sábado, 3 de outubro de 2026

 

A última viagem de minério para o britador na Mina de Capanema



Quando foi iniciada a operação da Mina de Capanema, eu estava com o motorista, do primeiro caminhão fora de estrada a bascular no britador..
Deus quis que quando do encerramento das atividades da Mina de Capanema eu novamente estivesse com o motorista do caminhão fora de estrada, na última viagem a ser basculada no britador..
Após a última viagem, depois de duas décadas, eu reuni a turma e dei às atividades por encerradas, na Mina de Capanema..
Esse vídeo que recebi da Vale retrata a última viagem de minério da Mina de Capanema..
Aquele dia foi de muita emoção, passou uma fita na minha cabeça, depois de tantos anos na mineração.

MSG

Na mineração em que trabalhei tive a oportunidade de vivenciar, na década de 90, a implantação de um programa de qualidade total com ferramentas de gestão e métodos de trabalho desenvolvidos no Japão.
Foi um dos fatos de maior influência cultural nas empresas brasileiras nos últimos tempos.
O modelo de pensar e agir no ambiente de trabalho sofreu grandes mudanças e a busca de inovação passou a ser o principal desafio.
As pessoas foram envolvidas em um período de muito treinamento e logo tomaram consciência de que o aspecto humano da qualidade é a essência dessa filosofia de administração.
E cada um tem que estar apto a dar o melhor de si na execução de uma tarefa.
Isso significa que as pessoas são desafiadas em sua competência e inteligência para almejar o crescimento do seu nível de capacitação profissional.
O primeiro passo é enxergar que a qualidade pessoal representa um dos valores mais importantes da vida.
E que há sempre uma distância significativa entre a qualidade desejada, e que deve ser perseguida em nossa jornada da vida, e aquela que a gente expressa no comportamento do dia a dia.
A sabedoria está em aprender o caminho para chegar lá, e seguir sempre nessa direção.
Um estudo da força de trabalho no país revelou que grande parte dos entrevistados admitiram que poderiam ser mais eficientes do que estavam sendo no momento, mas se davam satisfeitos com o nível bom, o suficiente para lhes garantir o emprego.
Acontece que o mundo atual procura por uma mão de obra que vá além do desempenho comum, e que seja excelente naquilo que pode fazer.
Aquele que não seguir essa evolução vai perder espaço no mercado de trabalho.
Por outro lado, aquele que melhorar a sua qualidade pessoal ganha em valorização profissional, diminui os erros, inspira a confiança dos clientes e cria condições para realizar os desejos pessoais e da família.
Isso vale para o prestador de serviços autônomos e para quem trabalha numa pequena loja, em uma empresa ou em um órgão público.
Para se ter uma ideia do que se pode alcançar com a aplicação dos conceitos de qualidade total em uma organização, cabe citar que durante vários anos, depois da segunda guerra mundial, os produtos manufaturados do Japão eram depreciados em razão da baixa qualidade.
E foi a prática da qualidade total nas empresas que ajudou a impulsionar a indústria do país e tornou-se um fato importante para conquistar a confiança dos produtos japoneses no mercado mundial.
E com a revitalização da economia japonesa, o conceito de qualidade total foi difundido para o mundo inteiro.

Cristóvão Martins Torres

Meus vinte anos na MSG

Em agosto de 2002, a Diretoria da MSG (Minas da Serra Geral) conferiu a mim e a outros colegas uma homenagem pela "dedicação profissional e pessoal" prestada em duas décadas de serviços na empresa. Abaixo a foto da placa que me homenageou e do Diretor da Kawasaki Steel, empresa japonesa, sócia da MSG, me entregando a homenagem.


Sinto-me honrado por ter recebido esta homenagem; dever cumprido.
Quando de meus 20 anos na MSG


A MSG chegou ao seu último ano em 2003.
O Tempo passou!
A Vale construiu novas instalações para reativar a produção de minério em 2025.
A aurora que veio depois do crepúsculo da Mina, simboliza a importância do projeto Capanema / Timbopeba, nos planos da Vale.



Proposta de extensão universitária, ainda sem resultados medidos, combina estudo diário, revisão a cada 21 dias e redução gradual da tradução.

Quem começa a estudar inglês costuma recorrer à tradução a cada frase. Uma proposta de extensão universitária inverte a ordem: o participante lê primeiro o texto em inglês e só consulta a versão em português quando não consegue entender.

O inglês segue como língua central para circular conhecimento, acessar publicações científicas e abrir oportunidades de estudo e trabalho, mas cursos regulares nem sempre estão disponíveis ou cabem na rotina de adolescentes e adultos.

De acordo com uma investigação compartilhada pela revista Qualis A Open Minds (propriedade intelectual e científica do CPAH, o Centro de Pesquisa e Análises Heráclito, sob gestão técnica da Editora Atena), a proposta foi sistematizada por Juan Eduardo Chaves Rodriguez e Umberto Crisafulli, do Instituto de Saúde e Biotecnologia da Universidade Federal do Amazonas, a partir de orientações de ensino de Crisafulli para um curso organizado em 143 lições.

Já existem resultados?

Ainda não. O artigo é uma proposta metodológica e não traz dados de participantes, datas de aplicação nem ganhos medidos. Por isso, nenhum benefício é atribuído ao método. Os próprios autores indicam que a seção de resultados esperados deve ser substituída por dados empíricos caso a iniciativa seja aplicada.

Como seria o curso?

Público: adolescentes a partir de 15 anos e adultos com inglês iniciante ou básico, da comunidade externa e da universitária.
Duração: 24 semanas, cerca de seis meses, com estudo diário.

Materiais: 143 lições liberadas às quintas, em blocos de sete. Cada lição traz texto em inglês, versão de apoio em português, notas breves e exercício ou leitura complementar.
Rotação: o conjunto ativo cresce de sete para 14 e depois para 21 lições nas três primeiras semanas. Da quarta em diante, sete entram e sete saem, de modo que cada lição fica 21 dias em circulação.

Apoio: encontro semanal, presencial ou online, com tutor.

A rotina diária inclui ler o texto em inglês procurando personagens, ações e relações entre as frases, consultar o português apenas quando a compreensão geral falha, reler a lição de gramática, a lição 7, a cada três dias e anotar palavras desconhecidas com a frase e um significado provável. O tutor confirma ou corrige a hipótese no encontro semanal. Depois de cerca de 50 lições, os participantes reconstroem trechos anteriores, oralmente ou por escrito.

De onde vem a ideia?

A proposta se inspira no método Assimil, que organiza o estudo em uma fase inicial de contato repetido e outra de ativação. Segundo o artigo, a adaptação não reproduz o produto comercial: amplia o número de lições, cria a rotação de três semanas e acrescenta tutoria, registros de aprendizagem e avaliação educacional. Os materiais devem ser originais, autorizados, de domínio público ou licenciados.

No marco brasileiro, a extensão universitária integra ensino, pesquisa e interação com a sociedade, conforme a Resolução CNE/CES n.º 7/2018. Por isso, a iniciativa prevê consulta aos participantes sobre objetivos, tempo disponível e temas de interesse.

Por que 21 dias?

Os autores afirmam que o ciclo de 21 dias é uma escolha pedagógica, e não um limite biológico. Eles rejeitam a ideia de que três semanas produzam, por si só, plasticidade neural. Citam um estudo que encontrou mudanças em áreas cerebrais ligadas à linguagem e à memória após três meses de estudo intensivo de língua estrangeira, o que não define um prazo de 21 dias, e outro sobre formação de hábitos, em que o tempo variou de 18 a 254 dias conforme a pessoa.
A base para a repetição distribuída é uma metanálise de 98 tamanhos de efeito, em 48 experimentos e com 3.411 participantes: a prática espaçada tende a favorecer a aprendizagem de segunda língua em comparação com a concentrada, com efeito que varia conforme o objetivo e os intervalos.

Como o projeto pretende medir o que funciona?

A avaliação prevista combina testes antes e depois da intervenção, com tarefas equivalentes mas não idênticas, leitura cronometrada nas semanas 1, 10, 18 e 24, produção oral e escrita, diários de estudo e a percepção dos participantes. Uma medida de vocabulário será repetida quatro semanas depois do curso.

A expectativa de compreensão mais direta por volta da lição 70 é tratada como marco de observação, e não como resultado garantido. Os autores também esclarecem que concluir as 143 lições não corresponde automaticamente a um nível do Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas.

Que cuidados estão previstos?

Acompanhamento do tutor para sinais de sobrecarga, com alternância entre leitura completa e revisão focada

Retomada no dia seguinte quando houver falta, sem acumular o trabalho em uma única sessão

Adaptações como áudio, letra ampliada, textos segmentados e tempo extra para quem tem menos escolaridade, dificuldades de leitura, deficiência visual, acesso digital limitado ou maior ansiedade

Leitura de textos externos graduados, escolhidos com o tutor, depois da consolidação do nível básico

Sobre a publicação: o estudo integra o volume 2, número 16, de 2026, da Open Minds International Journal, revista Qualis A de propriedade intelectual e científica do CPAH, o Centro de Pesquisa e Análises Heráclito. A Editora Atena atua como gestora técnica e administradora do ISSN e é parceira comercial da revista mediante royalties, sem ser dona do periódico. DOI: https://doi.org/10.22533/at.ed.515721626170811


Erre Soares
MF Press Global




 

Pamela Magalhães - Não adianta fugir, você sofrerá rejeição






  Zé Bettio - Clássicos sertanejos - Volume 1






"Recomendo, bom passeio para final de semana"


Fazenda da Vargem, muito bem cuidada...Parabéns a prefeitura de Nova Era, juntamente com o patrimônio municipal...Grandes lembranças de uma época que não volta mais, mas continua viva nos nossos corações...Muitas energias boas...Uma relíquia para a cidade de Nova Era, óbvio, para todos os familiares, também...Muito orgulho, como familiar, em fazer parte dessa linda história...Muito gratificante em ver a Fazenda da Vargem bem cuidada e muito visitada por turistas de toda parte do país...O livro de assinaturas de visitantes, na entrada da fazenda mostra isso, muito visitada por turistas o ano todo....

 




Blogueiro por São Paulo em Tour Cultural (Museu da Língua Portuguesa)




Liechtenstein, um Minusculo Principado no Centro da Europa

No inverno, o país atrai quem gosta de esquiar, pois de dezembro a março, os Alpes ficam cobertos de neve. Nos outros meses a temperatura fica mais amena e convida àqueles que gostam de fazer trilhas caminhando ou de bicicleta. A época mais quente vai de julho a setembro.






Liechtenstein, entre a Áustria, a Leste e a Suíça a Oeste

Encravado nos Alpes , entre a Áustria, a leste e a Suíça a oeste...
Sua capital é Vaduz...
País pequeno que tem uma área de 160 km quadrados e uma população de 40.000 habitantes...




Se você viajar para a Suíça tem que conhecer Liechtenstein! O 4º menor país da Europa também faz fronteira com a Áustria e é cercado pelos Alpes. A moeda oficial do país é o Franco Suíço e o idioma o Alemão. Caso você nunca tenha ouvido falar de Liechtenstein, aqui vai uma lista de 10 curiosidades sobre o local:

1. A população total do país é de menos de 40 mil habitantes. Sua maior cidade, Schaan, tem menos de 5.800 habitantes.

2. É possível alugar o país (sim, você leu certo!) por US$ 70.000 por noite. O rapper Snoop Dogg tentou alugar o país para um vídeo mas não foi autorizado porque não confirmou com antecedência.

3. O número de empresas e comércio registrados em Liechtenstein é maior que o seu número de habitantes, principalmente porque as taxas são muito mais reduzidas que outros países europeus.

4. A maioria dos habitantes do país não tranca as portas devido ao baixo índice de criminalidade. O último assassinato no país, entretanto, ocorreu em 2014, quando um habitante local matou um banqueiro depois de perder uma fortuna de mais de 200 milhões de Reais (53 milhões de Francos).

5. Assim como Mônaco, Liechtenstein é um Principado e tem uma família real. A realeza de Liechtenstein vive no Castelo de Vaduz, na capital do país.

6. Liechtenstein é considerado um paraíso fiscal. Em uma tentativa de melhorar sua transparência em relação à taxas, assinou um acordo com os Estados Unidos.

7. Liechtenstein não possui exército.

8. Por ser cercado por montanhas, Liechtenstein é perfeito para a prática de esportes de inverno.

9. Cerca de 50 mil turistas visitam Liechtenstein por ano, o que é maior que sua população local.

10. Atrativos culturais  como castelos e museus são os mais visitados por turistas.

A máxima "tamanho não é documento" se ajusta com perfeição a Lichtenstein. Minúsculo e poderoso. É um dos países mais ricos do mundo. Produz excelentes vinhos e queijos. É governado por um monarca durão que mora do topo de uma colina, num castelo gótico. Famoso por ser um paraíso fiscal. Já conseguiu conquistar muitas medalhas olímpicas nas edições de inverno dos jogos.






Visita ao Castelo de Chambord no Vale do Loire

Localizado no vale do Loire a 200 Km de Paris.
O castelo de chambord, possui a arquitetura que fez dele o castelo de todos os exageros.
Com 156 metros de comprimentos, 56 metros de altura, 77 escadas, 282 chaminés e 426 divisões.
Contudo, apesar de suas dimensões colossais, o castelo seduz sempre pela sua beleza, graça e pelo seu equilíbrio.
A sua ornamentação é uma das obras-primas da renascença francesa.
Está inscrito na lista do patrimonio mundial da unesco.
O vale do Loire, onde ele está localizado, é uma das regiões mais bonitas da França.





Castelo de Chambord, no Vale do Loire.
Nesse Castelo foram gravados alguns capítulos de uma novela da globo.