terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Líderes tem que ter a consciência de desenvolver pessoas

O mundo corporativo está em processo de mudanças constantes.
Cada um de nós está tendo que aprender a conviver com este novo mundo que está aí..
As exigências insere o indivíduo em um contexto cada vez mais competitivo e imediatista, causando a sensação de estar ficando sempre para trás, e está perdendo algo que não se sabe o que é.
Nada pode ser pior para um colaborador de ficar privado de fazer o que mais gosta, por ter perdido o espaço.
Eles querem acreditar que o que estão fazendo é importante e que agrega valor.
As mudanças são cada vez mais constantes e numa velocidade impressionante.
O profissional que não tem o foco na aprendizagem, provavelmente ficará a margem da sociedade, a procura do seu espaço perdido.
Hoje as organizações estão buscando profissionais que tenham habilidade genéricas, que estejam aptos a mudanças.
Os líderes tem que ter a consciência de desenvolver pessoas, que é a grande tacada de mestre.
Sendo assim, a capacidade de liderar não depende apenas de conhecimentos e habilidades, depende de uma preparação psicológica que, muitas vezes, deriva diretamente do caráter e da personalidade da pessoa.
Existem várias características psicológicas que proporciona as pessoas a terem vontade para fazer sempre o melhor.
Bons líderes são naturalmente mais extrovertidos, com um maior senso de responsabilidade, organização e, acima de tudo, capacidade de lidar com estresse.
As empresas estão acordando e enxergando isso, por isso muitas delas estão criando o programa de treinamentos internos, para qualificar melhor seus colaboradores.
Estão chegando a conclusão que treinamentos tem um custo, mas não é custo, é um investimento.
Ele trás resultados para a empresa, com o crescimento do seu colaborador, num curto espaço de tempo.
É necessário treinar o colaborador para o tempo livre, para melhor desenvolver e dar resultados.
Acho que o grande desafio das empresas é quebrar esses paradigmas que às trouxeram até os dias de hoje e proporcionar treinamentos para seus colaboradores.
Só assim o colaborador de uma empresa pode lidar com essas variáveis de constantes mudanças no trabalho e no mundo.
Esse é o perfil hoje, do cidadão que agrega valor à sociedade e a ele mesmo no trabalho, nos seus  relacionamentos e na família.
Todos deixam sua marca, a questão é saber o tipo de marca que cada um quer deixar.
Roosevelt expressou de maneira admirável essa questão, disse; "educar uma pessoa apenas no intelecto, mas não na moral é criar uma ameaça à sociedade".
Temos que ter sempre em mente que à aprendizagem é contínua e começa na família em casa.
P.S: Não fabrico carapuças, ela sempre serve a pessoa que necessita!

Cristóvão Martins Torres



 Os segredos da fotomontagem e fotogrametria em fotos e vídeos

Fotomontagem é uma associação de duas ou mais imagens, ou fragmentos de imagens, com o propósito de gerar uma nova imagem. São diversos os processos capazes de gerar imagens desta forma. O mais simples deles é a colagem, que consiste na elaboração de uma composição tomando por base imagens positivas sobre papel, que podem ser apresentadas diretamente desta forma, como o fizeram os artistas dadaístas e surrealistas, ou ser reproduzida para gerar um negativo a partir do qual se produzirão ampliações. Outra possibilidade é a de ampliar partes de negativos diferentes sobre um mesmo papel fotográfico, gerando assim uma imagem composta que era reproduzida a seguir para gerar um negativo que possibilitava a obtenção ulterior e mais fácil do mesmo efeito. Com a introdução dos computadores e dos scanners, a adição de duas ou mais imagens para a produção de uma imagem final tornou-se muito mais fácil, de fazer.
Portanto, nem toda imagem é uma fotografia, mas toda fotografia é uma imagem.
Então, o 3D, é uma imagem em um espaço em três dimensões; altura, profundidade e largura, com luz e sombra, a olho humano sendo próximo ou distante.
Fotogrametria a arte, ciência e tecnologia responsável por obter informações confiáveis sobre objetos físicos e o meio ambiente, onde a técnica, a arte de extrair fotografias métricas, a forma, as feições, as dimensões e a posição dos objetos nelas contidos.
Nesse caso a pessoa tem controle total dos recursos.
Surpresa para algumas pessoas, mas a fotogrametria é tão antiga quanto a própria fotografia, tendo ajudado o ser humano a analisar dados em algoritmos matemáticos, há mais de um século.
O modelo 3D, surge da necessidade de uma visualização mais detalhada, principalmente em locais de acesso complexo.
Como fazer uma imagem se movimentar de um local para outro e falar, versão 5.1.
Através de um aplicativo de imagens perfeitas, que oferece câmara 3D, vídeo 3D, foto 3 D, e selfie 3D.
Enfim, são uma infinidades de situações que possa ser usada para mudar imagens e fotos.
Uma imagem de uma pessoa pode ser projetada e movimentada por vários ambientes, seja nas ruas, praças ou em ambiente domésticos..
Com o aplicativo rodando direto do navegador, em tempo real, pode trocar o rosto de uma pessoa pela de outra pessoa, em 3D.
Muitas pessoas insistem em usar essa tecnologia que foi descoberta para auxiliar e facilitar a vida dos profissionais, hoje, como Fake News; com intenção enganosa e falsa, como se fosse informações reais, através de videos e fotos falsos.

Cristóvão Martins Torres

Quando a emoção nos tira a razão

Em qualquer área de trabalho, quando um profissional, por mais velho que seja, tem um desafio pela frente, ele pode ser movido pelas emoções, agindo de forma irracional.
Isso é muito comum nas entrevistas de trabalho, por mais preparada que a pessoa esteja; a perna treme, a barriga dói e esfria, as mãos suam; uns perdem o sono, outros ficam paralisados.
Essas reações são normais; elas decorrem do afloramento das emoções que surgem em virtude das expectativas dos desafios a serem enfrentados.
Essas emoções são difíceis de serem controladas.
Eu me lembro que em épocas de provas na escola eu ficava muito tenso; meu saudoso pai falava coisas tentando me ajudar; ele dizia que eu deveria me preparar e então ficar calmo.
De fato, temos condições de ter um resultado melhor se estamos bem preparados. A preparação não fará desaparecer as emoções, mas tornará possível controlá-las.
Essas emoções são reações normais do ser humano. Elas se relacionam ora ao medo do desconhecido, ora ao temor de uma pressão muito grande, mesmo que conhecida.
Elas atingem pessoas em diferentes áreas: o jogador que está prestes a cobrar um pênalti, um artista que está prestes a entrar em cena e sente aquele frio na barriga, o estudante que faz uma prova, o vestibular ou o enem,  o trabalhador desempregado que participa de uma entrevista de emprego ou aquele empregado que é submetido a uma avaliação, dentre outras.
É comum ouvir atores, mesmo aqueles com muita experiência, afirmarem que mesmo depois de muitos anos de atuação continuam sentindo determinadas reações ao entrar em cena, e que o dia que essas reações cessarem terá chegado a hora de parar de subir no palco, ou seja, terá chegado a hora de abandonar a carreira de artista. Esses mesmos artistas conseguem contudo controlar essas reações, impedindo que elas afetem o desempenho profissional.
Isso comprova que as emoções são não só reações normais, mas que elas possuem até mesmo um sentido positivo: elas nos motivam. Afinal, se nos importamos com algo, se sentimos medo do fracasso em determinada atividade, é porque o que está em jogo é importante. Mas se nos preparamos para o desafio conseguiremos dominar as emoções e obter um bom resultado.
Assim, se, por um lado, não podemos parar de sentir, e se parar de sentir significaria não se importar, por outro lado, não podemos deixar o sentimento exacerbado tomar conta: a razão precisa prevalecer. E isso só vem com o preparo.
Na área politica, nas ultimas eleições, sem nenhuma emoção e decepcionados com os representantes políticos, as pessoas dão as costas para a politica, iniciam uma jornada de revisão em sua maneira de escolher os quadros políticos.
Segundo um cientista politico; as emoções tem capacidade de interferir nas escolhas.

Cristóvão Martins Torres

As Redes Sociais da Minha Adolescência

Com o advento da Internet que as redes sociais ganharam força.
Na época da minha adolescência não existia ainda a Internet.
As nossas redes sociais não eram facebook, blogs, twitter, Orkut, e-mail etc.
Nossa rede social era outra: os pontos de encontro que frequentávamos, onde discutíamos problemas diversos.
Escola, esporte, política, trabalho, vida particular, mulher, eram os temas mais ouvidos e debatidos nesses encontros.
Às vezes um determinado assunto era debatido por várias horas, com a participação de todos os presentes.
Não tínhamos nenhum interesse especial. Os encontros eram casuais. Muitas vezes chegávamos a um lugar e a turma já estava formada; nada programado.
As reuniões eram formadas por estudantes, professores, fazendeiros, comerciantes, profissionais liberais, funcionários públicos, funcionários de empresas etc, fazendo assim que os encontros tivessem representadas várias classes sociais.
Não tínhamos identidades semelhantes.
Para mim foi uma oportunidade de aprender com pessoas mais experientes e também de fazer valer minhas ideias e opiniões.
Desses encontros trouxe vários ensinamentos que agregaram valor à minha vida.
O interessante era que comentávamos vários fatos mas não nos envolvíamos com nenhum deles.
Compartilhávamos ideias. Os encontros eram nossa fonte de contato.
Toda tarde nos reuníamos, e o público era intenso, com muita participação das pessoas.
A nossa rede social não era online; estávamos conectados com as pessoas e com os donos dos estabelecimentos, que sempre estavam muito bem informados em vários assuntos e sempre nos recebiam muito bem.
Nossa rede social se reunia na sapataria do Zé Coló, na barbearia do Jarbas, na alfaiataria do Edgar, na loja do Evandro, no barzinho Sô Zé...
Como verdadeiros “provedores”, esses comerciantes viabilizavam a rede, mas também fiscalizavam o seu conteúdo, às vezes chamando a atenção de alguém por um comentário fora do contexto.

Cristóvão Martins Torres


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