segunda-feira, 16 de março de 2026

Caso sobre o Chico : *UMA ADVERTÊNCIA E UM ENSINO*

 *UMA ADVERTÊNCIA E UM ENSINO*


Caso sobre o Chico

Chico, em certa noite de sessão pública, no Luiz Gonzaga, achava-se muito triste.

Um jornal atirara-lhe ao nome acusações descabidas.
A maledicência crescera, abundante.

Casimiro Cunha, porém, aparece-lhe, sorri com bondade e escreve, tomando-lhe as mãos:

“Homem com pressa no bem,
Cujo passo não recua,
Não consegue reparar
O cão que ladra na rua.”

Chico lê e sorri.

Consolado, retorna ao serviço da noite e segue para frente.

E a quadra ficou como um ensino, podendo ser encontrada no livro “Gotas de Luz”. 🌹🌺

DIDI (Benevides)


 

ÚLTIMOS INGRESSOS: Sitarista mais famosa do mundo fará sua primeira turnê pelo Brasil neste mês

Ícone mundial do sitar, Anoushka Shankar conta com uma sólida carreira, com mais de 30 anos de história e 14 indicações ao Grammy

 

Brasil, 14 março de 2026 - O Brasil recebe, pela primeira vez, a aclamada sitarista e compositora Anoushka Shankar, um dos nomes mais influentes da música contemporânea global. Com 14 indicações ao Grammy, trilhas sonoras premiadas e uma carreira que ultrapassa fronteiras culturais, a artista desembarca no país para três apresentações especiais neste mês de março — em Curitiba (21/03), Porto Alegre (22/03) e São Paulo (25/03).

 

A turnê brasileira, encabeçada pela participação de Anoushka no consagrado Curitiba Jazz Sessions, na capital paranaense, marca um momento simbólico da carreira da artista, que celebra três décadas de apresentações desde sua estreia aos 13 anos. Discípula de seu pai, Pandit Ravi Shankar, ela cresceu aprendendo não apenas a tradição transmitida por gerações, mas também a liberdade de improvisação que marcaria sua identidade artística. Anoushka também é irmã da cantora Norah Jones, com quem já colaborou e divide a herança musical de uma das famílias mais importantes da música indiana no cenário global.

 

Seu currículo inclui conquistas raras: foi a mais jovem e a primeira mulher a receber o British House of Commons Shield; é autora indicada ao Prêmio Ivor Novello; recebeu título honorário da Royal Academy of Music; e tornou-se a primeira musicista indiana a se apresentar ao vivo e atuar como apresentadora no Grammy Awards, além de ser a primeira mulher indiana indicada. Em 2024, recebeu um Doutorado Honorário em Música pela Universidade de Oxford.

 

“A vinda de Anoushka Shankar ao Brasil é um marco para a música instrumental e para o público que acompanha artistas que transcendem fronteiras culturais”, destaca Patrik Cornelsen, diretor da Planeta Brasil Entretenimento, uma das realizadoras da turnê. “Escolhemos Curitiba, Porto Alegre e São Paulo por serem capitais com cenas musicais vibrantes e público aberto a experiências artísticas profundas. Trazer uma artista desse porte, em sua primeira passagem pelo país, reforça nosso compromisso em conectar o Brasil às potências criativas do mundo”, ressalta Lucas Rodrigues, diretor da Goat Entertainment.

 

Com uma lista extensa de colaborações — de Herbie Hancock, Patti Smith e Sting a Joshua Bell, Arooj Aftab, M.I.A. e Norah Jones — Anoushka se destaca por sua capacidade de romper rótulos e criar pontes culturais. Sua versatilidade foi construída em apresentações que vão de cafés de jazz a festivais para 40 mil pessoas, além das principais salas de concerto do mundo. Seu trabalho mais recente, “Chapter III: We Return to Light”, encerra uma trilogia de mini álbuns aclamados pela crítica.

 

Confira os detalhes da turnê de Anoushka Shankar pelo Brasil:

 

Curitiba — Curitiba Jazz Sessions - 21 de março de 2026

Local: Ópera de Arame

Realização: Planeta Brasil e Goat Entertainment

Ingressos: https://meaple.com.br/curitibajazzsessions/anoushka-shankar-curitiba

 

Porto Alegre — 22 de março de 2026

Local: Teatro do Bourbon Country

Realização: Goat Entertainment e Branco Produções

Ingressos: https://uhuu.com/v/teatro-do-bourbon-country-72

 

São Paulo — 25 de março de 2026

Local: Cine Joia

Realização: Goat Entertainment e Planeta Brasil Entretenimento

Ingressos: https://meaple.com.br/goat/anoushka-shankar-sao-paulo

 

Para mais informações sobre a passagem de Anoushka Shankar pelo Brasil, acesse os perfis oficiais das produtoras no Instagram: @curitibajazzsessions, @planetabrasilentretenimento, @goat_entertainment e @brancoproducoespoa.



Eduardo Betinardi

P+G Trendmakers

E-mail: eduardo@pmaisg.com.br

Site: www.pmaisg.com.br








domingo, 15 de março de 2026

 

"Chegando na linha da vida, chego até seu coração...O mundo é minha morada, faço dela minha alegria"...

 



8M: Brasil registra recorde de feminicídios em 2025 e início de 2026 mantém quadro preocupante

Alta nos casos e avanço de julgamentos expõem limites na resposta do Estado aos casos de violência contra mulheres, avalia criminalista

 

Brasil,  08 março de 2026 — O Brasil fechou 2025 com o maior número de feminicídios desde a tipificação do crime, em 2015. Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam que 1.470 mulheres foram assassinadas por motivo de gênero no ano passado. A média é de quatro mortes por dia. No Judiciário, os processos também avançaram. O Conselho Nacional de Justiça registrou aumento de 17% nos julgamentos relacionados ao crime em 2025, somando mais de 15,4 mil decisões ao longo do ano, cerca de 42 por dia.

 

Os primeiros dados de 2026 mostram que o cenário segue preocupante. No Rio Grande do Sul, por exemplo, levantamentos iniciais apontam crescimento dos casos na comparação com o mesmo período do ano anterior. Para o advogado criminalista Vinicios Cardozo, os números deixam claro que o país ainda falha em interromper o ciclo de violência antes que ele alcance o desfecho mais grave. “O feminicídio quase sempre é precedido por agressões físicas, psicológicas e descumprimento de medidas protetivas. São sinais que, se enfrentados com rapidez e articulação, podem evitar a escalada da violência”, afirma.

 

Embora o Brasil tenha legislação considerada robusta, como a Lei Maria da Penha e a tipificação específica do feminicídio pela Lei nº 13.104/2015, o especialista ressalta que a existência da norma não garante proteção efetiva. “A lei é essencial, mas precisa funcionar na prática. Isso passa por fiscalização rigorosa das medidas protetivas, integração entre as forças de segurança e resposta imediata diante de qualquer violação”, detalha o advogado.

 

Cardozo pondera que o debate também envolve responsabilidade no uso dos instrumentos de proteção. “É fundamental combater a violência de gênero com firmeza, mas também preservar a correta aplicação da lei. As denúncias devem ser feitas com seriedade, distinguindo situações reais de violência de conflitos que não se enquadram nesse contexto. A banalização enfraquece mecanismos que são vitais”, explica o especialista.

 

Segundo o criminalista, a credibilidade do sistema está diretamente ligada à consistência das informações apresentadas. “Denúncias falsas comprometem a confiança nas instituições e desviam recursos que poderiam estar direcionados a casos de risco concreto. Isso acaba prejudicando justamente quem mais precisa de proteção. É um tema delicado, que exige responsabilidade e análise cuidadosa”, ressalta.

 

Além dos homicídios consumados, o país mantém índices elevados de tentativas de feminicídio e de outras formas de violência contra a mulher. Para o criminalista, a resposta estatal precisa ir além da punição. “O enfrentamento começa no primeiro registro de ocorrência e exige acompanhamento contínuo das medidas protetivas, além do fortalecimento das redes de apoio. Sem prevenção estruturada, o sistema continuará agindo depois que a violência já produziu seus efeitos mais graves”, conclui Cardozo.


Kelli Kadanus

P+G Trendmakers

E-mail: kelli@pmaisg.com.br

Site: www.pmaisg.com.br








 Imagem da infância

 Pássaros


A minha infância via um garoto
Via amigos como garotos também
Percebo que não eram só garotos
Era apenas um pássaro com outros pássaros
Que eram garotos.

Brincávamos na rua como numa floresta
Brincando criando seus caminhos
Certos ou não.

Igor Gonsalves(Poeta)




O Poeta Ivan Junqueira escreveu: A Flor Amarela, que diz assim; "Atrás daquela montanha tem uma flor amarela / dentro da flor amarela / o menino que você era / porém, se atrás daquela montanha não houver a tal flor amarela, / o importante é acreditar / que atrás de outra montanha / tenha uma flor amarela  / como o menino que você era / guardado dentro dela".

Essa rua que encanta

O Prata, ainda não sabia o que era desenvolvimento, tudo estava no seu início.
As ruas eram pouco iluminadas, as luzes dos postes eram amarelas de tão fracas.
Os carros eram poucos, ouvia poucas buzinas, a rua não tinha nenhum movimento, e todos dormiam cedo na cidade.
A rua que nasci e fui criado era muito tranquila, calçamento não existia e não era arborizada, a consciência ambiental ainda não tinha chegado até aos gestores públicos.
A nossa diversão predileta era brincar de pique com as meninas e jogar futebol na rua.
A felicidade da meninada era bola quicando na área, e a rua toda transformada, em campo de futebol.
Nesse clima de camaradagem, todo mundo se encontrava na rua.
Após as aulas reuníamos, e sentíamos donos da rua e de nossas vidas, libertos de pai e mãe.
Num esforço de memória, aqueles acontecimentos vêm à cabeça com muita saudade da infância, esta fase da vida especial e única.
Dentre vários fatos, lembro-me de um, que meus colegas falavam, embora nunca tenha visto, da existência de um animal que aparecia na rua e assombrava a todos.
Diziam ser uma criatura que dava medo até em adultos, a mula sem cabeça era temida por todos.
Ninguém queria vê-la.
Quando alguém falava do tal animal, todos lançavam um olhar estranho, ficavam apreensivos.
Isso punha todos intrigados, tal a curiosidade em saber como êle era.
A noite, após algumas partidas de futebol, ninguém se arriscava a ficar na rua, com medo do bicho.
Éramos tranquilizados pelos nossos pais, de que o animal não existia, às vezes íamos dormir com aquilo na cabeça.
Diziam não ser verdade, ser ficção, que aquilo estava na imaginação das pessoas.
Realmente nunca o vi, mas fiquei várias vezes com medo.
Tivemos vários casos de amigos que acordavam durante a noite com pesadelos.
Comentários surgiam os mais variados possíveis, sempre falava que alguém viu o animal, que era grande e muito feio; com isso a apreensão era geral.
Por pura obra do acaso, venho a saber deste acontecimento que mudaria o curso da história; que esta imagem falsa e negativa, era passada aos meninos daquela rua, por um senhor que morava lá e detestava o gorjear de um determinado pássaro, nativo na região.
Sentindo incomodado pelos assobios altos de alguns meninos, que imitavam o pássaro, falava da mula sem cabeça, como forma de intimidação.
Como um apaixonado pela história da minha infância, fazendo uma análise desse fato, percebo que não ficou nenhum vestígio de raiva, e nenhum sinal de ressentimento, nas pessoas.

Cristovão Martins Torres



   46 anos da morte de Elvis Presley





Visita ao museu de cera em Londres


A cultura na Europa é tão rica que nos proporciona ficar próximo as personalidades e tirar fotos ao lado delas, mesmo sabendo que elas são de cera.
O fato de não podermos falar com elas, é irrelevante.
Nada desaparece, tudo fica guardado no tempo, onde está arquivado.

Área central de Londres

Localizada às margens do Rio Tâmisa, próxima ao Parlamento Inglês, a London Eye é um dos cartões postais da cidade de Londres, onde atualmente são realizados os jogos olímpicos.

Importante monumento histórico da capital inglesa, a Ponte da Torre, localizada `as margens do Rio Tâmisa, ao lado da Torre de Londres, foi inaugurada em 1894.   

"Acertando o relógio com o Big Ben de Londres"

"Em frente ao Palácio de Buckingham"



  Zé Bettio - Clássicos sertanejos - Volume 1