quarta-feira, 31 de julho de 2019

O Castelo Neuschwanstein na Alemanha

A construção de Neuschwansteinfoi iniciada em 1868, por ordem do Rei Ludwig II, da Bavária, tendo ficado parcialmente pronto, para habitação, a partir de 1873, e finalizado totalmente apenas em 1892, após morte do Rei.





Ludwig II nasceu em 1845 e tornou-se Rei em 1864, aos 18 anos de idade. Escolheu uma vida solitária, afastada do público, considerada por muitos incompatível com os deveres de um chefe de Estado. A partir de 1885, incapaz de resolver a crise financeira decorrente dos débitos da Bavária com vários bancos estrangeiros, Ludwig II foi declarado insano e retirado do governo. Foi então internado no Castelo Berg, próximo a Munique, tendo sido, no dia seguinte, encontrado morto,  junto com o psiquiatra que tinha atestado sua insanidade, no lago Starnberg. As circunstâncias de sua morte permanecem até hoje um mistério.

O Castelo Neuschwanstein

O Castelo Neuschwansteinlocalizado na cidade alemã de Schwangau, recebe cerca de 1,4 milhões de pessoas por ano, sendo um dos mais visitados do mundo. Diz-se que sua forma arquitetônica, em estilo fantástico, teria inspirado Walt Disney a conceber o Castelo da Cinderela, que fica no centro do Principal Parque da Disneyworld, o Magic Kingdom

A construção de Neuschwansteinfoi iniciada em 1868, por ordem do Rei Ludwig II, da Bavária, tendo ficado parcialmente pronto, para habitação, a partir de 1873, e finalizado totalmente apenas em 1892, após morte do Rei.

Ludwig II nasceu em 1845 e tornou-se Rei em 1864, aos 18 anos de idade. Escolheu uma vida solitária, afastada do público, considerada por muitos incompatível com os deveres de um chefe de Estado. A partir de 1885, incapaz de resolver a crise financeira decorrente dos débitos da Bavária com vários bancos estrangeiros, Ludwig II foi declarado insano e retirado do governo. Foi então internado no Castelo Berg, próximo a Munique, tendo sido, no dia seguinte, encontrado morto,  junto com o psiquiatra que tinha atestado sua insanidade, no lago Starnberg. As circunstâncias de sua morte permanecem até hoje um mistério.

Castelo Neuschwanstein na Alemanha

A construção de Neuschwansteinfoi iniciada em 1868, por ordem do Rei Ludwig II, da Bavária, tendo ficado parcialmente pronto, para habitação, a partir de 1873, e finalizado totalmente apenas em 1892, após morte do Rei.





O Castelo Neuschwansteinlocalizado na cidade alemã de Schwangau, recebe cerca de 1,4 milhões de pessoas por ano, sendo um dos mais visitados do mundo. 

Aos meus sete leitores: um bom conselho vale ouro

Um dito popular bem antigo e bastante utilizado por quem aceita bons conselhos: se conselho fosse bom ninguém dava de graça.

Contrariando isso um cantor e compositor disse em uma letra de suas músicas: ouça um bom conselho que eu dou de graça.
Ao contrario do que muita gente pensa, as pessoas não nascem sabendo. O aprendizado se dá, ao longo da vida, com ajuda de gente experiente.
O aprendizado é contínuo.
Tive a felicidade de conviver, ao longo dos anos de minha vida, com pessoas de grande sabedoria, que além de me dar preciosos conselhos, transformaram minha forma de pensar, agir e enxergar a vida.
Esses conselheiros, que na sua maioria eram familiares, alguns amigos, professores, colegas de escola, namoradas, alguns chefes e colegas de trabalho que tive ao longo dos anos em que trabalhei, transformaram para melhor a minha vida.
Diziam eles: ame a vida como ela é, perdoe sempre, amigos não tem defeitos, não desista de seus sonhos, não fale dos outros pois a língua é o chicote do corpo, escute mais e fale menos, seja sempre humilde, fique longe de politica, você não tem vocação para a politica, não guarde ressentimentos, não fique preso ao passado, tente sempre ser melhor a cada dia, somos todos diferentes por isso pensamos de forma diferente, leia tudo que puder, é preciso estar sempre se atualizando, a informação não é nossa portanto seja um multiplicador de suas informações, transforme suas dificuldades em oportunidades, seja persistente sempre, ouça os conselhos das pessoas experientes e aprenda com eles, não fique remoendo erros do passado, cometa novos erros.
Um conselho paterno que não esqueço: é bem melhor servir que ser servido.
Cada conselho que recebemos é sempre um convite à reflexão.
São mensagens vindas de pessoas que, de certa forma, guiaram minhas atitudes e decisões na vida.

Obs: Recebi um telefonema de um cidadão, que optou por não se identificar, dizendo que tenho, no máximo, sete leitores. Quero dizer a esse cidadão que se eu tiver um leitor, dou-me por satisfeito.

Cristóvão Martins Torres

A lei de anistia deve ser revogada


A abominável diatribe de Bolsonaro contra o filho, Felipe Santa Cruz, Presidente do Conselho Federal da OAB,  os familiares e a memória do morto pelo infame regime militar que infelicitou a nação brasileira por vinte anos, não terá consequências sérias, se ficar-se apenas nos justos discursos.

  Devem ser materializados seus efeitos jurídicos.

Uma lei de anistia pressupõe que as partes recompostas tenham pleno conhecimento dos atos praticados pela outra, enquanto valor fundante do pacto de concórdia. 

Se Bolsonaro sabe de coisas que não foram reveladas para justificar a lei, esta deve ser imediatamente revogada, para que sejam punidos todos aqueles que perpetraram ou pactuaram com o assassinato de pessoas sob a guarda do Estado, como a de Fernando Augusto Santa Cruz, que viveu o suplício, em plena juventude, em fatídico meado de fevereiro de 1974, um sábado de carnaval, em São Paulo,  enterrado como indigente no Cemitério de Perus, ou na infame "Casa da Morte" em Petrópolis. 

Esses infames das torpezas devem cumprir pena perpétua e não exercer cargo de Presidente da República, reservado a homens de bens, equilibrados e não sujeitos a interdição por estremecimento cerebral, como bem disse o jurista Miguel Reale Júnior. Provavelmente por arrependimento, que não deixa em paz os carrascos fora da lei.

Amadeu Garrido de Paulaé Advogado, sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados.

Blogueiro recebe visita de intelectual europeu

Blogueiro recebeu em sua casa, para um chá da tarde e um interessante bate-papo, o Prof. Dr. Jean-Christophe Merle, Docente das Universidades de Vechta e Saarland (ambas na Alemanha), acompanhado de sua assistente, Dra. Anna Szyrwinska.

O Jogo na roda de Capoeira

A Capoeira naesceu no Brasil do século XVII, originária da Africa Central.
Foi desenvolvida pelos escravos como forma de se protegerem.
É uma mistura de música, dança, luta, jogo, religiosidade, etc
Sua atuação é muito diversificada, sempre ligados a movimentos educacionais, sociais e culturais.
Os capoeiristas desenvolvem suas atividades no Brasil; em escolas, áreas comunitárias, e na sede de associações e clubes, atuando juntos a crianças e adultos.
A aprendizagem acontecem pela observação da execucão dos movimentos por capoeiristas mais experiêntes e pelos exercícios desses.
A roda de capoeira, constitui um espaço de tempo em que o corpo é intensamente uma festa.
É o corpo em festa que liberta a alma, dizem os entendidos.
Na capoeira o berimbau é considerado o principal instrumento da capoeira.
Sendo o seu símbolo, é ele que dita o ritmo do jogo.
Quando na roda de angola o jogo fica perigoso, a cantiga alerta e pede proteção.
Na roda de capoeira os movimentos exígem destreza corporal e força física, por isso é uma prática coletiva.
As organizações internacionais do esporte estão estudando a possibilidade de colocar a capoeira em olimpíadas, hoje mais 140 países no mundo jogam capoeira.
No Brasil em uma estatística recente, mais de seis milhões de pessoas aderiram a capoeira.
Não parece obra do acaso o fato de ter escolhido esse esporte para praticar, porque além de ser uma defesa pessoal, ajuda muito a manter uma boa saúde de quem o pratica.

Cristóvão Martins Torres

O Jogo na Capoeira

Oh... Berimbau... A Capoeira nasceu, no Brasil, do século XVII; foi desenvolvida pelos escravos como forma de proteção e hoje desempenha um papel essencial, promovendo a igualdade e a cidadania, pois na capoeira todos têm oportunidades iguais. Foi cantada pelo grande Vinícius de Moraes...
A capoeira é uma mistura de música, dança, luta, jogo, religiosidade etc.
Ela é "jogada" nos mais diversos lugares e situações, muitas vezes ligadas a movimentos educacionais, sociais e culturais.
Os capoeiristas desenvolvem suas atividades em escolas, áreas comunitárias, e na sede de associações e clubes, atuando juntos a crianças e adultos.
A aprendizagem acontece através da observação da execucão dos movimentos por capoeiristas mais experientes.
A roda de capoeira constitui um espaço de tempo em que o corpo está intensamente em festa, libertando a alma!
Na capoeira, o berimbau é considerado o principal instrumento, tendo se tornado seu símbolo. É ele que dita o ritmo do jogo; quando na roda de angola o jogo fica perigoso, a cantiga alerta e pede proteção.
Na roda de capoeira os movimentos exígem destreza corporal e força física.
As organizações internacionais de esporte estão estudando a possibilidade de colocar a capoeira em olimpíadas, pois, hoje, em mais de 140 países do mundo joga-se capoeira.
No Brasil, uma pesquisa recente que mostrou mais de seis milhões de pessoas aderiram à capoeira: homens, mulheres, velhos, adultos, jovens etc.
Visando formar o cidadão de boa índole, Beto e Gilmar,  mestres de capoeira em Itabirito-MG, fazem um grande trabalho educacional e social, cujos valores são: responsabilidade, harmonia, comprometimento, amadurecimento e uma boa convivência com pessoas de varias classes sociais.
Com um olhar atento para esses detalhes, sempre conseguem bons resultados com o grupo de capoeiristas. Essa iniciativa, realizada em Itabirito, deveria servir de exemplo para outras cidades.
Não parece obra do acaso o fato de muitas pessoas, mesmo as mais velhas e aposentadas, estarem praticando, cada vez mais, a capoeira....
Oh...Pandeiro...Oh...Caxixi...Oh...Atabaque...

Cristóvão Martins Torres

Bicicleta de terno e gravata

Desde crianças acostumamo-nos a ter sempre um benefício em troca de qualquer coisa que fizéssemos bem.

Fizeram parte de nosso cotidiano afirmações do tipo; se você passar de ano na escola,ganhará uma bicicleta.
Hoje bicicleta ganha importância e passa a ser uma estratégia, para solucionar o transito e diminuir a emissão de gases que são jogados na natureza pelos canos de descargas dos veículos.
A bicicleta tem excelente mobilidade urbana, é um meio sustentável muito barato.
Seu uso é bom para o bolso, para a saúde e para a natureza.
Sempre morei próximo a escola que estudava, mas alguns colegas que moravam distantes, falavam que quando iam de bicicletas para a escola, chegavam mais dispostos, mais animados e até aprendiam melhor as matérias.
É obvio que nas grandes cidades teriam que fazer ciclovias, para evitar acidente.
Fica perigoso andar de bicicleta no meio de muitos carros e motos.
Conheço pessoas que adoram andar de bicicleta nos finais de semanas, mas para fazer atividades físicas.
Para irem ao trabalho não aprovam, acham bastante cansativo.
Acho que vão sentir nos primeiros dias, mas depois acostumam.
Sei que no Brasil o carro é status, sinônimo de poder.
É aquela historia, pela carruagem sabem quem vem dentro.
As cidades grandes já não agüentam mais de tantos carros, as bicicletas seriam uma alternativa.
Óbvio que em um trajeto longo, usariam o carro.
Se não forem tomadas providencias algumas cidades vão parar, devido ao congestionamento do transito.
Não basta a engenharia de transito tentar usar a criatividade são muitos carros para poucos espaços.
A cada ano são jogadas novas marcas de carros no mercado, os importados estão chegando cada vez mais, a todo vapor.
Os fabricantes já descobriram que o carro dá importância ao Brasileiro, que a primeira coisa que compram quando ganham dinheiro, é um carro.
Conheço pessoas que usam o carro para irem até a esquina de suas casas para comprar o pão e leite.
Temos que mudar esta cultura.
A imprensa fala todos os dias, sobre aquecimento global.
Mas o que nós estamos fazendo para mudar isto, temos que mudar nossa mentalidade.
Será que estamos esperando que alguém faça alguma coisa por nós e para o planeta.
Os governantes sabem do problema, mas prefere fazer propaganda de conscientização junto à população, semelhante ao que faz a imprensa.
Temos que ter atitude.
Vamos deixar nossos carros para as viagens, para lugares distantes, nas cidades vamos andar mais a pé ou de bicicleta.
Assim estaremos ajudando ao planeta e a nós, ganhando mais saúde.
Na Europa as pessoas já adotaram esta prática há muito tempo.
Muitas pessoas vestidas de terno e gravata utilizam todos os dias às ciclovias para irem aos seus trabalhos.
Trocaram os carros pelas bicicletas.

Cristóvão Martins Torres

O Circo Chegou, Respeitável Público

O circo foi a primeira forma de expressão artística que existiu no mundo, por isso não pode morrer.
Nas crianças estimula o sonho e a fantasia, nos adultos reanima as emoções e resgata a paixão pela vida.
É um universo de diversões, onde impera a magia e a criatividade; um palhaço conta uma piada já pensando na outra e com alegria brota um sorriso no rosto de uma criança.
Dentre os números mais difíceis está o malabarismo, que exige muito treino dos artistas.
Tenho uma relação de amor muito grande com o circo, porque na minha infância ele foi o instrumento de informação artística, educacional e social para mim.
Lembro-me quando o circo chegava no prata, era só alegria.
Ele nos fazia sair da rotina e criar uma curiosidade de conhecimento artístico e informação muito grande.
Durante sua permanência na cidade, era muito comum a meninada acompanhar o palhaço de perna de pau pelas ruas, para ganhar entrada franca nos espetáculos.
O refrão mais cantado pelos meninos era; hoje tem espetáculo tem sim senhor...hoje tem marmelada tem sim senhor...eu vou ali e volto já...vou apanhar maracujá!
Olha o sol...olha a lua...olha o palhaço no meio da rua!
Além de muita diversão os espetáculos circenses tinham sempre uma peça teatral, que nos proporcionavam um crescimento cultural muito grande.
Minha infância foi com sonhos de imaginação de criança; andar de bicicleta, jogar futebol, andar a cavalo, soltar pipas, jogar sinuquinha, jogar birosca e finca,  andar de patinetes, nadar no rio prata, tomar ducha nas cachoeiras, ir aos circos, etc.
Tivesse eu que voltar ao ponto de partida, afirmo que faria tudo de novo quanto fiz até hoje, passaria pelos mesmos caminhos.
Embalados pelos sonhos da infância, na juventude mudei os meus rumos e criei o hábito da leitura, ler bons livros é o meu divertimento principal até hoje.
Com os artistas circenses aprendemos a lição; pelo fato de viajarem muito, interagem rápido e bem com as pessoas, tratam todas elas com a devida importância, onde sua verdadeira recompensa são os aplausos.
Como se dissessem; esqueçam os sentimentos e se concentrem no modo como tratam uns aos outros.
Como as ações humanas são impulsionadas pelas consequências de comportamento, faz muitos anos que passo meu aniversário em um circo, neste dia gosto de me presentear assistindo a um espetáculo circense.
Hoje, se ficar muito tempo sem assirtir um espetáculo circense, evidente que alguma coisa vai estar faltando em minha vida.
E é algo muito importante, óbvio o circo.

Cristóvão Martins Torres

Geração de Ouro do Botafogo

Memorial Corinthians em São Paulo ( Parque São Jorge )



Salve o Corinthians,
O campeão dos campeões,
Eternamente dentro dos nossos corações
Salve o Corinthians de tradições e glórias mil
Tu és orgulho
Dos desportistas do Brasil

Teu passado é uma bandeira,
Teu presente, uma lição
Figuras entre os primeiros
Do nosso esporte bretão

Corinthians grande,
Sempre Altaneiro,
És do Brasil
O clube mais brasileiro

Visita do Blogueiro a Londres

 

 Na capital do Reino Unido, Londres, uma das cidades mais vibrantes do planeta, muitas são as atrações a serem visitadas, mas nada me impressionou mais que a Tower Bridge, em português a Ponte da Torre. O seu aspecto medieval a faz parecer muito mais antiga do que os cento e poucos anos que realmente tem. Parece também ser atualmente uma mera atração turística, mas de fato é um componente prático muito importante no complexo e caótico trânsito londrino.
Importante monumento histórico da capital inglesa, a Ponte da Torre, localizada `as margens do Rio Tâmisa, ao lado da Torre de Londres, foi inaugurada em 1894.   

O Blogueiro junto à margem do Tâmisa, com a Ponte da Torre ao fundo

Localizada às margens do Rio Tâmisa, próxima ao Parlamento Inglês, a London Eye é um dos cartões postais da cidade de Londres.


domingo, 28 de julho de 2019

Troca da Guarda no Palácio de Buckingham

Existem várias trocas de guardas em Londres. Na troca, que ocorre em frente ao Palácio de Buckingham, os guardas da infantaria entregam as chaves do Palácio a outros guardas, ao som da banda, que toca marchas militares e, em algumas ocasiões, músicas pop. Pessoas de diferentes partes do mundo se aglomeram para assistir a esse belo espetáculo.

Essa troca em frente ao Palácio de Buckingham ocorre às 11h30, diariamente de abril a julho e em dias alternados no restante do ano.
Abaixo, registro fotográfico deste Blogueiro a essa maravilhosa cerimônia. 
















Santo do dia, São Francisco de Assis

Neste dia, fazemos memória a São Francisco de Assis, o mais santo dos italianos, que renunciou toda a riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”
Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos. Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”.
Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo. “Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas”.
Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes. A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho.
Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida. Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224.
Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas. O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.
São Francisco de Assis, rogai por nós!


sábado, 27 de julho de 2019

A Amizade segundo Gibran Khalil Gibran

Por Gibran Khalil Gibran (livro "O profeta")

Humanismo na Medicina

Conheci o Dr. Flavio Moretzsohn, já formado e exercendo a profissão de médico.
Filho de advogado, não seguiu a carreira do pai, mas assimilou bem seus ensinamentos: o que é ser dedicado e competente na profissão que escolheu.
Saindo cedo de sua terra natal , Piranga, para concluir seus estudos em Medicina. Depois de formado, exerceu a profissão de médico por muitos anos em Belo Horizonte.
Por gostar muito da profissão que escolheu e por ser muito competente, tinha muito prestígio junto aos pacientes e aos colegas.
Fez da Medicina um sacerdócio, tal a dedicação com que tratava seus pacientes, tanto da capital quanto do interior.
Durante sua carreira, tratou, curou e melhorou a vida de muitas pessoas, famosas e anônimas.
Por gostar muito da profissão que escolhera, resgatou o humanismo na Medicina.
Pessoa de muita sensibilidade, valorizava muito suas raízes. Embora morando muitos anos na capital, não perdeu aquele jeito mineiro do interior; sempre que tinha tempo, ia para sua terra natal, Piranga.
Só uma educação pautada em valores sólidos faz um profissional com tanta dedicação e ética.
Deixou um legado a ser seguido por todos aqueles que estão iniciando o exercício da profissão de médico.

Cristóvão Martins Tôrres

Darcy Ribeiro

Fracassei em tudo o que tentei na vida.
Tentei alfabetizar as crianças brasileiras, não consegui.
Tentei salvar os índios, não consegui.
Tentei fazer uma universidade séria e fracassei.
Tentei fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e fracassei.
Mas os fracassos são minhas vitórias.
Eu detestaria estar no lugar de quem me venceu.
Darcy Ribeiro

É preciso refazer os caminhos, começar a sermos menos intolerantes

Não há nada de novo no que escrevo, nem tenho a pretensão de mudar ninguém.
Quero apenas falar sobre uma prática que vem acontecendo frequentemente em nossa sociedade, e que, a meu ver, merece uma reflexão crítica: a intolerância.
Intolerância religiosa, de cor ou raça, politica, no futebol, no trabalho, no trânsito, no casamento ou em relação à opção sexual não nos leva a nada.
A intolerância dos "linguas soltas", que diz o que querem, quando lhe convém, num rosario de mentiras,
Que com sua pobreza de espirito, vão criando factoides, de coisas falsas contra suas vítimas, também, não acrescenta nada, não leva a lugar algum.
Não é segredo para ninguém que a nossa cidade tem muitos desses.
A falta de tolerância com a diversidade de posições e opiniões está tornando o dialogo impossível entre as pessoas.
As vezes chega-se à agressão física, sobretudo no trânsito, nos estádios e na politica.
Quem torce por um clube diferente do meu ou tem preferencia por um partido politico diferente do meu não é meu inimigo: ele só tem uma preferência diferente da minha.
Precisamos eliminar a intolerância de nossas vidas.
Temos que aprender a respeitar quem pensa diferente.
Todo esforço para mudar isso é muito válido.
A intolerância nos enfraquece, porque conviver com pessoas diferentes nos faz crescer.
O respeito às liberdades individuais e coletivas faz parte da vida humana, mas, infelizmente, a intolerância tem se tornado prática comum entre as pessoas.
Presenciei esse comportamento por três décadas na mineração, quando trabalhava.
No quotidiano do trabalho aprendi muito, presenciei fatos de diversos tipos e, infelizmente, algumas vezes percebi intolerância entre as pessoas.
A intolerância é muito preocupante, porque influencia profundamente a forma como nos relacionamos com os outros.
Uma sociedade amadurecida tem que estar sempre comprometida com o respeito entre as pessoas.

Cristóvão Martins Torres

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Viagem de Trem de Londres para Paris (Eurotúnel)


Viagem de trem de Londres para París, muito emocionante, incrível.
Belas paisagens da janela do trem.
Uma parte da viagem, paisagens da Inglaterra outra paisagens da França.
Em determinado momento da viagem o trem entra num túnel, onde atravessa o canal da mancha.

O Eurotúnel consiste em uma gigantesca obra da engenharia que interliga a Inglaterra à França. Como existe uma barreira geográfica entre os dois países, o canal da Mancha, foi preciso que o túnel fosse construído a 40 metros abaixo desse canal. A distância do Eurotúnel entre os dois países é de 50 km. Essa construção é composta por três túneis paralelos.
O Eurotúnel foi inaugurado em 1994, após oito anos de muito trabalho e um investimento de 16 bilhões de dólares, oriundo da França e da Inglaterra. 

O gestor e o tempo: três estratégias para sair do sufoco


Josemary Morastoni *
Ao longo dos meus 30 anos de experiência, escuto uma reclamação recorrente de todos os meus colegas gestores: “falta de tempo”. É uma realidade, a forma como o gestor utiliza seu tempo, seja para ações diárias da escola, quanto para fins de planejamento, faz toda a diferença nos seus resultados.
Uma recente pesquisa realizada com gestores escolares revelou os seguintes dados: mais de 40% do tempo dos gestores pesquisados é utilizado com tarefas operacionais, cerca de 30% é gasto com a resolução de conflitos, e, o planejamento, aparece em último lugar, com menos de 10% do tempo gasto na rotina de trabalho do gestor escolar.
Assim, entendemos que planejar o tempo é um dos grandes desafios e uma das tarefas mais importantes para o gestor escolar, afinal, como sair da função de “apagar incêndio”, comum na rotina de trabalho do gestor e passar a pensar na escola, a fazer diferente, gerenciando as dificuldades do dia a dia e exercendo um olhar externo sobre estes aspectos?
Não é uma tarefa fácil, mas também, não é um bicho de sete cabeças, e, se bem executadas, estas estratégias vão trazer resultados efetivos, tirarão você da função de gestor “bombeiro” e te colocarão como gestor escolar. Por isso, trouxe três ações que são infalíveis:

Foco na realidade além dos muros da escola
Ao longo da minha trajetória, posso lhes afirmar que trabalhar como gestor numa instituição de ensino é muito delicado, não só pelo fato de gerenciar ações e relações com sua equipe, alunos, pais e a comunidade, mas também por tratar de algo tão sensível como a formação de seres humanos. Portanto, ter um olhar externo, de fora para dentro da instituição é um ponto fundamental para poder planejar algo para o futuro e enxergar soluções. Se o gestor não tirar o foco das questões rotineiras e pensar em uma maneira sistemática de resolvê-los, certamente ficará preso por ali. Portanto, dedique uma parcela do seu tempo para observar sua realidade, seus recursos e qual é o contexto social em que sua escola está inserida, o que a comunidade e as famílias estão demandando da escola. Desta forma, seu tempo começa a ser empregado no que realmente importa.

Aprenda a lidar com conflitos sem sofrer
Já é sabido que intermediar conflitos e encerrá-los da forma correta é crucial, mas, muitos desses conflitos que surgem espontaneamente são questão inerentes ao seu cotidiano e podem ser resolvidos por pessoas competentes da sua equipe. Tenha alguém capacitado e de sua confiança que saiba resolver os conflitos mais comuns dentro da escola, isso lhe ajudará a ganhar mais tempo e queimar alguns neurônios a menos. Caso contrário, vai vestir a farda do gestor “bombeiro” e ficar apagando incêndios todos os dias. Situações mais delicadas e que envolvem alguma decisão séria precisarão da sua atenção, mas muitas situações rotineiras podem ser resolvidas por alguém competente, liberando mais tempo para você aplicar onde importa.

Delegue, delegue e delegue
Para que o gestor consiga delegar ações rotineiras, é fundamental investir na organização dos principais processos da escola. Como já citamos, ter alguém que administre os conflitos mais recorrentes, também é fundamental perceber como anda a comunicação interna e aperfeiçoar este processo. Capacite, delegue e confie à equipe a execução de outras atividades que também são frequentes. Elimine essas ações volumosas do seu quadro operacional, apenas gerencie, tome conhecimento do que a sua equipe executa.
Se você conseguir de fato implementar estas três estratégias de planejamento de tempo, perceberá que terá, de forma não milagrosa, tempo para se dedicar a conflitos e problemas mais sérios, em ações que podem promover o crescimento da escola, para transformar e inovar de verdade a instituição, utilizando ações concretas e pensadas com antecedência, de forma controlada

*Josemary Morastoni é pedagoga, especialista em formação de professores e Coaching Educacional, mestre e doutoranda em Educação e diretora da Faculdade Positivo Londrina.

O desastre ambiental brasileiro: com a palavra, países compradores de commodities


*Clóvis Borges
Em entrevista recente, o diretor da ONG inglesa Global Witness, Patrick Alley, afirmou que a "proteção ambiental do Brasil está indo para o precipício". A declaração retrata como a imagem de nosso país está se deteriorando frente às perturbadoras investidas políticas encadeadas a partir da nova gestão federal.
O posicionamento de Alley demonstra de forma muito contundente o que a maioria dos brasileiros já sabe: não temos controle sobre o uso adequado do patrimônio natural para, ao mesmo tempo, garantir a sua proteção. Também é informação que não surpreende quem acompanha as incontáveis circunstâncias de aviltamento aos direitos humanos que se repetem sistematicamente, em especial na região Amazônica. Mas, o exacerbamento dessa falta de controle, motivado pela atual gestão, superou quaisquer limites.
Ao mesmo tempo em que diferentes atores estrangeiros rapidamente avançam para caracterizar o Brasil como um dos países mais relapsos em relação às questões voltadas ao meio ambiente, onde o desmatamento e a degradação ambiental são fatores preponderantes, uma discussão complexa se desenrola entre embaixadas da Noruega e da Alemanha com o atual ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
Trata-se da tentativa de "salvar" o Fundo Amazônia. E que parece longe de alguma alternativa que atenda os interesses, explicitamente divergentes, das partes envolvidas. São recursos de grande monta, superiores a 1 bilhão de dólares, aportados a fundo perdido por países como Alemanha e Noruega para garantir maior controle do desmatamento ilegal na Amazônia e promover o desenvolvimento sustentável da região. Recursos que podem ser, simplesmente, dispensados pela atual gestão pública federal.
No complexo cenário vivido atualmente no Brasil, há bastante dificuldade em se buscar uma explanação confiável sobre as reais intenções do nosso governo nessas discussões sobre o Fundo Amazônia. Em primeiro lugar, pelo fato de que os pronunciamentos retrógrados sobre os temas globais mais relevantes na área ambiental, como o combate à mudança climática e a perda de biodiversidade, já exaustivamente externalizados pelos ministros das Relações Exteriores e do Meio Ambiente, deixam evidenciada uma lamentável e radical dissonância da administração pública com as principais agendas que preocupam seriamente outros países.
Mas também deve-se levar em conta que os recursos do Fundo Amazônia são aplicados justamente na coibição de irregularidades que, ao que tudo indica, não faz parte das intenções de nossos atuais gestores públicos. Ao contrário, há evidentes movimentos de libertinagem a partir do enfraquecimento proposital da condição, já extremamente depauperada, dos órgãos ambientais responsáveis pelo controle e fiscalização ambiental.
Soa lógica a intenção de desvio de finalidade desses recursos defendida pelo atual ministro Salles, o que coaduna perfeitamente com falas do presidente da República aos líderes do agronegócio, afirmando que a sua gestão "não causará constrangimento aos que quiserem trabalhar".
Talvez o jogo de forças para determinar o futuro desse inédito esforço voltado à proteção da natureza no Brasil já esteja tendendo a um encadeamento previsível. Se países que aportam recursos para sustentar forças de controle contra a destruição da natureza são uma linha de atuação que a gestão Bolsonaro faz questão de afirmar não apoiar, qual poderá ser uma solução a esse impasse que atenda os interesses que as partes, antagonicamente, defendem?
O sistemático ataque às organizações do terceiro setor em prática no Brasil complementa a busca pela maior flexibilização a ações ilegais na Amazônia e, também, no restante do território. São projetos executados em parceria por essas organizações que, em grande parte, amparam e dão melhores condições de trabalho aos órgãos públicos de meio ambiente, historicamente limitados em contingente, equipamentos, recursos e proteção contra pressões políticas. Além disso, mais de 60% dos recursos do Fundo Amazônia são destinados ao governo, em âmbito federal e estadual, e os outros 40% são divididos entre entidades do terceiro setor e universidades.
Exemplo muito relevante de uma situação ainda mais grave em termos econômicos diz respeito ao anunciado acordo entre Mercosul e União Europeia. Desde o anúncio, muitos países europeus já endureceram suas posições. Não existe um caminho do meio nesse tipo de discussão. Ou seja, caso seja verdadeira a determinação desses países em realizar uma pressão econômica para que busquemos por aqui uma condição mínima de respeito ao uso e proteção ao patrimônio natural, devem ser cobradas atitudes concretas de parte do Brasil. Uma vez que são eles que compram, em enormes proporções, as commodities brasileiras.
É preciso pensar em medidas que, no curto prazo, possam reverter o cenário de profunda desconfiança já comprovada pelas intenções singulares de representantes do poder público federal. Chegamos a uma situação de tamanha gravidade em relação aos desmandos na área ambiental, postulados praticamente todos os dias, que movimentos menos contundentes de parte de quem efetivamente tem condições de impor uma postura de compromisso com uma agenda coerente e responsável com o patrimônio natural nacional serão absolutamente ineficazes.
Ao que tudo indica, a administração federal apenas declinará de seus desatinos absurdos contra o meio ambiente a partir de imposições de ordem econômica internacional e em grande escala. Posições que revertam a conduta desviada dos maiores responsáveis por essas atitudes – os influentes setores da iniciativa privada que sustentam o desmanche da política ambiental do país.

*Clóvis Borges é diretor executivo da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), integrante do Observatório Justiça e Conservação e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN)

O ciúme alimenta ou destrói o amor

Rosana Braga
iG
Há quem diga que o ciúme é o tempero do amor. Outros, porém, afirmam que ele é o veneno do amor! Eu, particularmente, diria que depende da dose! Em excesso, não há amor que resista. Realmente, a relação definha e perde muito quando um dos parceiros (ou os dois) se deixa consumir por este sentimento tão polêmico. Mas, uma pitadinha de ciúme (sempre acompanhado de bom senso) pode trazer mais romance e paixão para os casais.
Por isso, eu não seria ingênua ao ponto de dizer que precisamos acabar com o ciúme. Acredito que isso não seja possível, absolutamente! Quando estamos vivendo uma relação que nos faz feliz, a tendência é que desejemos prorrogar ao máximo essa sensação, fazendo tudo o que estiver ao nosso alcance para manter a pessoa amada ao nosso lado. E, de preferência, que ela só tenha olhos para nós!

Até aí, tudo muito bom! O problema é quando a relação começa a ficar uma chatice por causa do excesso de ciúme (que pode ser melhor entendido por insegurança, medo de perder, falta de autoestima e possessividade). Assim, vejo muitas relações sem qualidade, sem entrega e sem amor verdadeiro e, mesmo sem tudo isso, encharcada de ciúme! A questão que fica é: o casal está com medo de perder o quê, se o que eles têm é uma "brincadeira" de amor?!
Então, já que não dá para eliminá-lo -mesmo porque acredito ser um sentimento humano, compreensível e até justificável- minha sugestão é que aprendamos a controlá-lo; que encontremos o equilíbrio: nem se martirizar por sentir ciúme da pessoa amada, nem perder o pé da situação e começar a alucinar!

Convenhamos: quem já sentiu ciúme alguma vez (cerca de 99% da população mundial) sabe que a imaginação, nessa hora, rola solta! Conseguimos imaginar as situações mais cabeludas, horrorosas e até "impossíveis" de se acreditar. Somos capazes de encontrar justificativas plausíveis para todas as nossas desconfianças e, em questão de segundos, transformamos a pessoa amada em traidora, falsa, mentirosa, entre outros adjetivos desagradabilíssimos.

Quando você se encontrar no meio dessa "loucura mental", lembre-se de recuperar o senso de realidade. Respire fundo e concentre-se em você. Lance mão de sua inteligência e comece a diferenciar o que é fato do que é exagero de sua parte. Tente analisar a questão friamente e espere até que possa conversar com a pessoa.
O ideal é que os parceiros reservem um espaço na relação para falarem sobre o ciúme e a insegurança que muito provavelmente os dois vão sentir uma hora ou outra. Creio que o que mais nos machuca não é o que acontece, mas o que imaginamos que possa acontecer. No entanto, devemos levar em conta que aquilo que fica somente no pensamento, ganha um tamanho muito maior do que tem de verdade! No momento em que verbalizamos nossas fantasias, nossos medos e nossas desconfianças, nós mesmos podemos perceber o quanto tudo estava tão maior dentro da gente. 
Quando a fantasia passa para o plano material, quando ela se transforma em palavras, ela retoma seu tamanho real e aí fica bem mais fácil resolver a questão. 

O problema é que a maioria das pessoas ou nem admite que está com ciúme ou não fala sobre o que está sentindo e pensando. E, assim, consumida por esses pensamentos que vão crescendo e tomando conta de todos os demais sentimentos que existiam antes, passa a agir de forma agressiva e irônica, fazendo acusações que mascaram o seu medo de perder a pessoa amada.
Portanto, sugiro que o ciúme não seja um bicho-papão correndo atrás do amor. Mas que ele seja o que é: um sentimento que deve ser cuidado, sobre o qual deve ser conversado. Assim, juntos, um poderá esclarecer as desconfianças do outro sem julga-lo como louco ou qualquer "coisa" do gênero.

E lembremos: quem está sentindo ciúme, está literalmente sofrendo. Um mínimo de carinho e acolhimento são necessários num momento como esse. Ainda mais porque estamos falando da pessoa amada...


iG