sábado, 5 de setembro de 2026

Não se deixe contaminar pelo que os outros dizem!







 

Arquitetura do centro do Rio de Janeiro é uma mistura ricas de estilos que conta mais de 450 anos de história, combinando o período colonial, o ecletismo da Belle Époque...Edificios imponentes inspirados na Europa...A sensação é de que estamos em uma cidade do velho continente...Mais tempo na cidade eu vi de tudo, só não vi ela...

 





Mês do psicólogo: “Com o protagonismo da saúde mental, a psicologia ganhou destaque”

A Saúde Mental está cada vez mais no centro do debate público, com isso o psicólogo também ganhou mais destaque e estigmas foram reduzidos, destaca a neuropsicóloga Dra. Leninha Wagner


Comemorado em 27 de agosto, o Dia do Psicólogo marca uma profissão que passou por profundas transformações nas últimas décadas. Se antes falar sobre ansiedade, depressão, estresse ou terapia ainda era motivo de preconceito para muitas pessoas, hoje a saúde mental ocupa espaço nas empresas, nas escolas, na mídia e nas políticas públicas.

Essa mudança também ampliou a visibilidade da Psicologia, que deixou de ser vista apenas como um recurso para momentos de crise e passou a ser reconhecida como uma ferramenta importante para promoção da qualidade de vida, prevenção de doenças e desenvolvimento humano.

De acordo com a neuropsicóloga Dra. Leninha Wagner, o avanço desse debate representa uma evolução importante da sociedade.

"Nos últimos anos, a saúde mental ganhou protagonismo e isso naturalmente trouxe mais reconhecimento para o trabalho do psicólogo. Ainda existem desafios, mas muitos estigmas foram reduzidos e as pessoas passaram a compreender que cuidar da mente é tão importante quanto cuidar da saúde física”.

O cuidado deixou de ser exceção
Durante muito tempo, buscar acompanhamento psicológico era associado apenas a transtornos mentais graves. Hoje, essa visão vem mudando. Cada vez mais pessoas procuram atendimento para desenvolver inteligência emocional, melhorar relacionamentos, lidar com mudanças profissionais, fortalecer a autoestima e enfrentar situações de estresse antes que elas evoluam para problemas mais graves.

"A Psicologia não atua apenas quando existe um adoecimento. Ela também ajuda no autoconhecimento, na prevenção e no desenvolvimento de habilidades emocionais que fazem diferença ao longo de toda a vida”.

A pandemia acelerou essa mudança
Apesar da importância da saúde mental já viesse crescendo, a pandemia intensificou esse movimento. O aumento dos casos de ansiedade, depressão, Burnout e outros transtornos emocionais fez com que o tema passasse a ser discutido com mais frequência dentro das famílias, das empresas e das instituições de ensino. Como consequência, aumentou também a procura por psicólogos e outros profissionais da área.

"A pandemia evidenciou bastante algo que já existia, a saúde emocional influencia diretamente na nossa qualidade de vida, na nossa produtividade, nos nossos relacionamentos e até mesmo na nossa saúde física como um todo”.

Segundo a Dra. Leninha Wagner, falar sobre emoções de forma natural é um dos caminhos para construir uma sociedade mais saudável.

"Precisamos continuar normalizando o cuidado com a saúde mental. Assim como fazemos exames preventivos para cuidar do corpo, também devemos olhar para nossa saúde emocional antes que o sofrimento se torne incapacitante”.

"A Psicologia ganhou mais espaço porque as pessoas perceberam que viver com qualidade também passa pelo equilíbrio emocional. E esse é um avanço muito importante para toda a sociedade", conclui a Dra. Leninha Wagner.



Sobre a Dra. Leninha Wagner

Dra. Leninha Wagner é PhD em neurociências, possui formação em neuropsicologia, é Doutora em psicologia, Mestre em psicanálise e Perita Judicial em Psicologia, fundadora da Substância Singular Psicologia Clínica, onde atende pacientes com necessidades psicológicas e emocionais, também atua na área de psicometria realizando testagem de QI, é palestrante e realiza consultorias particulares como mediadora de conflitos organizacionais.



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Marzieh Hamidi é uma atleta de taekwondo e ativista afegã que vive como refugiada na França sob a proteção policial após desafiar o regime de Talibã...Deixou o Afeganistão e hoje vive em Paris, na França treinando e competindo pela equipe de atletas...Com a retomada do poder pelo Talibã em 2021 e a proibição do esporte para mulheres, ela protestou nas ruas e sofreu forte perseguição..."Exílio : Deixou o Afeganistão e hoje vive na França"...

 






sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Ter um filho em Portugal dá aos pais direito a um visto? Entenda

 Se a criança for cidadã europeia isso facilita o processo de permanência, destaca a advogada especialista em direito internacional, Juciana Correa



As famílias que planejam morar em Portugal se deparam com diversas dúvidas sobre o processo, documentação, questões específicas, etc., uma das mais comuns é sobre o nascimento de um filho em território português, isso garante automaticamente aos pais o direito de permanecer no país? Apesar dessa ser uma crença bastante difundida, a resposta depende da situação jurídica da família e da nacionalidade da criança.

De acordo com a advogada especialista em direito internacional, Juciana Correa, o nascimento de um bebê em Portugal, por si só, não concede automaticamente autorização de residência aos pais, isso depende de uma série de fatores que também devem ser considerados.

"Existe a ideia de que basta a criança nascer em Portugal para que toda a família seja regularizada, mas isso não acontece exatamente dessa forma. Cada caso precisa ser analisado conforme a legislação migratória”.

Muitas variáveis influenciam
O cenário muda um pouco quando a criança possui cidadania europeia, seja por ser filha de um cidadão português, de outro cidadão da União Europeia ou de um residente legal que permita essa condição para o filho.

"Quando a criança é cidadã europeia, a legislação oferece mecanismos que podem facilitar a permanência dos pais, sempre mediante análise dos requisitos previstos em lei”.

Por outro lado, quando o bebê é filho de dois imigrantes que permanecem no país em uma situação irregular, o nascimento não representa um caminho automático para a regularização da família e depende de outras circunstâncias.

"Nessas situações, o nascimento da criança não funciona como um atalho direto para a obtenção da autorização de residência. O processo continua dependendo do cumprimento das exigências legais”, explica Juciana Correa.

Caminhos legais para sua regularização
A advogada explica que, mesmo nesses casos, existem caminhos legais para buscar a regularização migratória. Um deles é o pedido junto à Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), órgão responsável por analisar processos de residência em Portugal.

"O mais importante é procurar uma boa orientação jurídica o quanto antes e acompanhar as mudanças na legislação. Permanecer por longos períodos em situação irregular pode dificultar diversos procedimentos futuros”.

Juciana Correa destaca que o planejamento continua sendo o principal aliado de quem deseja construir uma vida em Portugal.

"Cada família possui uma realidade diferente. Antes de tomar qualquer decisão, é fundamental entender qual é o caminho jurídico mais adequado para garantir segurança e estabilidade no processo migratório", conclui.


Juciana Correa, advogada há mais de 14 anos. Desde 2017 atua como advogada em Portugal,, com ênfase em Direito Imigratório e Empresarial! Dra Juciana Correa formada pela UNIFAMMA - Centro Universitário Metropolitano de Maringá, realizou o curso de enfrentamento à Violência pela FGV - Fundação Getúlio Vargas, é Especialista em Direto do Trabalho e Processo do Trabalho pela Faculdade Damásio, Cursou Especialidade em Direito Eleitoral, é Mestre em Direito Empresarial Internacional pela Faculdade Lusófona em Portugal.

Foi gerente do Centro de Referência da Mulher María Mariá, juíza conciliadora do PROCON de Maringá, advogada e Especialista em Direito Laboral com expertise em Direito Internacional, Empresarial e Imigratório, há 14 anos, atualmente advogando no Brasil, Portugal e Espanha focada em Direito internacional Empresarial, vistos, nacionalidades e Legalização.

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Sarcopenia: Massa muscular faz a diferença para viver mais e melhor

A massa muscular ajuda a preservar a mobilidade, independência, evitar quedas, entre outros benefícios, por isso, é essencial construí-la ao longo dos anos, ressalta a enfermeira especialista em Geriatria e Diretora da Vivenza Care, o braço de cuidados domiciliares e aplicação clínica do CPAH (Centro de Pesquisa e Análises Heráclito), Júlia Godoy


Os anos pesam no corpo de diversas formas, mas um dos maiores efeitos está na redução gradual da massa e da força muscular, processo conhecido como sarcopenia, uma condição que apesar de ser comum, não deve ser encarada como inevitável ou sem solução.

A perda de músculos afeta diretamente a capacidade de realizar atividades simples do dia a dia, como levantar da cadeira, subir escadas, carregar compras ou caminhar com segurança, o que, em muitos casos, também aumenta o risco de quedas, hospitalizações e perda da independência.

Muito além da força
Os músculos exercem funções que vão muito além da movimentação do corpo. Eles participam do equilíbrio, ajudam na proteção das articulações, contribuem para o metabolismo e funcionam como uma importante reserva de proteínas para o organismo.

Quando a massa muscular diminui de forma significativa, o corpo passa a responder pior a doenças, cirurgias e períodos de internação, tornando a recuperação mais lenta.

De acordo com a enfermeira especialista em Geriatria e Diretora da Vivenza Care, o braço de cuidados domiciliares e aplicação clínica do CPAH (Centro de Pesquisa e Análises Heráclito), Júlia Godoy, preservar os músculos significa preservar a autonomia.

"A massa muscular é um dos principais indicadores de envelhecimento saudável. Quanto mais conseguimos preservá-la ao longo da vida, maiores são as chances de manter independência, mobilidade e qualidade de vida por muitos anos”.

A perda acontece aos poucos
A sarcopenia costuma se instalar de forma silenciosa. Muitas pessoas atribuem a dificuldade para caminhar, levantar ou carregar objetos apenas ao envelhecimento, quando, na verdade, parte desses sintomas está relacionada à redução da musculatura.

O problema pode ser agravado por alguns fatores, como o sedentarismo, a alimentação inadequada, doenças crônicas e longos períodos de repouso, que aceleram a perda muscular.

Construir músculos é um investimento
Ao contrário do que muitos imaginam, o cuidado com a massa muscular não deve começar apenas na terceira idade. Quanto maior a reserva muscular construída ao longo da vida, maior tende a ser a proteção durante o envelhecimento.

A prática regular de exercícios, principalmente aqueles que estimulam força e resistência, aliada a uma alimentação adequada e rica em proteínas, é uma das principais estratégias para prevenir ou retardar a sarcopenia.

"A prevenção começa muito antes do envelhecimento. Os músculos funcionam como uma reserva para o futuro. Quanto melhor cuidamos deles hoje, mais autonomia teremos nas próximas décadas", explica Júlia Godoy.

Longevidade significa independência
Com o aumento da expectativa de vida, viver mais deixou de ser o único objetivo. O grande desafio é envelhecer mantendo a capacidade de realizar as próprias atividades, preservar a autonomia e continuar participando ativamente da rotina.

Nesse contexto, a manutenção da massa muscular se torna um dos pilares da longevidade saudável, reduzindo o risco de quedas, favorecendo a recuperação diante de doenças e contribuindo para uma vida mais ativa e independente.

"Envelhecer bem não significa apenas viver muitos anos, mas viver com qualidade. Preservar a força muscular é uma das formas mais eficazes de garantir que o envelhecimento aconteça com mais segurança, autonomia e bem-estar", conclui Júlia Godoy.

Júlia Godoy é enfermeira e especialista em Geriatria e Gerontologia, com mais de 10 anos de experiência em cuidados clínicos e hospitalares. Atuou em instituições de referência como a Santa Casa e o Hospital Cristo Redentor, com passagens por setores de UTI, internação e bloco cirúrgico. É fundadora da Vivenza Care, agência de cuidados domiciliares voltada à assistência de idosos em baixa complexidade, com modelo de atendimento baseado em segurança, personalização e suporte humanizado. Sua atuação combina prática assistencial, gestão em saúde e posicionamento funcional na área do envelhecimento ativo, com foco em autoridade técnica e presença digital indexável no setor de cuidado domiciliar.






*BURIL DE LUZ* Chico Xavier






 *BURIL DE LUZ*

Chico Xavier 

Mensagem

“Em teus dias de dor, recorda, alma querida,
que a dor é, para a vida, aquilo que o buril, severo e contundente,
entre as mãos do escultor, é para o mármore sem forma.

Golpe aqui, golpe ali, outro mais e mais outro…
Um corte, e outro corte se aproxima…
e o bloco se transforma
em celeste beleza de obra-prima.

Que seria da pedra, abandonada ao chão,
triste, bruta e singela,
se a vida não traçasse para ela planos de construção?

Que destino o da argila, esquecida e vulgar,
sem a temperatura desumana que deve suportar
para ser porcelana?

Enxergaste, algum dia, fora das leis da natureza,
o trigo que não fosse triturado para ser pão à mesa?

Se alguém te fere e humilha, ama, entende e perdoa.
E agradece ao trabalho, à angústia e à prova,
em que a vida imortal em nós se renova,
no anseio de ascensão que nos guia e abençoa.

Alma querida, escuta! Para seguir adiante,
em plena elevação, sempre mais alta e linda:

quem não chora, não serve, nem padece ou luta,
parece tão somente
um ser espiritual em formação
que não nasceu ainda.”

— *Maria Dolores*
Mensagem recebida por Chico Xavier 🌼🌻🌹

DIDI (Benevides)