terça-feira, 13 de janeiro de 2026

"Gostaria muito de participar, próximo ano faço minha inscrição...Quando estudante morei em repúblicas, tenho experiências em saber conviver"...O Big Brother Brasil 26 é a vigésima sexta temporada do reality show brasileiro Big Brother Brasil, exibida pela TV Globo, estando no ar desde 12 de janeiro de 2026. Esta edição é apresentada pelo jornalista Tadeu Schmidt, com direção de gênero de Rodrigo Dourado e direção geral de Angélica Campos e Mário Marcondes...

 





 

Mês do cérebro: 5 estudos recentes que ajudaram a entender melhor seu funcionamento

A neurociência avançou muito nos últimos anos e trouxe respostas para algumas perguntas feitas há anos, conta o Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela



O cérebro é o “centro de controle do corpo humano”, composto por bilhões de células nervosas chamadas neurônios, ele coordena todas as funções corporais, desde movimentos simples até pensamentos complexos e emoções. Mas até poucos pouco se sabia sobre seu funcionamento e processos importantes dele.


No entanto, com o avanço da neurociência, novos estudos foram realizados e pode-se entender melhor esse órgão fascinante, o que foi fundamental para desenvolver abordagens e tratamentos para, por exemplo, doenças neurodegenerativas, como explica o Pós PhD em neurociências e membro da Society For Neuroscience nos Estados Unidos, Dr. Fabiano de Abreu Agrela.


Entender melhor como o cérebro funciona, principalmente processos como a neuroplasticidade neurogênese tem ajudado muito a trazer grandes avanços na neurociência, com destaque para a prevenção de doenças neurodegenerativas”, explica.


Novos estudos neurocientíficos ajudam a entender melhor os processos do cérebro (Foto: Reprodução/FreePik)


5 estudos recentes que ajudaram a explicar melhor o cérebro:

01 - Reserva cognitiva:

Em 1991, o neurocientista David Snowdon liderou o chamado "Estudo das Freiras", que monitorava a saúde mental de 678 freiras ao longo de suas vidas.  Ele descobriu que uma das freiras, a Irmã Mary, além de sua idade avançada, tinha uma função cerebral equivalente a alguém 20 anos mais jovem, mesmo com sinais cerebrais claros de demência avançada.


O estudo ajudou a identificar a chamada “reserva cognitiva”, uma espécie de "poupança" do cérebro, acumulada ao longo da vida através de aprendizado, atividades intelectuais e um estilo de vida saudável. Ela ajuda o cérebro a resistir melhor aos danos causados por lesões ou doenças, permitindo que as pessoas mantenham suas funções cognitivas por mais tempo.


Até hoje são conduzidos estudos para entender melhor esse processo, mas o estudo ajudou a indicar os reais efeitos do estilo de vida na prevenção da degeneração cerebral.



02 - D-lay em pessoas com Alto QI:

O estudo recente “Possíveis razões para o “d-lay” específico em pessoas de alto QI”, publicado na revista científica “Veritas de Difusão Científica” conduzido pelo Dr. Fabiano de Abreu Agrela em parceria com a Cirurgiã Plástica, Dra. Elodia Ávila e a estudante da faculdade mineira de direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Luíza Oliveira, ajudou a analisar melhor um processo de ‘lentidão’ em respostas para pessoas com Alto QI.


O 'd-lay' é o tempo extra que o cérebro de pessoas muito inteligentes leva para pensar e responder. Isso não é um problema, mas sim uma vantagem. É como se dessem um tempo maior para pensar profundamente antes de responder, isso permite que eles analisem melhor as coisas, façam raciocínios complexos e dêem respostas mais elaboradas, usando a energia do cérebro de forma mais eficiente”, explica Dr. Fabiano.



03- O cérebro está aumentando

Um estudo recente da Universidade da Califórnia em Davis revela que os cérebros humanos estão aumentando de tamanho ao longo das décadas. 


Comparando pessoas nascidas em 1930 e 1970 através de exames de ressonância magnética, os pesquisadores descobriram que os nascidos mais recentemente têm uma área cerebral 15% maior e um volume 6,6% maior. 


Os autores da pesquisa sugerem que influências ambientais na infância são os principais impulsionadores desse crescimento cerebral.



04 - Mais memória:

Pesquisadores do Instituto Salk, na Califórnia, descobriram algo incrível sobre como nosso cérebro armazena informações em um estudo recente. Eles encontraram que as sinapses, especialmente no hipocampo, podem guardar entre 4,1 e 4,6 "bits" de informação.


A descoberta abriu caminho para novas pesquisas sobre como diferentes partes do cérebro processam e guardam o que aprendemos ao longo da vida.


05 - Cérebro “cabeça dura”:

O estudo “Doenças do lobo frontotemporal: Dificuldades de aprendizado”, publicado na revista científica “Cuadernos de Educación y Desarrollo”, analisou a dificuldade de mudar de opinião e identificou mecanismo cerebrais envolvidos no processo.


Memórias antigas têm um grande impacto na nossa disposição para aceitar novas ideias. Doenças que afetam áreas como o lobo frontal do cérebro podem dificultar a interpretação das interações sociais”.


Essa região, influenciada pela dopamina, controla nosso julgamento, planejamento e emoções. Problemas nessa região podem levar a decisões baseadas mais em emoções do que em razão, tornando algumas pessoas muito sensíveis à crítica e propensas a interpretá-la como um ataque pessoal. Isso pode levar a comportamentos rudes, exigentes e ingratos, apesar de suas sensibilidades emocionais” explica Dr. Fabiano de Abreu.


Sobre Dr. Fabiano de Abreu Agrela

Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues MRSB é Pós PhD em Neurociências eleito membro da Sigma Xi, membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos , membro da Royal Society of Biology no Reino Unido e da APA - American Philosophical Association também nos Estados Unidos. Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia e filosofia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Membro das sociedades de alto QI Mensa, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society, Numerical e  HELLIQ Society High IQ. Autor de mais de 250 artigos científicos e 23 livros.

Fabiano de Abreu 
OBS.: Este email pode ser acessados por outros membros da empresa

Gestão geral grupo MF Press Global 





Quase metade dos brasileiros quer sair do Brasil

 

APRESENTADO POR D4U IMMIGRATION




Segundo a Febraban, 40% dos brasileiros têm interesse em emigrar. Esse desejo vem da busca por mais segurança, qualidade de vida, e da sensação de que, em outro lugar, o esforço pode render mais.

Os EUA são um dos destinos visados, abrigando comunidades brasileiras que constroem carreira, empreendem, estudam e criam filhos em solo americano.

O processo de imigração, porém, exige conhecimentos técnicos, que podem determinar a aprovação ou a recusa. A D4U Immigration te ajuda a identificar as possibilidades para seu perfil, organiza o processo legal e apoia a adaptação no novo país.

Tudo com política de Money Back Guarantee: ou a jornada acontece, ou seu dinheiro é devolvido. Se você se reconhece nessa estatística, este mês tem um empurrão: leitores do the news têm 10% OFF para iniciar o processo com a D4U. Saiba mais aqui.

 

  A comida perde o papel de ritual

Um dos primeiros impactos aparece à mesa.

  • Estudos clínicos mostram que até 44% dos pacientes relatam náusea, além de uma queda significativa no apetite.

  • Pesquisas analisadas pela Harvard Medical School indicam que muitos usuários não sentem apenas menos fome, mas menos prazer ao comer.

  • Dados da National Restaurant Association mostram que, nos EUA, o crescimento do ticket médio desacelerou justamente nas regiões onde o uso de GLP-1 se popularizou, enquanto cresceu a procura por pratos leves e consumo individual.


(Imagem: Reprodução)

Na prática, a comida perde o papel de recompensa, afeto ou ritual social. Vira algo funcional, quase burocrático. Assim, jantares longos passam a parecer cansativos, pedidos em restaurantes ficam menores e eventos sociais que giram em torno da comida vão perdendo graça.

Menos pausas, mais entrega

No trabalho, o Ozempic encaixa direitinho na lógica da produtividade. Menos pausas para comer, menos distrações, mais foco. Em uma cultura que já romantiza performance, o corpo “sob controle” vira quase um diferencial competitivo.

Uma pesquisa do McKinsey Health Institute mostrou que empresas têm investido cada vez mais em soluções de wellness voltadas à performance, não necessariamente ao cuidado integral.

Em paralelo, ganha força a ideia de que autocontrole corporal é sinônimo de disciplina, comprometimento e sucesso.

Para alguns usuários, isso se traduz em menos almoços coletivos, menos conversas informais e uma rotina mais solitária — ainda que vendida (ou percebida) como otimizada.

Na vida amorosa, os efeitos são ambíguos. De um lado, a perda de peso pode aumentar a autoestima e a confiança inicial. Do outro, surgem novas camadas de vigilância.

Uma pesquisa publicada no Journal of Eating Disorders (2024) mostrou que usuários de GLP-1 sem acompanhamento psicológico relataram medo intenso de interromper o medicamento, ansiedade com qualquer variação de peso e rigidez alimentar em encontros e situações íntimas.

Jantares românticos, pedir delivery, dividir sobremesa… Tudo passa pelo filtro do cálculo.

Os estudos apontam perdas médias de 14% a 17% do peso corporal em pouco mais de um ano, mas o efeito do Ozempic vai além da balança.

Os impactos sociais são ambíguos e pergunta que fica não é se o Ozempic é bom ou ruim, é até onde ele vai redesenhar a vida cotidiana?


iPhones? O que os brasileiros querem mesmo são as canetas

 

BRASIL



(Imagem: CNN Brasil)

É praticamente impossível não conhecer alguém no trabalho ou na família que não use as famosas canetas emagrecedoras — seja por questões de saúde ou por pura preocupação estética.

Em 2025, o país importou US$ 1,6 bilhão em medicamentos como Ozempic e Mounjaro — um salto de 88% em apenas um ano.

Mas o grande detalhe está aqui: Para efeito de comparação, o valor já supera a importação de celulares, salmão e até azeite de oliva — itens bem mais presentes no dia a dia do brasileiro.

(Imagem: CNN Brasil)

O motivo é simples. Não há produção nacional desses medicamentos, ao menos por enquanto.

  • A expectativa é que isso comece a mudar com a quebra da patente da semaglutida, o que deve abrir espaço para a produção de genéricos por aqui, reduzindo preços e ampliando — ainda mais — o acesso aos tratamentos.

Estimativas apontam que esse mercado pode saltar dos atuais US$ 1,8 bilhão para algo próximo de US$ 9 bilhões até 2030, com cerca de 15 milhões de usuários.

Mas há também o efeito colateral

Enquanto as farmacêuticas miram os bilhões deste mercado, outros setores podem sofrer com as “canetadas” dos medicamentos.

Estudos mostram que usuários desses medicamentos reduzem o consumo de doces, biscoitos, salgadinhos e bebidas alcoólicas. Na prática, esse modelo de emagrecimento pode virar uma dor de cabeça para vários setores da indústria alimentícia brasileira.

 

"Infelizmente, não vou poder ver a festa carnavalesca...Viagem marcada para outras bandas"...

"Novas camisas do Bloco da Velha Guarda no Carnaval em São Domingos do Prata"...O custo das camisas e o design foram pagos pelos integrantes do bloco, já que a prefeitura local não contribui em nada...Segundo o carnavalesco Carlos Torres que comanda o carnaval da cidade, eles virão com tudo para fazer um bom espetáculo para o público...

 






Como as contas do início de ano podem impactar a saúde da população?

Despesas chegam após as datas festivas e podem gerar estresse financeiro para grande parte das pessoas; especialista defende planejamento e cuidados com a saúde mental

O início do ano costuma trazer uma “ressaca” financeira para muitas famílias: além de começar a quitar gastos que já passaram, janeiro e fevereiro concentram diversas despesas obrigatórias, como IPTU, IPVA e material escolar, o que pode sobrecarregar o orçamento doméstico logo nos primeiros meses do ano. Pesquisa do Serasa aponta que 83% dos brasileiros inadimplentes relatam perda de sono e ansiedade devido ao acúmulo de boletos nessa época do ano. 

Segundo o estudo, a preocupação com dinheiro afeta a saúde mental de 84% dos brasileiros, sendo que 49% relatam ansiedade como principal sintoma relacionado a dificuldades financeiras, além do estresse. Esses dados reforçam a importância de estratégias que unam organização das finanças e cuidados emocionais. 

O levantamento também mostra que os problemas financeiros afetam diretamente os relacionamentos pessoais: 45% sentem culpa ao pedir dinheiro emprestado, 41% evitam conversas sobre o tema e 29% acabam se isolando de amigos e familiares.

Apesar do cenário, há um ponto de atenção positivo: 95% dos brasileiros reconhecem a saúde mental como tão importante quanto a saúde física – sendo que destes, 19% a consideram até mais relevante.

Impactos na saúde

A preocupação constante de lidar com contas e orçamento apertado pode desencadear ou agravar esses sintomas, além de potenciais efeitos físicos como dores de cabeça e tensão muscular. No Brasil, transtornos de ansiedade já são comuns em contextos mais amplos de saúde mental, com altas taxas de prevalência no país. 

“Existe uma série de apelos, de todas as naturezas, nessa época do ano (final de ano), para que se consuma cada vez mais. O fim do ano chega, gastamos de forma desregrada, em seguida janeiro chega, com um monte de contas para pagar e não se tem recurso, precisa pedir emprestado, expor a fragilidade por não ter dinheiro naquele momento. Acaba adoecendo em pequenas doses, o que é muito complicado, se tornando cada vez mais ansioso por conta disso”, explica Miguel Catete, psicólogo clínico da Hapvida. 

Saber lidar com o momento e ter consciência sobre os gastos sazonais, também podem evitar problemas que impactam a saúde. Outro fator é se informar e conversar com alguém sobre que está passando. 

“Uma das medidas é se informar e a partir desse conhecimento procurar vias, meios de desenvolvimento. Além disso, ansiedade e depressão andam juntos, e é importante conversar com as pessoas, falar mesmo sobre o que está passando. Uma pessoa ansiosa começa a identificar no seu dia a dia aspectos muito recorrentes, como má qualidade e forma inadequada como se alimenta, como dorme, irritabilidade, interações cada vez mais superficiais, dependência afetiva ou emocional. A vida começa a ficar limitada e a origem desses indicadores, provavelmente, pode não ser o momento entre o final e o início do ano, mas um estilo de vida, uma maneira de construir e ver o mundo completamente distorcida”. 

Como controlar a ansiedade e o estresse financeiro

Planejamento antecipado: organizar datas e valores das principais contas de início de ano para distribuir os pagamentos ao longo do tempo.

Reserva de emergência: sempre que possível, separar um montante de 10% da renda mensal para imprevistos, reduzindo a pressão diante de despesas extras. 

Educação financeira: registrar entradas e saídas, definir metas claras e realistas e evitar compras por impulso ajudam a diminuir a apreensão associada às finanças.

Cuidado com a saúde mental: reconhecer sinais de ansiedade e procurar apoio, seja por meio de redes de suporte ou profissionais qualificados, é crucial para evitar que o estresse financeiro se transforme em um ciclo prejudicial à saúde.

Sobre a Hapvida

Com 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 73 mil colaboradores, atende 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 86 hospitais, 78 prontos atendimentos, 363 clínicas médicas e 305 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.


Cíntia Neves
Assessora de Imprensa

Interface Comunicação