sexta-feira, 15 de maio de 2026

 

Nívia de Lima, pioneira e símbolo de luta entre as mulheres no futebol masculino..."Nívia de Lima, 44, teve uma experiência marcante no mês passado. No empate por 1 a 1 da Chapecoense com o Vitória, na Arena Condá, em Chapecó, tornou-se a primeira mulher a atuar como auxiliar técnica em uma partida da primeira divisão masculina do Campeonato Brasileiro"..."Sua carreira como treinadora na base coleciona resultados expressivos, incluindo títulos e vice-campeonatos nas categorias Sub-12, Sub-15 e Sub-17, até sua promoção ao Sub-20 e, finalmente, ao elenco profissional em 2024"...

 





"Estou com saudades do Cajueiro, acho que está bem próximo uma visita em Natal" : A visita é organizada e costuma durar cerca de 1 hora. Você pode caminhar pelas passarelas suspensas e passarelas internas que passam "por dentro" do gigante vegetal, além de subir em um mirante que oferece uma vista panorâmica de toda a extensão da copa...

 

Em um Tour pelo Nordeste, Blogueiro visita o Maior Cajueiro do Mundo, em Natal

Um dos principais cartões postais de Natal.

Localizado na praia de Pirangi do norte, em Parnamirim.

Cajueiro cobre uma área de 9000 metros quadrados.

O cajueiro foi plantado em 1888 por um pescador.

É aberto todos os dias da semana, das 7h30 às 17h30.

Sua importância biológica, atrai visitantes do mundo inteiro.

O cajueiro recebe cerca de 300 mil visitantes por ano.

Guinness Book “O Livro dos Recordes”, em 1994, Maior cajueiro.






*CHICO… O CATECISMO, ÀS SOMBRAS DO ABACATEIRO* Conto





*CHICO… O CATECISMO, ÀS SOMBRAS DO ABACATEIRO*


Conto

Na sua juventude, Chico ensinava o catecismo a cerca de 40 crianças, a pedido dos pais.

As aulas eram amorosamente ministradas à sombra de um abacateiro gigante, no quintal de sua casa, aos sábados à tarde.

Era servido um lanche.
Porém, em determinado sábado, Chico não tinha nada a oferecer, além de migalhas de pão e água.

Quando chegou a hora do lanche, Chico, sem ter o que dar às crianças, serenamente lembrou-se do recurso da prece, confiante de que a providência viria.

Assim que terminou a oração, um vento forte e estranho começou a balançar as folhas da árvore. O vento uivava entre os galhos, provocando um barulho terrível e ensurdecedor.

Uma vizinha, assustada, foi até Chico e perguntou:
— Que barulho é esse?
— É o vento… — respondeu ele.
— E as crianças? Catecismo?… Você já deu alguma coisa para elas comerem?
— Não tenho…
— Oh, Chico! Eu tenho bolo e pão!

Logo, outras vizinhas, atraídas pelo barulho do vento, também acorreram com as mesmas perguntas.

Então, solidarizando-se com Chico, passaram, a partir daquele dia, a prover o lanche das crianças assistidas no catecismo aos sábados.

🌹🙏

“Ora e pede; em seguida, presta atenção. De alguma forma, o recurso virá, por alguém, trazendo-te o bem ou a orientação de que necessitas.”

Graça e paz. 🌹🕊️🕊️

DIDI (Benevides)



 

Vestibular: Devo começar pelas questões fáceis ou difíceis? Confira

A ordem de respostas em provas precisa ser estratégica para que você extraia o melhor da sua capacidade, destaca Caio Temponi,  jovem aprovado 18 vezes em vestibulares


Na hora da prova, muitos estudantes enfrentam a mesma dúvida: é melhor começar pelas questões fáceis para ganhar confiança ou ir direto nas difíceis para garantir mais pontos? A resposta, segundo especialistas e candidatos experientes, envolve estratégia e autoconhecimento.

Para o jovem aprovado 18 vezes em vestibulares, Caio Temponi, a ordem das respostas não deve ser aleatória.

“A ordem de respostas em provas precisa ser estratégica para que você extraia o melhor da sua capacidade, mas tudo depende da forma como você funciona melhor, cada pessoa possui o seu ritmo”, afirma.

Por que a ordem importa?
Em provas mais extensas, como vestibulares tradicionais e exames nacionais, o gerenciamento de tempo é um dos fatores mais decisivos. Gastar minutos preciosos em uma questão complexa logo no início pode comprometer o desempenho geral.

Quando o candidato começa por perguntas muito difíceis, há maior risco de desgaste mental precoce, o que pode afetar concentração e confiança.

Vantagens de começar pelas fáceis
Responder primeiro as questões consideradas mais simples pode trazer benefícios importantes:

• Geração de confiança logo no início;
• Acúmulo rápido de pontos;
• Melhor controle do tempo;
• Redução da ansiedade.

De acordo com Caio Temponi, esse método ajuda a “aquecer o cérebro” antes de enfrentar desafios maiores pela frente na prova.

“Quando você resolve as questões que domina, ganha ritmo e tranquilidade para encarar as mais complexas depois”, explica.

E quando começar pelas difíceis faz sentido?
Em alguns casos, pode ser estratégico iniciar pelas matérias em que o candidato tem maior domínio, mesmo que as questões sejam consideradas difíceis para a maioria.

“O importante não é o nível da questão em si, mas o seu nível de domínio sobre aquele conteúdo”, ressalta Caio Temponi.

Se determinada disciplina é o ponto forte do estudante, pode ser mais vantajoso resolvê-la primeiro, aproveitando o momento de maior energia mental.

Estratégia em três etapas:
Uma técnica bastante utilizada é dividir a prova em três etapas:

- Primeira passada rápida para responder as questões fáceis;
- Segunda rodada para as médias;
- Último momento dedicado às difíceis ou às que exigem mais cálculo.

Essa abordagem evita que o candidato fique “preso” em uma única pergunta durante muito tempo e acabe perdendo o ritmo de funcionamento.

Autoconhecimento é chave para o bom desempenho
Cada estudante possui ritmo e perfil próprios. Alguns rendem mais no início da prova, outros mantêm estabilidade até o final. Testar estratégias em simulados é fundamental para descobrir o que funciona melhor.

“Vestibular não é só conteúdo, é estratégia. Quem treina a forma de fazer prova aumenta muito as chances de sucesso. No fim, a escolha entre começar pelas fáceis ou difíceis deve ser baseada em planejamento prévio, prática e controle emocional. Em um cenário competitivo, detalhes estratégicos podem fazer toda a diferença no resultado final”, afirma Caio Temponi.


Sobre Caio Temponi
Caio Temponi é um jovem de 17 anos, pesquisador pelo CPAH - Centro de Pesquisa e Análise Heráclito - mentor e palestrante com altas habilidades. Foi aprovado em 1º no vestibular da EPCAR aos 12 anos, aos 13, em Medicina, totalizando 5 aprovações, também em Direito na UFRRJ, aos 14 anos, foi aprovado no ITA, um dos maiores vestibulares do Brasil, totalizando 18 aprovações como o mais jovem do Brasil, o que lhe renderam 2 títulos no Livro dos Recordes. Além disso, Caio é membro da Intertel, sociedade de pessoas com QI acima de 99 de percentil.


Fabiano de Abreu 
OBS.: Este email pode ser acessados por outros membros da empresa

Gestão geral grupo MF Press Global 





 

Parceria entre Brasil, Portugal e Angola cria ponte científica inédita para pesquisadores africanos

 Iniciativa liderada pelo CPAH e o grupo angolano Foco Saúde visa internacionalizar a produção acadêmica de Angola através de periódicos europeus e brasileiros de alto impacto.

A produção científica africana enfrenta um obstáculo histórico: a dificuldade de acesso a canais internacionais de publicação. Para romper esta barreira, o CPAH (Centro de Pesquisa e Análises Heráclito), coordenado pelo neurocientista Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues, firmou uma parceria estratégica com o Foco Saúde, o maior canal de saúde de Angola, vinculado a uma ampla rede de laboratórios, hospitais e órgãos de imprensa.

O projeto abre as portas para que estudantes e pesquisadores angolanos publiquem seus estudos em dois periódicos internacionais de prestígio: o CPAH Scientific Journal, sediado em Portugal, e o Open Minds International Journal, no Brasil.

Democratização e Rigor Científico

A iniciativa surge em um momento em que Angola carece de revistas científicas próprias com projeção global. O objetivo central é oferecer suporte metodológico e editorial para que o conhecimento gerado em solo africano, em áreas como epidemiologia, saúde pública e neurociência, ganhe visibilidade na Europa e na América Latina.

  • CPAH Scientific Journal: Baseado em Portugal, o periódico possui ISSN 3051-8393 e DOI (10.66741), seguindo rigorosos critérios e padrões de excelência da União Europeia.

  • Open Minds International Journal: No Brasil, a revista detém a classificação Qualis A4, garantindo reconhecimento acadêmico e validade curricular para os autores.

Integração Global

Segundo o Dr. Fabiano de Abreu, o potencial intelectual na África é elevado, mas muitas vezes carece de estrutura de internacionalização. “Quando criamos pontes editoriais entre Angola, Portugal e Brasil, aumentamos a circulação do conhecimento e fortalecemos a presença africana na produção científica internacional”, afirma o neurocientista.

A parceria vai além da publicação. O CPAH atuará na orientação de autores sobre estrutura científica, linguagem técnica e adaptação aos critérios editoriais internacionais. O foco é garantir que o pesquisador angolano não apenas publique, mas que seu trabalho siga os princípios de confiabilidade e ética científica, protegendo a produção contra o avanço de práticas editoriais fraudulentas.

Impacto e Futuro

O fortalecimento da pesquisa científica em Angola é visto por especialistas como um motor para indicadores acadêmicos nacionais e futuras cooperações internacionais. Com o suporte do grupo Foco Saúde, que detém grande parte do mercado laboratorial e de saúde no país, o projeto espera atrair estudos sobre doenças infecciosas, genética populacional e impactos emocionais das transformações econômicas no continente.

O CPAH continua a integrar pesquisadores de diferentes países, consolidando-se como um polo de fomento à inteligência humana e saúde mental através da disseminação séria e acessível do conhecimento.


Fabiano de Abreu 
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Gestão geral grupo MF Press Global 







 





No domingo, seu marido ou namorado foi ver futebol com os amigos em vez de ficar com você.


Na terça-feira, suas amigas foram almoçar e não te convidaram para ir junto.


Na quarta, você recebeu aquele feedback negativo no trabalho que te deixou pra baixo.


E na quinta, você só queria que a semana acabasse de vez, porque já não aguentava mais ter que dar conta de tudo.


Aí, na sexta-feira, você foi à terapia e desabafou tudo isso que estava tirando a sua paz.


Acertei? 


Eu já fiz muito isso. Toda semana eu tinha novas histórias como essa pra contar (ou despejar) na terapia.


No início, eu me sentia aliviada por desabafar o que me sufocava.


Era reconfortante.


Mas depois eu comecei a perceber que isso não impedia o problema de se repetir.


Foi aí que eu entendi que desabafar não resolve. Só alivia o sintoma no momento.


Mas se o seu emocional está cheio de nós invisíveis, as tretas, os dramas e a sobrecarga vão continuar se repetindo… semana após semana.


Afinal, você não está cansada de só desabafar e nunca mudar esses padrões?


Se sim, eu quero te fazer um convite:


Você passa um final de semana comigo, em uma sala do Zoom, ao vivo…


E eu te mostro, na prática, como:


✅ Identificar esses nós emocionais que te fazem repetir os mesmos padrões

✅ Quebrar esses padrões que estão travando sua vida pessoal e profissional


Ah, e tem a melhor parte:


Esses 2 dias ao vivo, com método prático em tempo real vão custar MUITO MENOS que uma sessão de terapia:


Apenas R$27 no LOTE 01 (que pode acabar a qualquer momento).


Para não perder essa chance, toque no botão e reserve seu lugar 👇

Nos vemos nos dias 30 e 31 de maio! 💚


Bjs,

O câncer pode estar no seu DNA?

 

SAÚDE


(Imagem: The Lancet)

Imagine nascer com um erro no DNA que aumenta o risco de câncer e não saber. O maior estudo genômico sobre câncer já feito no Brasil descobriu que isso acontece com 1 em cada 10 pacientes.

Como assim? Esse erro no DNA, chamado de mutação hereditária, pode passar de pais para filhos sem que ninguém saiba que existe. E histórico de câncer na família não é coincidência: pode ser sinal de que outros parentes carregam o mesmo risco.

Entre os familiares testados, quase 40% também tinham a mutação, sem ter desenvolvido nenhum câncer ainda. Pense que encontrar isso cedo permite vigilância e, em alguns casos, cirurgia preventiva.

  • Um exemplo real: O estudo encontrou casos de uma mutação que 1 em cada 300 pessoas em algumas regiões do Sul e Sudeste a carregue, sendo herança de um ancestral comum de 300 anos atrás.

O problema por trás… O Brasil tem menos de 500 geneticistas clínicos para 215 milhões de pessoas. Os pesquisadores defendem começar pelo básico, com um questionário de histórico familiar para identificar quem tem maior risco.

A diferença entre encontrar a mutação antes ou depois do tumor aparecer pode ser, literalmente, a diferença entre prevenir ou precisar tratar.