sexta-feira, 2 de outubro de 2026

*NO CONVÍVIO DO CRISTO*'... *Mensagem do livro: Palavras de Vida Eterna* ... *Emmanuel Chico.*

 



*NO CONVÍVIO DO CRISTO*'


      " *Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."*
      *Paulo(II Coríntios, 5.17)*

      *Mensagem do livro: Palavras de Vida Eterna*
       *Emmanuel Chico.*

       *Parte 1/2*

      É comum ouvirmos a cada passo observações de companheiros desacordados e abatidos,...

       A fixarem emoções e pensamentos em pessimismo e azedume, qual se acalentassem espinheiros e charcos submersos neles mesmos.

       Respiram e caminham, transportando consigo enorme submundo de mágoas e desilusões,  deixando, onde pisem, escuro rastro de fel.

      Falam de experiências dolorosas da própria vida íntima,...

       Empregando mil frases tortuosas e contundentes no apontamento que poderiam encaixar em algumas poucas palavras claras e simples.

       Dramatizam desencantos.

       Reconstituem doenças passadas, com a volupia de quem lhes procura o indesejável convívio.

        Queixam-se de ingratidões.



 

Sonho na adolescência realizado : "Onde o amor e a simplicidade nos leva ao inesperado...Publicar um livro"... Sonho sem ação é apenas um pensamento ..."Minhas conquistas são pequenas para o mundo, mas grandes para mim"...Só Alegria...Só Alegria...

 


livrarias 




UM SONHO QUE VIROU LIVRO! Meu amigo e colaborador do jornal Tribuna do Prata por muitos anos, Cristóvão Martins Torres, de São Domingos do Prata , acaba de realizar um grande sonho: o lançamento do seu livro. Uma obra que reúne muitas histórias bonitas, lembranças e experiências que certamente vão tocar o coração de quem tiver a oportunidade de conhecer esse trabalho. Parabéns, Cristóvão! Que este livro seja apenas o começo de muitos outros capítulos dessa bonita história. 
 
               Robson Machado / Jornalista
                  




Imagem da infância

 Pássaros


A minha infância via um garoto
Via amigos como garotos também
Percebo que não eram só garotos
Era apenas um pássaro com outros pássaros
Que eram garotos.

Brincávamos na rua como numa floresta
Brincando criando seus caminhos
Certos ou não.

Igor Gonsalves(Poeta)


O Poeta Ivan Junqueira escreveu: A Flor Amarela, que diz assim; "Atrás daquela montanha tem uma flor amarela / dentro da flor amarela / o menino que você era / porém, se atrás daquela montanha não houver a tal flor amarela, / o importante é acreditar / que atrás de outra montanha / tenha uma flor amarela  / como o menino que você era / guardado dentro dela".


 

Mantida condenação de empresa do agronegócio e empresário por assédio eleitoral e dano moral coletivo no contexto das eleições de 2022

Os julgadores da Oitava Turma do TRT-MG, por unanimidade, rejeitaram o recurso de uma empresa de agronegócios e de seu sócio, confirmando a sentença que os condenou ao pagamento de R$ 100 mil por danos morais coletivos, bem como a não praticarem certas condutas consideradas ilegais (obrigações de não fazer), sob pena de multa.  A condenação decorre de práticas configuradas como assédio eleitoral durante o período das eleições presidenciais de 2022.

A decisão decorreu de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), relatando que foi recebida denúncia pela Procuradoria do Trabalho de Patos de Minas/MG de que os réus estavam coagindo empregados a votarem em um candidato específico, sob ameaça de perda de emprego e com promessas de vantagens, como 14º salário. Conforme noticiado, apesar da expedição de “notificação recomendatória”, houve nova denúncia de que a empresa adesivou sua frota com propaganda política e que o sócio majoritário fez reuniões e utilizou vídeos em redes sociais para pressionar empregados a apoiar o candidato de sua preferência.

Fundamentação da decisão

Segundo pontuado pelo relator, desembargador José Nilton Ferreira Pandelot, o pluralismo político está previsto no artigo 1º da Constituição da República como um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito. Por sua vez, os artigos 3º, 5º e 7º da Constituição estabelecem os direitos individuais e fundamentais nos quais se sustenta o Estado Democrático de Direito, assegurando a igualdade, a dignidade da pessoa humana, a soberania do povo, a sua liberdade de expressão, além de reprimir discriminações das mais variadas esferas, inclusive as relacionadas à liberdade de convicções e de pensamento político. A Resolução CSJT nº 355/2023, por sua vez, dispõe que se configuram práticas de assédio eleitoral atos de coação, intimidação ou manipulação que visem influenciar a orientação política no âmbito das relações de trabalho.

No caso, vídeos apresentados no processo, publicados no Facebook, mostraram mensagens diretas do réu aos empregados, vinculando o futuro da empresa e a manutenção de seus empregos à vitória de um determinado candidato nas eleições presidenciais de 2022. O desembargador destacou que a conduta configura tentativa de interferência nas convicções políticas individuais dos empregados, ferindo direitos constitucionais fundamentais, como a liberdade de escolha e a dignidade dos trabalhadores. Segundo o julgador, a conduta foi agravada pela posição de poder dos réus, que se aproveitaram da vulnerabilidade econômica dos empregados para exercer pressão política.

De acordo com o relator, mesmo que não se tenha notícia de penalidades aplicadas aos empregados em razão de divergência política, ficou evidente a intenção dos réus em direcionar votos ao candidato de sua preferência, o que é suficiente para a caracterização do assédio eleitoral.

Impactos e consequências

Conforme constou da decisão, o respeito ao exercício do voto e à formação de convicção política de forma autônoma e livre, em qualquer ambiente e, em específico, no ambiente de trabalho, é condição essencial ao desenvolvimento da soberania de um povo e à garantia da cidadania e à efetividade dos direitos transindividuais.

Segundo asseverado, qualquer tipo de ingerência particular objetivando o controle da liberdade política individual, como ocorreu no caso, faz presumir o dano, não só ao trabalhador coagido, mas com extensão à coletividade. Ao manter a condenação ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, o relator reforçou a importância de medidas punitivas e pedagógicas para repelir práticas de assédio eleitoral. De acordo com o entendimento adotado na decisão, o dano configurado transcende o indivíduo e atinge a coletividade, prejudicando valores essenciais ao Estado Democrático de Direito, como a liberdade política e o respeito ao sufrágio universal. O valor da indenização, de R$ 100 mil, foi mantido, considerando o caráter punitivo e pedagógico, bem como a capacidade econômica dos réus. Além da indenização, a decisão confirma a obrigação dos réus de evitar qualquer prática similar, sob pena de novas multas.

Contexto social

O relator observou que a empresa possui grande relevância econômica e social na pequena cidade de Lagoa Formosa/MG, onde está localizada. Ele ponderou que, no caso, os empregados em grande maioria são trabalhadores braçais, quando a subordinação jurídica própria da relação de emprego ainda é mais acentuada. Nesse contexto, explicou o desembargador, ocorre uma maior sujeição dos empregados frente ao poder do empregador, justamente devido à dependência econômica e social, principalmente na realidade de uma pequena cidade como aquela em que ocorreram os fatos narrados.

O TRT-MG negou seguimento ao recurso de revista. Após o pagamento da dívida trabalhista, o processo foi arquivado definitivamente.

Assédio eleitoral: quando o trabalho é usado para pressionar a escolha do eleitor

Pressões, ameaças e promessas de vantagens relacionadas ao voto podem violar a liberdade de escolha e gerar consequências nas esferas trabalhista e eleitoral. O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza uma posição de poder ou influência, especialmente no ambiente de trabalho, para tentar interferir na liberdade de escolha política de outra pessoa. Entre as situações que podem caracterizar a prática estão ameaças de dispensa ou de prejuízos profissionais, promessas de benefícios vinculadas ao voto, exigência de participação em atos de campanha, constrangimento para usar camisetas ou símbolos de determinado candidato e perseguição em razão de posicionamento político. A prática atinge um direito fundamental: o voto livre e secreto. O Código Eleitoral também prevê como crime usar violência ou grave ameaça para obrigar alguém a votar ou deixar de votar em determinado candidato ou partido.

A preocupação com o problema aumentou nos últimos ciclos eleitorais. O combate ao assédio eleitoral envolve a preservação simultânea da liberdade de voto e de um ambiente de trabalho livre de constrangimentos políticos. Empregadores podem manifestar suas próprias preferências políticas, mas não podem transformar a relação de trabalho em instrumento de pressão sobre empregados. Da mesma forma, trabalhadores não devem ser obrigados a revelar em quem pretendem votar, participar de atividades eleitorais ou demonstrar apoio a determinado candidato como condição para preservar o emprego ou obter vantagens profissionais. Em caso de suspeita de assédio eleitoral, o trabalhador pode procurar o Ministério Público do Trabalho, inclusive pelos canais de denúncia disponibilizados pelo órgão, e também pode buscar orientação junto ao sindicato profissional, quando houver.

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Concerto musical de piano na cidade de Velden, próxima a Munique na Alemanha pelo Pianista Marco Túlio Aganete...

 




 



Dentista para a vida

Modelo inspirado no antigo médico de família valoriza histórico do paciente, prevenção e acompanhamento contínuo da saúde bucal

Durante décadas, era comum uma família inteira ter um médico de confiança, aquele profissional que conhecia não apenas os exames do paciente, mas seu histórico, os medicamentos utilizados, alergias, doenças anteriores e até seus medos. Com a maior especialização da saúde e a multiplicação dos serviços disponíveis, essa relação foi se tornando menos frequente. Na odontologia, porém, a continuidade do cuidado pode fazer diferença tanto na prevenção quanto na identificação precoce de alterações que surgem ao longo dos anos.

Um estudo realizado com prontuários de crianças e adolescentes atendidos na rede pública de Curitiba encontrou uma incidência de 42,2% de descontinuidade do cuidado odontológico após atendimentos de urgência. A pesquisa considerou como descontinuidade os casos em que não houve registro de consulta eletiva nos seis meses seguintes. O resultado chama atenção para uma questão que vai além de procurar um dentista somente quando aparece dor ou algum problema: manter acompanhamento ao longo do tempo. (SciELO Brasil)

Para a cirurgiã-dentista Bruna Rafaela Machado, da Bruna Rafaela Odontologia, em Curitiba, ter um profissional de referência permite enxergar a saúde bucal como uma história em construção. “Quando acompanho um paciente durante anos, não estou olhando apenas para a boca que ele apresenta naquele dia. Eu conheço os tratamentos que já foram realizados, tenho exames anteriores para comparar, sei como aquela pessoa reage aos procedimentos, conheço suas inseguranças, seus hábitos e suas particularidades. Esse histórico nos permite ter uma visão muito mais completa e individualizada”, explica.

A lógica é semelhante à do tradicional médico de família. Uma radiografia realizada hoje, por exemplo, ganha outra dimensão quando pode ser comparada a exames anteriores. Alterações nos dentes, gengivas, mordida, desgaste dentário e restaurações podem ser observadas ao longo do tempo. O próprio Paraná vem fortalecendo a atenção continuada em saúde bucal. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, o Estado contava em 2025 com 1.735 equipes de saúde bucal e, entre 2023 e 2025, 113 municípios receberam novos consultórios odontológicos. (Saúde Paraná)

A continuidade também favorece a relação de confiança, especialmente para pacientes que têm medo de dentista ou apresentam ansiedade durante os procedimentos. Uma revisão científica recente sobre experiência do paciente em serviços odontológicos aponta que comunicação consistente e satisfatória aumenta a tendência de retorno para consultas preventivas e favorece uma relação mais estável entre paciente e profissional. (PubMed Central (PMC)) “Com o tempo, aprendemos inclusive como aquele paciente precisa ser atendido. Sabemos quem tem mais medo, quem precisa que cada etapa seja explicada, quem já apresentou determinada reação e quais cuidados funcionaram melhor. Essa confiança não é construída em uma consulta, ela nasce da continuidade”, afirma Bruna.

Isso não significa abrir mão dos especialistas. Na Bruna Rafaela Odontologia, o conceito é justamente manter um profissional e uma clínica como referências, reunindo diferentes especialidades quando necessário. Casos que exigem áreas específicas são encaminhados dentro da própria equipe, permitindo que o paciente continue sendo acompanhado no mesmo ambiente e que as informações clínicas sejam compartilhadas entre os profissionais envolvidos. A equipe que trabalha com Bruna é consolidada e conta com profissionais que estão na clínica há mais de dez anos.

Para Bruna, o problema está em transformar a escolha do dentista em uma sucessão de atendimentos isolados, procurando um profissional diferente para cada necessidade, muitas vezes tendo apenas o preço como critério. Cada troca pode exigir uma nova anamnese, novos exames e a reconstrução do histórico. “O preço de um procedimento é importante, mas saúde não deveria ser analisada apenas pelo valor daquela consulta. Existe um ganho que não aparece no orçamento: ter alguém acompanhando as mudanças da sua boca ao longo dos anos. O dentista deixa de cuidar somente do problema que apareceu e passa a conhecer a pessoa que está por trás daquele sorriso”, destaca.

A prevenção reforça essa importância. A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná alerta, por exemplo, que feridas na boca que não cicatrizam em até 15 dias, manchas brancas ou avermelhadas, inchaços, dor na boca ou na língua e dificuldade para mastigar ou engolir merecem avaliação odontológica. (Saúde Paraná) “Meu desejo é que as pessoas voltem a enxergar o dentista como aquele profissional de confiança que acompanha diferentes fases da vida. Muitas vezes começamos atendendo uma pessoa e, com o passar dos anos, passamos a cuidar também do marido, dos filhos e de outros familiares. Isso cria vínculo, mas, acima de tudo, cria história clínica. E conhecer essa história nos ajuda a cuidar melhor”, conclui Bruna.

Serviço: Bruna Rafaela Odontologia

Dra. Bruna Rafaela Machado

Cirurgiã-Dentista, Clínica Geral e habilitada em Sedação com Óxido Nitroso

CRO-PR 24431

@brunarafaelaodontologia

www.brunarafaelaodontologia.com.br

Rua Dr. Lauro Wolff Valente, 176, Curitiba, Paraná.



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Verônica Pacheco
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