 17 de julho de 2021

Saiba como tornar mais duradouros os procedimentos estéticos não-cirúrgicos.

A população mundial está envelhecendo. No entanto, o advento de técnicas não invasivas permite retardar este fenômeno tão natural. Dermatologista e neurocientista revelam como os alimentos podem ajudar estes tratamentos a durarem mais, sem necessidade dos pacientes passarem por cirurgias.

 

Segundo a organização pan-americana de saúde (OPAS) “envelhecer é um processo sequencial, individual, cumulativo, irreversível, universal, não uma espécie, de maneira que o tempo o torne menos capaz de fazer frente ao estresse do meio-ambiente e, portanto, aumente suas possibilidades de morte”.

 

Acrescentando a esse conceito a médica dermatologista Dra. Hellisse Bastos explica que ”o processo do envelhecimento inicia aos 25-30 anos de idade devido quedas hormonais e diminuição funcional na produção de colágeno, afetando resistência de pele, ligamentos, osso ganho de gordura visceral e corporal e diminuição dos coxins de gorduras faciais”. Ao perceber estes sintomas, é inevitável que a pessoa deseje retirá-las do corpo. Seja por questões puramente estéticas ou de algum risco para a saúde, o fato é que atualmente cada vez mais pessoas querem se livrar desses “incômodos” para manter a aparência jovial.

 

“Cada vez mais os procedimentos estéticos estão sendo utilizados por pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais. E isso não é só no Brasil, a procura e a oferta tem aumentado em diversos países. Afinal, independente da região, as pessoas querem mudanças no corpo para manter-se sempre jovens”, revela o PhD, neurocientista, neuropsicólogo e biólogo Fabiano de Abreu. Ele e a Dra. Hellisse tiveram recentemente um artigo sobre este assunto publicado pelo Centros de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH).

 

Fabiano ressalta que “a busca por redução da percepção do envelhecimento com procedimentos estéticos como toxina botulínica, preenchimentos com ácido Hialurônico, bioestimuadores de colágeno dos mais diversos como PLLA, Hidróxiapatita de Cálcio, Fios de DPO, etc. e também busca por mais beleza dentro dos padrões atuais com as harmonizações faciais feitas com grandes intervenções e volumes de produtos estão cada vez mais sendo realizada por profissionais médicos”. E daí a preocupação dos pacientes: Será que o efeito deste tratamento será duradouro?

 

Para Dra. Hellisse, “a duração de seus efeitos influencia nos intervalos de seus tratamentos, custo e comodidade para o paciente e esses são os principais fatores para o sucesso do tratamento. Uma revisão integrada de estudos descobriu que a duração dos efeitos está relacionada com os processos fisiológicos de anti-oxidação e estabilização de radicais livres e inflamação crônica subclínica que acontecesse na senescência e também associado ao processo de envelhecimento precoce o que chamamos de inflamm- again”.

 

Uma das principais formas para o paciente manter o efeito duradouro destas técnicas está na sua alimentação, reforça Abreu. “Os procedimentos estéticos que não recorrem à cirurgia podem ver as suas vantagens ampliadas e as suas contraindicações diminuídas se estes foram conjugados com uma nutrição adequada. Inclusive, certas vitaminas e minerais têm efeitos potencializadores comprovados na amplificação dos resultados desejados”, acrescenta. Já Dra. Hellisse recomenda que “certas vitaminas e minerais têm efeitos potencializadores comprovados na amplificação dos resultados desejados, no caso as do tipo A, C, E, B6 e B12, além de elementos como Selênio, Magnésio, Zinco, Ferro, entre outros”, completa.

 

O neurocientista Fabiano de Abreu e a médica dermatologista Dra. Hellisse Bastos estão disponíveis para falar mais sobre quais alimentos são recomendados para que o paciente tenha os tratamentos mais duradouros.



Fabiano de Abreu 
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Gestão geral grupo MF Press Global 



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