terça-feira, 30 de novembro de 2021

Londres e suas Facetas

 Na capital do Reino Unido, Londres, uma das cidades mais vibrantes do planeta, muitas são as atrações a serem visitadas, mas nada me impressionou mais que a Tower Bridge, em português a Ponte da Torre. O seu aspecto medieval a faz parecer muito mais antiga do que os cento e poucos anos que realmente tem. Parece também ser atualmente uma mera atração turística, mas de fato é um componente prático muito importante no complexo e caótico trânsito londrino.
Importante monumento histórico da capital inglesa, a Ponte da Torre, localizada `as margens do Rio Tâmisa, ao lado da Torre de Londres, foi inaugurada em 1894.   

Ponte da Torre

"Parlamento junto ao rio Tamisa"

"Acertando o relógio com o Big Ben de Londres"

Londres: No passado a cidade foi palco de importantes transformações culturais e dita tendências até hoje.
Caminhar pelas ruas de Londres é uma verdadeira aula de história e liberdade.
É preciso de muitos dias para admirar um pouco de tudo.
Não há como deixar de ir e vibrar com uma visita eletrizante.


Um livro voltado ao desenvolvimento de pessoas e lideranças

 Liderança pautada pelo exemplo

CEO do Grupo Ideal Trends compartilha em livro as lições de quem transformou funcionários em sócios e se tornou um dos principais empresários seriais do país

De vendedor de sacolas a fundador de um grupo multimilionário. O empresário serial José Paulo Pereira Silva compartilha experiências, obstáculos e estratégias que o levaram a ser um dos maiores cases de sucesso nas diversas áreas que empreendeu. Lições para você construir negócios exponenciais chega como o título de estreia da Ideal Books, editora do Grupo Ideal Trends.

As características mais requisitadas pelo mercado para se tornar um profissional de alto valor; as habilidades fundamentais de um líder; as atitudes de um empresário serial; os pilares do negócio ideal. José Paulo aponta técnicas conceituadas e necessárias para uma gestão de sucesso, tomando por exemplo erros e acertos ao longo da trajetória iniciada em 1995, então com 21 anos.

Paulista, radicado em Orlando (EUA) e autor de outros 20 livros, também dedica parte das 352 páginas a questões essenciais não apenas para os negócios, mas para a grandeza de um homem. São valores como integridade, disciplina e a liderança pelo exemplo, uma prática que rompe com o conceito tradicional de hierarquia e permite inspirar profissionais a se tornarem líderes e empresários exponenciais.

Não construo empresas para vender. (...) Minha missão é ajudar pessoas a se desenvolverem, então dividido a empresa com quem me ajudou a construí-la, pois essa é a melhor forma de fortalecer o negócio, as pessoas envolvidas e, consequentemente, a sociedade. (Lições para você construir negócios exponenciais, p. 93)

 

José Paulo Pereira Silva é graduado em Engenharia de Produção, Mestre e Doutor em Administração de empresas e Pós-Doutor em Relações Internacionais pela Florida Christian University (FCU/USA). É presidente e fundador do Grupo Ideal Trends, atualmente com 25 empresas em 30 países e projetos de crescimento exponencial. Formou centenas de empreendedores e tornou colaboradores seus sócios. “Dividir é multiplicar!”.

Ficha técnica
Livro: Lições para você construir negócios exponenciais
Autor: José Paulo Pereira Silva
Editora: Ideal Books
    
ISBN: 97865993576-2-6   
Formato: 21x15 cm
Páginas: 352
Link de compra: site do autor e Amazon

Sinopse: De vendedor de sacolas a fundador do multimilionário Grupo Ideal Trends, o empresário disruptivo, José Paulo Pereira Silva, compartilha, neste livro, as mais diversas experiências, obstáculos e estratégias que o levaram a ser um dos maiores cases de sucesso nas mais diversas áreas que empreendeu, especialmente nos ramos de tecnologia e startups, e revela quais métodos utilizou para se tornar um empreendedor bem-sucedido e transformar milhares de profissionais em líderes extraordinários.
Uma excepcional obra com dicas, conselhos e lições de alguém que começou do zero e alcançou grandiosas conquistas ao longo da vida, com as possibilidades que tinha e da forma que podia. Uma obra prima, resultante de muito trabalho, determinação e pensamento visionário. José Paulo Pereira Silva, fez, através da sua dedicação, uma história de superação, vitórias e resultados. E essa trajetória é a que você está prestes a conhecer.

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Agostinho Patrus lança campanha contra a fome

Presidente da ALMG anunciou apoio à arrecadação de alimentos 
e brinquedos para o “Natal Sem Fome”

 

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Agostinho Patrus (PV), assinou, nesta quinta-feira (18/11), a carta-manifesto de apoio à campanha “Natal Sem Fome 2021”. Com isso, até o próximo dia 17 de dezembro, a ALMG ajudará a arrecadar recursos para a compra de cestas básicas destinadas à população mais vulnerável.

“Crianças voltaram aos semáforos, cada vez mais pessoas dormem nas ruas, falta comida e a fome chegou literalmente aos ossos. Nenhum país civilizado pode aceitar a miséria passivamente”, afirmou Agostinho Patrus, no Plenário da ALMG, durante solenidade de lançamento da campanha.

Organizada pela ONG Ação da Cidadania, a iniciativa já ajudou 20 milhões de pessoas a terem um Natal digno. A entidade congrega uma imensa rede de mobilização em todo o país e promove a maior campanha contra a fome da América Latina. 

Neste ano, a Associação Arebeldia Cultural, entidade parceira do Comitê Estadual da Ação Cidadania, receberá as doações. A Assembleia também recolherá diretamente doações de brinquedos novos, em postos de coleta físicos instalados na sede do Legislativo.

Em seu pronunciamento, o presidente da ALMG citou pesquisa da Universidade federal de Minas Gerais (UFMG) que estimou que cerca de 60% dos lares brasileiros sofrem com a insegurança alimentar. Em Minas Gerais, segundo levantamento da Fundação João Pinheiro, cinco milhões viviam na pobreza, mesmo antes da pandemia.

O presidente da ALMG lembrou ações da ALMG contra a pobreza, como o auxílio emergencial de R$ 600, conhecido como Força Família. Ao citar a escritora mineira Carolina Maria de Jesus, que relatou o drama da fome no livro “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, Agostinho Patrus criticou a “condenação ética da miséria” promovida por quem é “abastado financeiramente, mas pobre de espírito e empatia”.

“Infelizmente, é senso comum a criminalização da miséria. Esses nunca souberam o que é a vertigem da fome, conforme escreveu Carolina de Jesus. Chegaram a dizer que o auxílio criado por esta Casa seria gasto num boteco. A que ponto chegamos”, criticou.

Além de representantes de ONGs, a solenidade de adesão do Parlamento mineiro contou com executivos de veículos de comunicação, que também assinaram a carta-manifesto. A imprensa ajudará a divulgar a campanha e mobilizar a rede de solidariedade em todo o Estado.

“Com a vossa ajuda, essa ação ganha ainda mais força em prol daqueles que mais precisam de atenção. Nossa esperança é tocar o coração de todas as mineiras e mineiros”, destacou Agostinho Patrus.



Crédito (foto): Victor Oliveira/ALMG

Saiba como garantir seus direitos após a Black Friday

Nos últimos dias, o comércio online e físico teve grande procura por conta das ofertas da Black Friday. Advogada mostra como solucionar questões quando o consumidor se sente prejudicado com a compra.

 

Depois de um fim de semana repleto de “promoções”, a Black Friday terminou e o consumidor já prepara o bolso para as compras de Natal. No entanto, quem não ficou satisfeito com a compra pode ainda buscar seus direitos, caso tenha sido prejudicado pela loja ou pelo vendedor daquele tão almejado produto.

 

A advogada especialista em Direito do Consumidor, Dra. Lorrana Gomes, explica que em casos de compras online ou presenciais o consumidor tem até sete dias para ter o dinheiro de volta: “É o chamado direito de arrependimento. Se a pessoa comprou aquele produto em uma loja física, ela pode ir até lá e substituir por outro de igual valor ou qualidade. Se o defeito continuar, pode pedir o dinheiro de volta. Vale lembrar que o Código de Defesa do Consumidor permite a garantia de noventa dias para produto durável e 30 dias para aqueles que não são duráveis”, detalha.

 

Para quem fez a compra via internet e não recebeu, é bom ficar atento, pondera a advogada: “O ideal nesse caso é ter em mãos os dados da empresa, como o endereço, o CNPJ, enfim, a maior quantidade de dados possíveis sobre ela. Assim será possível resguardar os direitos do consumidor, já que existem muitos sites falsos espalhados pela internet que podem fazer promessas e sumir com o dinheiro da pessoa”.

 

Para evitar golpes como esse, Dra. Lorrana orienta: “Se for pagar em boleto, verifique se o beneficiário do boleto identifica a empresa que você está desejando pagar. Pode acontecer às vezes de você achar que está acessando um site que na verdade é falso, então você acha que o produto está demorando, quando na verdade ele nem existe. É importante ficar atento aos mínimos detalhes, pois seguramente eles irão fazer a diferença neste momento”, completa a advogada.



Fabiano de Abreu 
OBS.: Este email pode ser acessados por outros membros da empresa
Gestão geral grupo MF Press Global 


Aluna se inspira nos próprios aparelhos auditivos para escrever livro sobre inclusão

Estudante que convive com uma condição auditiva e neurológica atípica reflete acerca da aceitação e da discriminação no livro que produziu em programa literário realizado pela escola
Aos nove anos de idade, Bella de Souza Perlati acaba de lançar seu próprio livro, o primeiro impresso em formato igual aos encontrados em livrarias – apesar dos inúmeros outros que escreveu em seus cadernos espalhados pela casa. Se antes ela já queria ser astronauta e veterinária, agora ela tem certeza de que também quer ser escritora. O motivo? Poder “escrever sobre os direitos das pessoas”, como ela própria diz.

Bella estuda no quarto ano do Ensino Fundamental, sabe ler e escrever, mas carrega o diagnóstico de perda auditiva neurosensorial bilateral e esclerose hipocampal, o que torna seu processo de desenvolvimento mais delicado. Por usar aparelhos auditivos e, em alguns momentos, ter dificuldade para se lembrar de aprendizados recentes, está em constante batalha, porém, sempre acompanhada de um sorriso no rosto, além de lápis e caderno na mão para não deixar de anotar nenhuma de suas impressões.

Assim como os amigos da classe, a estudante participou do programa literário Ciranda de Livro, incluído no planejamento pedagógico do Colégio The Joy School, da cidade Jundiaí-SP. A atividade, feita ao longo do letivo e até de maneira interdisciplinar, prevê que cada aluno escreva e ilustre o próprio livro baseado em um tema proposta em sala. O desfecho se dá em um evento de autógrafos que, no caso da Bella, acontecerá no dia 11 de dezembro.

“Quando eu recebi o livro digital da Bella para escrever sua biografia, fiquei muito emocionada. Ela escreveu sobre o aparelho auditivo, sobre todo mundo ter uma necessidade, independente de qual seja. A atividade foi superimportante porque ela se sentiu verdadeiramente como a protagonista”, conta Paloma de Paula Souza, mãe da Bella e maior incentivadora da menina, tanto no quesito leitura quanto no da aceitação de suas diferenças.


“Somos todos iguais?”

Foi a partir do tema escolhido pelo colégio para a criação literária que a professora Eliana Santinato trabalhou o conteúdo de apoio e sugeriu o que veio a ser o título do livro da Bella, a pergunta “Somos todos iguais?”. “A Bella teve uma participação significativa nas atividades porque dava depoimento da vivência dela. Ela tirava o aparelho e mostrava para a classe, contava como era usar e dizia como sentia orgulho deles. Foi gratificante!”, lembra a professora.

Para o colégio The Joy School, aplicar o programa Ciranda de Livro foi a oportunidade de reforçar entre os alunos os valores que já são trabalhados no dia a dia da instituição. “A Ciranda de Livro vem bem ao encontro da nossa filosofia, que é trabalhar e mostrar o diferente para os alunos. Então as crianças puderam escrever suas próprias histórias e nós tivemos trabalhos fantásticos”, concluiu Lilian Capella.


Ferramenta de empoderamento

Para Paloma, que é publicitária e se tornou especialista em projetos de inclusão social junto a marcas após descobrir as necessidades especiais de Bella, a atividade é essencial tanto para a evolução do aprendizado da filha, como para o reforço de todo apoio recebido pela família em casa. “Essa é uma das principais batalhas da inclusão porque, independente da tipicidade, todos somos únicos, então ela tem que olhar dessa maneira, como uma criança que está aprendendo”, afirma a mãe.

Bella, que nem imaginava escrever um livro de verdade tão cedo, teve ainda a grata surpresa de ter sua história apresentada para alguns colaboradores de uma empresa alimentícia, como parte de uma atividade sobre inclusão social. Ideia de uma amiga da família que acompanha a menina desde pequena e que também se emocionou com a obra.

Estímulo extra para que Bella continue preenchendo as páginas de seus cadernos com muita história e, futuramente, as prateleiras das livrarias, com suas lições de vida. “Se meu livro espalhar pelo mundo, eu posso ajudar muita gente”, finaliza a estudante.


Sobre a Ciranda de Livro

Lançada em 2019, a Ciranda de Livro se posiciona como uma das principais tecnologias educacionais de metodologia ativa para produções literárias. Seu intuito é auxiliar colégios e professores na promoção da leitura, escrita e desenvolvimento de competências estabelecidas pela BNCC. Tem sido destaque em instituições de todo o Brasil por poder ser aplicada como atividade em sala de aula ou de maneira remota, além de chamar a atenção pela qualidade do produto final entregue às famílias.


Grupo School Picture

Ciranda de Livro é uma solução do Grupo School Picture, que há 35 anos atua no segmento educacional como líder em Recordações Escolares e soluções digitais para escolas. Ainda no grupo fazem parte o aplicativo de comunicação IsCool App e a empresa de fotografia de formatura Conquista Formaturas.


Mais informações:
www.cirandadelivro.com.br
www.schoolpicture.com.br


Atendimento à imprensa:
Evelise Romanini
imprensa@schoolpicture.com.br

Proteína da covid-19 se acopla aos astrócitos e prejudica a memória

 Estudo sobre a relação entre o vírus e problemas de memória foi o escolhido pelo neurocientista luso-brasileiro Prof. Dr. Fabiano de Abreu em evento internacional na Universidade de Coimbra 

 
Nesta terça-feira, dia 30 de novembro, a Universidade de Coimbra, uma das mais tradicionais e respeitadas da Europa, recebeu diversos cientistas para divulgarem pesquisas sobre as células glia no 'V Symposium Portuguese Glial Network'.
 
As células da glia são muito importantes para o sistema nervoso, são responsáveis por diversas funções do dia a dia. De acordo com o  PhD, neurocientista, psicanalista e biólogo luso-brasileiro Dr. Fabiano de Abreu, apesar de pouco conhecidas, é necessário compreender a relevância dessas células “Quando se fala em sistema nervoso, é muito comum que as pessoas lembrem apenas dos neurônios, que estão diretamente relacionados com os impulsos nervosos. Porém, as chamadas ‘células da glia’ ou ‘neuróglia’, desempenham funções primordiais para a manutenção do nosso corpo”.
 
Os astrócitos fazem parte dessas células especiais. “Eles têm formato estrelado, característica conseguida graças aos seus prolongamentos. Também possuem uma maior diversidade de funções como a sustentação, controle da composição iônica e molecular do ambiente onde estão localizados os neurônios, transferência de substâncias para os neurônios, resposta a sinais químicos, dentre outras atividades”, detalha o neurocientista.
 
A pandemia de covid-19 mudou a dinâmica do mundo. A doença é nova e os sintomas e consequências dela são atualizados a todo momento. A dificuldade de memorização é uma das sequelas mais relatadas por pacientes do novo vírus. O Dr. Fabiano de Abreu defende que os astrócitos são profundamente afetados pelas proteínas da doença. “Em meu estudo, pude averiguar o quanto o coronavírus afeta de forma significativa os astrócitos. O reflexo disso é um dano na memória da pessoa após a contaminação pela doença”, afirma.

O neurocientista alerta ainda para a marca que esses prejuízos podem deixar na sociedade em geral. “É um assunto que chama a atenção, pois é mais uma sequela que esta doença pode deixar na humanidade. Como pode-se ver, é preciso mais do que nunca encontrar meios eficazes para controlar o vírus, pois, já não bastasse a sociedade estar ficando menos inteligente, por problemas culturais como o excesso de uso de redes sociais, ainda corre o risco de sofrer com problemas de memorização quando superar esta fase difícil no mundo inteiro”.
 
O  “V Symposium Portuguese Glial Network” é um evento vinculado à Sociedade Portuguesa de Neurociências e a Federação Europeia de Neurociências, que após uma pausa de 2 anos devido à pandemia, retornará para promover discussões importantes sobre ciência e estabelecer as bases para formação de novas colaborações em prol da humanidade.


Jennifer da Silva 
Suporte MF Press Global 



Neurocientista luso-brasileiro palestra no Tomorrow Summit, em Portugal, sobre os prejuízos cognitivos causados pelo mau uso da internet

O Dr. Fabiano de Abreu explicou como a inteligência das pessoas pode ser afetada por conta do uso em excesso ou mau uso da internet


A 4ª edição do Tomorrow Summit, encontro internacional de tecnologia e inovação, organizado pela Federação Académica do Porto (FAP), debateu sobre temas relevantes para a construção de um futuro melhor. No evento, estiveram presentes Luís Marques Mendes, comentador político; Nuno Castro, ex-ministro da educação e Ana Gabriela Cabilhas, presidente da FAP. Em uma das palestras, o neurocientista, PhD e biólogo Prof. Dr. Fabiano de Abreu, abriu uma discussão sobre prejuízos cognitivos causados pelo mau uso da internet.


De acordo com ele, a inteligência, em especial a das crianças, que em poucos anos de vida, passam a usar tablets, smartphones e notebooks, tem sido reduzida. “Se não agirmos desde já, será passado geneticamente para a próxima geração e assim por diante”.


O Dr. Fabiano de Abreu explica ainda, que a internet proporciona um ambiente no qual o sistema de recompensa do cérebro é ativado constantemente. “Os mecanismos das redes sociais, estão intimamente relacionados à exploração da sensação de bem-estar causada pela liberação de dopamina”, detalha. "A dopamina é um neurotransmissor, liberado quando uma atividade agradável é realizada ou na expectativa desta atividade e conclusão dela, assim como quando há consumo de alimentos que se gosta ou ainda, quando há o uso das redes sociais, por exemplo". 


Esse sistema de recompensa, por sua vez, ativa a ansiedade. “A dopamina não é liberada só quando você tem a recompensa, mas também quando você imagina que a terá. Se você está ansioso por circunstâncias diversas, você mergulha em uma atmosfera negativa. Então, achar que você vai conquistar algo, já faz liberar dopamina”, explica. O problema é que a intensidade do alívio gerado pela dopamina é cada vez menor quanto há situações semelhantes, logo, não alcançar o nível de intensidade esperado causa ainda mais ansiedade, gerando um ciclo vicioso.


Esse looping é prejudicial, pois propicia a liberação do hormônio cortisol, que está relacionado ao sistema imunológico. “Além disso, esse ciclo de ansiedade acaba afetando o sistema emocional e a região responsável pela tomada de decisões no cérebro. Existe uma cultura de não absorção de conhecimento útil por conta das redes sociais e isso causa uma "atrofia" no córtex cerebral, pela não plasticidade eficiente. Desse modo, a capacidade de dominação de emoções é reduzida e transtornos e/ou doenças como a depressão podem surgir”, afirma o neurocientista.


Para combater este cenário, Fabiano de Abreu acredita que a neuroplasticidade cerebral é essencial. “Ela vai desde a alimentação, o exercício físico e sono regular, até processos de ginásticas cerebrais para estimular a região responsável pela tomada de decisões e domínio das emoções a se desenvolver melhor”.


Confira programação completa do Tomorrow Summit:

https://tomorrowsummit.fap.pt/


Sobre o Prof. Dr. Fabiano de Abreu 


Fabiano de Abreu Rodrigues  é PhD, neurocientista com formações também em neuropsicologia, biologia, história, antropologia, neurolinguística, neuroplasticidade, inteligência artificial, neurociência aplicada à aprendizagem, filosofia, jornalismo e formação profissional em nutrição clínica. Atualmente, é diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito; Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International e membro da Federação Européia de Neurociências e da Sociedade Brasileira e Portuguesa de Neurociências.



Jennifer da Silva 
Suporte MF Press Global 



Estimular compras impulsivas é prejudicial para o seu negócio

João Vitor Heringer, o Padrinho, dá dicas de como se destacar no mercado de vendas


Quando falamos em métodos de venda, existe uma espécie de manual padrão, seguido por vendedores de diversos setores. Basicamente, a venda se baseia na revelação de uma dor e, posteriormente, no oferecimento de soluções, com o produto ou serviço, para aquele problema. Muitas vezes, essa estratégia é  adaptada para que a situação pareça urgente ou escassa, assim, o cliente se sente compelido a realizar a compra rapidamente.


Porém, ser adepto a esse tipo de estratégia pode ser prejudicial para o negócio a longo prazo. Visto que, essa modalidade é boa para a realização de uma só venda e não para fidelização de clientes. “A venda antecede qualquer profissão. Precisamos ter equilíbrio para não pegar o gatilho da imposição. Isso não vende”, explica João Vitor Heringer, o Padrinho, massoterapeuta tântrico com vasta experiência em venda de diversos tipos de produtos.


“O que eu reparei em todos esses anos trabalhando como vendedor é que quem vem pelo gatilho de urgência, não fica por nada”, afirma o Padrinho. De acordo com ele, é necessário trabalhar para gerar uma relação forte com a clientela. “O relacionamento dita tudo, eu só fiquei em 1º lugar de venda várias vezes por saber disso. Não adianta você querer usar o mesmo script de venda que os clientes escutam de todos os outros vendedores”.


Conhecer os clientes, saber o nome, a história e a real necessidade deles no seu produto ou serviço é parte fundamental na construção de um relacionamento sólido entre a empresa e os consumidores. “Mesmo que você só realize uma venda, se o relacionamento for construído, você conquista não só o cliente, mas todo o ciclo de amizade dele também. O seu produto pode ser incrível, só que se não tiver amizade e respeito, não vai adiantar de nada”, detalha o especialista.


Além disso, o Padrinho defende que atualmente é muito importante compreender o potencial da venda híbrida. “Precisamos aprender sobre a internet, ter um instagram, um portfólio, um anúncio que movimente tanto o boca a boca quanto o digital”, explica. Para ele, o online e o offline são complementos, porque no offline há a construção de uma marca forte. “Fora da câmera, o que eu faço? Com quem eu me associo? Onde a minha empresa está posicionada? Como eu trato as pessoas que trabalham comigo? Tudo isso é importante para a construção de uma marca forte”, aconselha.


Link do vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=RH5ggQpVc3Y


Sobre o Padrinho


João Vitor Heringer, mais conhecido como Padrinho, é massoterapeuta tântrico e especialista em hipnose. Nas redes sociais, ele se tornou famoso por dar orientações e tirar dúvidas sobre o Tantra. Ele também oferece livros sobre sexualidade e cursos de massagem tântrica. 


Ele criou uma nova vertente do Tantra mesclando diversas habilidades de segmentos diferentes e hoje já alcançou através do Método Excessus milhares de vidas que foram transformadas através da Massagem.



Fabiano de Abreu 
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Neuropsicóloga que realizou mais de 150 testes de QI revela que eles não servem apenas para medir inteligência

Mais do que aferir o grau de inteligência, Leninha Wagner revela que os testes permitem que a pessoa descubra mais sobre si mesmo e melhore sua qualidade de vida.

 

Quando se fala em teste de QI, é comum que as pessoas o associe a uma medida de inteligência. Porém, eles não servem “apenas” para isso, revela a neuropsicóloga Leninha Wagner. “Eles são medidores de rota cognitiva. Portanto, são de extrema importância para avaliarmos a habilidade mental de cada indivíduo, compreendendo a sua interpretação dos cenários em que estão inseridos, como processam as informações, decodificando e dominando áreas específicas do saber”.

 

Responsável por aplicar mais de 150 testes para diversas pessoas em sua carreira, Leninha lembra que os resultados dos testes mostram muito mais que valores quantitativos. “Trabalhamos com bases qualitativas, traçando o perfil psicológico, o padrão afetivo, e a assinatura emocional da pessoa no mundo, através da comunicação que faz uso”. Além disso, ela destaca que o progresso humano está no bom uso da inteligência, mas também da qualidade do padrão emocional. “Focar em habilidades inatas, com resultados sobre treinos cognitivos que aumentem o alcance intelectual trazendo gratificação e prazer na realização de tarefas mentais, sem deixar de contemplar o desenvolvimento emocional do sujeito”, acrescenta.

 

É importante ter a visão da integralidade do ser.

 

Para Leninha, as pessoas de alto QI necessitam de investimento afetivo de qualidade “Isso fará com que elas mantenham a motivação para seguir absorvendo conhecimento, articulando pensamento e derivando saberes através de novas informações e interpretações. Já os indivíduos com inteligência limítrofe precisam de atenção especial, para encontrar estímulos que foquem em suas áreas de força e ativem sua zona de gratificação através do prazer de novas conquistas”.

 

“Os testes também permitem saber em que momento e por qual motivo, de acordo com o perfil, cada qual com suas demandas esperam ser amparados e estimulados”, detalha a neuropsicóloga. “É isso que oferecemos com a Testagem, uma avaliação completa e personalizada de cada sujeito. Oferecendo o melhor resultado para a sua própria compreensão e evolução cognitiva e emocional”, ressalta.

 

Trabalhando com testes de QI desde 2015, Leninha observa que “mesmo aqueles que não obtiveram resultados de aferição de QI que pudesse corresponder suas ‘expectativas’ (Superdotação/Altas Habilidades) ficaram satisfeitos com o atendimento e as ‘revelações’ sobre si”. O que, ela completa, “permite que a partir do autoconhecimento o sujeito possa evoluir, de um estado atual para uma versão melhorada de si mesmo. Principalmente no que se refere a performance na comunicação intra e interpessoal, pois é isso que nos confere a condição de ser humano”.



Fabiano de Abreu 
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Autor mineiro faz lançamento em BH neste sábado (4/12)

 Escritor mineiro lança primeira coletânea de crônicas

O livro de estreia do escritor, músico e médico mineiro Alexandre F. Azevedo será lançado no sábado, 4 de dezembro, na Quixote Livraria e Café, em Belo Horizonte (MG). A coletânea de crônicas Conversando com Paredeseditora Labrador, terá lançamento presencial e sessão de autógrafos a partir das 14 horas (horário de Brasília).

Alexandre nasceu em Belo Horizonte, cidade que inspira suas crônicas. Lá atua como médico otorrinolaringologista e professor da Faculdade de Ciências Médicas. Fez parte da banda Estéreo Aurora que tocou em diversos festivais e tem um CD lançado com músicas de sua autoria. Ele agora lança seu primeiro livro com 47 textos produzidos durante o confinamento da pandemia do novo coronavírus.

SERVIÇO

O quê: Lançamento do livro Conversando com Paredes
Quando: 4 de dezembro (sábado), às 14 horas (horário de Brasília)
Onde: Quixote Livraria e Café (Rua Fernandes Tourinho, 274, Savassi)
Entrada: gratuita
Link de venda: https://bit.ly/conversandocomparedes
Outras informações: será obrigatório o uso de máscaras de proteção e álcool em gel.

SinopseConversando com paredes traz o autor em sua melhor forma (tenho certeza de que ele não aprovaria esse tipo de lugar-comum), fazendo considerações sobre outras doenças que surgiram – ou pelo menos se intensificaram – com a pandemia. Em um compilado de crônicas e outros textos curtos, o autor fala sobre sintomas que vão muito além dos já conhecidos falta de ar, febre, tosse... Este livro tem como foco as bizarrices agora muito bem escondidas sob o guarda-chuva do “novo normal”.

Sobre o autor: Alexandre F. Azevedo seguiu o caminho de quem envelhece: foi uma criança impetuosa, um adolescente ressabiado, para depois se tornar um adolescente inseguro. Era um promissor centroavante nos tempos do Boa Vista Futebol Clube, mas acabou optando pelo juramento de Hipócrates. Agora, jura de pé junto que é, também, escritor.


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Como responsáveis podem lidar com a reprovação escolar?

Ana Regina Caminha Braga, Mestre em Educação, psicopedagoga especialista em educação Inclusiva, fala sobre como abordar a situação com crianças e adolescentes


CURITIBA, 29/11/2021 – O final de um ano letivo representa também o final de uma etapa acadêmica, a conclusão de um período de estudos e dedicação, marcando a passagem para uma nova fase. Na vida escolar, o “passar de ano” é tratado como o principal objetivo na trajetória do estudante, é o passaporte para novos conhecimentos. Mas e quando a aprovação para um novo ano não vem e o aluno precisa repetir o ano? Qual é a melhor forma para pais e responsáveis agirem nessa situação?


De acordo com Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga, Mestre em educação e especialista em Gestão Escolar e Educação Inclusiva, o mais importante é dar uma nova perspectiva a reprovação. “Quando um aluno é reprovado, nós sempre vemos como algo negativo. Porém, é importante avaliar do ponto de vista de que pode ser o melhor caminho para ele e o que ele precisa no momento, no sentido de retomar conteúdos que ficaram em aberto. É uma forma para que ele repasse e aprenda conteúdos que teve mais dificuldades”, afirma a especialista. Além disso, é fundamental encarar a reprovação como um sinal de alerta, que pode estar relacionado a possíveis déficits na aprendizagem. “Se o aluno reprovou porque não está conseguindo absorver o conteúdo da maneira que foi proposta, talvez precise do apoio de uma equipe multidisciplinar. O ideal é estar em contato com psicopedagogos, psicólogos e profissionais que irão prestar o serviço necessário para o momento”, explica a especialista.


Outro posicionamento importante é analisar a questão do formato de avaliação da instituição em que o aluno está matriculado. “Muitas vezes o sistema educacional usa exclusivamente a classificação por notas para avaliação, e nós acabamos limitando os méritos dos alunos nesse padrão. Se uma criança tira nota vermelha, ela pode ser considerada muito ruim, se tira nota azul está ótimo, não precisamos fazer mais nada por ela, quando na verdade precisamos entender que cada ser humano tem o seu tempo e ritmo. Não podemos colocar todos no mesmo patamar. É possível que alguns precisem de um tempo a mais. É sempre preciso avaliar a situação”, declara a profissional.


Ana Regina destaca, também, que é determinante questionar e entender o motivo que levou o aluno a reprovação. “Será que houve algum momento de ruptura? Emocional ou afetiva? Houve algum tipo de desconforto com o professor dentro de sala? Algum problema familiar? Tudo isso pode ser também motivo para a criança ou adolescente chegar a reprovação”, detalha. A especialista ainda evidencia a importância da presença dos pais e responsáveis na escola. “Acompanhar o dia a dia do aluno junto aos professores e pedagogos pode fazer toda a diferença, já que esses profissionais podem identificar as dificuldades e traçar um caminho de estratégias alternativas, podendo evitar a necessidade de reprovação”, diz.


Acima de tudo, o mais importante é que a abordagem não se concentre unicamente na criança. “Não devemos imprimir toda a culpa diretamente no aluno reprovado. Hoje, estamos mais avançados em estudos sobre a reprovação e sobre as dificuldades de aprendizagem. Sabemos que vários fatores unidos causam a queda de desempenho de um aluno. A reprovação é um momento delicado na vida dos alunos, pais e responsáveis, mas é na unidade entre família e escola, com o apoio de profissionais adequados, que será encontrada a melhor forma de lidar com a situação”, completa Ana Regina Caminha Braga.

 Caroline Rodrigues

P+G Comunicação Integrada

caroline@pmaisg.com.br
www.pmaisg.com.br




segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Saiba como garantir seus direitos após a Black Friday

Nos últimos dias, o comércio online e físico teve grande procura por conta das ofertas da Black Friday. Advogada mostra como solucionar questões quando o consumidor se sente prejudicado com a compra.

 

Depois de um fim de semana repleto de “promoções”, a Black Friday terminou e o consumidor já prepara o bolso para as compras de Natal. No entanto, quem não ficou satisfeito com a compra pode ainda buscar seus direitos, caso tenha sido prejudicado pela loja ou pelo vendedor daquele tão almejado produto.

 

A advogada especialista em Direito do Consumidor, Dra. Lorrana Gomes, explica que em casos de compras online ou presenciais o consumidor tem até sete dias para ter o dinheiro de volta: “É o chamado direito de arrependimento. Se a pessoa comprou aquele produto em uma loja física, ela pode ir até lá e substituir por outro de igual valor ou qualidade. Se o defeito continuar, pode pedir o dinheiro de volta. Vale lembrar que o Código de Defesa do Consumidor permite a garantia de noventa dias para produto durável e 30 dias para aqueles que não são duráveis”, detalha.

 

Para quem fez a compra via internet e não recebeu, é bom ficar atento, pondera a advogada: “O ideal nesse caso é ter em mãos os dados da empresa, como o endereço, o CNPJ, enfim, a maior quantidade de dados possíveis sobre ela. Assim será possível resguardar os direitos do consumidor, já que existem muitos sites falsos espalhados pela internet que podem fazer promessas e sumir com o dinheiro da pessoa”.

 

Para evitar golpes como esse, Dra. Lorrana orienta: “Se for pagar em boleto, verifique se o beneficiário do boleto identifica a empresa que você está desejando pagar. Pode acontecer às vezes de você achar que está acessando um site que na verdade é falso, então você acha que o produto está demorando, quando na verdade ele nem existe. É importante ficar atento aos mínimos detalhes, pois seguramente eles irão fazer a diferença neste momento”, completa a advogada.



Fabiano de Abreu 
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Não existe equilíbrio entre preparar para o vestibular e preparar para a vida

Recentemente vi uma matéria que reafirmou algo que eu já havia percebido: algumas escolas tradicionais não entenderam o que devem fazer para ficarem em conformidade com a BNCC*


Texto escrito pela Escola Teia Multicultural, localizada em São Paulo (SP).

Tenho acompanhado todo o desenrolar, desde a construção da Base, e hoje se me perguntarem: com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o que você percebe que mudou nas escolas?

Sem dúvidas eu responderia: em primeiro lugar, o marketing.

Não faz sentido buscarmos um equilíbrio entre o vestibular e a vida, pois o vestibular está contido na vida. Como você pode buscar equilibrar o preparo para a vida, que nela tudo está contido, como o preparo para o vestibular?

Ainda trouxeram a analogia do motorista de aplicativo que precisa levar o passageiro para dois lugares (dois lugares?!), sendo um deles o vestibular e o outro a vida... sim, chega a ser cômico.

O que dá a entender é que até pouco tempo atrás a vida não importava, agora, com a BNCC, a vida precisa importar um pouquinho também.

E, de fato, é isso que acontece. Muitas escolas transformam toda a vida escolar, desde o primeiro ano do ensino fundamental, a vida de uma criança e um adolescente, em um sofrimento, uma tortura que dura anos, com a argumentação de que o estão preparando para o vestibular.

O mais engraçado disso é que mesmo com todo esse sofrimento a grande entrega final não pode ser garantida.

Primeiramente, é importante lembrar que hoje há uma ampla oferta de universidades privadas renomadas, das quais o exame de ingresso é menos conteudista e analisa mais a capacidade de redação e argumentação do candidato. Mas, para escrever uma boa redação, não dá para simplesmente decorar fórmulas e reproduzir parágrafos decorados. É necessário compreender o mundo e saber expressá-lo, analisar criticamente, enfim, é preciso estar conectado com a vida.

Em segundo lugar, temos ainda as universidades públicas, que sim, são difíceis de ingressar, mas sabemos que a grande maioria dos alunos que entram em universidades públicas ou realizaram cursinho, algumas vezes por anos, dedicaram muito do seu tempo pós horário e período escolar, ou são pessoas com maior facilidade no aspecto, principalmente, de fixação.

Porém, das muitas pessoas que passam pela vida escolar, poucas entram em universidades públicas, certo? Ao mesmo tempo que praticamente todas as escolas fazem de sua existência um grande preparatório pré vestibular... A conta não está fechando.

Por que na nossa escola, a Teia Multicultural, nós não massacramos nossos alunos com o grande mito da faculdade e mesmo assim muitos deles entram em universidades?

Porque a grande questão é que algumas escolas precisam, de alguma forma, controlar os alunos, e a única maneira que conhecem para fazer isso é a mesma que receberam: exercer o controle através do medo.

Há um tempo atrás sabemos que era algo comum um professor bater, castigar de diversas formas e até humilhar o estudante. Hoje em dia isso mudou (felizmente!). Não pega nada bem. Então é mais fácil deixar a criança com medo do vestibular, medo de decepcionar a família, medo de não ser alguém na vida. Fazer ela acreditar em tudo isso!

Mas com o surgimento da BNCC, a necessidade do desenvolvimento socioemocional, o que algumas escolas fazem? Em primeiro lugar, mudam seus discursos e, para validarem os discursos na hora de venderem matrículas, criaram umas pequenas ações, símbolos, para que representem o trabalho socioemocional.

Os estudantes passam o dia encarcerados em suas cadeiras, mas agora, uma ou duas vezes por semana aprendem algo de útil para um amplo aspecto da vida (rsrssr).

Obviamente isso é melhor do que era antes, mas ainda está muito longe de ser o ideal e muito distante de ser o que afirmam estar sendo feito por estas escolas.

Recebemos diariamente crianças e adolescentes extremamente machucados, sofridos, vindos de escolas "acolhedoras, sensíveis e democráticas", que desenvolvem o protagonismo do aluno obrigando ele a decorar datas enquanto o mesmo tem ataques de ansiedade só de passar na porta da escola.

Enfim, estamos de olho! Desenvolver empatia não é ensinar o que é empatia, da mesma forma que ensinar para a vida não acontece no "momento de ensinar para a vida”, acontece durante a vida, tratando seres humanos como seres humanos e olhando para as crianças e adolescentes como eles são hoje, e não a partir do que projetamos ou desejamos que eles sejam no futuro.

Somos uma escola que atende alunos desde o berçário até o último ano do ensino médio, abrangendo então, todos os segmentos educacionais. Iniciamos em 2020 nosso projeto Teia We, onde atenderemos jovens que passarão por um processo de autodescoberta em busca de sua adequação ao mundo adulto. Também oferecemos processos de formação para professores e estamos desenvolvendo uma linha de cursos para mães e pais.

Qual é o nosso diferencial?

Trabalhamos todos os conteúdos propostos pelo MEC de forma divertida, significativa e experiencial, utilizando como principal ferramenta a Arte e tendo como principal abordagem o Autoconhecimento. Somos uma escola integral, no sentido da compreensão do ser humano integral, desenvolvendo não só seu sistema cognitivo, como suas diversas inteligências, potencialidades, bem como sua saúde física e emocional.

Como aplicamos nossas práticas pedagógicas?

Desenvolvemos uma técnica na qual, em nossos planejamentos semestrais, criamos diferentes projetos artísticos e vinculamos os conteúdos da BNCC ao seu desenvolvimento (seja em sua produção ou investigação da temática proposta). Todos os nossos educadores passam por um processo próprio de formação, onde aprendem a sistematizar esses projetos e aplicá-los dentro de nossa abordagem, tendo acompanhamento semanal da coordenação e direção em nossas reuniões pedagógicas.

Fabiano de Abreu 
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