segunda-feira, 7 de setembro de 2026

 

Como engenheiros transformaram lama e floresta...








 

Gonzaguinha - O que é, o que é - TV Globo - 1982


 

Feliz Olhar Novo de Cristina Coeli Drumond de Vasconcelos

FELIZ OLHAR NOVO

"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita de felicidade fosse o AQUI e o AGORA.

Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais..., mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho?

Quero viver bem! Este ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. As vezes a gente espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal.
O ano que vai entrar vai ser diferente. Muda o ano, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?

O que desejo para todos é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em boa experiência! Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim... Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3. Ou mude-o de classe, transforme-o em colega. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.

O nosso desejo não se realizou? Beleza, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE.

Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam bem diferentes.

Desejo para todo mundo esse olhar especial.

O ano que vai entrar pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O ano que vai entrar pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!!

Feliz olhar novo!!! Que o ano que se inicia seja do tamanho que você fizer.

Cristina Coeli Drumond de Vasconcelos



 

Sarcopenia: Massa muscular faz a diferença para viver mais e melhor

A massa muscular ajuda a preservar a mobilidade, independência, evitar quedas, entre outros benefícios, por isso, é essencial construí-la ao longo dos anos, ressalta a enfermeira especialista em Geriatria e Diretora da Vivenza Care, o braço de cuidados domiciliares e aplicação clínica do CPAH (Centro de Pesquisa e Análises Heráclito), Júlia Godoy


Os anos pesam no corpo de diversas formas, mas um dos maiores efeitos está na redução gradual da massa e da força muscular, processo conhecido como sarcopenia, uma condição que apesar de ser comum, não deve ser encarada como inevitável ou sem solução.

A perda de músculos afeta diretamente a capacidade de realizar atividades simples do dia a dia, como levantar da cadeira, subir escadas, carregar compras ou caminhar com segurança, o que, em muitos casos, também aumenta o risco de quedas, hospitalizações e perda da independência.

Muito além da força
Os músculos exercem funções que vão muito além da movimentação do corpo. Eles participam do equilíbrio, ajudam na proteção das articulações, contribuem para o metabolismo e funcionam como uma importante reserva de proteínas para o organismo.

Quando a massa muscular diminui de forma significativa, o corpo passa a responder pior a doenças, cirurgias e períodos de internação, tornando a recuperação mais lenta.

De acordo com a enfermeira especialista em Geriatria e Diretora da Vivenza Care, o braço de cuidados domiciliares e aplicação clínica do CPAH (Centro de Pesquisa e Análises Heráclito), Júlia Godoy, preservar os músculos significa preservar a autonomia.

"A massa muscular é um dos principais indicadores de envelhecimento saudável. Quanto mais conseguimos preservá-la ao longo da vida, maiores são as chances de manter independência, mobilidade e qualidade de vida por muitos anos”.

A perda acontece aos poucos
A sarcopenia costuma se instalar de forma silenciosa. Muitas pessoas atribuem a dificuldade para caminhar, levantar ou carregar objetos apenas ao envelhecimento, quando, na verdade, parte desses sintomas está relacionada à redução da musculatura.

O problema pode ser agravado por alguns fatores, como o sedentarismo, a alimentação inadequada, doenças crônicas e longos períodos de repouso, que aceleram a perda muscular.

Construir músculos é um investimento
Ao contrário do que muitos imaginam, o cuidado com a massa muscular não deve começar apenas na terceira idade. Quanto maior a reserva muscular construída ao longo da vida, maior tende a ser a proteção durante o envelhecimento.

A prática regular de exercícios, principalmente aqueles que estimulam força e resistência, aliada a uma alimentação adequada e rica em proteínas, é uma das principais estratégias para prevenir ou retardar a sarcopenia.

"A prevenção começa muito antes do envelhecimento. Os músculos funcionam como uma reserva para o futuro. Quanto melhor cuidamos deles hoje, mais autonomia teremos nas próximas décadas", explica Júlia Godoy.

Longevidade significa independência
Com o aumento da expectativa de vida, viver mais deixou de ser o único objetivo. O grande desafio é envelhecer mantendo a capacidade de realizar as próprias atividades, preservar a autonomia e continuar participando ativamente da rotina.

Nesse contexto, a manutenção da massa muscular se torna um dos pilares da longevidade saudável, reduzindo o risco de quedas, favorecendo a recuperação diante de doenças e contribuindo para uma vida mais ativa e independente.

"Envelhecer bem não significa apenas viver muitos anos, mas viver com qualidade. Preservar a força muscular é uma das formas mais eficazes de garantir que o envelhecimento aconteça com mais segurança, autonomia e bem-estar", conclui Júlia Godoy.

Júlia Godoy é enfermeira e especialista em Geriatria e Gerontologia, com mais de 10 anos de experiência em cuidados clínicos e hospitalares. Atuou em instituições de referência como a Santa Casa e o Hospital Cristo Redentor, com passagens por setores de UTI, internação e bloco cirúrgico. É fundadora da Vivenza Care, agência de cuidados domiciliares voltada à assistência de idosos em baixa complexidade, com modelo de atendimento baseado em segurança, personalização e suporte humanizado. Sua atuação combina prática assistencial, gestão em saúde e posicionamento funcional na área do envelhecimento ativo, com foco em autoridade técnica e presença digital indexável no setor de cuidado domiciliar.







 

Ver pra crer? Estudo responde por que algumas pessoas têm dificuldade de mudar de opinião

Pesquisa publicada na revista científica International Journal of Health Science mostra como diferentes regiões cerebrais e neurotransmissores influenciam a rigidez cognitiva, fenômeno que dificulta a revisão de crenças mesmo diante de provas concretas


Todos conhecem alguém que parece incapaz de mudar de opinião, mesmo quando confrontado com fatos ou evidências claras, mas apesar desse comportamento ser frequentemente interpretado como teimosia, um novo estudo indica que a explicação pode ser muito mais complexa e envolver o funcionamento do cérebro.

Publicado na revista científica International Journal of Health Science, o trabalho analisa os mecanismos neurológicos relacionados à chamada rigidez cognitiva, condição caracterizada pela dificuldade de rever crenças, adaptar pensamentos e aceitar novas informações.

O estudo foi desenvolvido pelo Pós PhD em Neurociências Dr. Fabiano de Abreu Agrela, pelo cofundador da Nortus e pós-graduado em Desenvolvimento Gerencial, Marketing e Psicologia Positiva Gilberto de Souza, pela PhD em Educação e doutoranda em Neurociências pela Logos University International, da França, Dra. Mirian Coden, pelo especialista em Neurociências e Genômica Marco Brocolli e pela especialista da Universidade de Brasília (UnB) Isabella Hadassah.

As etapas da mudança de opinião
De acordo com a pesquisa, alterar uma crença não depende apenas de receber uma informação nova. O cérebro precisa executar uma sequência complexa de processos.

Primeiro, é necessário perceber que existe um erro ou uma inconsistência no pensamento atual, em seguida, ocorre a análise racional das novas informações, o processamento das emoções despertadas por elas, a atualização das memórias relacionadas ao tema e, por fim, a aceitação daquela nova conclusão.

Quando alguma dessas etapas falha, a tendência é que a pessoa permaneça presa às próprias convicções, mesmo diante de argumentos sólidos.

"A mudança de uma crença não acontece apenas porque alguém recebeu uma informação diferente. O cérebro precisa reconhecer que existe um conflito entre aquilo que acreditava e a nova evidência, processar esse desconforto emocional e reorganizar o conhecimento. Quando esse processo encontra obstáculos, a resistência à mudança pode aumentar significativamente", explicam os autores e autoras.

Emoções e a forma como pensamos
O estudo mostra que a flexibilidade cognitiva depende da atuação conjunta de diversas regiões cerebrais.

Entre elas estão o córtex cingulado anterior, responsável por detectar erros; o córtex pré-frontal dorsolateral, ligado ao raciocínio lógico; a amígdala e a ínsula, que participam das respostas emocionais; o hipocampo, relacionado à atualização das memórias; e o núcleo accumbens, envolvido na motivação para aceitar novas informações, além disso, neurotransmissores como dopamina, serotonina, glutamato, GABA, noradrenalina e acetilcolina exercem influência direta sobre esse processo.

Quando há desequilíbrios nesses sistemas, a capacidade de flexibilizar pensamentos pode diminuir.

Para os pesquisadores, compreender como a rigidez cognitiva funciona também ajuda a explicar por que algumas pessoas apresentam maior dificuldade para aprender, rever conceitos ou adaptar comportamentos ao longo da vida.

"O desenvolvimento humano depende da capacidade de aprender continuamente. Flexibilidade cognitiva significa conseguir integrar novas informações sem perder a capacidade crítica. Compreender os mecanismos envolvidos nesse processo pode contribuir para estratégias educacionais, de desenvolvimento profissional e até para abordagens clínicas mais individualizadas", destacam os autores e autoras.


Sobre a Nortus
A Nortus é uma Instituição de Desenvolvimento Humano Global e Organizacional sediada em Campinas que atua no desenvolvimento humano e organizacional sob perspectiva sistêmica e metassistêmica. Com mais de 16 anos de experiência, a empresa destaca-se por integrar ciência, gestão e consciência, utilizando metodologias próprias como a Tecnologia Comportamental Metassistêmica para impulsionar resultados por meio do aumento da consciência e transformação comportamental de líderes e equipes.

Pioneira no Brasil com o seu Neurotraining Lab, utiliza tecnologia neurocientífica para desenvolver competências comportamentais. Com parcerias internacionais, mantém colaborações de estudos e pesquisas, promovendo a contemporaneidade de suas soluções e sua equipe atualizada. Com uma estrutura auto-organizadora  e sem hierarquias tradicionais, a Nortus promove uma cultura de evolução contínua, equilibrando performance empresarial com impacto social e ambiental.
Gilberto de Souza é cofundador da Nortus e atua nos circuitos educacional, administrativo e no desenvolvimento de novas soluções em desenvolvimento humano. É cocriador do Modelo Metassistêmico e da TCM Tecnologia Comportamental Metassistêmica, além de consultor sênior de executivos C-Level.

Administrador de empresas, com pós graduações em Desenvolvimento Gerencial, Marketing e Psicologia Positiva, é executive coach com formação internacional. Coautor de “Organizações Auto-organizadoras”, soma mais de 20 anos de atuação, tendo impactado mais de 200 mil pessoas e acompanhado individualmente mais de mil executivos.
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Sobre a Dra. Mirian Coden
Dra. Mirian Coden é PhD em Educação, Graduada em Filosofia e pós graduanda em Neurociências pela PUCRS. Cofundadora e CEO da Nortus, onde atua como educadora e consultora e também é responsável pelo desenvolvimento da cultura organizacional. É criadora do modelo organizacional OFCIAO e cocriadora do Modelo Metassistêmico de Desenvolvimento Humano e da TCM Tecnologia Comportamental Metassistêmica.

Mestre e doutora em Educação, com formação em Filosofia e especialização em Pedagogia Empresarial e Educação Corporativa, possui mais de 25 anos de experiência em desenvolvimento humano e organizacional. Conferencista nacional e internacional, já assessorou milhares de pessoas no Brasil e na Europa, dedicando-se hoje à transformação sistêmica e à inovação nas organizações.

Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues MRSB/P0149176 é Pós-PhD em Neurociências, eleito membro da Sigma Xi — The Scientific Research Honor Society (instituição na qual mais de 200 membros já receberam o Prémio Nobel) e Sócio Agregado da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa, Portugal (registo nº 6372). É membro da Society for Neuroscience (EUA), da Royal Society of Biology e da Royal Society of Medicine (Reino Unido), da European Society of Human Genetics (Viena, Áustria), da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e da APA — American Philosophical Association (EUA).

Doutor (Ph.D.) em Neurociências e Doutor em Ciências da Saúde. É Mestre em Ciências da Saúde, Mestre em Psicologia e Mestre Livre em Psicanálise. Possui os graus de Bacharel em Ciências do Aconselhamento e Psicologia, Licenciado em História e Biologia, e o título de Tecnólogo em Antropologia e Religião, com diversas formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Atua também como Jornalista credenciado FENAJ 0035228/RJ (Brasil) — e Psicanalista Clínico registado. Dr. Fabiano é membro de prestigiadas sociedades de alto QI, incluindo Mensa International, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society e HELLIQ Society High IQ.

Autor de mais de 400 estudos científicos e 31 livros, atua como professor convidado na PUCRS, FACMED, Comportalmente no Brasil, UNIFRANZ na Bolívia e Faculdade Católica Dom Corleone. Especialista em Biologia Molecular e Genómica, é Diretor Científico do CPAH — Centro de Pesquisa e Análises Heráclito e criador do GIP — Genetic Intelligence Project, plataforma de análise genómica que produz relatórios de predisposição genética individual. Presta ainda assessoria de imprensa e consultoria em comunicação científica, integrando a sua dupla formação em Neurociências e Jornalismo.


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Nossa maior dedicação é pela confiança da informação. Agradecemos a parceria de longa data. E nos colocamos à disposição para oferecer o melhor conteúdo, fontes e exclusivas.

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Fabiano de Abreu 
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Mês do psicólogo: “Com o protagonismo da saúde mental, a psicologia ganhou destaque”

A Saúde Mental está cada vez mais no centro do debate público, com isso o psicólogo também ganhou mais destaque e estigmas foram reduzidos, destaca a neuropsicóloga Dra. Leninha Wagner


Comemorado em 27 de agosto, o Dia do Psicólogo marca uma profissão que passou por profundas transformações nas últimas décadas. Se antes falar sobre ansiedade, depressão, estresse ou terapia ainda era motivo de preconceito para muitas pessoas, hoje a saúde mental ocupa espaço nas empresas, nas escolas, na mídia e nas políticas públicas.

Essa mudança também ampliou a visibilidade da Psicologia, que deixou de ser vista apenas como um recurso para momentos de crise e passou a ser reconhecida como uma ferramenta importante para promoção da qualidade de vida, prevenção de doenças e desenvolvimento humano.

De acordo com a neuropsicóloga Dra. Leninha Wagner, o avanço desse debate representa uma evolução importante da sociedade.

"Nos últimos anos, a saúde mental ganhou protagonismo e isso naturalmente trouxe mais reconhecimento para o trabalho do psicólogo. Ainda existem desafios, mas muitos estigmas foram reduzidos e as pessoas passaram a compreender que cuidar da mente é tão importante quanto cuidar da saúde física”.

O cuidado deixou de ser exceção
Durante muito tempo, buscar acompanhamento psicológico era associado apenas a transtornos mentais graves. Hoje, essa visão vem mudando. Cada vez mais pessoas procuram atendimento para desenvolver inteligência emocional, melhorar relacionamentos, lidar com mudanças profissionais, fortalecer a autoestima e enfrentar situações de estresse antes que elas evoluam para problemas mais graves.

"A Psicologia não atua apenas quando existe um adoecimento. Ela também ajuda no autoconhecimento, na prevenção e no desenvolvimento de habilidades emocionais que fazem diferença ao longo de toda a vida”.

A pandemia acelerou essa mudança
Apesar da importância da saúde mental já viesse crescendo, a pandemia intensificou esse movimento. O aumento dos casos de ansiedade, depressão, Burnout e outros transtornos emocionais fez com que o tema passasse a ser discutido com mais frequência dentro das famílias, das empresas e das instituições de ensino. Como consequência, aumentou também a procura por psicólogos e outros profissionais da área.

"A pandemia evidenciou bastante algo que já existia, a saúde emocional influencia diretamente na nossa qualidade de vida, na nossa produtividade, nos nossos relacionamentos e até mesmo na nossa saúde física como um todo”.

Segundo a Dra. Leninha Wagner, falar sobre emoções de forma natural é um dos caminhos para construir uma sociedade mais saudável.

"Precisamos continuar normalizando o cuidado com a saúde mental. Assim como fazemos exames preventivos para cuidar do corpo, também devemos olhar para nossa saúde emocional antes que o sofrimento se torne incapacitante”.

"A Psicologia ganhou mais espaço porque as pessoas perceberam que viver com qualidade também passa pelo equilíbrio emocional. E esse é um avanço muito importante para toda a sociedade", conclui a Dra. Leninha Wagner.



Sobre a Dra. Leninha Wagner

Dra. Leninha Wagner é PhD em neurociências, possui formação em neuropsicologia, é Doutora em psicologia, Mestre em psicanálise e Perita Judicial em Psicologia, fundadora da Substância Singular Psicologia Clínica, onde atende pacientes com necessidades psicológicas e emocionais, também atua na área de psicometria realizando testagem de QI, é palestrante e realiza consultorias particulares como mediadora de conflitos organizacionais.



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Marzieh Hamidi é uma atleta de taekwondo e ativista afegã que vive como refugiada na França sob a proteção policial após desafiar o regime de Talibã...Deixou o Afeganistão e hoje vive em Paris, na França treinando e competindo pela equipe de atletas...Com a retomada do poder pelo Talibã em 2021 e a proibição do esporte para mulheres, ela protestou nas ruas e sofreu forte perseguição..."Exílio : Deixou o Afeganistão e hoje vive na França"...