No nosso país de hoje posso dizer que possuímos quatro poderes, sendo eles, poder executivo, poder legislativo, e o poder judiciário, pois a verdade que nós possuímos um quarto poder, sobrepondo aos três poderes, que é o poder da política.
Sendo a política entendido como uma ciência de bem servir a sociedade, sem o maquiavelismo que hoje campeia pelo nosso país.
A consciência popular, que já se acostumou administrar a arte e a ciência, apoiaria a entrada do jovem na política como uma das soluções justas para resolver os nossos problemas políticos, tendo como aliados os governantes e a sociedade.
O jovem brasileiro está adquirindo um status político e social cada vez mais intenso.Há reflexos, uma vertente otimistas, apontando que a crise do nosso país, encontra uma solução com a entrada dos jovens na política.
Para que a política brasileira comece a receber mais vida e ter mais futuro, é necessário que começamos a plantar essas sementes.
Há uma preocupação em compreender como os indivíduos desenvolvem as opiniões sobre o mundo político.
Óbvio, os jovens tem que olhar com mais atenção o papel deles na sociedade.
O jovem deve lutar mais de uma batalha para se tornar um vencedor(Margaret Thatcher).
Infelizmente, eles se encontram afastados da vida política do país, o que é muito ruim, eles representam o futuro.
Para alguns analistas políticos, há diferenças, já que a maioria dos políticos são analógicos, sendo a juventude digital.
O jovem passou a ver a política como algo sem importância, precisam ser motivados, a pensar diferente, hoje, o país respira política para todos os lados.
Afinal a política é a construção do futuro coletivo.
Sendo a escola um agente de transformação social, portanto, o jovem é e será o centro dessa transformação política.
Outro dia, em uma conversa com um jovem, perguntei a ele o que achava da política.
Respondeu que se interessou por ela muito tempo, até descobrir que ela não se interessava por ele.
Que não entendia de regimes, daí a falta jogo de cintura em política.
Só sei que o capitalismo é a exploração do homem pelo homem.
Finalizou a conversa dizendo que na vida algumas vezes você ensina e todos os dias você aprende, foi enfático; "cada povo tem o governo que merece".
Um grande jornal de circulação nacional, mostrou uma pesquisa sobre o interesse dos jovens na política.
Eles demonstraram muito interesse, mas disseram que falta incentivo.
Os partidos não tratam a juventude como prioridade.
A velha política não da espaço para os novos, razão pela qual os jovens se sentem desestimulados e desinteressados.
Se tiver o apoio da sociedade, o jovem será com certeza, o ponto de equilíbrio da transformação do país.
O mundo todo, hoje, busca a purificação do sistemas governativos.
Há uma guerra contra o vírus da corrupção.
Esse será um grande desafio a ser enfrentado pelos jovens.
Cristóvão Martins Torres
Honório tem a arte de viver, que é de saber conviver
Há um dito popular que reza: "não é grato aquele que não proclama sua gratidão".
Sou muito grato a algumas pessoas. Levando em conta o dito popular, é justo então que eu proclame essa gratidão.
Tenho uma boa lembrança de quando cheguei em Itabirito, em um domingo a tarde, no início da década de 1980.
Após um certo tempo as lembranças começam a perder suas cores, mas a essência, aquilo que é marcante, fica..Sou muito grato a algumas pessoas. Levando em conta o dito popular, é justo então que eu proclame essa gratidão.
Tenho uma boa lembrança de quando cheguei em Itabirito, em um domingo a tarde, no início da década de 1980.
Como jogava futebol procurei informações sobre os clubes de futebol da cidade.
Havia várias possibilidades, mas me identifiquei com o União Esporte Clube.
A equipe de futebol do União era um timaço; tinha muitos craques e, por isso, não havia uma vaga para mim. Cheguei a participar dos treinamentos, mas foi como torcedor e amigo das pessoas que integram a comunidade do Unionense que construí minha história.
Após comprar uma cota fui conhecendo as pessoas e fazendo várias amizades.
Sócio do clube por várias décadas, sinto orgulho por fazer parte dessa família.
Sócio do clube por várias décadas, sinto orgulho por fazer parte dessa família.
Por jogar e gostar muito de futebol, frequentava assiduamente os jogos do União. Foi então que tive a felicidade de conhecer uma pessoa que jogava futebol muito bem e estava sempre presente nos eventos esportivos da cidade.
Um grande desportista e comunicador, Honório, sempre solícito com todos, inclusive com as pessoas de fora. Ele me recebeu muito bem, tendo me incentivado a participar da comunidade Unionense. Isso foi muito importante para mim; o União era e continua sendo, para mim, uma espécie de refúgio do stress do dia-a-dia e de fazer boas amizades, um grande clube de recreação e entretenimento da cidade.
Honório é uma simpatia absoluta de pessoa, um gentleman!
Nunca o vi falar mal ou denegrir a imagem de alguém, isso não coaduna com o seu perfil de grande ser humano.
Conversar com ele é sempre uma preciosa oportunidade de tratar questões do esporte e questões humanas em geral. Ele tem sempre um bom conselho, uma observação precisa, uma boa ideia.
Boleiro, boa prosa, sempre alegre e descontraído, muito bem informado, não dá um passo na cidade sem cumprimentar uma pessoa ou mesmo parar para bater um papo.
Nunca o vi falar mal ou denegrir a imagem de alguém, isso não coaduna com o seu perfil de grande ser humano.
Conversar com ele é sempre uma preciosa oportunidade de tratar questões do esporte e questões humanas em geral. Ele tem sempre um bom conselho, uma observação precisa, uma boa ideia.
Boleiro, boa prosa, sempre alegre e descontraído, muito bem informado, não dá um passo na cidade sem cumprimentar uma pessoa ou mesmo parar para bater um papo.
Quem conversa com ele sai com o espírito leve, pois ele sempre tem uma palavra de otimismo e um sorriso no rosto, um equilíbrio e uma serenidade que impressionam.
É muito bom poder desfrutar, nas tardes de sábados na sauna e nas manhãs de domingo do Verdão, da agradabilíssima companhia do Honório.
Pai extremoso, dedicado permanentemente a família e ao trabalho, conseguiu transmitir aos seus filhos essa filosofia de vida que pratica.
Honório, que, sem sombra de duvida, desempenhou com dignidade todas as missões que aceitou, tem a arte de viver, que é a arte de saber conviver.
Cristóvão Martins Torres
Um amigo inesquecível
Ao longo da minha vida, fiz, graças a Deus, muitos amigos, convivi sempre com figuras muito especiais e lamento o fato de muitos já não estarem mais por aqui.
Omar, era um desses amigos.
Amigos não tem defeitos, tínhamos uma amizade baseada na mútua admiração e na cumplicidade.
Sempre dizia a ele; que seguindo os seus passos, não erro o caminho.A sinceridade era uma das qualidades que mais admirava nele, não mandava recado e, quando estava aborrecido ou não gostava de algo, falava na hora e na cara o seu descontentamento, não falava pelas costas.
Era uma pessoa de muita personalidade, muito carisma e, genial em sua simplicidade, com opiniões sempre claras e objetivas.
Se "Elvis Presley" era a voz” da época, Omar “era a dança".
Gostava de ir a bons bailes e de dançar, era um verdadeiro pé de valsa.
Nos bailes era comum vê-lo numa mesa rodeado de amigas e amigos.
Com muito traquejo social e muito influente na região, era uma pessoa que comunicava muito bem, sempre solícito e com um bom papo, educado, gentil e sempre disposto a dividir sua experiência com os amigos.
De memória privilegiada e facilidade de expressar, tinha um profundo conhecimento na arte de viver bem, o que não nos fazia imaginar, que por trás daquela voz, havia uma pessoa tão especial.
Com toda sua simplicidade, nos ensinava todos os dias; com experiências, gestos, palavras, sorrisos, companheirismo, sabedoria, solidariedade, principalmente com bons exemplos.
Por ter convivido com o público durante anos, já que era empresário, sempre dizia que conhecia as pessoas no primeiro olhar.
Pressentia quando a pessoa não era de boa índole, pessoa do bem.
Eu tive a sorte de poder conviver com ele e, tirar proveitos desses ensinamentos.
O apelido de "Professor", dado a ele por mim, lhe caía como uma luva.
Nas festas de aniversário da cidade, era comum vê-lo aproximar de pessoas que não via há muitos anos(pratianos ausentes), desejar boas vindas a cidade.
Não era pessoa de guardar todo o dinheiro que ganhava, gastava em bons carros e em viagens.
Omar, tinha uma maneira de enxergar e levar a vida.
Em vida, sua trajetória se confunde com a história de uma boa proza e bons bailes.
Sua cultura de festas e alegria, aliada a uma boa conversa, lhe garantia, ser admirado pelos amigos.
Era um verdadeiro gentleman, conheceu inúmeras mulheres, fez a opção de não se prender a nenhuma delas.
Gostava de falar que a vida só dá uma safra, que saber viver é a maior de todas as artes, Por ser uma pessoa muito correta, foi chamado por várias vezes para fazer parte de grupos políticos, nunca aceitou, tinha verdadeira aversão a política e políticos cassados por corrupção.
Nos dizia; essa não é a minha praia, arrumar sarna para coçar, quero tranquilidade na vida.
Esse foi o grande amigo da vida toda, esse sim, foi o cara que gostava muito de um bom baile, uma boa festa e uma boa proza.
"Abrir mão da vida para fazer o que gosta", era seu lema!
Pelo grande traquejo social que possuía, deixou um grande legado a sociedade pratiana.
Enquanto viveu, teve uma boa qualidade de vida e soube ser gente boa...
Cristóvão Martins Torres
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