Crônicas
sexta-feira, 15 de maio de 2026
"Estou com saudades do Cajueiro, acho que está bem próximo uma visita em Natal" : A visita é organizada e costuma durar cerca de 1 hora. Você pode caminhar pelas passarelas suspensas e passarelas internas que passam "por dentro" do gigante vegetal, além de subir em um mirante que oferece uma vista panorâmica de toda a extensão da copa...
Em um Tour pelo Nordeste, Blogueiro visita o Maior Cajueiro do Mundo, em Natal
Um dos principais cartões postais de Natal.
Localizado na praia de Pirangi do norte, em Parnamirim.
Cajueiro cobre uma área de 9000 metros quadrados.
O cajueiro foi plantado em 1888 por um pescador.
É aberto todos os dias da semana, das 7h30 às 17h30.
Sua importância biológica, atrai visitantes do mundo inteiro.
O cajueiro recebe cerca de 300 mil visitantes por ano.
Guinness Book “O Livro dos Recordes”, em 1994, Maior cajueiro.
*CHICO… O CATECISMO, ÀS SOMBRAS DO ABACATEIRO* Conto
*CHICO… O CATECISMO, ÀS SOMBRAS DO ABACATEIRO*





Vestibular: Devo começar pelas questões fáceis ou difíceis? Confira
Na hora da prova, muitos estudantes enfrentam a mesma dúvida: é melhor começar pelas questões fáceis para ganhar confiança ou ir direto nas difíceis para garantir mais pontos? A resposta, segundo especialistas e candidatos experientes, envolve estratégia e autoconhecimento.
Para o jovem aprovado 18 vezes em vestibulares, Caio Temponi, a ordem das respostas não deve ser aleatória.
“A ordem de respostas em provas precisa ser estratégica para que você extraia o melhor da sua capacidade, mas tudo depende da forma como você funciona melhor, cada pessoa possui o seu ritmo”, afirma.
Por que a ordem importa?
Em provas mais extensas, como vestibulares tradicionais e exames nacionais, o gerenciamento de tempo é um dos fatores mais decisivos. Gastar minutos preciosos em uma questão complexa logo no início pode comprometer o desempenho geral.
Quando o candidato começa por perguntas muito difíceis, há maior risco de desgaste mental precoce, o que pode afetar concentração e confiança.
Vantagens de começar pelas fáceis
Responder primeiro as questões consideradas mais simples pode trazer benefícios importantes:
• Geração de confiança logo no início;
• Acúmulo rápido de pontos;
• Melhor controle do tempo;
• Redução da ansiedade.
De acordo com Caio Temponi, esse método ajuda a “aquecer o cérebro” antes de enfrentar desafios maiores pela frente na prova.
“Quando você resolve as questões que domina, ganha ritmo e tranquilidade para encarar as mais complexas depois”, explica.
E quando começar pelas difíceis faz sentido?
Em alguns casos, pode ser estratégico iniciar pelas matérias em que o candidato tem maior domínio, mesmo que as questões sejam consideradas difíceis para a maioria.
“O importante não é o nível da questão em si, mas o seu nível de domínio sobre aquele conteúdo”, ressalta Caio Temponi.
Se determinada disciplina é o ponto forte do estudante, pode ser mais vantajoso resolvê-la primeiro, aproveitando o momento de maior energia mental.
Uma técnica bastante utilizada é dividir a prova em três etapas:
- Primeira passada rápida para responder as questões fáceis;
- Segunda rodada para as médias;
- Último momento dedicado às difíceis ou às que exigem mais cálculo.
Essa abordagem evita que o candidato fique “preso” em uma única pergunta durante muito tempo e acabe perdendo o ritmo de funcionamento.
Autoconhecimento é chave para o bom desempenho
Cada estudante possui ritmo e perfil próprios. Alguns rendem mais no início da prova, outros mantêm estabilidade até o final. Testar estratégias em simulados é fundamental para descobrir o que funciona melhor.
“Vestibular não é só conteúdo, é estratégia. Quem treina a forma de fazer prova aumenta muito as chances de sucesso. No fim, a escolha entre começar pelas fáceis ou difíceis deve ser baseada em planejamento prévio, prática e controle emocional. Em um cenário competitivo, detalhes estratégicos podem fazer toda a diferença no resultado final”, afirma Caio Temponi.
Caio Temponi é um jovem de 17 anos, pesquisador pelo CPAH - Centro de Pesquisa e Análise Heráclito - mentor e palestrante com altas habilidades. Foi aprovado em 1º no vestibular da EPCAR aos 12 anos, aos 13, em Medicina, totalizando 5 aprovações, também em Direito na UFRRJ, aos 14 anos, foi aprovado no ITA, um dos maiores vestibulares do Brasil, totalizando 18 aprovações como o mais jovem do Brasil, o que lhe renderam 2 títulos no Livro dos Recordes. Além disso, Caio é membro da Intertel, sociedade de pessoas com QI acima de 99 de percentil.
Parceria entre Brasil, Portugal e Angola cria ponte científica inédita para pesquisadores africanos
Iniciativa liderada pelo CPAH e o grupo angolano Foco Saúde visa internacionalizar a produção acadêmica de Angola através de periódicos europeus e brasileiros de alto impacto.
A produção científica africana enfrenta um obstáculo histórico: a dificuldade de acesso a canais internacionais de publicação. Para romper esta barreira, o CPAH (Centro de Pesquisa e Análises Heráclito), coordenado pelo neurocientista Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues, firmou uma parceria estratégica com o Foco Saúde, o maior canal de saúde de Angola, vinculado a uma ampla rede de laboratórios, hospitais e órgãos de imprensa.
O projeto abre as portas para que estudantes e pesquisadores angolanos publiquem seus estudos em dois periódicos internacionais de prestígio: o CPAH Scientific Journal, sediado em Portugal, e o Open Minds International Journal, no Brasil.
Democratização e Rigor Científico
A iniciativa surge em um momento em que Angola carece de revistas científicas próprias com projeção global. O objetivo central é oferecer suporte metodológico e editorial para que o conhecimento gerado em solo africano, em áreas como epidemiologia, saúde pública e neurociência, ganhe visibilidade na Europa e na América Latina.
CPAH Scientific Journal: Baseado em Portugal, o periódico possui ISSN 3051-8393 e DOI (10.66741), seguindo rigorosos critérios e padrões de excelência da União Europeia.
Open Minds International Journal: No Brasil, a revista detém a classificação Qualis A4, garantindo reconhecimento acadêmico e validade curricular para os autores.
Integração Global
Segundo o Dr. Fabiano de Abreu, o potencial intelectual na África é elevado, mas muitas vezes carece de estrutura de internacionalização. “Quando criamos pontes editoriais entre Angola, Portugal e Brasil, aumentamos a circulação do conhecimento e fortalecemos a presença africana na produção científica internacional”, afirma o neurocientista.
A parceria vai além da publicação. O CPAH atuará na orientação de autores sobre estrutura científica, linguagem técnica e adaptação aos critérios editoriais internacionais. O foco é garantir que o pesquisador angolano não apenas publique, mas que seu trabalho siga os princípios de confiabilidade e ética científica, protegendo a produção contra o avanço de práticas editoriais fraudulentas.
Impacto e Futuro
O fortalecimento da pesquisa científica em Angola é visto por especialistas como um motor para indicadores acadêmicos nacionais e futuras cooperações internacionais. Com o suporte do grupo Foco Saúde, que detém grande parte do mercado laboratorial e de saúde no país, o projeto espera atrair estudos sobre doenças infecciosas, genética populacional e impactos emocionais das transformações econômicas no continente.
O CPAH continua a integrar pesquisadores de diferentes países, consolidando-se como um polo de fomento à inteligência humana e saúde mental através da disseminação séria e acessível do conhecimento.
O câncer pode estar no seu DNA?
SAÚDE | ||
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Imagine nascer com um erro no DNA que aumenta o risco de câncer e não saber. O maior estudo genômico sobre câncer já feito no Brasil descobriu que isso acontece com 1 em cada 10 pacientes. | ||
Como assim? Esse erro no DNA, chamado de mutação hereditária, pode passar de pais para filhos sem que ninguém saiba que existe. E histórico de câncer na família não é coincidência: pode ser sinal de que outros parentes carregam o mesmo risco. | ||
Entre os familiares testados, quase 40% também tinham a mutação, sem ter desenvolvido nenhum câncer ainda. Pense que encontrar isso cedo permite vigilância e, em alguns casos, cirurgia preventiva. | ||
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O problema por trás… O Brasil tem menos de 500 geneticistas clínicos para 215 milhões de pessoas. Os pesquisadores defendem começar pelo básico, com um questionário de histórico familiar para identificar quem tem maior risco. | ||
A diferença entre encontrar a mutação antes ou depois do tumor aparecer pode ser, literalmente, a diferença entre prevenir ou precisar tratar. |
Identificar esses nós emocionais que te fazem repetir os mesmos padrões


