Crônicas
sexta-feira, 27 de março de 2026
Um amigo inesquecível
Ao longo da minha vida, fiz, graças a Deus, muitos amigos, convivi sempre com figuras muito especiais e lamento o fato de muitos já não estarem mais por aqui.
Omar, era um desses amigos.
Amigos não tem defeitos, tínhamos uma amizade baseada na mútua admiração e na cumplicidade.
Sempre dizia a ele; que seguindo os seus passos, não erro o caminho.A sinceridade era uma das qualidades que mais admirava nele, não mandava recado e, quando estava aborrecido ou não gostava de algo, falava na hora e na cara o seu descontentamento, não falava pelas costas.
Era uma pessoa de muita personalidade, muito carisma e, genial em sua simplicidade, com opiniões sempre claras e objetivas.
Se "Elvis Presley" era a voz” da época, Omar “era a dança".
Gostava de ir a bons bailes e de dançar, era um verdadeiro pé de valsa.
Nos bailes era comum vê-lo numa mesa rodeado de amigas e amigos.
Com muito traquejo social e muito influente na região, era uma pessoa que comunicava muito bem, sempre solícito e com um bom papo, educado, gentil e sempre disposto a dividir sua experiência com os amigos.
De memória privilegiada e facilidade de expressar, tinha um profundo conhecimento na arte de viver bem, o que não nos fazia imaginar, que por trás daquela voz, havia uma pessoa tão especial.
Com toda sua simplicidade, nos ensinava todos os dias; com experiências, gestos, palavras, sorrisos, companheirismo, sabedoria, solidariedade, principalmente com bons exemplos.
Por ter convivido com o público durante anos, já que era empresário, sempre dizia que conhecia as pessoas no primeiro olhar.
Pressentia quando a pessoa não era de boa índole, pessoa do bem.
Eu tive a sorte de poder conviver com ele e, tirar proveitos desses ensinamentos.
O apelido de "Professor", dado a ele por mim, lhe caía como uma luva.
Nas festas de aniversário da cidade, era comum vê-lo aproximar de pessoas que não via há muitos anos(pratianos ausentes), desejar boas vindas a cidade.
Não era pessoa de guardar todo o dinheiro que ganhava, gastava em bons carros e em viagens.
Omar, tinha uma maneira de enxergar e levar a vida.
Em vida, sua trajetória se confunde com a história de uma boa proza e bons bailes.
Sua cultura de festas e alegria, aliada a uma boa conversa, lhe garantia, ser admirado pelos amigos.
Era um verdadeiro gentleman, conheceu inúmeras mulheres, fez a opção de não se prender a nenhuma delas.
Gostava de falar que a vida só dá uma safra, que saber viver é a maior de todas as artes, Por ser uma pessoa muito correta, foi chamado por várias vezes para fazer parte de grupos políticos, nunca aceitou, tinha verdadeira aversão a política e políticos cassados por corrupção.
Nos dizia; essa não é a minha praia, arrumar sarna para coçar, quero tranquilidade na vida.
Esse foi o grande amigo da vida toda, esse sim, foi o cara que gostava muito de um bom baile, uma boa festa e uma boa proza.
"Abrir mão da vida para fazer o que gosta", era seu lema!
Pelo grande traquejo social que possuía, deixou um grande legado a sociedade pratiana.
Enquanto viveu, teve uma boa qualidade de vida e soube ser gente boa...
Cristóvão Martins Torres
Pare de se preocupar com o que os outros pensam!
Alemanha o paraíso das cervejas
A Alemanha tem o título do país das cervejas.
Na Alemanha tem mais de cinco mil marcas de cervejas, contando as bebidas não-alcoólicas.
A cerveja é a terceira mais consumida depois da água e café.
As cervejas se classificam não só pelas cores sabores, aromas, mas também pelo teor alcoólicos.
Na hora do brinde, os alemães costumam se olhar no fundo dos olhos e chamar ”Prost”, a saúde ou tim - tim no Brasil.
Das cervejas que tomei gostei do sabor de três, sendo que a paulaner produzida em Munique, a melhor.
A cerveja é a terceira mais consumida depois da água e café.
As cervejas se classificam não só pelas cores sabores, aromas, mas também pelo teor alcoólicos.
Na hora do brinde, os alemães costumam se olhar no fundo dos olhos e chamar ”Prost”, a saúde ou tim - tim no Brasil.
Das cervejas que tomei gostei do sabor de três, sendo que a paulaner produzida em Munique, a melhor.
Christophe - Aline - 1979...Feliz 2024...A gente faz o amor por telepatia. No chão, no mar, na lua, na melodia...
Por que passar na OAB é tão difícil? Índice alto de reprovação gera debates sobre a prova
A extensão do conteúdo programático, o alto nível de detalhamento cobrado e, principalmente, o perfil interpretativo da prova são alguns fatores que mantém esse alto índice de reprovação, destaca o advogado Anselmo Costa, idealizador de um curso voltado a candidatos da OAB
Menos de um terço dos candidatos consegue aprovação no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Dados oficiais da FGV, organizadora da prova, indicam que historicamente menos de 30% dos inscritos são aprovados por edição, considerando as duas fases do exame. No 42º Exame de Ordem, por exemplo, apenas cerca de 22% dos candidatos obtiveram aprovação final.
Os números chamam atenção e levantam questionamentos recorrentes entre bacharéis em Direito, por que tantos candidatos ficam pelo caminho mesmo após anos de graduação?
Os fatores de dificuldade da prova
Especialistas apontam diferentes fatores, entre eles a extensão do conteúdo programático, o alto nível de detalhamento cobrado e, principalmente, o perfil interpretativo da prova. A OAB não avalia apenas memorização de leis, mas exige leitura atenta, domínio técnico e capacidade de identificar exceções e nuances normativas.
Para o advogado Anselmo Ferreira Costa Melo, um dos pontos centrais da dificuldade da prova não está exatamente no nível de dificuldade das alternativas, mas sim na forma como as questões são estruturadas no certame.
“O exame não reprova quem sabe Direito. Ele reprova quem não entende a lógica da prova e isso é o ponto fundamental das altas taxas de reprovação no exame”, afirma.
De acordo com ele, muitos candidatos dominam a matéria, mas enfrentam dificuldades na interpretação dos enunciados e alternativas.
“A banca costuma trabalhar com palavras-chave que mudam completamente o sentido da questão. Um detalhe pode transformar uma alternativa aparentemente correta em errada”, explica.
Além do conhecimento jurídico, fatores emocionais também pesam. Segundo Anselmo Costa, fatores como a pressão, o tempo limitado e o histórico de tentativas anteriores também podem comprometer bastante o desempenho do candidato.
“Existe um componente psicológico muito forte. O candidato chega ansioso, inseguro e, muitas vezes, já marcado por reprovações anteriores”, observa Anselmo Costa.
Usar técnicas de prova vale a pena?
A discussão sobre técnica de prova tem ganhado espaço entre professores e cursinhos preparatórios. A leitura estratégica das questões, o gerenciamento de tempo e a identificação de padrões da banca são apontados como habilidades complementares ao estudo do conteúdo.
Foi nesse contexto que Anselmo anunciou o lançamento do curso online “Como Passar na Prova da OAB Sem Cair nas Pegadinhas”, disponibilizado na plataforma Hotmart. A proposta, segundo ele, é focar na interpretação estratégica do exame.
“Foram mais de 20 tentativas até a minha aprovação. Quando percebi que precisava entender a estrutura da prova e não apenas revisar conteúdo, minha preparação mudou”, relata.
O curso aborda leitura estratégica, identificação de palavras-chave, armadilhas comuns em provas objetivas e discursivas, além de simulações comentadas e técnicas de gerenciamento de tempo.
Advogado com atuação no Brasil e em Portugal, Anselmo Costa afirma que a iniciativa do curso tem como objetivo contribuir com candidatos que enfrentam dificuldades recorrentes no exame da OAB e facilitar o processo de preparação.
“A informação correta pode evitar que o estudante repita os mesmos erros por anos”, conclui.
Sobre Anselmo Costa
O Dr. Anselmo Ferreira de Melo da Costa é advogado brasileiro inscrito na OABDF 37345 e OAB RJ 175538 e advogado Portugues inscrito na Ordem dos advogados de Portugal sob o número 59029P. Atualmente é sócio do escritório de advocacia FMC advogados com sede no Rio de Janeiro, com escritório em Portugal no Porto e como Consultor em Orlando nos USA.
Fabiano de Abreu
Gestão geral grupo MF Press Global
*Conto Chico* --- *PROVAS DE ISOLAMENTO*
*PROVAS DE ISOLAMENTO*
*Conto Chico*
Visitamos uma senhora aparentando ter uns sessenta e poucos anos, sofrendo a prova do isolamento.
Está totalmente paralítica. Mora sozinha em um quarto com apenas uma cama e uma mesa. A peregrinação lhe possibilita alimentação material e assistência espiritual.
Tem na fisionomia ares de nobreza, fazendo-nos crer que foi figura de relevo em alguma época.
E o Chico nos traduz sua prova: trata-se de alguém que foi aia da imperatriz Tereza Cristina, esposa de D. Pedro II.
Desencarnou em 1884 e, como pessoa de confiança da imperatriz, castigou exageradamente muitas escravas, colocando-as em cubículos escuros por vários meses, com alimentação restrita a água e pão.
Quando despertou na espiritualidade, verificou a enormidade de seus crimes e pediu, com arrependimento sincero, a prova em que se encontra.
Permaneceu no mundo espiritual por poucos anos, e a misericórdia divina lhe deferiu o pedido para ressarcir suas faltas.
Às vezes, sente-se tão isolada, tão sozinha, tão sem ninguém ao seu redor, que lhe vem o desejo do suicídio.
Então, por ato de bondade celestial, aparecem-lhe os espíritos de D. Pedro II e da imperatriz Tereza Cristina, que lhe dão ânimo e a confortam,
assegurando-lhe que deve continuar sofrendo sem rebeldia, pois sua prova está a findar-se e, brevemente, estará liberta de seus débitos, com a transformação de suas antigas inimigas em amigas, tocadas por sua atitude humilde, resignada,
crente, arrependida e boa.
*Notas*
Esta senhora morava no Morro das Viúvas, em Pedro Leopoldo, local assistido por Chico e seus confrades.
*Nota 2:*
Esta senhora faleceu em 11/01/1958, sob a assistência de Chico e seus confrades.

DIDI (Benevides)
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