Crônicas
domingo, 12 de abril de 2026
"Há coisas que só acontece com o Botafogo, óbvio, com os botafoguenses não é diferente"//// "Uma mulher : Ela é meu ídolo, exerço por ela um amor de fã para ídolo"...Por isso não sai da minha mente...Um sentimento que me proporciona alegrias...Muitos fãs projetam no ídolo ideais de perfeição..."Pesquisei" : realizei uma investigação, um longo estudo sobre o meu caso de amor romântico, que na verdade não tem nada de romantismo...Cheguei a seguinte conclusão que não é amor a primeira vista e nem amor platônico...
A IA ajuda ou atrapalha os estudos para concursos? Entenda
O uso de IA pode trazer alguns benefícios, mas existem pontos no aprendizado que apenas o estudo tradicional é capaz de trazer, destaca Caio Temponi, jovem aprovado 18 vezes em vestibulares
A inteligência artificial entrou de vez na rotina de quem estuda para concursos e vestibulares. Ferramentas que resumem conteúdos, explicam conceitos complexos, criam simulados e até organizam cronogramas prometem otimizar o aprendizado e economizar tempo.
O Brasil superou a média mundial no uso de Inteligência Artificial generativa em 2024. Segundo pesquisa do Google/Ipsos realizada em 21 países, 54% dos brasileiros já utilizam a tecnologia, contra 48% da média global. O otimismo nacional também é maior: 65% dos entrevistados no país confiam na IA, enquanto o índice global é de 57%. O estudo ouviu 21 mil pessoas e possui margem de erro de 3,8 pontos percentuais.
No entanto, o uso indiscriminado dessas tecnologias tem levantado um debate importante: até que ponto a IA realmente ajuda e quando ela pode atrapalhar?
Uso de IA na aprendizagem
Entre os principais benefícios está a agilidade no acesso à informação. A IA consegue esclarecer dúvidas pontuais, sugerir exemplos e apresentar diferentes abordagens para um mesmo tema.
“Para quem já possui uma base sólida, isso pode acelerar revisões e facilitar a compreensão de conteúdos específicos. Além disso, o uso estratégico dessas ferramentas pode ajudar na organização dos estudos e na identificação de lacunas no conhecimento”, destaca Caio Temponi, jovem aprovado 18 vezes em vestibulares.
Por outro lado, o risco surge quando a tecnologia passa a substituir etapas essenciais do processo de aprendizagem, trazer aprendizado raso baseado em resumo e cortar partes importantes do raciocínio.
“O uso de IA pode trazer alguns benefícios, mas existem pontos no aprendizado que apenas o estudo tradicional é capaz de trazer. Resolver questões, errar, revisar e insistir no conteúdo é o que consolida o conhecimento”, afirma.
A redução de esforço pode atrapalhar a hora do ‘vamos ver’
A dependência excessiva de respostas prontas reduz o esforço cognitivo necessário para fixar conteúdos complexos.
“Em provas de alto nível, que exigem interpretação, análise crítica e aplicação prática do conhecimento, essa superficialidade pode se tornar um obstáculo. O cérebro aprende melhor quando é desafiado, e pular etapas compromete esse processo”.
Outro ponto sensível é a falsa sensação de produtividade. Estudar com auxílio constante da IA pode gerar a impressão de avanço rápido, quando, na prática, o conteúdo não foi realmente assimilado. Por isso, especialistas defendem que a tecnologia seja usada como ferramenta complementar, e não como eixo central da preparação.
“No equilíbrio entre inovação e método tradicional, a inteligência artificial pode ser uma aliada valiosa. Mas o protagonismo do estudo continua sendo do estudante. Planejamento, constância, resolução de exercícios e revisão ativa seguem sendo os pilares para quem busca aprovação, independentemente das ferramentas disponíveis”, ressalta Caio Temponi.
Sobre Caio Temponi
Caio Temponi é um jovem de 17 anos, pesquisador pelo CPAH - Centro de Pesquisa e Análise Heráclito - mentor e palestrante com altas habilidades. Foi aprovado em 1º no vestibular da EPCAR aos 12 anos, aos 13, em Medicina, totalizando 5 aprovações, também em Direito na UFRRJ, aos 14 anos, foi aprovado no ITA, um dos maiores vestibulares do Brasil, totalizando 18 aprovações como o mais jovem do Brasil, o que lhe renderam 2 títulos no Livro dos Recordes. Além disso, Caio é membro da Intertel, sociedade de pessoas com QI acima de 99 de percentil.
Caio Temponi é um jovem de 17 anos, pesquisador pelo CPAH - Centro de Pesquisa e Análise Heráclito - mentor e palestrante com altas habilidades. Foi aprovado em 1º no vestibular da EPCAR aos 12 anos, aos 13, em Medicina, totalizando 5 aprovações, também em Direito na UFRRJ, aos 14 anos, foi aprovado no ITA, um dos maiores vestibulares do Brasil, totalizando 18 aprovações como o mais jovem do Brasil, o que lhe renderam 2 títulos no Livro dos Recordes. Além disso, Caio é membro da Intertel, sociedade de pessoas com QI acima de 99 de percentil.
Fabiano de Abreu
OBS.: Este email pode ser acessados por outros membros da empresa
Gestão geral grupo MF Press Global
Porque feriados tendem a intensificar compulsões alimentares?
As compulsões alimentares estão muito ligadas à saúde mental e determinados fatores, como o calendário, destaca a neuropsicóloga, Dra. Leninha Wagner
De acordo com a neuropsicóloga, Dra. Leninha Wagner, o calendário tem impacto direto no comportamento alimentar, e quando ele está sofrendo influência de fatores emocionais esses impactos precisam ser vistos com mais atenção.
“As compulsões alimentares estão muito ligadas à saúde mental e determinados fatores, como o calendário, podem intensificar esse padrão”, afirma.
Mudança na rotina e no controle cognitivo
Feriados alteram horários e reduzem muito a previsibilidade do dia, o que pode diminuir o controle cognitivo sobre decisões alimentares. Com isso, o cérebro passa a priorizar algumas escolhas mais impulsivas.
“Quando a rotina muda, o cérebro tende a buscar recompensas rápidas, e isso pode aumentar o consumo automático”, explica a Dra. Leninha Wagner.
Em geral, as datas comemorativas também ativam memórias emocionais fortemente relacionadas à comida. E esse vínculo entre alimentos e emoções pode reforçar padrões de consumo que vão muito além da fome fisiológica.
Sistema de recompensa cerebral
Alguns alimentos típicos desse período, especialmente os ricos em açúcares, estimulam a liberação de dopamina, contribuindo para aumentar a sensação de prazer e reforçando o comportamento repetitivo.
“Quanto mais estímulo de recompensa, maior a tendência de repetir o comportamento, principalmente em contextos festivos”, destaca.
Fatores sociais
Reuniões familiares e maior disponibilidade de alimentos também influenciam o consumo. A pressão social e o ambiente podem reduzir a percepção de saciedade. De acordo com a Dra. Leninha Wagner, observar esses padrões é muito importante.
“Entender o contexto emocional e social ajuda a desenvolver uma relação mais consciente com a alimentação”, conclui.
Sobre a Dra. Leninha Wagner
Dra. Leninha Wagner é PhD em neurociências, possui formação em neuropsicologia, é Doutora em psicologia, Mestre em psicanálise e Perita Judicial em Psicologia, fundadora da Substância Singular Psicologia Clínica, onde atende pacientes com necessidades psicológicas e emocionais, também atua na área de psicometria realizando testagem de QI, é palestrante e realiza consultorias particulares como mediadora de conflitos organizacionais.
Fabiano de Abreu
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Gestão geral grupo MF Press Global
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*CARIDADE SEM JULGAMENTO* Conto Chico
*CARIDADE SEM JULGAMENTO*
Conto Chico
Uma noite em Pedro Leopoldo, Chico caminhava em peregrinação com alguns amigos que estavam em visita à cidade.
Um mendigo conhecido, que era dado ao alcoolismo, aproximou-se e disse:
— Chico, você tem algum trocado para me dar? Não é para beber, não!
Chico tirou do bolso algumas moedas e lhas deu, dizendo:
— Nós aqui não bebemos, mas entendemos sua vontade.
E comentou com os amigos:
— Nosso irmão ainda não conseguiu deixar o álcool, por enquanto. Precisa de nossa condescendência.
Todos os companheiros se comoveram com tamanha bondade e compreensão de Chico.
Ficaram até um pouco envergonhados por não entenderem, a princípio, o gesto dele. Todos pensaram: por que Chico dera dinheiro a alguém que bebe?
Também observaram que Chico não criticara o infeliz.
No entanto, ajudava-o a tocar a vida na triste condição em que se achava, atirado às vias públicas, à própria sorte, até que chegasse o momento de sua renovação interior.
Certamente, Chico, com sua visão espiritual, constatava, na tela mental daquela pobre criatura, o porquê de aquele homem ter perdido a vontade de viver.


DIDI (Benevides)
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