sábado, 31 de julho de 2021

A Floresta Negra

No Sudoeste da Alemanha, mais precisamente no sudoeste do Estado de Baden-Württemberg, próxima à França e à Suíça, localiza-se a Floresta Negra.A Floresta Negra é uma cordilheira coberta por uma floresta boreal.Na foto abaixo vê-se a localização da Floresta Negra no mapa da Alemanha:

Fonte: Wikipedia

E nas fotos abaixo, a típica paisagem de inverno da Floresta negra:

1. chegando a Ruhestein:

Fonte: arquivo pessoal

2. a cidade de Seebach:

Fonte: arquivo pessoal

3. a floresta boreal no inverno, em Vogelskopf:


Fonte: arquivo pessoal

Fonte: arquivo pessoal

Floresta negra ou como os romanos a chamavam, “silva negra” é devido a sua vegetação, que é constituída em sua maioria de pinheiros.


Congresso recebe iluminação laranja em apoio à Semana Mundial de Aleitamento Materno


30/07/2021

O Congresso Nacional receberá iluminação laranja, de 1º a 7 de agosto, em apoio à Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) - coordenada pela Aliança Mundial para Ação de Aleitamento Materno (WABA) e, no Brasil, pelo Ministério da Saúde. As ações tem o objetivo de aumentar a conscientização da sociedade e estimular ações relacionadas ao aleitamento materno, de forma a garantir a sobrevivência, a saúde e o bem-estar de crianças e de suas famílias.

 

O leite materno é o alimento mais completo para o bebê até os 6 meses de vida, período em que deve ser dado de forma exclusiva. Depois da introdução da alimentação complementar, recomenda-se manter a amamentação até os 2 anos ou mais.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), por ano, cerca de seis milhões de vidas são salvas por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade. A prática protege a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias, além de evitar o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta.

 

Responsabilidade compartilhada

 

O tema da Semana Mundial de Aleitamento Materno deste ano é “Proteja a amamentação: uma responsabilidade compartilhada”. A campanha reforça a importância do apoio de toda a comunidade para garantir que a criança receba o leite materno: a família deve dar apoio físico e emocional para a mulher amamentar dentro de casa; as empresas públicas e privadas devem incentivar o aleitamento por meio de ações, como a construção de salas exclusivas para esse fim; os profissionais de saúde devem acolher, incentivar e orientar as gestantes sobre a importância do aleitamento, auxiliando as mulheres na superação das dificuldades; e organizações, universidades, entidades associativas, ativistas e grupos de apoio devem continuar lutando pela amamentação e pela saúde da criança e da mulher.


Bancos de leite

 

O Brasil possui 222 bancos de leite humano e 219 postos de coleta. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 181 mil mulheres doaram mais de 226 mil litros de leite materno em 2020, e até junho de 2021, 92 mil doadoras já arrecadaram 111,4 mil litros.


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Fabiano de Abreu, PhD, neurocientista e neuropsicólogo, fala quais são os alimentos que podem ser consumidos para diminuir o nível de ansiedade

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com maior prevalência de pessoas ansiosas no mundo, no qual aproximadamente 9,3% da população sofrem com algum transtorno de ansiedade. E se você faz parte desse grupo de pessoas, que vira e mexe é tomado por sensações de angústia e tristeza, saiba que é preciso prestar bastante atenção em sua alimentação.


Segundo o PhD, neurocientista e neuropsicólogo, Fabio de Abreu, a ansiedade é um transtorno mental que se desencadeia por diversos motivos, podendo ser traumas, estresse, genética, doenças físicas e até mesmo a depressão. "A ansiedade constante, desregula outros mensageiros bioquímicos responsáveis por nosso humor, sono, temperatura corporal, fome, entre tudo o que fazemos para sobreviver. Isso acontece porque, como sabemos, tudo na vida provém de melhor resultado quando em equilíbrio e nosso organismo precisa estar em homeostase para que tudo funcione bem", explica.


E como bem dito pelo neurocientista, ter equilíbrio é fundamental. Mas Fabiano, entende que muitas pessoas para fugir da angústia recorrem a má alimentação e acabam ingerindo alimentos que ao invés de ajudar, pode piorar ainda mais o quadro emocional do indivíduo.


"É importante diminuir o consumo de alimentos que possuem muita açúcar e farinha de trigo, já que estão associados com alterações na glicemia e na produção de serotonina, conhecida como hormônio da felicidade. Por outro lado, consumir banana e chocolate, pode ser um bom aliado, visto que esses nutrientes ajudam a regular a flora intestinal e aumentam a produção de serotonina, promovendo o relaxamento e ajudando a combater a ansiedade", acrescenta.


Abaixo Fabiano de Abreu listou e explicou quais são os alimentos que ajudam a combater a ansiedade


1. Ômega-3: O ômega-3 é uma gordura boa e rica em EPA e DHA, ácidos graxos que melhoram o funcionamento do cérebro e reduzem a ansiedade. Essa gordura pode ser encontrada nos seguintes alimentos: atum, salmão, sardinha, linhaça, chia, castanhas, e abacate. 


2. Magnésio: Alguns estudos sugerem que o magnésio poderia ajudar no tratamento do estresse e da ansiedade, pois melhoram a função do cérebro. Esse mineral está presente em alimentos como aveia, banana, espinafre, sementes de abóbora, sésamo, linhaça e chia, e nos frutos secos como castanha do Pará, amêndoas e amendoim.


3. Triptofano: O triptofano é um aminoácido que ajuda na produção de serotonina, que é um hormônio essencial para evitar a ansiedade, o estresse, a depressão e a insônia. Esse aminoácido pode ser encontrado em alimentos como carnes, frango, peixes, ovos, banana, queijo, cacau, tofu, abacaxi, salmão, chocolate negro e frutos secos em geral, como castanha, nozes e amêndoas. Confira uma lista completa dos alimentos ricos em triptofano.


Fabiano de Abreu está disponível para dar mais detalhes e conversar sobre o tema

Sobre Fabiano de Abreu


Doutor e Mestre em Psicologia da Saúde pela Université Libre des Sciences de l’Homme de Paris; Doutor e Mestre em Ciências da Saúde na área de Psicologia e Neurociência pela Emil Brunner World University; Mestre em psicanálise pelo Instituto e Faculdade Gaio, Unesco; Pós-Graduação em Neuropsicologia pela Cognos de Portugal; Três Pós-Graduações em neurociência, cognitiva, infantil, aprendizagem pela Faveni; Especialização em propriedade elétrica dos Neurônios em Harvard; Especialista em Nutrição Clínica pela TrainingHouse de Portugal. Neurocientista, Neuropsicólogo, Psicólogo, Psicanalista, Jornalista e Filósofo integrante da SPN – Sociedade Portuguesa de Neurociências – Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento e Federation of European Neuroscience Societies.


Fabiano de Abreu 
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Aumento do preço gera preocupação para a população de Portugal

Inflação elevada, combustível mais caro, alimentos também com aumento. Como pode-se ver, os problemas enfrentados no país lusitano se assemelham muito com a realidade brasileira.

 

Imagine viver em um país onde é cada vez mais perceptível o aumento de preços. Combustível cada vez mais caro, alimentos sempre registrando aumento a cada ida ao mercado, conta de luz chegando cada vez com valores maiores (por mais que se tente economizar dentro de casa...) Agora pense que tal realidade está se tornando cada vez mais comum. Como é viver em um lugar assim?

 

Pois é, essa dura realidade é encontrada em Portugal. O sonho de consumo de tantos brasileiros que desejam mudar de vida e partir em busca de novas oportunidades. O cenário econômico no país lusitano chama a atenção pela alta crescente dos preços e do custo de vida. Recentemente, a mídia portuguesa informou que a taxa de inflação homóloga em Portugal em junho foi de 0,5%, a mais baixa da zona euro em comparação com a média de 1,9% registrada no bloco Europeu em igual período. Isso quer dizer que o país está salvo quanto a estes aumentos?

 

A resposta de economistas portugueses é: não. Reportagem do jornal “Público”, diz que “o principal motivo para a divergência que atualmente se regista entre a taxa de inflação portuguesa e europeia está no fato de a economia portuguesa ter sido uma das mais afetadas pelos efeitos da pandemia. Quando a atividade econômica diminui, travada pela redução dos níveis de procura, a capacidade das empresas para subirem ou mesmo manterem os preços é abalada”.

 

Na matéria, é confirmado que vários bens e serviços ficaram, durante o último ano, substancialmente mais caros. O maior destaque vai, “sem surpresa para os combustíveis, que no passado mês de junho estavam 19,2% mais caros do que no mesmo período do ano anterior, em consequência da evolução dos custos do petróleo nos mercados internacionais”. Além disso, “seguros de saúde, apostas, livros, brinquedos, bicicletas, a conta de luz e mesmo vestuário (que nos anos anteriores revelou uma tendência de descida) estão entre os bens com subidas significativas de preços durante o último ano”, completa a matéria.

 

Como pode-se ver, a alta de preços é uma realidade alarmante em Portugal. A escalada de preços preocupa cidadãos que precisam se reorganizar para poderem se manter, mesmo com esses aumentos. Como pode-se ver, essa história é muito parecida com a de um outro certo país por aí.



Fabiano de Abreu 
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Cuidados redobrados: proteja-se das doenças causadas pelo frio durante a pandemia

Médico alerta sobre o aumento dos casos de gripes, resfriados e doenças respiratórias nos meses mais gelados do ano

 CURITIBA, 30/07/2021 – Com a chegada das frentes frias, é muito comum o aumento dos casos de gripes, resfriados e doenças respiratórias, as famosas "ites". Por isso, devemos estar atentos aos problemas para preveni-los. Logicamente, por conta da pandemia do novo coronavírus, essa preocupação aumentou ainda mais desde o ano passado, já que diversos hospitais e clínicas estão com alas restritas para o atendimento a Covid-19.

 A primeira dica para amenizar os problemas causados pelo clima nesta época do ano é se atentar ao período de infecção. É o que explica o Dr. Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica da Docway, startup de telemedicina. “Se após cinco ou sete dias a pessoa apresentar os mesmos sintomas, podendo ser agravados por secreções amareladas ou esverdeadas no nariz e no ouvido ou pontos de inflamação e pus na garganta, é melhor procurar um médico”, aponta. "Nosso sistema respiratório é basicamente mucosa com cílios, que tem a função de eliminar possíveis invasores. Com o frio, esses pelinhos sofrem, e vírus e bactérias entram com mais facilidade no nosso corpo", explica o médico.

 Segundo o médico, é bom evitar lugares fechados e sem ventilação, já que eles concentram um número maior de micro-organismos, aumentando as chances de contágio. Por isso, não importa o local, seja ônibus, casa ou escritório, mesmo com as temperaturas mais baixas, é importante que haja ventilação. "Ao chegar em casa, lave o nariz com soro fisiológico. Ele ajuda a limpar a poluição das vias respiratórias e eliminar possíveis invasores que causam as doenças. Se o ar estiver seco, use um umidificador de ar ou uma toalha úmida no ambiente. Beba muita água, pois ela ajuda a prevenir as infecções", comenta.

 Para prevenção da gripe, existe ainda a possibilidade de vacina. Idosos com mais de 65 anos, grávidas e crianças com idade entre 6 meses e 2 anos devem ser vacinados. O médico lembra ainda que esse método de prevenção não é aconselhável a pessoas com alergia a albumina, proteína encontrada no ovo e usada em sua fabricação. "O inverno tende a trazer mais doenças, mas medidas simples podem ajudar no combate. Seja uma gripe ou resfriado, ou até mesmo uma rinite ou sinusite, tais cuidados ajudam no dia a dia do paciente", detalha o Dr. Aier.

 Dados mundiais

 Segundo estima a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 1,2 bilhão de pessoas tem risco elevado de contrair a gripe e suas complicações. Desse total, 385 milhões são idosos acima de 65 anos, 700 milhões de crianças e adultos com doenças crônicas e outros 140 milhões de crianças. Estudos demostraram que a vacina, no caso da gripe, pode reduzir em até 75% a mortalidade global. Quanto aos idosos que residem em lares especiais, a imunização pode diminuir em até 60% o risco de pneumonia e 68% o risco de internação.

 Vale lembrar que em 95% dos casos a gripe é causada por vírus, e apenas 5% por bactéria. Em determinado casos, a infecção por vírus pode acabar facilitando a infecção por bactéria, já que por conta da infecção há uma redução das defesas. "A vacina não causa gripe nos pacientes imunizados, mas leva de quatro a oito semanas para ter eficácia plena, por isso a pessoa que tomou a vacina pode chegar a ficar doente nesse período", completa Aier.

 Sobre a Docway

 Fundada em 2015, a Docway é uma empresa de saúde digital focada em prover soluções de cuidado da vida com inteligência tecnológica. Seu propósito é oferecer saúde sem filas, sem burocracias, com praticidade e atendimento humanizado, gerando mais bem-estar e qualidade de vida ao maior número de pessoas possível. Tem capacidade operacional, excelência e segurança para levar telemedicina a colaboradores e beneficiários de empresas e instituições de saúde de todo Brasil, de maneira customizada e inovativa, além de disponibilizar atendimento médico domiciliar aliado à tecnologia. A Docway conta com uma base própria de mais de 4,5 mil médicos e chegou a ter mais de 10 milhões de beneficiários em 2020. Para mais informações, acesse: https://docway.com.br


Fernanda Glinka

P+G Comunicação Integrada
www.pmaisg.com.br


sexta-feira, 30 de julho de 2021

Nutrientes do açaí agem diretamente na imunidade e auxiliam na prevenção de gripes e resfriados

Dani Borges, ex-atleta, nutricionista e educadora física conta que a fruta é uma ótima opção para ser consumida no inverno

O açaí é um alimento que muitos brasileiros amam comer, mas além do gosto vale ressaltar que ele é rico em fenólicos que atuam no organismo do ser humano como por exemplo potentes antioxidantes. De acordo com Dani Borges, ex-atleta, nutricionista e educadora física, o açaí é uma das frutas com maior valor de ORAC (Capacidade de Absorção dos Radicais Oxidantes). “Quanto maior o valor do ORAC, maior é o poder em neutralizar os radicais livres e maior o seu potencial antioxidante”, explica a profissional.

Como o fruto é rico em vitamina A, D, E, C, K e vitaminas do complexo B, ele fornece uma boa quantidade de ferro, potássio, zinco, ácidos graxos essenciais e minerais como manganês, magnésio, cálcio e cromo, que também são antioxidantes.

O açaí é um potente aliado contra gripes e resfriados, isso porque tem a ação de auxiliar na melhora do sistema imunológico. “Isso acontece pela falta de vitaminas e principalmente da vitamina D e dos antioxidantes que ajudam a proteger o nosso organismo e a fortalecer o nosso sistema imunológico, aumentando a capacidade do nosso corpo de combater infecções por fungos, bactérias e vírus”, explica a nutricionista.

Segundo Dani, nesse frio com a virada de tempo e sobretudo com a pandemia da Covid-19, é indispensável as pessoas fortalecerem ainda mais a sua imunidade.

“Ao contrário do que muitos pensam, o açaí não é um alimento tão calórico, ele possui apenas 60kcal em cada 100g. Agora, o que faz o alimento ficar calórico são os incrementos, como xarope de Guaraná, leite integral, mel e outros ingredientes açucarados”, conclui.

Sobre Dani Borges 
Dani Borges tem 30 anos, é ex-atleta, nutricionista, modelo, health coach e formanda em Educação Física. Como influenciadora digital, tem mais de 330 mil seguidores e posta dicas de motivação, alimentação saudável, receitas e treinos. 
Como nutricionista ela atende em seu consultório no Brasil e on-line através de plataformas digitais. 


Fabiano de Abreu 
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Apoio aos municípios e programa de desenvolvimento do Estado marcam semestre da Assembleia de Minas

Presidente da ALMG, Agostinho Patrus, destaca ações de retomada da economia, pauta municipalista, projetos sociais, enfrentamento à pandemia e fiscalização do Executivo 
 

O apoio aos municípios mineiros, o combate à pandemia e a promoção do desenvolvimento social e econômico estão entre as pautas que marcaram o semestre da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Por meio da apresentação, discussão e aprovação de importantes projetos, o Parlamento mineiro obteve alta produtividade ao longo dos últimos seis meses, com atuação voltada, ainda, ao fortalecimento do papel fiscalizador da Poder Legislativo.

Na avaliação do presidente da ALMG, deputado Agostinho Patrus (PV), os resultados concretos apresentados à sociedade mineira devem-se ao empenho de deputadas e deputados, que têm como foco dos trabalhos a busca por mais qualidade de vida para as pessoas. “Tivemos um semestre de muita dedicação e, sobretudo, de muitas conquistas para o nosso Estado. A cidadã e o cidadão mineiro estão – e sempre estarão – no centro de nossos trabalhos”, afirmou.

Dentre as ações de destaque, Agostinho Patrus classificou como “vitória de Minas Gerais” a destinação direta e desburocratizada de R$ 1,5 bilhão, aos 853 municípios mineiros, do acordo firmado entre a Vale e o Estado como reparação pela tragédia ocorrida em Brumadinho. “A Assembleia garantiu que o recurso chegue diretamente às prefeituras, sem necessidade de convênio, com agilidade. É nas cidades que as pessoas vivem, é onde as demandas são mais urgentes. Ninguém sabe melhor como gerir esse recurso do que os prefeitos”, afirmou.

Conforme definição conduzida por Agostinho Patrus, o Governo de Minas vai transferir os recursos em três parcelas, sendo 40% até 30 de agosto de 2021, 30% até 31 de janeiro de 2022 e outros 30% finais até 1º de julho de 2022. Cada município receberá um montante proporcional ao número de habitantes. “Levar diretamente aos municípios esse recurso é renovar a democracia”, avaliou o presidente da ALMG. A verba deverá ser aplicada em obras e investimentos que tragam benefícios efetivos aos cidadãos, com rigorosa fiscalização no uso dos recursos.

Recomeça Minas

Outra importante ação realizada pela Assembleia neste primeiro semestre de 2021 foi a elaboração da lei que cria o programa Recomeça Minas, voltado à recuperação e retomada do desenvolvimento no Estado. A lei, fruto de projeto que teve Agostinho Patrus como primeiro signatário, define normas para a regularização de dívidas tributárias, oferecendo descontos e até isenções no pagamento de taxas e multas, o que assegura aos empreendedores o fôlego necessário para reaquecer seus negócios e, com isso, manter e gerar empregos.

“A Lei do Recomeça Minas, iniciativa pioneira da Assembleia, está baseada em dois conjuntos de medidas: um para incentivar a regularização tributária, outro para proporcionar a recuperação das atividades mais impactadas pela pandemia. Soma-se a isso o incremento na própria arrecadação do Estado”, explicou o presidente da ALMG. A criação da lei contou com a realização de 16 grandes encontros regionais, conduzidos por Agostinho Patrus, para coletar as propostas de representantes municipais, entidades civis, empresas e trabalhadores.

Uma das principais propostas incorporadas ao longo das discussões foi o Força Família, auxílio  no valor de R$ 600, a ser pago em parcela única até novembro deste ano, a mais de 1 milhão de famílias que se encontram em situação de extrema pobreza. Outra iniciativa importante, ainda no contexto do Recomeça Minas, é a desoneração da cesta básica, isentando produtos do ICMS até 90 dias após o encerramento do estado de calamidade pública decorrente da covid-19.

“Precisamos amparar as famílias mineiras. São ações urgentes. Milhares sofrem com a fome, o desemprego e a pobreza. O Força Família, bem como a desoneração da cesta básica, serão fundamentais para reduzir o sofrimento dessas pessoas e dar o mínimo de alento às famílias já tão vulnerabilizadas. É um apoio necessário àqueles que mais precisam”, disse Agostinho Patrus.

Fiscalização e combate à pandemia

O papel fiscalizador novamente teve função determinante na atuação do Legislativo mineiro. Uma nova edição do Assembleia Fiscaliza foi realizada, com dez reuniões em que secretários de Estado e dirigentes de entidades da administração direta e indireta foram sabatinados por parlamentares, para apresentação de informações sobre a gestão de suas respectivas áreas. Os gestores também prestaram contas sobre compromissos assumidos na edição anterior, realizada em novembro de 2020, e sobre ações do Estado no enfrentamento à covid-19. 

Mais uma ação importante relativa à pandemia foi a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fura-Filas da Vacinação. A comissão iniciou trabalhos em março e encerrou em julho. O relatório final das investigações, encaminhado ao Ministério Público Estadual, apontou indícios de irregularidades na vacinação de servidores estaduais. Já no início deste mês de julho, a ALMG instalou a CPI da Cemig. O objetivo é apurar possível prática ilegal e antieconômica na gestão da companhia. Os trabalhos serão prolongados ao longo do segundo semestre.

O enfrentamento à pandemia, em diferentes frentes, continua sendo prioridade na Assembleia Legislativa. Um marco da atuação da ALMG foi o anúncio, feito pelo presidente Agostinho Patrus em abril, de destinação de R$ 30 milhões para a produção da vacina contra covid-19 pela Universidade Federal de Minas Gerais. O imunizante está em fase de testes e o recurso, inserido nos termos do acordo da Vale, deve ser liberado até o início do próximo ano.

Entre outras importantes ações, a ALMG aprovou ao longo deste semestre o reconhecimento ou prorrogação de decretos municipais de estado de calamidade, em razão da covid-19. No total, até o momento, mais de 500 prefeituras mineiras – 60% do total – já tiveram decretos aprovados pela Assembleia, o que garante aos municípios maior autonomia para combater os efeitos da pandemia. A mesma medida foi adotada com relação ao Governo de Minas, que teve o decreto de calamidade pública em âmbito estadual prorrogado pelo Legislativo até o final deste ano.

“O cenário adverso que enfrentamos jamais vai nos impedir de dedicar nosso trabalho a promover melhorias nos serviços públicos, de forma a atender as pessoas com mais oportunidades de emprego, mais acesso à saúde, melhores escolas, enfim, mais qualidade de vida. O próximo semestre nos reserva novos desafios e a Casa do Povo vai se dedicar ainda mais em cumprir sua missão de representar cada um dos quase 22 milhões de mineiros nos quatro cantos do nosso Estado”, concluiu o presidente Agostinho Patrus.


Foto: Guilherme Bergamini / ALMG

Foto: Victor Oliveira / ALMG

Telemedicina: Rompendo barreiras e unindo mais ainda médicos e pacientes

As ferramentas tecnológicas estão aí e estreitando relações. Com a pandemia, este foi o caminho encontrado para juntar médicos e pacientes, ressalta o médico cardiologista Dr. Roberto Yano.

 

A telemedicina é uma realidade no Brasil e os resultados desta ferramenta são os melhores possíveis. Exemplo disso é que, nos últimos 14 meses, quando foi declarada a pandemia no Brasil, mais de 7,5 milhões de atendimentos foram realizados, por mais de 52,2 mil médicos, via telemedicina no Brasil. 87% deles foram das chamadas primeiras consultas. Esses números já revelam que a aprovação da Lei 13.989 já apresenta impactos no sistema de saúde.

 

Além disso, dados da Associação Brasileira de Empresas de Telemedicina e Saúde Digital, mostram que o índice de resolutividade dos atendimentos nas consultas de pronto atendimento foi de 91%, ou seja: pacientes tiveram suas queixas resolvidas e não precisaram recorrer ao pronto-socorro em segunda instância. A organização estima que 75 mil vidas tenham sido salvas no Brasil com a telemedicina.

 

Quem tem observado as vantagens neste tipo de atendimento é o médico cardiologista Dr. Roberto Yano: “Muitas pessoas ainda estão mantendo o isolamento social e o distanciamento físico, daí enfrentam uma certa resistência a sair de casa. Mas a saúde não para e precisa ser cuidada, daí essa tecnologia veio a somar no momento certo”. Ele acrescenta ainda que mesmo distantes fisicamente, a consulta pode ser feita normalmente: “Não há complicações. Basta observar que na tela do computador a conversa é igual como se você estivesse conversando com um parente de fora. Informações adicionais como exames, por exemplo, podem ser enviadas por e-mail ou pela plataforma onde a conversa está sendo realizada. Ou seja, não há impedimentos para que a consulta atenda a expectativa do paciente”.

 

Com a telemedicina, Dr. Yano acredita que os pacientes terão também mais profissionais prontos para atender suas necessidades: “Na internet não existem barreiras físicas. Então, um paciente que mora em um estado pode procurar um médico de outro, por exemplo. E isso é muito bom, pois ao mesmo tempo o profissional terá condições de atender novos pacientes, enquanto quem procura auxílio médico pode ser atendido por alguém que ela deseja, mesmo que esteja longe fisicamente”.

 

Vale lembrar que a prática de teleconsulta era restrita no Brasil, mas, pressuposto aprovado em março do ano passado, garantiu ao Conselho Federal de Medicina a possibilidade de regulamentá-la após o fim da emergência sanitária. De acordo com o texto, o médico deverá informar ao paciente todas as limitações próprias do uso da telemedicina, já que não é possível realizar exame físico durante a consulta. Mas, “ainda assim, segundo a lei, a prestação desse serviço seguirá os mesmos padrões normativos e éticos usuais do atendimento presencial, inclusive em relação aos pagamentos”, conclui Dr. Yano.



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Congresso recebe iluminação laranja em apoio à Semana Mundial de Aleitamento Materno

30/07/2021

O Congresso Nacional receberá iluminação laranja, de 1º a 7 de agosto, em apoio à Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) - coordenada pela Aliança Mundial para Ação de Aleitamento Materno (WABA) e, no Brasil, pelo Ministério da Saúde. As ações tem o objetivo de aumentar a conscientização da sociedade e estimular ações relacionadas ao aleitamento materno, de forma a garantir a sobrevivência, a saúde e o bem-estar de crianças e de suas famílias.

 

O leite materno é o alimento mais completo para o bebê até os 6 meses de vida, período em que deve ser dado de forma exclusiva. Depois da introdução da alimentação complementar, recomenda-se manter a amamentação até os 2 anos ou mais.

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), por ano, cerca de seis milhões de vidas são salvas por causa do aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade. A prática protege a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias, além de evitar o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta.

 

Responsabilidade compartilhada

 

O tema da Semana Mundial de Aleitamento Materno deste ano é “Proteja a amamentação: uma responsabilidade compartilhada”. A campanha reforça a importância do apoio de toda a comunidade para garantir que a criança receba o leite materno: a família deve dar apoio físico e emocional para a mulher amamentar dentro de casa; as empresas públicas e privadas devem incentivar o aleitamento por meio de ações, como a construção de salas exclusivas para esse fim; os profissionais de saúde devem acolher, incentivar e orientar as gestantes sobre a importância do aleitamento, auxiliando as mulheres na superação das dificuldades; e organizações, universidades, entidades associativas, ativistas e grupos de apoio devem continuar lutando pela amamentação e pela saúde da criança e da mulher.


Bancos de leite

 

O Brasil possui 222 bancos de leite humano e 219 postos de coleta. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 181 mil mulheres doaram mais de 226 mil litros de leite materno em 2020, e até junho de 2021, 92 mil doadoras já arrecadaram 111,4 mil litros.


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O sonho da casa própria ainda é possível, mostra especialista

Mesmo com o aumento da taxa Selic, o momento é o ideal para quem deseja investir em imóveis, revela especialista Rafael Scodelario.

 

Se por um lado a pandemia afetou significativamente alguns setores da economia brasileira, por exemplo o de eventos, por outro é possível observar que nem todo mundo foi impactado negativamente neste cenário tão adverso. O setor imobiliário é um deles que, ao contrário do que os demais, tem vivido um bom momento. Para o especialista em mercado imobiliário, Rafael Scodelario, isso revela que este segmento será um dos grandes impulsionadores a ajudar o Brasil a superar este momento difícil.

 

Não é um caminho fácil. Basta observar que a taxa básica de juros já passou por três altas neste ano e pelo jeito não vai parar por aí. Segundo estimativa do Boletim Focus, a taxa Selic saiu da mínima histórica de 2% ao ano, atualmente está em 4,25% e pode encerrar o ano em 6,75%. “Esse movimento certamente está profundamente relacionado às taxas de financiamentos imobiliários, pois está acelerando o mercado, pois as pessoas estão aproveitando a oportunidade para comprarem seus imóveis”, destaca Scodelario. Basta observar que o número de contratos desse tipo fechado no primeiro semestre deste ano saltou 254%, para 4.013, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Credihome, plataforma de crédito imobiliário multibanco, o que já confirma um valor de R$ 1,5 bilhão em empréstimos, acima dos R$ 1,2 bilhão originados em todo o ano passado na fintech.

 

Além disso, com os juros mais baixos, muita gente correu para comprar seu imóvel, ressalta o especialista, que é CEO do Grupo Esdodelar. “Esse movimento permitiu que muitas famílias pudessem comprar a casa própria, pois as prestações estavam mais baixas e dentro do orçamento doméstico”. No entanto, ele acredita que ainda com o aumento da taxa Selic, o mercado seguirá a pleno vapor: “Sim, mesmo com um ou outro reajuste, ainda estamos numa fácil boa para quem deseja comprar imóvel, a demanda segue aquecida no mercado”, acrescenta Rafael Scodelario.

 

Dentre as principais razões para este aumento de demanda, o especialista destaca alguns: “A prestação muito próxima do valor do aluguel, a procura por conveniência na pandemia, como imóveis maiores ou em cidades próximas dos grandes centros, além da atratividade do segmento como alternativa de investimento, já que brasileiro sempre foi afeito a imóveis”.

 

De acordo com 18 empresas associadas à Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), de modo geral, os lançamentos de imóveis somaram 28.470 unidades no período, contribuindo, assim, para uma alta de 45% na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior. “O que reflete essa boa oportunidade. Há imóveis à venda e por um preço acessível. Isso certamente vai incentivar a economia brasileira a retomar o caminho do crescimento que todo mundo está aguardando ansiosamente”, completa o especialista.



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Cuidados redobrados: proteja-se das doenças causadas pelo frio durante a pandemia

Médico alerta sobre o aumento dos casos de gripes, resfriados e doenças respiratórias nos meses mais gelados do ano

 CURITIBA, 30/07/2021 – Com a chegada das frentes frias, é muito comum o aumento dos casos de gripes, resfriados e doenças respiratórias, as famosas "ites". Por isso, devemos estar atentos aos problemas para preveni-los. Logicamente, por conta da pandemia do novo coronavírus, essa preocupação aumentou ainda mais desde o ano passado, já que diversos hospitais e clínicas estão com alas restritas para o atendimento a Covid-19.

 A primeira dica para amenizar os problemas causados pelo clima nesta época do ano é se atentar ao período de infecção. É o que explica o Dr. Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica da Docway, startup de telemedicina. “Se após cinco ou sete dias a pessoa apresentar os mesmos sintomas, podendo ser agravados por secreções amareladas ou esverdeadas no nariz e no ouvido ou pontos de inflamação e pus na garganta, é melhor procurar um médico”, aponta. "Nosso sistema respiratório é basicamente mucosa com cílios, que tem a função de eliminar possíveis invasores. Com o frio, esses pelinhos sofrem, e vírus e bactérias entram com mais facilidade no nosso corpo", explica o médico.

 Segundo o médico, é bom evitar lugares fechados e sem ventilação, já que eles concentram um número maior de micro-organismos, aumentando as chances de contágio. Por isso, não importa o local, seja ônibus, casa ou escritório, mesmo com as temperaturas mais baixas, é importante que haja ventilação. "Ao chegar em casa, lave o nariz com soro fisiológico. Ele ajuda a limpar a poluição das vias respiratórias e eliminar possíveis invasores que causam as doenças. Se o ar estiver seco, use um umidificador de ar ou uma toalha úmida no ambiente. Beba muita água, pois ela ajuda a prevenir as infecções", comenta.

 Para prevenção da gripe, existe ainda a possibilidade de vacina. Idosos com mais de 65 anos, grávidas e crianças com idade entre 6 meses e 2 anos devem ser vacinados. O médico lembra ainda que esse método de prevenção não é aconselhável a pessoas com alergia a albumina, proteína encontrada no ovo e usada em sua fabricação. "O inverno tende a trazer mais doenças, mas medidas simples podem ajudar no combate. Seja uma gripe ou resfriado, ou até mesmo uma rinite ou sinusite, tais cuidados ajudam no dia a dia do paciente", detalha o Dr. Aier.

 Dados mundiais

 Segundo estima a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 1,2 bilhão de pessoas tem risco elevado de contrair a gripe e suas complicações. Desse total, 385 milhões são idosos acima de 65 anos, 700 milhões de crianças e adultos com doenças crônicas e outros 140 milhões de crianças. Estudos demostraram que a vacina, no caso da gripe, pode reduzir em até 75% a mortalidade global. Quanto aos idosos que residem em lares especiais, a imunização pode diminuir em até 60% o risco de pneumonia e 68% o risco de internação.

 Vale lembrar que em 95% dos casos a gripe é causada por vírus, e apenas 5% por bactéria. Em determinado casos, a infecção por vírus pode acabar facilitando a infecção por bactéria, já que por conta da infecção há uma redução das defesas. "A vacina não causa gripe nos pacientes imunizados, mas leva de quatro a oito semanas para ter eficácia plena, por isso a pessoa que tomou a vacina pode chegar a ficar doente nesse período", completa Aier.

 Sobre a Docway

 Fundada em 2015, a Docway é uma empresa de saúde digital focada em prover soluções de cuidado da vida com inteligência tecnológica. Seu propósito é oferecer saúde sem filas, sem burocracias, com praticidade e atendimento humanizado, gerando mais bem-estar e qualidade de vida ao maior número de pessoas possível. Tem capacidade operacional, excelência e segurança para levar telemedicina a colaboradores e beneficiários de empresas e instituições de saúde de todo Brasil, de maneira customizada e inovativa, além de disponibilizar atendimento médico domiciliar aliado à tecnologia. A Docway conta com uma base própria de mais de 4,5 mil médicos e chegou a ter mais de 10 milhões de beneficiários em 2020. Para mais informações, acesse: https://docway.com.br


Fernanda Glinka

P+G Comunicação Integrada
www.pmaisg.com.br


Como a Reforma Tributária pode afetar os seus investimentos?

A Reforma Tributária é um sonho antigo dos brasileiros, que há décadas sofrem com uma das maiores cargas tributárias do mundo. Por isso, a tramitação do Projeto de Lei no Congresso Nacional ascende nos contribuintes a esperança de que ocorra uma redução fiscal que simplifique os impostos.

 Já se sabe que será necessário jogo de cintura para a aprovação da Reforma, visto que Congresso e Planalto tentam articular acordos entre os pontos divergentes no texto elaborado pelo Ministério da Economia e nas alterações já feitas na Câmara dos Deputados.

 As principais mudanças são com relação à nova carga tributária das empresas, que hoje alcançam até 25% do lucro, e pela versão atual pode cair para 12,5%. Mas há mais coisas em jogo, pois essa mudança aumenta a perda de arrecadação pelo governo. Além dos contribuintes PF e PJ, é importante olhar para a reforma também sob a óptica dos investidores.

 Isso porque, dentre as alterações, ainda estão em pauta o fim da tabela regressiva das alíquotas de imposto de renda para aplicações em renda fixa. Além disso, há tentativas de mexidas nos fundos de investimentos e nos fundos imobiliários, onde foi retirada a proposta de tributação de 15% sobre os dividendos mensais. A exclusão da proposta deverá manter a sua atratividade.

 A mudança mais provável de ocorrer deverá ser mesmo a taxação dos dividendos, incluindo aqueles distribuídos pelas empresas com ações negociadas no Ibovespa, que atualmente oferece isenção de tributos ao investidor.

 “É possível perceber claramente que há uma dissonância entre a equipe econômica do governo federal, que elaborou o texto original, e a comissão que analisa o projeto na Câmara dos Deputados, mas alguns itens tendem a ser mantidos”, avalia Fábio Ferreira, sócio-diretor da Atrio Investimentos.

 “A proposta governamental propunha algumas modificações para os investidores, como a criação de uma alíquota-padrão de 15% para os papeis de renda fixa e para os fundos de investimentos e fundos de ações. Mas a relatoria retirou esses itens da reforma e o texto prevê a manutenção do imposto regressivo, conforme o tempo de vencimento dos papeis”, acrescenta o analista.

 Outra mudança é a redução do “come cotas”, uma antecipação do recolhimento do Imposto de Renda cobrado em alguns fundos de investimentos. Em vez de ser cobrado duas vezes ao ano (em maio e em novembro), o texto prevê uma única cobrança, no mês de novembro.

 Já as LCAs, LCIs, CRAs, CRIs e Debentures incentivadas (provenientes de investimentos em infraestrutura) continuam isentos do Imposto de Renda, bem como os fundos de investimentos em infra estrutura.

 Extinção dos JCPs e tributação de dividendos

 O que está mantido no novo texto é a extinção dos Juros sobre Capital Próprio (JCPs) e a criação de uma tributação sobre os dividendos.Para Fábio Ferreira, o Governo Federal sinaliza que pretende criar uma fonte de receita que não vinha nem do investidor nem da S/A.

 “As empresas que oferecem Juros sobre Capital Próprio aos investidores são tributadas em 15%, mas conseguem compensar isso em outra ponta, já que esses juros são declarados como despesas, e não entram no cálculo geral para pagamento de CSLL e Imposto de Renda”, diz o sócio-diretor da Atrio. “Já os dividendos, que são a fatia do lucro da empresa destinada aos acionistas, são calculados sobre o lucro líquido, depois que a empresa já pagou o imposto de renda. Então não há tributos para o investidor”, acrescenta.

 Com a Reforma em curso, a ideia é transferir parte da responsabilidade tributária para a pessoa física, desonerando as empresas e abrindo espaço para aumentar a oferta de emprego e renda. Pelo menos é o que sugere – ou no que acredita – a equipe econômica do governo federal.

 É importante deixar claro que essas medidas ainda não são definitivas. O projeto segue em análise no Congresso Nacional e esses pontos da Reforma Tributária serão debatidos ao longo do 2º semestre.


André Manteufel

Depto. de Jornalismo

Rua dos Timbiras, nº 2.072 – Lourdes

Belo Horizonte-MG

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