sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Conto de Chico Xavier --- *CHICO XAVIER E O PIANO*




 *CHICO XAVIER E O PIANO*


Conto de Chico

Chico era um grande admirador de música.

Gostava tanto de compositores clássicos, como Chopin e Beethoven, quanto da música brasileira, como Noel Rosa e outros.

Em face desse gosto e dessa paixão, ele sempre alimentou o desejo de aprender a tocar um instrumento musical, tendo preferência pelo piano.

Em determinada época, começou a circular um boato curioso: o de que Chico ficaria cego e passaria a receber, por sua mediunidade, músicas de grandes mestres do passado.

Dois jovens empresários do Paraná, assim que souberam do boato, ficaram entusiasmados com a ideia e decidiram enviar um belo piano para Chico.

Quando o piano chegou, Chico explodiu em alegria contagiante. Logo providenciou uma professora para iniciar o aprendizado no instrumento.

Porém, a euforia durou muito pouco.

Emmanuel apareceu e teve com ele uma conversa amorosa, mas muito firme.

Emmanuel questionou se ele realmente teria tempo livre para aprender e tocar piano, já que diariamente atendia a dezenas de pessoas sofredoras e necessitadas, que buscavam seu amparo e orientação.

Também ressaltou a extensa programação de obras literárias que ainda aguardavam para serem psicografadas por ele.

Ao ouvir as ponderações de seu amigo e mentor espiritual, Chico raciocinou e compreendeu qual era sua verdadeira prioridade e missão.

Logo abandonou a ideia do piano.

Daquele dia em diante, o mundo perdeu um possível grande pianista, fosse deste mundo… ou do além.

🕊️💐🌹

DIDI (Benevides)


Tá chegando a hora, está muito perto de realizar um sonho de criança...

Elis e Tom - Águas de março





Lançamento do Livro : "A experiência da simplicidade" : Será uma cerimônia simples na sala de casa com a presença de familiares e alguns poucos amigos...Plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro...Essa frase do poeta cubano José Martí sugere 3 coisas que toda pessoa deve fazer na vida....Lançamento do livro abrilhantado com Música de piano e vinho...

 Como publicar seu livro no Brasil e conquistar leitores








 Os livros são grandes companheiros

Quem lê tem uma compreensão muito mais profunda e abrangente do mundo.
A leitura mostra, a quem lê, um mundo de fantasias, descobrimentos, paciência, aventura e magia.
Os livros são fruto da criatividade dos escritores, transmitem-nos muita sabedoria e revelam-nos novos horizontes.
Eles não determinam onde vamos chegar, mas nos dão força necessária para sairmos do lugar onde estamos.
Muitos deles nos inspiram a estabelecer metas e desenvolver projetos, outros fornecem-nos inspiração para raciocinar no caos e vontade de lutar por algo.
"Quem tem sempre um livro por perto, não se sente só, ele é um grande companheiro".
O livro é um ótimo companheiro no combate à solidão, ensina a gerenciar os pensamentos, equilibrar a emoção e a dominar o medo.
Seria impossível alguém crescer como profissional, ou mesmo como ser humano, sem a ajuda dos livros.
Em tempos recentes tem se tornado cada vez mais importantes ter boas ideias. As pessoas precisam mostrar seu diferencial, fazendo algo que possa distingui-la das demais.
Isso é possível através dos conhecimentos que os livros transmitem. Por isso o hábito da leitura é tão importante!
Mesmo com todos os benefícios que os livros nos propiciam, encontramos pessoas que nunca leram um livro e reclamam de falta de tempo para ler.
Mas, na verdade, quando realmente se quer ler, tempo não falta. Basta administrá-lo e será possível encontrar lugar para a leitura.
Assim, por exemplo, pode-se ler em ponto de ônibus, em uma viagem de ônibus ou de avião, quando se espera num consultório de um dentista ou de um médico ou antes de dormir. Nos finais de semana, em feriados ou nas férias temos ainda mais tempo para leitura.
Em época de pandemia, o livro nos dá tranquilidade, equilíbrio.e paciência.
O Poeta Carlos Drumond disse certa ocasião: "A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente essa sede."
Os livros têm poderes mágicos, além de inspirarem quem escreve. Eles nos fazem entender as coisas que acontecem conosco, os fracassos, as incompreensões e o sucesso.
Normalmente os livros tem as respostas para todas as nossas perguntas, fazendo-nos pensar melhor sobre as coisas que encontramos no mundo. Eles nos fazem viajar no mundo das ideias, mostrando que a vida é um espetáculo imperdível.
Enfim, quem procura sempre vai achar um tempo para ler um bom livro. Um pouco que se lê a cada dia faz muita diferença para toda a vida.

Cristóvão Martins Tôrres







O marco da profissão multimídia e a mudança de patamar dos influenciadores digitais no Brasil


*Por Bruno da Costa Fuentes

Sancionada em janeiro de 2026, a Lei nº 15.325 representa um avanço importante na forma como o Brasil passa a tratar o trabalho de quem cria conteúdo digital. Conhecida popularmente como a “lei dos influenciadores”, a norma tem alcance mais amplo: ela reconhece juridicamente a atividade de multimídia, que envolve criação, produção, gestão e monetização de conteúdos nas plataformas digitais.

 

A lei não cria uma nova profissão nem impõe barreiras de entrada. Seu objetivo é dar contornos jurídicos a uma realidade já consolidada e economicamente relevante. Ao fazer isso, contribui para organizar um mercado que cresceu rapidamente e, em muitos casos, de maneira informal, exigindo agora maior profissionalização de quem atua de forma recorrente e comercial nas redes.

 

Um dos pontos centrais do texto legal é a opção por definir o profissional de multimídia a partir das atividades exercidas, e não por diplomas ou registros formais. A lei descreve um conjunto amplo de funções ligadas à produção e à circulação de conteúdos digitais, de maneira flexível e compatível com a constante transformação do setor. Também deixa claro que essas atribuições não excluem nem substituem outras profissões, garantindo a convivência entre diferentes áreas que atuam no ambiente digital.

 

O caminho legislativo até a sanção reforçou esse equilíbrio. Durante a tramitação, foram retiradas exigências que poderiam restringir a liberdade profissional, preservando o reconhecimento da atividade sem criar obstáculos artificiais em um mercado marcado por trajetórias diversas.

 

No caso dos influenciadores digitais, a relação com a nova lei é prática. Sempre que a atuação envolve criação de conteúdo, gestão de plataformas e exploração econômica da audiência, há aderência ao conceito de profissional multimídia. A lei não cria o influenciador, mas oferece um enquadramento jurídico mais claro para atividades que já produzem impacto econômico e social.

 

Os efeitos mais visíveis estão na formalização. Conteúdos patrocinados e parcerias comerciais tendem a ser tratados como atividades econômicas regulares, com reflexos em contratos, tributação e organização financeira. A norma funciona, assim, como uma linha divisória entre a criação eventual e a atuação profissional no mercado digital.

 

No conjunto, a Lei nº 15.325/2026 sinaliza uma mudança de paradigma. Ao reconhecer juridicamente o trabalho digital e impor maior clareza às relações econômicas, o novo marco fortalece o setor e aumenta a responsabilidade de quem monetiza audiência, consolidando um mercado mais maduro e previsível.

 

*Bruno da Costa Fuentes, advogado sócio do escritório GMP|GC, é especialista em direito digital e empresarial


Eduardo Betinardi

P+G Trendmakers

E-mail: eduardo@pmaisg.com.br

Site: www.pmaisg.com.br






Conto sobre Chico Xavier --- *A HORTA EDUCATIVA*





 *A HORTA EDUCATIVA*


Conto sobre Chico

Quando Dona Cidália reuniu os filhos menores de Dona Maria João de Deus, observou que eles precisavam frequentar o Grupo Escolar.

O Sr. Cândido Xavier, pai de numerosa família, foi consultado.

Entretanto, a situação era difícil.

1918, época a que nos referimos, marca a passagem da gripe espanhola.

Tudo era crise, embaraço…

E o salário, no fim do mês, dava escassamente para o necessário.

Não havia dinheiro para cadernos, lápis e livros.

Dona Cidália, madrasta de Chico, alma generosa e amiga, chamou o enteado e lembrou:

— Chico, vocês precisam ir à escola. E, como não há recursos para isso, vamos plantar uma horta. Adubaremos a terra, plantarei os legumes e você, Chico, fará as vendas na rua. Com o resultado, espero que tudo se arranje.

— A senhora pode contar comigo, prometeu o menino Chico.

A horta foi plantada.

Em algumas semanas, Chico já podia sair às ruas com o cesto de verduras.

Cada molho de couve ou cada repolho valia um tostão.

Dona Cidália guardava toda a arrecadação em um pequeno cofre.

Quando abriram o cofre, Dona Cidália, feliz, falou para Chico:

— Você está vendo o valor do serviço? Agora vocês já podem frequentar as aulas do Grupo.

E foi assim que, em janeiro de 1919, Chico começou o A, B, C.

🌻🌹

*Nota*
Dona Cidália foi a madrasta de Chico, a quem ele carinhosamente chamava de “Anjo Bom”, em reconhecimento ao afeto, à firmeza e à dedicação com que cuidou dele e de seus irmãos.

Após o falecimento de sua mãe, Dona Maria João de Deus, Chico e os irmãos foram separados, vivendo momentos de grande dificuldade. Coube a Dona Cidália, segunda esposa do Sr. Cândido Xavier, reunir novamente as crianças, acolhendo-as sob sua proteção e assumindo, com coragem e amor, a responsabilidade pela família.

Seu exemplo de trabalho, disciplina e bondade marcou profundamente a infância de Chico e contribuiu para a formação de seu caráter.

🌹🌻

DIDI (Benevides)


  

Benito di Paula - Mulher brasileira





Renata Vasconcellos fala sobre assumir os fios brancos e a importância de se permitir

domingo, 22 de fevereiro de 2026

 Simone - Amor no coração







O Muro de Berlim


Em 1961, durante a guerra fria foi erguido o muro de Berlim para separar a parte que ficou sob a administração da União Soviética, das partes que ficaram sob a administração dos Estados Unidos, Inglaterra e França.
De um lado ficou a Alemanha Oriental do outro lado a Alemanha Ocidental.
Assim nasceu o muro de Berlin, que separou o povo de um país por 28 anos.
De 13-08-1961 à 09-11-1989.



"Pé esquerdo na parte da ex-Berlin Oriental e pé direito na parte da ex-Berlin Ocidental.
Em toda Berlin, onde existia o Muro, tem uma marca no chão. De um lado era Berlin Oriental e do outro lado era Berlin Ocidental".




Em 9 de novembro de 1989, com a crise do sistema socialista no leste da Europa e o fim deste sistema na Alemanha Oriental, ocorreu a queda do muro. Cidadãos da Alemanha foram para as ruas comemorar o momento histórico e ajudaram a derrubar o muro. O ato simbólico representou também o fim da Guerra Fria e o primeiro passo no processo de reintegração da Alemanha.  


Empreitada de Morar Fora do País

O mundo esta aí para ser vivido, não há de se ter medo de correr riscos.
No caso das pessoas mais jovens, teme-se a empreitada de morar fora do país por medo do desconhecido ou por falta de experiência. No caso de pessoas com mais experiência, o motivo é relativamente oposto: apego à segurança que a vida em um lugar que já se conhece bem proporciona. Há, contudo, algo em comum em ambos os casos: o que impede os mais cautelosos de se aventurar fora do país natal é o medo do desconhecido.
Se, por um lado, de fato corre-se alguns riscos quando se decide morar fora, por outro lado, o crescimento e o despertar da consciência que se alcançam com uma experiência internacional compensam os baixos riscos que se corre.

Seja na adolescência, na juventude ou mesmo na maturidade, uma experiência internacional abre os horizontes da pessoa, propiciando grande aprendizado, evolução e desenvolvimento nos âmbitos pessoal e profissional.
Isso porque morar no exterior implica ter que conhecer e se adaptar a realidades e culturas diferentes. A pessoa que viaja entra em contato com diferentes aspectos da evolução do processo civilizatório, o que faz que ela passe a enxergar novas dimensões, aspectos e nuances do mundo que ela até então ignorava.
Muito importante também é o aspecto multicultural que a vivência no exterior propicia: por ter que conviver com culturas às vezes mais às vezes menos diferentes que a sua, mas sempre diferentes, a pessoa precisa desenvolver uma capacidade de adaptação que pode ser de grande valia tanto em sua vida pessoal quanto em sua vida profissional.

No que diz respeito à vida profissional, parece que o mercado de trabalho olha cada vez com melhores olhos quem viveu no exterior. Isso pode ser um importante fator quando se participa, por exemplo, de um processo de seleção em uma empresa.
Para o setor de recursos humanos das grandes empresas ter experiência internacional é visto como um diferencial, pois quem a possui é considerado alguém que aceitou o desafio de enfrentar o desconhecido. 
A pessoa que viveu fora é vista como alguém que teve que aceitar o desafio de melhorar sua comunicação, sua visão geral sobre as coisas.
Considerando que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, a experiência internacional, quando possível, pode constituir um diferencial no currículo daquele que postula um posto de trabalho.

Isso vale para os profissionais em geral, não apenas para aqueles que trabalham na área gerencial. Mesmo para profissionais da área técnica, e até mesmo para o trabalho teoricamente mais manual que intelectual, a experiência internacional pode constituir um grande diferencial, pois mesmo no caso da mão-de-obra antes considerada não qualificada exige-se hoje criatividade, capacidade de adaptação, organização e abertura para acolher novidades.
O termo "mão-de-obra" traduzia a ideia de um trabalho braçal, que se exerce através do esforço físico. Pode até mesmo se dizer que, em seu sentido literal, mão-de-obra significa "a mão que obra, a mão que trabalha". Contudo, hoje em dia, mesmo no caso do trabalho manual, a capacidade de coordenar atividades de forma adequada, habilidade que pode ser desenvolvida de forma diferenciada com uma experiência além das fronteiras do país natal, é considerada essencial.

Cristóvão Martins Torres