sexta-feira, 7 de agosto de 2026

"Avô : Muito orgulho de vocês, meus queridos netos" : Netinhos ganharam a medalha Canguru no Colégio Santo Antônio em BH...É uma premiação da Canguru de Matemática do colégio que eles estudam...A medalha é um prêmio do colégio aos alunos que tiram boas notas em matemática...

 









Lei garante Libras nas escolas, mas falta de professores capacitados trava inclusão real, aponta estudo

 




Foto: Magnific

Reconhecida oficialmente há mais de duas décadas, a Língua Brasileira de Sinais, a Libras, segue enfrentando obstáculos práticos para se firmar de fato nas salas de aula da educação básica. Um estudo publicado pela revista Qualis A Open Minds (propriedade do CPAH, sob gestão técnica da Editora Atena) mapeou os avanços legais e os principais entraves à implementação da Libras nas escolas brasileiras.

A pesquisa é assinada por Taciana Andrade Teles, Alvani Bomfim de Sousa Júnior e Marcela Santos de Almeida, ligados à Faculdade Jardins, em Aracaju, Sergipe.

O que diz a legislação?

A Libras foi reconhecida como meio legal de comunicação e expressão pela Lei 10.436, de 2002, regulamentada pelo Decreto 5.626, de 2005. Mais recentemente, a Lei 14.191, de 2021, estabeleceu a educação bilíngue de surdos como modalidade de ensino dentro da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Apesar disso, segundo os autores, a inclusão de estudantes surdos ainda costuma ocorrer de forma superficial, mais como integração física no espaço escolar do que como participação efetiva no processo de aprendizagem.

Falta de professores é o maior obstáculo

Entre as barreiras identificadas pelo estudo estão:

* escassez de professores com domínio de Libras e competência pedagógica para ensinar conteúdos complexos por meio de uma língua visual espacial

* falta de programas consistentes de formação continuada voltados à educação bilíngue

* escassez de materiais didáticos em Libras, já que a maior parte dos recursos pedagógicos é produzida apenas em português

* preconceito linguístico, muitas vezes associado ao chamado audismo, que trata a língua de sinais como inferior à modalidade oral

O que é educação bilíngue para surdos?

O modelo bilíngue defendido pelos pesquisadores propõe que o estudante surdo tenha acesso à Libras como primeira língua, por ser natural e visual espacial, e à língua portuguesa, na modalidade escrita, como segunda língua. Essa abordagem rompe com a visão da surdez como deficiência a ser corrigida e reconhece o estudante surdo como parte de uma comunidade linguística e cultural própria.

Caminhos para uma inclusão real

Os autores recomendam o fortalecimento de políticas públicas de formação inicial e continuada de professores, a expansão de materiais didáticos acessíveis e ações de conscientização dentro da comunidade escolar. Para a pesquisa, a Libras deve deixar de ser tratada como um componente curricular isolado e passar a fazer parte da prática diária da escola, como língua de instrução e identidade cultural da comunidade surda.


Erre Soares
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Ensino e avaliação não podem ser tratados como etapas separadas, defende artigo acadêmico

 



Foto: Ben Mullins/Unsplash

Boa parte dos problemas na avaliação universitária nasce de um mal entendido: tratar o ato de ensinar e o ato de avaliar como dois momentos distintos da sala de aula. Um ensaio publicado pela revista Qualis A Open Minds (propriedade do CPAH, sob gestão técnica da Editora Atena) defende que essa separação prejudica tanto professores quanto estudantes do ensino superior.

O texto é assinado pela professora Maiza Taques Margraf Althaus, docente da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Avaliar é também ensinar?

Segundo a autora, quando a avaliação é entendida como processo contínuo, cada momento avaliativo se transforma em oportunidade de aprendizagem, tanto para quem ensina quanto para quem aprende. A ideia central é que planejar, ensinar e avaliar formam um ciclo único, e não uma sequência de fases isoladas.

Nota não é o problema, é o uso dela

O artigo esclarece que a avaliação somativa, aquela ligada à nota final, não precisa ser descartada da discussão sobre aprendizagem. O ponto central não está na escolha entre nota e processo, mas no alinhamento entre o que se pretende ensinar e o que, de fato, se avalia.

Quais ferramentas ajudam a integrar ensino e avaliação?

O estudo destaca duas estratégias de abordagem colaborativa amplamente usadas no ensino superior:

* portfólios, que reúnem trabalhos do estudante ao longo do tempo e favorecem a autoavaliação

* webquests, atividades de pesquisa orientada pela internet, criadas em 1995 na San Diego State University

Segundo o levantamento, essas ferramentas permitem observar o aprendizado sob três dimensões: o que o estudante sabe, o que ele sabe fazer e como ele se posiciona diante do próprio processo de aprender.

O papel do professor universitário

A conclusão do artigo é direta: ensinar bem exige saber analisar e avaliar a própria prática docente. Trabalhar a avaliação como parte do ensino, e não como uma etapa posterior a ele, exige investimento em formação continuada e disposição do professor para ajustar o próprio planejamento a partir do que observa em sala de aula.


Erre Soares
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Fabiano de Abreu 
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Sua mente pede silêncio? Cientista revela que o minimalismo é um mecanismo de defesa do cérebro

Para a maioria das pessoas, o minimalismo é apenas uma tendência estética, uma escolha de design ou uma filosofia de desapego material. Para determinados perfis psicológicos, a preferência por telas limpas, fontes pequenas, poucos objetos e ambientes silenciosos não é uma questão de gosto: trata-se de uma necessidade biológica de preservação de energia e proteção da saúde mental.

O neurocientista brasileiro Dr. Fabiano de Abreu Agrela, PhD em Neurociências pela Universidade Azteca e membro de prestigiadas instituições como a Royal Society of Biology (Reino Unido) e a Society for Neuroscience (EUA), explica que o minimalismo pode funcionar como um verdadeiro escudo neurológico contra o esgotamento.

Muito além do estilo: O minimalismo pragmático

De acordo com o especialista, o perfil de quem adota o minimalismo por razões biológicas costuma apresentar características muito específicas: alta conscienciosidade (foco em organização), alta amabilidade (profunda empatia) e um pilar mais conservador, voltado à previsibilidade. Longe de ser um manifesto artístico abstrato, esse comportamento busca eficiência e a redução do que a ciência chama de entropia (a desordem).

"O cérebro, neste caso, detesta o caos visual", afirma o Dr. Fabiano. "Para esse perfil, uma tela cheia de notificações, ícones coloridos ou letras excessivamente grandes provoca o mesmo estresse psicológico que um quarto totalmente bagunçado. Interfaces limpas e fontes menores transmitem precisão, controle e clareza. Elementos discretos e interfaces limpas transmitem precisão, controle e clareza de pensamento."

Outro fator determinante é a chamada "fadiga de compaixão". Indivíduos altamente amáveis gastam uma quantidade massiva de energia mental processando as necessidades dos outros, sintonizando-se com emoções alheias e evitando conflitos no dia a dia. Como o orçamento energético do cérebro é consumido quase por completo nas interações humanas, o sistema nervoso exige que o ambiente material e digital seja o mais silencioso possível para que o organismo consiga se recuperar.

O fluxo invisível da energia cerebral

A neuroanatomia ajuda a entender por que o excesso de estímulos esgota o cérebro. O Dr. Fabiano de Abreu Agrela detalha que o funcionamento cerebral desse grupo de pessoas envolve uma dinâmica cirúrgica entre o controle executivo e a regulação do estresse.

Quando o indivíduo é exposto a um estímulo visual limpo, o córtex visual trabalha com baixo esforço. Essa economia reflete-se imediatamente no Córtex Pré-Frontal Dorso-Lateral (CPFDL), a região responsável por monitorar erros e impor regras. Telas limpas e fontes pequenas poupam a energia dessa área, evitando a fadiga de decisão.

Ao mesmo tempo, ambientes controlados acalmam a Ínsula Anterior, que processa a empatia e ambientes caóticos, e o Córtex Cingulado Anterior (CCA), que funciona como um detector de conflitos no cérebro. Em pessoas muito organizadas, qualquer incongruência visual ativa o CCA de forma dolorosa. O minimalismo traz a simetria que silencia esses alarmes, mantendo inclusive a Amígdala Lateral, o centro do medo e da ameaça, em perfeito estado de equilíbrio.

A assinatura genética do silêncio

A explicação definitiva para a necessidade de ordem está gravada no DNA através da epistasia, nome dado à forma como diferentes genes interagem e alteram o impacto uns dos outros. No perfil minimalista estruturado, a biologia busca uma harmonia fina entre a estabilidade da dopamina (foco) e a sensibilidade à serotonina (humor).

O neurocientista aponta que a presença de variantes genéticas como o gene COMT (que garante excelente resiliência sob estresse e foco em tarefas estruturadas) combinada com variações que aumentam a sensibilidade social e a empatia (como receptores específicos de ocitocina e serotonina) cria um indivíduo que é um pilar de apoio para os outros, mas extremamente vulnerável ao excesso de estímulos externos.

"A biologia dessas pessoas não busca o minimalismo para quebrar regras ou ser 'moderna'", conclui o Dr. Fabiano de Abreu Agrela. "O cérebro descobriu, por meio de sua configuração genética, que a ordem externa é o que garante a paz interna. É uma defesa biológica que permite à mente trabalhar em alto rendimento sem esgotar a sua enorme capacidade de ajudar o próximo."

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Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues MRSB/P0149176 é Pós-PhD em Neurociências, eleito membro da Sigma Xi - The Scientific Research Honor Society (instituição na qual mais de 200 membros já receberam o Prêmio Nobel) e Sócio Agregado da Sociedade das Ciências Médicas de Lisboa (SCML) em Portugal (registo nº 6372). É também membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos, da Royal Society of Biology e da The Royal Society of Medicine no Reino Unido, da The European Society of Human Genetics em Viena, Áustria, e da APA - American Philosophical Association nos Estados Unidos.

Mestre em Psicologia, Licenciado em História e Biologia, possui também o título de Tecnólogo em Antropologia e Filosofia, com diversas formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Dr. Fabiano é membro de prestigiadas sociedades de alto QI, incluindo Mensa International, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society e HELLIQ Society High IQ.

Autor de mais de 400 estudos científicos e 31 livros, atua como professor convidado na PUCRS e Comportalmente no Brasil, UNIFRANZ na Bolívia e Santander no México. Além disso, é Diretor do CPAH – Centro de Pesquisa e Análises Heráclito e criador do projeto GIP, que estima o QI por meio da análise da inteligência genética.


Contato: 21993204508 (link direto).
  



Fabiano de Abreu 
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*A couraça da caridade* *(Do livro Fonte Viva*)* *Chico Xavier / Emmanuel* / Parte 1 e Parte 2...





 *A couraça da caridade*


*(Do livro Fonte Viva*)*
*Chico Xavier / Emmanuel*

Parte 1

*“Couraça da caridade”*

“Sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da caridade.”
Paulo (Tessalonicenses 5:8)

Paulo foi infinitamente sábio quando aconselhou a couraça da caridade aos trabalhadores da luz.

Em favor do êxito desejável na missão de amor a que nos propomos, em companhia do Cristo, antes de tudo é indispensável preservar o coração.

E, se não agasalharmos a fonte do sentimento nas vibrações do ardente amor, servidos por uma compreensão elevada, nos círculos da experiência santificante em que nos debatemos na arena terrestre, é muito difícil vencer na tarefa que o Senhor nos confia.

A irritação permanente, diante da ignorância, adia as vantagens do ensino benéfico.

A indignação excessiva, perante a fraqueza, extermina os germes frágeis da virtude.

A ira frequente, no campo da luta, pode multiplicar-nos os inimigos, sem qualquer proveito para a obra a que nos devotamos.

(Continua na parte 2)

❤️🌼
DIDI (Benevides)



*A couraça da caridade*

(Parte 2)

“A severidade demasiada, à frente de pessoas ainda estranhas aos benefícios da disciplina, faz-se acompanhar de efeitos contraproducentes, por escassez de educação do meio em que se manifesta, compreendendo, assim, que o cristão se acha em verdadeiro estado de luta, em que, por vezes, somos defrontados

por sugestões da irritação intemperante, da indignação inoportuna, da ira injustificada ou da severidade destrutiva.

Paulo, o apóstolo dos gentios, receitou-nos a couraça da caridade por sentinela defensiva dos órgãos centrais da expressão da vida.

É indispensável armar o coração de infinito entendimento e amor fraterno, para atender ao ministério em que nos empenhamos.

A convicção e o entusiasmo da fé bastam para começar honrosamente.

Mas, para continuar o serviço e terminá-lo com êxito, ninguém poderá prescindir da caridade: paciente, benigna e invencível.”

Emmanuel

🌼❤️
DIDI (Benevides)


"Solidariedade salvando vida : Dois Motociclistas abrem passagem no trânsito no centro de BH para salvar vítima de infarto"...A escolta improvisada ajudou o carro que conduzia a mulher passar por outros cruzamentos e avançou sinais vermelhos para garantir que ela recebesse atendimento o mais rápido possivel...Dá um aperto no coração, mas quando a gente pode minimizar o sofrimento de alguém, ajudar em alguma coisa é bom demais, disse um dos motociclistas...A mulher foi atendida no pronto socorro e liberada já está em casa...

 


Foto MG1 / MG2