domingo, 31 de janeiro de 2021

Vô Tineco


Museu da Mercedes Benz em Stuttgart na Alemanha

Uma maravilha o Museu da Mercedes, recomendo...
Foto tirada do lado externo, primeiro nível da entrada do Museu da Mercedes...


Uma historia maravilhosa de uma grande marca de carros e caminhões Mercedes..
Esse Museu em Stuttgart na Alemanha, conta a historia da Mercedes, passo a passo, desde os primeiros carros fabricados até os atuais...
Fiquei três horas dentro do Museu, para conseguir ver todos os carros...
Num audioguia, portátil, um intérprete, em oito idiomas, conta a história de cada carro, e sua respectiva época...
Mercedes a melhor marca do mundo...
Essas fotos, são amostragens, das que tem no Museu...
Muitos turistas de todo o planeta, visitando o Museu da Mercedes em Stuttgart...

O prédio possui 9 andares com mais de 160 veículos

Com uma mostra inteligente que revela a evolução dos carros diante de uma linha do tempo, o museu fundado em 2006 conquista fácil os fãs de automóveis e até mesmo quem não liga para eles...





Os museus guardam um tesouro bastante valioso para quem gosta de conhecer o passado: a história










Antes de sair, ainda há uma loja que é uma tentação para os amantes da marca e de automóveis

E a visita não acaba nesses andares não! Ao chegar ao final, ainda tem um café onde você pode lembrar do que viu de melhor no museu, tomando um café ou uma cerveja. Antes de sair, ainda há uma loja que é uma tentação para os amantes da marca e de automóveis. Lá você encontra uma infinidade de produtos com o bom gosto característico da marca alemã. São miniaturas, guarda-chuvas, casacos, jogos, camisetas, inclusive da equipe de Fórmula 1. Guarde seus Euros para essa loja!






Literatura Brasileira

Com o objetivo de fazer um levantamento sobre o que de melhor a literatura brasileira produziu e tem produzido ao longo da história, nos campos da poesia e da ficção, o Estado de Minas entrou em contato com 50 intelectuais de vários estados e instituições ligadas à literatura, como universidades, revistas especializadas, cadernos de cultura de grandes jornais, centro de pesquisas e projetos literários e de incentivo à leitura. A eles foi pedido que indicassem, de acordo com suas preferências: a) os cinco melhores escritores vivos da literatura brasileira; b) os cinco melhores escritores da literatura brasileira de todos os tempos; c)os cinco melhores livros da literatura brasileira, ficção e poesia, de todos os tempos.


Melhores escritores brasileiros de todos os tempos:
Machado de Assis (1839-1908)
Guimarães Rosa (1908-1967)
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)
Graciliano ramos (1892-1953)
Clarice Lispector (1920-1977)

Melhores escritores brasileiros vivos:
Dalton Trevisan (1925)
Ferreira Gullar (1930)
Ligia Fagundes Telles (1923)
Milton Hatoum (1952)
Rubem Fonseca (1925)

Melhores livros da literatura brasileira:
Grande Sertão: veredas - Guimarães Rosa, 1956
Memórias póstumas de Brás Cubas- Machado de Assis, 1880
Dom Casmurro- Machado de Assis, 1899
Vidas secas- Graciliano Ramos, 1938
São Bernardo- Graciliano Ramos, 1934

 Herculano Lopes

sábado, 30 de janeiro de 2021

Negócio de ouro: vendas de joias cresce 20% ao ano e pessoas jovens comandam o mercado

Por Fabiano De Abreu

Empresário do ramo, Diego Arruda, dá dicas para quem quer entrar no segmento e comenta importância das redes sociais para alavancar os ganhos


Vender e comprar jóias pode até parecer ostentação para alguns, mas, para quem tem visão de mercado, a atividade pode ser altamente rentável e lucrativa. Estima-se que até 2025 o mercado mundial de jóias movimente US $480 bilhões anualmente.


“Mesmo na pandemia, o mercado de jóias continua aquecido, mas para quem tem boa visão de mercado. As lojas que utilizam estratégias antigas e sem presença online, por exemplo, veem seus números caírem, enquanto novas marcas e novas empresas muito menores percebem seus números crescerem ano com taxas de crescimento superiores a 20%”, afirma o empresário do ramo Diego Arruda.


Ainda segundo o especialista, que tem experiências em outros segmentos, como engenharia e segurança de dados, as novas gerações estão mais presentes no mercado de joias. A presença de pessoas mais jovens no ramo, de acordo com Arruda, mostra uma nova tendência de negócios. 


“As gerações Y e Z compõem 2/3 das compras de diamantes no mundo. Isso significa que apenas lojas físicas não podem atender integralmente esse nicho. Hoje, o Instagram tem contribuído muito para esse crescimento, como venda de joias para noivas, por exemplo, que tem abusado das plataformas digitais para atrair o público consumidor”, destaca.


Para quem deseja entrar no ramo, o especialista dá dicas de como entrar no mercado que tem presença austera na China, Austrália e Rússia.


“Antes de falarmos de investimento, precisamos entender o tamanho do segmento deste mercado e qual território estamos pisando. O mercado de joias mundialmente é um mercado superior a US $350 bilhões de dólares e os números só crescem ano a ano”, garante. “Se isso não fosse o suficiente, jóias são atreladas a índices financeiros. O ouro e o diamante são indexados e se valorizam, assim como uma ação da bolsa. Deste modo, investimento em jóias e gemas são mais seguros que investir em moedas, imóveis ou ações”, garante.


“Para quem deseja começar, sugiro pequeno investimento inicial de R$5 mil. Mas, o principal é buscar um fornecedor nacional, abrir uma loja no Instagram e usar publicidade online”, recomenda. 





sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

[Artigo] 2021: os impactos da pandemia para a educação*



*Por Ismael Rocha, diretor acadêmico do Iteduc e Doutor em Educação

Imagine que você está vendo um filme e pausa em determinado momento. Quando retorna, é preciso resgatar uma série de pontos para poder construir novamente a lógica apresentada. Por vezes, seria até mais fácil começar novamente do início, para o melhor entendimento da narrativa. Fazendo uma analogia, com a educação ocorre da mesma forma.

Existe uma construção mental para todos os processos de ensino-aprendizagem.

Pense, agora, em uma criança ou adolescente que para de estudar durante um ano. Porém, diferente de um filme, nesse caso, a narrativa não é linear, mas multifatorial. Ou seja, agrega diferentes conhecimentos. Pois bem, é preciso concordar que este aluno ou aluna vai ter enormes dificuldades quando retornar à escola. Será difícil resgatar o mesmo empenho que tinha anteriormente.

Isso porque o conhecimento não é cumulativo. Não acontece como se estivéssemos empilhando caixas de diferentes tamanhos e cores. E com o agravante de que se trata de mais do que um ano perdido, e não de um único ano perdido.

Quais seriam os impactos desse processo? São incalculáveis e destrutivos. Imaginar que o que estamos vivendo não terá repercussões na sociedade e no País é desmerecer a História. Para começar, temos de lidar com o abandono escolar. Vários estudos mostram que o percentual de estudantes que retorna aos estudos depois de parar durante um ano é pequeno.

Há, ainda, o impacto socioemocional, já que o estudante tem dificuldade em processar todas as variáveis envolvidas para retornar à rotina anterior.

Quando lançamos um olhar coletivo, é patente que a realidade da pandemia só aumenta as distâncias sociais. E o aumento da desigualdade traz consigo sequelas pesadas, que vão produzir impactos em toda sociedade.

E essa realidade fica ainda mais dura e cruel quando pensamos nas crianças cuja única alimentação adequada e nutritiva era feita na escola.

É importante reforçar que nossos meninos e meninas não estiveram de férias nesse tempo longe da escola. É necessário ajustarmos nossas lentes para enxergarmos a situação real desses jovens.

Antes de querer mitigar o déficit de disciplinas como História, Geografia, Língua Portuguesa...é preciso acolher e entender esse aluno no seu todo. É preciso compreender suas perdas, medos, inseguranças e as dificuldades que encontram nos seus relacionamentos nesse período de volta às aulas. Imaginar que as crianças e jovens, atores deste “teatro macabro”, não enxergam tudo isso soa até mesmo pueril.

É fato: se não olharmos primeiro o ser humano, os danos serão ainda maiores.

Para além das questões sociais, as desigualdades são críticas para o Brasil. Isso porque vivemos na era da tecnologia e colocar nossos estudantes ainda mais distantes da realidade da transformação digital significa torná-los párias da sociedade.

Há muito a ser feito. É possível tornar este cenário favorável? Certamente! Antes de qualquer coisa, é preciso que a formação escolar chegue a todos os estudantes do ensino básico. Isso não aconteceu em 2020 e pode não acontecer novamente em 2021.

Afinal, somos carentes de um projeto educacional de Estado. A falta de um projeto estatal, onde todos olham e trabalham com o mesmo objetivo, é cruel. Ficamos procurando culpados: é a internet que não está disponível a todos? São os professores que não estão preparados para ensinar virtualmente? São os alunos que não querem estudar e pensam que estão de férias?

Nada disso. O grande inimigo da educação tem sido a inexistência de planejamento!

Muita gente coloca todas as expectativas na internet. Pois, se não existe internet, cruzamos os braços. Mas quem faz isso se esquece de que o ensino pode acontecer por meio de outras plataformas, como as rádios e as TVs.

É preciso lembrar que somos um dos países com o maior número de emissoras estatais. Embora não saibamos ao certo a quem servem.

Essas rádios são captadas por meio de antenas parabólicas em todo o território nacional. Rádios estatais também não faltam. É hora do Brasil mudar e olhar para os jovens e crianças que precisam de informação, atenção e conhecimento.

Vários países do mundo que estão passando pelo mesmo problema que o nosso – a falta de tecnologia – fizeram uso de rádios comunitárias e TVs estatais para que os alunos não ficassem “fora da escola”. Já no Brasil, muitos ficaram choramingando pelos cantos... o que, certamente, é falta de vontade política.

Esse passivo será conhecido nos próximos anos. Ainda não temos um histórico da situação para prever ao certo o que acontecerá. Mas esta geração ficará marcada como aquela que ficou afastada do processo de aprendizagem mínimo.

Existe um pensamento falacioso quando se diz que iremos fazer “dois anos em um”. Essa crença mostra total desconhecimento dos processos neurais que acontecem na aprendizagem, em crianças e jovens. Supor que essa recuperação dos estudos e a volta do status quo, é acreditar que estamos tratando com máquinas, que podem ser reprogramadas segundo a vontade de um gestor, e não com seres humanos.

Infelizmente, sem nos debruçarmos sobre todos os impactos da pandemia para as crianças e jovens, e sem contarmos com investimentos para a implementação de uma solução efetiva, o cenário da educação básica, no futuro, ficará ainda mais comprometido.

Sobre a fonte: Ismael Rocha é diretor acadêmico do Iteduc (Institute of Technology and Education), organização pioneira na capacitação de professores de educação básica para o ensino on-line e híbrido. É Doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), especializado em avaliações escolares. É mestre em Sociologia, com formação complementar nos EUA, Canadá, Inglaterra, China, Malásia, Chile e México. Conselheiro e Coordenador do Comitê de Sustentabilidade da World Vision Brazil, foi também diretor ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) por 18 anos.

Sobre o Iteduc: O Institute of Technology and Education é uma organização voltada para o ensino híbrido e pioneira em capacitar professores de educação básica para o ensino online, ressignificando a sala de aula. Segundo estudos, dominar as aplicações das ferramentas digitais é a base mais segura para otimizar a educação e, principalmente, melhorar os indicadores de aprendizagem dos alunos. São docentes ou coordenadores do Iteduc especialistas de destaque de instituições de ensino nacionais e internacionais, como a Universidade de Harvard (EUA),  Faculdade de Educação da Univ. Turku (Finlândia), além da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), Universidade de São Paulo (USP) e Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). O Iteduc atua com metodologia exclusiva, baseada em fundamentos pedagógicos para o ensino online, combinada com técnicas de “design instrucional”, que oferece maior assertividade aos processos de aprendizagem remota. O Iteduc é uma joint-venture entre SD Student Travel, empresa provedora de experiências educacionais com foco em conhecimento, cultura, práticas e tecnologias, e a consultoria NEXTT 49+.

 

Informações para a imprensa: Key Press Comunicação

Beatriz Marques Dias/ Caroline Fakhouri

bia@keypress.com.br/jornalismo@keypress.com.br/relaciona@keypress.com.br

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Ismael Rocha, diretor acadêmico do Iteduc e Doutor em Educação
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Sugestões de Pauta - Educação



  • Volta às aulas presenciais no Brasil, sim ou não? – Algumas pessoas e organizações defendem que escolas abertas não representam risco para a sociedade. Quais os impactos das escolas abertas e qual a posição mais acertada?  Devemos ou não mandar os nossos filhos para escola?
  • Educação 4.0 com eficiência- O ensino híbrido continua em 2021, mas como as escolas devem fazer para o método ser assertivo e as aulas “híbridas” serem eficientes? Sabemos que o modelo de ensino híbrido é uma realidade que irá perdurar em 2021. Porém, vale abordar como se pode sistematizar a educação por esse modelo de ensino, que carece da implementação de metodologias para dar certo. O que fazer para os alunos estudarem e aprenderem, remotamente, ou no sistema híbrido? As escolas estão carentes e até mesmo ‘perdidas’, em relação aos processos para implementarem uma educação 4.0 com eficiência. Vamos falar sobre isso?

 

  • Necessidade de acolhimento dos estudantes na volta às aulas -- Antes de querer mitigar o déficit de disciplinas como História, Geografia, Língua Portuguesa...é preciso acolher e entender o aluno no seu todo. Os aspectos socioemocionais e o papel do professor como tutor é fundamental, durante a fase atual e após, no retorno às aulas. É preciso compreender as perdas, os medos, as inseguranças e as dificuldades desses alunos, que foram geradas pela pandemia. Imaginar que as crianças e jovens, atores deste “teatro macabro”, não enxergam a realidade em que se encontram soa até mesmo pueril. O especialista em educação Ismael Rocha enfatiza que a autoestima e a confiança de cada aluno são requisitos determinantes para o êxito do processo de ensino-aprendizagem. Mas há muito mais para ser falado: saiba quais as soluções práticas para se atacar o problema.

 

  • Transformação digital nas escolas aumenta a desigualdade social entre os estudantes. O que podemos fazer sobre isso? – O fato de não haver internet disponível para todos os estudantes prejudica fortemente os alunos mais carentes da população, porém, haveria caminhos e soluções a serem tomadas pelos governos, caso houvesse planejamento adequado e caso se utilizasse, por exemplo, medidas alternativas, como as rádios e as TVs estatais para transmitir os conteúdos do currículo escolar.

 

  • Qual o papel dos dos pais para contribuir na educação dos filhos em casa? - O papel dos pais (que trabalham em home office) durante a fase de ensino remoto e novo modelo híbrido é fundamental para ajudar na educação de seus filhos. Saiba por quê.

 

  • Gestão educacional e inovações na Educação durante a pandemia - Como será a gestão de escolas e quais serão as inovações pós pandemia. O que os diretores de escolas devem fazer para as escolas permanecerem abertas e como manter a comunidade escolar satisfeita com as metodologias empregadas?

 

Mini CV - Ismael Rocha

Ismael Rocha, é diretor acadêmico do Iteduc (Institute of Technology and Education), que atua na capacitação de professores de educação básica para o ensino on-line e híbrido.

É Doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), especializado em avaliações escolares.

É mestre em Sociologia, com formação complementar nos EUA, Canadá, Inglaterra, China, Malásia, Chile e México.

Conselheiro e Coordenador do Comitê de Sustentabilidade da World Vision Brazil, foi também diretor ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) por 18 anos.

Consórcio formado por veículos de imprensa faz campanha para conscientização da importância da vacina


Ao longo dos últimos meses, alguns dos principais veículos de comunicação do país se uniram para compartilhar com os brasileiros informações acuradas sobre a evolução da Covid-19. Agora que a vacina chegou ao Brasil, o consórcio de veículos de imprensa propõe uma mobilização para mostrar que é hora de todos levantarem suas mangas. Com o mote “Vacina Sim”, TV Globo, G1, GloboNews, O GLOBO, Extra, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e UOL lançaram, nesta sexta-feira, 29/1, no Jornal Nacional, uma campanha de conscientização da importância da vacina. O objetivo é amplificar a informação de que a vacina protege todos, sobretudo neste momento em que enfrentamos a pandemia que já matou mais de 200 mil pessoas no Brasil.

“O consórcio nasceu pra suprir uma lacuna grave. Como superar a pandemia sem saber onde o vírus está chegando, com que força e alcance? O jornalismo profissional preencheu esta lacuna. A campanha de estímulo à vacinação inaugurada agora é um segundo passo natural para o consórcio. Veículos que concorrem entre si unidos para o bem coletivo. Motivar os brasileiros a buscarem a vacina”, explica Ricardo Villela, diretor de Jornalismo da Globo. “Se vacinar é cuidar de si, do outro, da família, dos amigos, da sociedade. Entendemos que este é um bom momento para lembrar isso. E, como nos últimos meses estivemos juntos, todos os dias, com outros veículos de comunicação para levar para a sociedade números e informações confiáveis sobre a média de casos de Covid no Brasil, achamos importante estar novamente ao lado deles e do público para fazer essa reflexão”, destaca Manuel Falcão, diretor de Marca e Comunicação da Globo.

O primeiro filme, que está sendo veiculado na TV Globo, na GloboNews e no G1, é uma animação em que o locutor afirma que “É hora de dizer Vacina Sim. Ela protege você e protege os outros. Vacina Sim. Uma campanha para todos”. Também estão previstas peças para mídia impressa e digital nos veículos que fazem parte do consórcio.

Para o diretor de Jornalismo do Grupo Estado, João Caminoto, a promoção da vacina é um passo à frente na contenção da Covid e das fake news: “A defesa e promoção da vacina, além de ser um passo crucial na contenção da Covid, significa dar um basta às fake news, ao negacionismo, ao obscurantismo, e valorizar a informação, a ciência e a cidadania. Portanto, ao promovermos essa campanha estamos seguindo nossa missão de informar e conscientizar a sociedade”.

Os diretores de redação dos jornais Folha de S.Paulo, Sérgio Dávila, e do Globo, Alan Gripp, ressaltam a iniciativa do consórcio: “O consórcio de veículos de imprensa é uma iniciativa sem precedentes, com a dimensão que a pandemia exige, em razão da urgência de consolidar dados confiáveis diariamente. Agora é a hora de o país garantir a maior vacinação possível, pelo bem coletivo, e este grupo não poderia ficar de fora deste momento", disse Gripp. De acordo com Dávila, “não há saída para a pandemia fora da vacina. Mais uma vez, cabe ao jornalismo profissional divulgar esta informação vital. Por incompetência das autoridades, o consórcio inédito dos meios de comunicação se une novamente para reforçar a necessidade da imunização nacional e para contabilizar a porcentagem dos vacinados no país”.

Murilo Garavello, diretor de conteúdo do UOL, lembra que "todos os dias os jornalistas do consórcio trabalham intensamente, checam fatos, questionam autoridades, traduzem em linguagem acessível a enorme massa de dados científicos do combate à pandemia, tudo para levar às pessoas a melhor informação possível. Nos unimos para garantir que haveria números confiáveis sobre a pandemia e,
agora, estamos juntos mais uma vez para vencer a desinformação e mostrar que a vacina é a única alternativa possível".

O lançamento é parte de um movimento que ganhará desdobramentos ao longo dos próximos meses, com ativação nas redes sociais, novas peças publicitárias e cross conteúdo.


Saiba mais em: https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,consorcio-de-veiculos-de-imprensa-lanca-campanha-sobre-importancia-da-vacinacao,70003597501




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quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

O novo normal pós pandemia: procurando caminhos

Elton Ivan Schneider

Do mesmo jeito que o homem procura a mudança, ele resiste a ela. Esta expressão é atribuída a um dos maiores inventores do século XX, Thomas Edison, que registrou 2.332 patentes de novos produtos durante a sua vida. Na atualidade, podemos chamar de Refratário Digital, característica de quem é capaz de resistir a temperaturas muito altas, resistente a ação física ou química, em suma, um teimoso que não aceita que a tecnologia digital vai impactar os empregos, os negócios, a economia, a sociedade, os relacionamentos e tudo mais que você imaginar.
Termos como Transformação Digital, Indústria 4.0, Sociedade 5.0, Educação 4.0, Competências Digitais, vem sendo utilizados nos últimos 20 anos para demonstrar o impacto e a urgência que deveria ser dada ao uso das tecnologias digitais. Em seu ritmo normal de mudança, o comportamento humano vai sendo mudado aos poucos, muitas pessoas percebem a necessidade de mudança quando já é tarde, quando já foram engolidos, que o digam marcas famosas como Kodak, Bamerindus, Varig, Vasp, Chicletes Ping Pong, sorvetes Yopa. Sem falar em profissões como vendedor de enciclopédia, datilógrafo, acendedor de lampião, telefonistas de operadoras telefônicas, o organizador de pinos de boliche, o operador de telégrafo, reveladores de fotos, entre outros.
Uma tecnologia quando substitui um produto ou uma profissão, exige da pessoa impactada, tanto do profissional quanto do consumidoro desenvolvimento de novas habilidades, que podem ser físicas ou manuais, cognitivas, sócio emocionais ou tecnológicas, para que se possa voltar ao mercado de trabalho e de consumo.
Porém, este é o ciclo normal de transformação social ocasionado pela evolução tecnológica, o que estamos vivendo atualmente é a aceleração da transformação digital, devido a uma variável independente, incontrolável, não planejada e altamente impactante, uma pandemia viral que atinge todas as idades, negócios, economias, sociedade e governos de forma indistinta.
Até aqui, já sabemos como funciona, mas não sabemos ainda como será o futuro pós pandemia, se vamos tentar voltar ao antigo normal, se é que isso é possível, embora seja essa a expectativa de muitos refratários digitais, ou se o novo normal será tão impactante que irá gerar um abalo em nossas vidas maior do que a própria pandemia ao nos colocar em isolamento, distanciamento, separação ou afastamento social, tudo isso para não falar o termo lockdown.
Vamos a uma tentativa de prever possibilidades, diz um ditado árabe que aquele que tenta prever o futuro é um mentiroso, mas com base no que já sabemos sobre o nosso passado e sobre como as inovações tecnológicas impactaram nossas vidas, bem como, no que já vivenciamos na atual pandemia, o que aprendemos e o que teremos de impactos.


Área
Como era
Como está
Como será
Educação Infantil
Recolhe os celulares, tablets e computadores – não são compatíveis com a sala de aula
Usa celulares, tablets e computadores – eles são a sala de aula
Capacita professores e alunos para o uso de tecnologias e metodologias de ensino da era digital
Ensino Superior
Educação a distância – EAD, é para poucos e a qualidade é duvidosa
Ensino Remoto com uso de tecnologias pode salvar o ano letivo e muitas Instituições de Ensino
Vamos parar de discutir modalidades de ensino, para pensar um ensino em todas as suas possibilidades, o aluno é o centro do processo, não a metodologia ou tecnologia
Trabalho em Escritórios e Empresas
Tenho minha mesa, meu computador, meu ambiente de trabalho
Tenho minha casa com computador e acesso à internet para trabalhar
Tenho competências digitais que me permitem realizar minhas atividades profissionais em qualquer local, principalmente remotamente - teletrabalho
Automação
Quanto mais repetitiva, maior a possibilidade de automação
Se existe a possibilidade de automação, está sendo automatizada
A Inteligência Artificial passa a ser a referência para a realização de atividades repetitivas e padronizadas
Marketing
Rádio, TV, Revistas e algumas ações em redes sociais
Tentativa de migração para as redes sociais, sem planejamento, sem estrutura, sem competências digitais
Migração para o Marketing Digital, para as plataformas de e-commerce, para o varejo digital, não estar no meio digital significa estar fora do mercado
Comércio de Lojas Físicas
Lojas Físicas, com estoques e custos altos de operação
Tentativas de re-abrir, de vender digitalmente, de encontrar uma solução
Local de vendas de Experiências de Consumo, como local de demonstração de produtos expostos em plataformas de e-commerce, deverá ser complementada com múltiplos canais omnichannel.
Negócios
A tradição, o escritório, a venda, o marketing, a fabricação e a entrega
O tele trabalho (hoje office), a venda (home office), ações de marketing digital desconexas, a fabricação e a entrega
A StartUp, o e-commerce, a logística reversa, o marketing digital, o tele trabalho (home office), a fabricação automatizada, a logística em múltiplos canais – omnichannel.
Profissões
Busca de um curso superior para chamar de seu, de uma profissão para o resto da vida
Questionamento se minha profissão, se meu emprego irá continuar existindo depois da pandemia e da transformação digital.
Precisaremos desenvolver competências digitais, que nos permitam desenvolver novas competências ao longo da vida, a aprender a aprender, eis a questão.

Você pode estar se perguntando: e a automação das fábricas, do agronegócio, das telecomunicações?
Estes setores continuarão sua saga de transformação digital em qualquer tempo.  A pandemia ao estimular o uso das tecnologias em todos os setores da economia, ajudará no barateamento das soluções tecnológicas, e ao mesmo tempo, reduzirá a resistência dos usuários a produtos e serviços com tecnologia embarcada, como internet das coisas – IOT, intercomunicação de devices (TV + Geladeira + Tablet + Smartphone + Sistema de iluminação de sua casa), a relação preço x custo x facilidade de uso será determinante para as inovações.
Bem-vindos ao futuro da transformação digital pós pandemia, o novo normal, um motivo de pesadelos para os refratários digitais.

Autor: Elton Ivan Schneider é diretor da Escola Superior de Gestão, Comunicação e Negócios do Centro Universitário Internacional Uninter

A Floresta Negra

No Sudoeste da Alemanha, mais precisamente no sudoeste do Estado de Baden-Württemberg, próxima à França e à Suíça, localiza-se a Floresta Negra.

A Floresta Negra é uma cordilheira coberta por uma floresta boreal.

Na foto abaixo vê-se a localização da Floresta Negra no mapa da Alemanha:

Fonte: Wikipedia

E nas fotos abaixo, a típica paisagem de inverno da Floresta negra:

1. chegando a Ruhestein:

Fonte: arquivo pessoal

2. a cidade de Seebach:

Fonte: arquivo pessoal

3. a floresta boreal no inverno, em Vogelskopf:


Fonte: arquivo pessoal

Fonte: arquivo pessoal

Floresta negra ou como os romanos a chamavam, “silva negra” é devido a sua vegetação, que é constituída em sua maioria de pinheiros.

Empreitada de Morar Fora do País


O mundo esta aí para ser vivido, não há de se ter medo de correr riscos.
No caso das pessoas mais jovens, teme-se a empreitada de morar fora do país por medo do desconhecido ou por falta de experiência. No caso de pessoas com mais experiência, o motivo é relativamente oposto: apego à segurança que a vida em um lugar que já se conhece bem proporciona. Há, contudo, algo em comum em ambos os casos: o que impede os mais cautelosos de se aventurar fora do país natal é o medo do desconhecido.
Se, por um lado, de fato corre-se alguns riscos quando se decide morar fora, por outro lado, o crescimento e o despertar da consciência que se alcançam com uma experiência internacional compensam os baixos riscos que se corre.
Seja na adolescência, na juventude ou mesmo na maturidade, uma experiência internacional abre os horizontes da pessoa, propiciando grande aprendizado, evolução e desenvolvimento nos âmbitos pessoal e profissional.
Isso porque morar no exterior implica ter que conhecer e se adaptar a realidades e culturas diferentes. A pessoa que viaja entra em contato com diferentes aspectos da evolução do processo civilizatório, o que faz que ela passe a enxergar novas dimensões, aspectos e nuances do mundo que ela até então ignorava.
Muito importante também é o aspecto multicultural que a vivência no exterior propicia: por ter que conviver com culturas às vezes mais às vezes menos diferentes que a sua, mas sempre diferentes, a pessoa precisa desenvolver uma capacidade de adaptação que pode ser de grande valia tanto em sua vida pessoal quanto em sua vida profissional.
No que diz respeito à vida profissional, parece que o mercado de trabalho olha cada vez com melhores olhos quem viveu no exterior. Isso pode ser um importante fator quando se participa, por exemplo, de um processo de seleção em uma empresa.
Para o setor de recursos humanos das grandes empresas ter experiência internacional é visto como um diferencial, pois quem a possui é considerado alguém que aceitou o desafio de enfrentar o desconhecido. 
A pessoa que viveu fora é vista como alguém que teve que aceitar o desafio de melhorar sua comunicação, sua visão geral sobre as coisas.
Considerando que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, a experiência internacional, quando possível, pode constituir um diferencial no currículo daquele que postula um posto de trabalho.
Isso vale para os profissionais em geral, não apenas para aqueles que trabalham na área gerencial. Mesmo para profissionais da área técnica, e até mesmo para o trabalho teoricamente mais manual que intelectual, a experiência internacional pode constituir um grande diferencial, pois mesmo no caso da mão-de-obra antes considerada não qualificada exige-se hoje criatividade, capacidade de adaptação, organização e abertura para acolher novidades.
O termo "mão-de-obra" traduzia a ideia de um trabalho braçal, que se exerce através do esforço físico. Pode até mesmo se dizer que, em seu sentido literal, mão-de-obra significa "a mão que obra, a mão que trabalha". Contudo, hoje em dia, mesmo no caso do trabalho manual, a capacidade de coordenar atividades de forma adequada, habilidade que pode ser desenvolvida de forma diferenciada com uma experiência além das fronteiras do país natal, é considerada essencial.

Cristóvão Martins Torres