quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

O Muro de Berlim

 Em 1961, durante a guerra fria foi erguido o muro de Berlim para separar a parte que ficou sob a administração da União Soviética, das partes que ficaram sob a administração dos Estados Unidos, Inglaterra e França.
De um lado ficou a Alemanha Oriental do outro lado a Alemanha Ocidental.
Assim nasceu o muro de Berlin, que separou o povo de um país por 28 anos.
De 13-08-1961 à 09-11-1989.

"Pé esquerdo na parte da ex-Berlin Oriental e pé direito na parte da ex-Berlin Ocidental.
Em toda Berlin, onde existia o Muro, tem uma marca no chão. De um lado era Berlin Oriental e do outro lado era Berlin Ocidental".




Em 9 de novembro de 1989, com a crise do sistema socialista no leste da Europa e o fim deste sistema na Alemanha Oriental, ocorreu a queda do muro. Cidadãos da Alemanha foram para as ruas comemorar o momento histórico e ajudaram a derrubar o muro. O ato simbólico representou também o fim da Guerra Fria e o primeiro passo no processo de reintegração da Alemanha. 



Pedra da queda do muro de Berlin


Memorial do Holocausto em Berlin

 São 2.711 colunas espalhadas pelo arquiteto Peter Eisenman, que servem como metáfora do horror.
O memorial é um grito silencioso à memória aos judeus mortos durante a segunda guerra.
Ocupa o centro das atenções de uma Alemanha que procura se retratar ao mundo, a sua vergonha.




Empreitada de Morar Fora do País

O mundo esta aí para ser vivido, não há de se ter medo de correr riscos.
No caso das pessoas mais jovens, teme-se a empreitada de morar fora do país por medo do desconhecido ou por falta de experiência. No caso de pessoas com mais experiência, o motivo é relativamente oposto: apego à segurança que a vida em um lugar que já se conhece bem proporciona. Há, contudo, algo em comum em ambos os casos: o que impede os mais cautelosos de se aventurar fora do país natal é o medo do desconhecido.
Se, por um lado, de fato corre-se alguns riscos quando se decide morar fora, por outro lado, o crescimento e o despertar da consciência que se alcançam com uma experiência internacional compensam os baixos riscos que se corre.

Seja na adolescência, na juventude ou mesmo na maturidade, uma experiência internacional abre os horizontes da pessoa, propiciando grande aprendizado, evolução e desenvolvimento nos âmbitos pessoal e profissional.
Isso porque morar no exterior implica ter que conhecer e se adaptar a realidades e culturas diferentes. A pessoa que viaja entra em contato com diferentes aspectos da evolução do processo civilizatório, o que faz que ela passe a enxergar novas dimensões, aspectos e nuances do mundo que ela até então ignorava.
Muito importante também é o aspecto multicultural que a vivência no exterior propicia: por ter que conviver com culturas às vezes mais às vezes menos diferentes que a sua, mas sempre diferentes, a pessoa precisa desenvolver uma capacidade de adaptação que pode ser de grande valia tanto em sua vida pessoal quanto em sua vida profissional.

No que diz respeito à vida profissional, parece que o mercado de trabalho olha cada vez com melhores olhos quem viveu no exterior. Isso pode ser um importante fator quando se participa, por exemplo, de um processo de seleção em uma empresa.
Para o setor de recursos humanos das grandes empresas ter experiência internacional é visto como um diferencial, pois quem a possui é considerado alguém que aceitou o desafio de enfrentar o desconhecido. 
A pessoa que viveu fora é vista como alguém que teve que aceitar o desafio de melhorar sua comunicação, sua visão geral sobre as coisas.
Considerando que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, a experiência internacional, quando possível, pode constituir um diferencial no currículo daquele que postula um posto de trabalho.

Isso vale para os profissionais em geral, não apenas para aqueles que trabalham na área gerencial. Mesmo para profissionais da área técnica, e até mesmo para o trabalho teoricamente mais manual que intelectual, a experiência internacional pode constituir um grande diferencial, pois mesmo no caso da mão-de-obra antes considerada não qualificada exige-se hoje criatividade, capacidade de adaptação, organização e abertura para acolher novidades.
O termo "mão-de-obra" traduzia a ideia de um trabalho braçal, que se exerce através do esforço físico. Pode até mesmo se dizer que, em seu sentido literal, mão-de-obra significa "a mão que obra, a mão que trabalha". Contudo, hoje em dia, mesmo no caso do trabalho manual, a capacidade de coordenar atividades de forma adequada, habilidade que pode ser desenvolvida de forma diferenciada com uma experiência além das fronteiras do país natal, é considerada essencial.

Cristóvão Martins Torres

Choque cultural

Para dominar minhas próprias emoções, recordo-me que peguei uma caneta e papel, comecei escrever o período que estava passando na Alemanha, um choque cultural muito grande.
Eu que sempre procurei viver o presente, e tentava sempre adivinhar o futuro, não poderia imaginar que um dia faria uma viagem a Europa, este continente maravilhoso e mágico.

Vivi um bom tempo na Alemanha, portanto, pude viajar, visitar cidades do continente europeu e conhecer várias culturas diferentes.

Ver as suas diversidades; sua beleza natural, sua arte, sua culinária, sua música, sua cultura, sua tecnologia, seu desenvolvimento, sua gente, foi um enriquecimento do conhecimento muito grande.
Às vezes lia a respeito, via fotos, ouvia pessoas que foram lá contarem, assistia filmes, mesmo assim não tinha a exata dimensão do que é o velho continente.
A Europa é muito mais organizada, mais bonita do que imaginava.
Visitamos seis países; Alemanha, França, Inglaterra, Áustria, Suíça e Portugal.
Visitamos as capitais destes países, e mais algumas cidades dos países, sendo o que mais me impressionou foi à arte, estampada em todos os lugares onde visitei.
Na Europa nada morre tudo tem vida, até uma pequena história que aconteceu há anos, renascem através de fotos, quadros, monumentos, etc.
Existem várias cidades que conservam casas da idade média, com quarteirões todos medievais.
É o caso da cidade de tours ao sul da França, que nos passa a sensação de estarmos descobrindo o passado.
É impressionante você ver uma arquitetura de uma época que você não viveu, e nem imaginava como fosse.
Muitos museus, castelos, muitas obras de artes, muitos monumentos, muita música, cores em tudo, assim é a encantadora Europa e suas diversidades culturais.
Há uma preocupação muito grande com o planeta, onde a limpeza das cidades, a limpeza dos rios, e muitas árvores plantadas nas cidades retratam esta consciência.
Na Alemanha não existe aterro, os resíduos são reciclados e reaproveitados.
É indescritível, só visitando para ver, é um continente mágico.
O europeu viaja muito, adquire muita cultura através das viagens que faz.
A Europa tem vários portos, as pessoas viajam muito de navios, de trens e aviões.
Vivem como se a vida fosse um trem, nunca uma estação, como disse um escritor europeu.
É emocionante ver e participar de coisas que só via em filmes, a impressão que se tem é que estamos fazendo parte daquele filme.
É uma sensação muito mágica, que acontece com quem visita este continente.
As viagens de trens, vendo aquelas estações e belas paisagens das janelas, as pessoas entrando no trem, todos muito elegantes e em famílias.
Nos lugares que visitei sempre tinha uma pessoa lendo um livro ou um jornal.
Como os europeus gostam de ler.
Viveram situações de guerra, é um povo determinado e muito comprometido com o que faz, com a vida.
Parece que sabem que a felicidade não é um golpe de sorte, mas consequência de um esforço pessoal, eles lutam por ela e faz força para obtê-la.
As pessoas são dinâmicas, cheias de vida e possibilidades, vê a vida sem hierarquia.
Para mim foi um choque cultural muito grande esta estadia, aprendi muito, vou trazer muita coisa boa para agregar valor a minha vida.
É um olhar novo sobre as coisas da minha vida.
Nestes países que visitei valorizam muito a educação, a saúde, e o meio ambiente, fome não existe nestes países, e o índice de analfabetismo é perto de zero.
O transporte público é uma maravilha.
Observei muito o comportamento das pessoas nas ruas, dentro das estações, nos trens, nos aeroportos, nos aviões, nos castelos que visitei, nos restaurantes, nos museus, nas igrejas, nas lojas, nas praças, enfim nas cidades que visitei e conheci.
Pessoas de várias nacionalidades, cada uma de um jeito e vestida a sua maneira.
Pessoas de religiões diferentes, de cores diferentes, novos, velhos, etc.
Cabelos cortados e pintados de maneiras e cores diferentes.
Uma viagem a Europa não é só uma historia envolvente e inspiradora, que deixa uma marca significativa nas pessoas, é muito mais que isto, é muita emoção, Lá tudo é muito mágico.
Agradeço a minha filha e meu genro verdadeiros anfitriões do continente europeu, que nos acompanharam nas viagens aos países que visitamos.
Uma viagem inesquecível, uma viagem cultural onde pude visitar muitos museus, muitos castelos, galerias de artes, cidades medievais e cidades que foram palco de guerras, uma viagem histórica e de sonhos.
Tudo que planejamos aconteceu, agradeço muito a Deus por ter me proporcionado ficar todo esse tempo na Alemanha.
Um enriquecimento cultural e uma experiência de vida única.

Cristóvão Martins Torres


Visita do Blogueiro ao Museu do Louvre, na França

Orgulho dos franceses, símbolo da Cultura Mundial, o Museu do Louvre, localizado em Paris, contém coleções de arte que vão desde a Cultura Antiga até a Moderna.

Parte externa do Museu com a famosa Pirâmide ao fundo

Galeria interna do Museu (área de Telas)

Galeria das Estátuas Antigas

O espaço mais disputado pelos visitantes do museu do Louvre é o quadro "La Gioconda" ou simplesmente "Mona Lisa", de Leonardo da Vinci.


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