Crônicas
terça-feira, 21 de abril de 2026
Seu filho é um rebelde? Entenda os superdotados descompassados, ou compensados demais...
O Código da Inteligência: Como a Genética e a Lógica Transformam a Educação de Superdotados
O entendimento sobre a superdotação no Brasil e no mundo vive um momento de transição profunda, saindo do campo do mistério para o terreno da precisão científica. À frente dessa mudança está o Dr. Fabiano de Abreu Agrela, pós-PhD em neurociências e pesquisador com o maior volume de estudos publicados sobre o tema. Presidente da ISI Society e diretor da IIS International, Fabiano lidera o GIP (Genetic Intelligence Project), um estudo pioneiro que já conta com mais de 200 participantes superdotados e busca estimar o quociente de inteligência (QI) por meio da análise neurogenômica.
O Cérebro que Pergunta "Por Quê?"
Para um cérebro com altas habilidades, a escola muitas vezes deixa de ser um local de aprendizado para se tornar um ambiente de tédio e incompreensão. Dados recentes de observações clínicas e relatos escolares mostram que crianças superdotadas, como o caso de alunos que aos sete anos, por exemplo, já dominam conteúdos de séries avançadas, frequentemente apresentam comportamentos interpretados como "indisciplina" quando, na verdade, estão apenas entediadas.
A objetividade no trato com essas crianças deve ser didática: elas não aceitam ordens vazias. É preciso explicar o "porquê" das coisas, desde a lógica de um cálculo complexo até a necessidade rotineira de lavar as mãos. Quando a escola adapta seu ensino para uma abordagem lógica e explicativa, o resultado é uma melhora imediata no engajamento e no bem-estar emocional do aluno.
Da Rebeldia ao Laboratório: Uma Jornada Pessoal
O próprio Dr. Fabiano não esconde que sua trajetória nem sempre foi linear. "Eu era um desafio constante para os meus pais e professores, chegava a burlar regras escolares apenas porque o sistema não fazia sentido para a minha forma de processar a realidade", recorda o cientista, com a humildade de quem prefere os dados à arrogância. Essa experiência pessoal alimenta sua cautela científica; ele entende que a pressão excessiva e a disciplina rígida não funcionam com cérebros que operam em frequências distintas.
O foco do trabalho de Agrela é mostrar que a inteligência, embora influenciada pela genética, precisa de um ambiente que preze pela ética e pela moral para se desenvolver plenamente. Segundo o pesquisador, os superdotados possuem uma capacidade inata de autodesenvolvimento, desde que recebam as ferramentas lógicas corretas.
A Genética a Serviço da Sociedade
O GIP - Genetic Intelligence Project surge como o ápice dessa busca por respostas. Ao analisar como determinados genes influenciam as conexões neurais e o comportamento, a ciência deixa de apenas rotular o indivíduo e passa a oferecer um "manual de instruções" para pais e educadores.
"A nossa prioridade máxima é nos fazermos entender", explica Agrela, reforçando que o conhecimento técnico só é válido se for útil para a vida real das pessoas. Para ele, o futuro da educação de alto QI não está na cobrança por notas, mas no estímulo a uma conversa inteligente e ponderada, onde a lógica e o afeto caminham juntos.
Seu filho é um rebelde? Entenda os superdotados descompassados, ou compensados demais
Muitas vezes, o que pais e professores interpretam como uma rebeldia sem propósito é, na verdade, o sinal de um cérebro que está operando em uma frequência diferente, buscando um sentido que o ambiente ao redor não está oferecendo. Esse "descompasso" entre a capacidade cognitiva e a estrutura escolar ou familiar pode transformar crianças brilhantes em alunos desinteressados ou até desafiadores.
O Dr. Fabiano de Abreu Agrela, pós-PhD em neurociências e pesquisador com a maior quantidade de estudos publicados sobre superdotação, conhece essa realidade não apenas pelos dados, mas pela própria história. "Eu era o 'capeta' na escola, odiava aquele ambiente e chegava a burlar regras e falsificar assinaturas dos meus pais para evitar advertências", revela o cientista, que hoje preside a ISI Society (sociedade de alto QI) e dirige a IIS International. Para ele, o que faltava naquela época era a lógica; um cérebro superdotado raramente aceita uma pressão que não faça sentido ou uma instrução que não venha acompanhada de um "porquê" claro.
A Genética como Chave para o Entendimento
Atualmente, o Dr. Fabiano lidera o GIP - Genetic Intelligence Project, um estudo pioneiro que envolve mais de 200 superdotados nacionais e internacionais. O objetivo é grandioso: estimar o QI através da genética e entender como as variações neurogenômicas influenciam o comportamento e a inteligência. Esse projeto não busca apenas rotular indivíduos, mas oferecer uma base sólida, o "princípio da prova", para que as famílias saibam como lidar com esse excesso de energia mental.
A ciência observa que crianças com altas habilidades podem parecer "compensadas demais" em certas áreas, enquanto sofrem com questões sensoriais ou tédio profundo em outras. Um exemplo comum é o aluno que, aos sete anos, já domina o conteúdo de séries avançadas, mas acaba criando problemas em sala porque seu ritmo de processamento é muito superior ao que lhe é exigido.
Como equilibrar esse descompasso?
A orientação do Dr. Fabiano para os pais de filhos superdotados é baseada na cautela e na empatia intelectual:
Relaxar a pressão artificial: Um cérebro de alto QI não responde bem a ordens autoritárias sem fundamento lógico.
Focar nos pilares éticos: Enquanto o conhecimento técnico eles muitas vezes desenvolvem por conta própria, o papel dos pais deve ser o de guiar a ética, a moral e a verdade.
Priorizar o entendimento: Antes de exigir obediência, explique como o mundo funciona. Transforme a instrução em uma conversa inteligente e ponderada.
O conhecimento neurocientífico só é verdadeiramente válido quando se torna útil para a sociedade, ajudando a transformar o que antes era visto como "rebeldia" em um potencial grandioso e bem direcionado. Entender a genética e a neurociência por trás da inteligência é, acima de tudo, uma forma de acolher essas crianças e permitir que elas se desenvolvam no seu próprio tempo, com a leveza que todo aprendizado deveria ter.
segunda-feira, 20 de abril de 2026
O Circo Chegou, Respeitável Público
Nas crianças estimula o sonho e a fantasia, nos adultos reanima as emoções e resgata a paixão pela vida.
É um universo de diversões, onde impera a magia e a criatividade; um palhaço conta uma piada já pensando na outra e com alegria brota um sorriso no rosto de uma criança.
Dentre os números mais difíceis está o malabarismo, que exige muito treino dos artistas.
Tenho uma relação de amor muito grande com o Circo, porque na minha infância ele foi o instrumento de informação artística, educacional e social para mim.
Lembro-me quando o Circo chegava no Prata, era só alegria.
Ele nos fazia sair da rotina e criar uma curiosidade de conhecimento artístico e informação muito grande.
Durante sua permanência na cidade, era muito comum a meninada acompanhar o palhaço de perna de pau pelas ruas, para ganhar entrada franca nos espetáculos.
O refrão mais cantado pelos meninos era; hoje tem espetáculo tem sim senhor...hoje tem marmelada tem sim senhor...eu vou ali e volto já...vou apanhar maracujá!
Olha o sol...olha a lua...olha o palhaço no meio da rua!
Além de muita diversão os espetáculos circenses tinham sempre uma peça teatral, que nos proporcionavam um crescimento cultural muito grande.
Minha infância foi com sonhos de imaginação de criança; andar de bicicleta, jogar futebol, andar a cavalo, soltar pipas, jogar sinuquinha, jogar birosca e finca, andar de patinetes, nadar no rio prata, tomar ducha nas cachoeiras, ir aos Circos, etc.
Tivesse eu que voltar ao ponto de partida, afirmo que faria tudo de novo quanto fiz até hoje, passaria pelos mesmos caminhos.
Embalados pelos sonhos da infância, na juventude mudei os meus rumos e criei o hábito da leitura, ler bons livros é o meu divertimento principal até hoje.
Com os artistas circenses aprendemos a lição; pelo fato de viajarem muito, interagem rápido e bem com as pessoas, tratam todas elas com a devida importância, onde sua verdadeira recompensa são os aplausos.
Como se dissessem; esqueçam os sentimentos e se concentrem no modo como tratam uns aos outros.
Como as ações humanas são impulsionadas pelas consequências de comportamento, faz muitos anos que passo meu aniversário em um Circo, neste dia gosto de me presentear assistindo a um espetáculo circense.
Hoje, se ficar muito tempo sem assistir um espetáculo circense, evidente que alguma coisa vai estar faltando em minha vida.
E é algo muito importante, óbvio o Circo.
Cristóvão Martins Torres
Como seria o mundo sem as mulheres?' "seria muito triste, não teria cores" "as mulheres são o brilho do planeta"...
8M: Brasil registra recorde de feminicídios em 2025 e início de 2026 mantém quadro preocupante
Alta nos casos e avanço de julgamentos expõem limites na resposta do Estado aos casos de violência contra mulheres, avalia criminalista
Brasil, 20 Abril de 2026 — O Brasil fechou 2025 com o maior número de feminicídios desde a tipificação do crime, em 2015. Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam que 1.470 mulheres foram assassinadas por motivo de gênero no ano passado. A média é de quatro mortes por dia. No Judiciário, os processos também avançaram. O Conselho Nacional de Justiça registrou aumento de 17% nos julgamentos relacionados ao crime em 2025, somando mais de 15,4 mil decisões ao longo do ano, cerca de 42 por dia.
Os primeiros dados de 2026 mostram que o cenário segue preocupante. No Rio Grande do Sul, por exemplo, levantamentos iniciais apontam crescimento dos casos na comparação com o mesmo período do ano anterior. Para o advogado criminalista Vinicios Cardozo, os números deixam claro que o país ainda falha em interromper o ciclo de violência antes que ele alcance o desfecho mais grave. “O feminicídio quase sempre é precedido por agressões físicas, psicológicas e descumprimento de medidas protetivas. São sinais que, se enfrentados com rapidez e articulação, podem evitar a escalada da violência”, afirma.
Embora o Brasil tenha legislação considerada robusta, como a Lei Maria da Penha e a tipificação específica do feminicídio pela Lei nº 13.104/2015, o especialista ressalta que a existência da norma não garante proteção efetiva. “A lei é essencial, mas precisa funcionar na prática. Isso passa por fiscalização rigorosa das medidas protetivas, integração entre as forças de segurança e resposta imediata diante de qualquer violação”, detalha o advogado.
Cardozo pondera que o debate também envolve responsabilidade no uso dos instrumentos de proteção. “É fundamental combater a violência de gênero com firmeza, mas também preservar a correta aplicação da lei. As denúncias devem ser feitas com seriedade, distinguindo situações reais de violência de conflitos que não se enquadram nesse contexto. A banalização enfraquece mecanismos que são vitais”, explica o especialista.
Segundo o criminalista, a credibilidade do sistema está diretamente ligada à consistência das informações apresentadas. “Denúncias falsas comprometem a confiança nas instituições e desviam recursos que poderiam estar direcionados a casos de risco concreto. Isso acaba prejudicando justamente quem mais precisa de proteção. É um tema delicado, que exige responsabilidade e análise cuidadosa”, ressalta.
Além dos homicídios consumados, o país mantém índices elevados de tentativas de feminicídio e de outras formas de violência contra a mulher. Para o criminalista, a resposta estatal precisa ir além da punição. “O enfrentamento começa no primeiro registro de ocorrência e exige acompanhamento contínuo das medidas protetivas, além do fortalecimento das redes de apoio. Sem prevenção estruturada, o sistema continuará agindo depois que a violência já produziu seus efeitos mais graves”, conclui Cardozo.
Kelli Kadanus
P+G Trendmakers
E-mail: kelli@pmaisg.com.br
Site: www.pmaisg.com.br
Ao longo da minha vida, fiz, graças a Deus, muitos amigos, convivi sempre com figuras muito especiais e lamento o fato de muitos já não estarem mais por aqui.
Lúcia Ver vc nessa foto é lembrar o qto vc conseguiu superar a sua tão pesada dor, angústia, tristeza e tudo mais que envolve essa doença que te levou embora da nossa companhia. Às vezes passamos por dificuldades tão menores e ficamos nos sentindo pequenos e incapazes de superar mas temos vc como nosso maior exemplo e qto mais o tempo passa , mais te valorizamos, mais te amamos... Nesses seis anos da sua partida, já que não podemos te abraçar pessoalmente, receba o nosso abraço de mto amor e mta saudade, através de nossas orações:
Rayne Almeida - Um certo Galileu
Morena Cor de Jambo
Ela chegava sempre antes da aula começar.
Elegantemente vestida com seu uniforme azul marinho. Saia curta, cabelos bem penteados. Impecável como sempre.Nunca a vimos brava e insatisfeita, era sempre solícita e muito alegre.Criada nos bons princípios da tradicional família, tinha um coração cheio de bondade, um verdadeiro reduto de pureza.A todos encantava pela sua inteligência, beleza e educação, razão pela qual era muito querida pelos colegas e pelos professores.Cabelos encaracolados e olhos escuros faziam de sua figura morena uma das mais elegantes alunas daquele educandário.Olhos miúdos e muito vivos, tinha um ar de felicidade que parecia tornar ainda mais belo o seu já belo rosto.A pele tão densamente morena e os traços equilibrados e firmes revelavam não só suas características físicas, mas também o caráter de sua personalidade.Nos lábios tinha sempre um sorriso, que parecia dizer: não há nada de especial na minha vida.Quando um professor pedia para ela ir ao quadro negro explicar um exercício, todos na sala prestavam a máxima atenção, hipnotizados pelo que estavam vendo, parecendo estar diante de um cenário inusitado.Sua explicação era sempre correta.Suas notas eram sempre as melhores da classe.As aulas eram participativas, todos construíam seu espaço, não tínhamos hierarquia de cargos, a participação era geral.
Todos alunos em alternância, iam até o quadro negro, explicar o que entenderam da matéria dada pelo professor, fazendo com isso que as aulas fossem participativas e bastante interessante.
Nossa sala de aula era diferente, não era asfixiante, porque éramos aprendizes e mestres.
Compartilhávamos com os colegas, enriquecendo mutuamente.
Como para um adolescente daquela época tudo era muito desconhecido, tento descobrir hoje o segredo daquela situação; porque dentre tantas alunas na sala de aula, apenas uma chamava atenção?
Hoje não sei dela, mas outro dia tive a impressão de tê-la encontrado.
Frente às intempéries da vida, a situação era outra, bem diferente daquela vivida na escola.
Seus olhos não brilhavam como antes; no seu rosto as marcas do tempo eram visíveis e sua expressão era outra.
Apesar da precária situação da escola pública e dos discursos que tentam desacredita-la, é possível vê-la de outro modo, lembrando fatos que aconteceram na época e tendo outro ponto de vista.O ambiente na sala de aula era construído por valores e muito respeito entre os alunos.
É muito bom quando lembramos de fatos acontecidos no tempo escolar e temos saudades da época estudantil.O tempo vai passando e deixando um rastro de marcas e saudades, de uma distante época de estudante que está guardada em algum canto dentro da alma da gente.
Cristóvão Martins Torres
Todos alunos em alternância, iam até o quadro negro, explicar o que entenderam da matéria dada pelo professor, fazendo com isso que as aulas fossem participativas e bastante interessante.
Nossa sala de aula era diferente, não era asfixiante, porque éramos aprendizes e mestres.
Compartilhávamos com os colegas, enriquecendo mutuamente.
Hoje não sei dela, mas outro dia tive a impressão de tê-la encontrado.
Frente às intempéries da vida, a situação era outra, bem diferente daquela vivida na escola.
Seus olhos não brilhavam como antes; no seu rosto as marcas do tempo eram visíveis e sua expressão era outra.
Apesar da precária situação da escola pública e dos discursos que tentam desacredita-la, é possível vê-la de outro modo, lembrando fatos que aconteceram na época e tendo outro ponto de vista.
É muito bom quando lembramos de fatos acontecidos no tempo escolar e temos saudades da época estudantil.
Cristóvão Martins Torres
Arquitetura sensorial transforma ateliê de pães e doces em refúgio urbano de experiência
Em Balneário Camboriú, a Caramelia Atelier de Pães e Doces aposta em luz, natureza e materialidade para proporcionar um ambiente de pausa e descanso
Brasil, Balneário Camboriú -- 20 Abril de 2026 – Em um movimento que ganha força nas grandes cidades em todo o mundo, espaços gastronômicos deixam de ser apenas pontos de consumo rápido para se tornarem ambientes de permanência e experiência. É nesse contexto que a Caramelia Atelier de Pães e Doces, em Balneário Camboriú (SC), estruturou sua loja por meio de um projeto encantador que une arquitetura, luz e natureza, criando um refúgio urbano acolhedor e contemporâneo.
Assinado pelo escritório curitibano Spuma Studio, o projeto arquitetônico reflete uma abordagem contemporânea da arquitetura, que prioriza experiências sensoriais e uma linguagem mais autoral. De acordo com o arquiteto responsável pelo projeto, Thiago Tanaka, o espaço de 200m² foi planejado pensando em um convite para a pausa, valorizando o tempo, o encontro e o ritual do pão e doces artesanais, com capacidade para receber 40 pessoas. “O projeto parte de uma linguagem minimalista e atemporal, explorando tons neutros, texturas naturais e uma paleta suave que remete à farinha, ao trigo e ao calor do forno, traduzindo na arquitetura os princípios da panificação artesanal: tempo, cuidado e simplicidade”, destaca Thiago.
O resultado acompanha uma tendência crescente no setor: ambientes que não competem com o produto, mas o potencializam. “Na Caramelia, o design atua como extensão da experiência gastronômica, convidando o público a desacelerar e ressignificar momentos simples do dia a dia”, explica. O balcão monolítico em mármore branco contrasta com a leveza das luminárias em fibra natural suspensas sobre o atendimento, criando um equilíbrio entre solidez e delicadeza. Já a fachada e as divisórias internas são marcadas por um painel perfurado com aberturas circulares, elemento que filtra a luz natural e projeta desenhos orgânicos ao longo do dia.
“O encontro com a natureza é marcado por uma árvore central, que organiza o espaço e cria o eixo do projeto. Reforça a sensação de acolhimento. O mobiliário em madeira clara, de desenho leve e linhas curvas, complementa a atmosfera serena e reforça o caráter artesanal da marca”, ressalta Thiago. “O Caramelia é o espaço perfeito para quem quer saborear pães, doces e cafés em um ambiente intimista”, completa o arquiteto.
A Caramelia Atelier de Pães e Doces funciona na Rua 2480 (n° 93 – Sala 5), em Balneário Camboriú, nas segundas, das 14h às 18h, e de terça a sábado, das 9h às 18h30. Mais informações no perfil oficial do empreendimento no Instagram: @caramelia.doce.
SPUMA - Fundado pelos arquitetos Guilherme Belotto, Camille Scopel e Thiago Tanaka, o escritório construiu ao longo da última década um portfólio consistente, com projetos residenciais, comerciais e corporativos que se destacam pela linguagem sofisticada, atenção aos detalhes e abordagem estética refinada. Com experiências acumuladas em diferentes escalas e tipologias, os sócios consolidaram uma atuação marcada pela combinação entre técnica, sensibilidade e leitura contemporânea do morar e do viver. Para mais informações, acesse o site https://www.spuma.studio ou o perfil oficial no Instagram: @spuma.studio.
Eduardo Betinardi
P+G Trendmakers
E-mail: eduardo@pmaisg.com.br
Site: www.pmaisg.com.br