domingo, 24 de novembro de 2019

CLUBE ATLÉTICO PRATIANO

Em pé: Marcelo Albeny, Betinho, Cristóvão, Lali, Geraldo Albeny, Francisco Santiago.
Agachados: Xondinha, Tadeu, João Eustaquio, Paulo Albeny, Vinícios.
Esta equipe marcou época no futebol amador de São Domingos do Prata.
Time de maior torcida na cidade, ganhou muitos títulos que disputou na região, tendo a frente o treinador e diretor de futebol, o mestre Evandro Rolla Braga.
Esta foto acíma, foi quando fomos campeões da liga molevadense de futebol, a primeira partida da decisão, contra o Metalurgico no estadio do lava pés no prata, vencemos a partida.(1974).
O Pratiano como era conhecido na região tinha uma equipe formada de estudantes, que só reunia nos finais de semana para os jogos.
Estudantes que eram da cidade e moravam fora; Belo Horizonte, Ouro Preto, Coronel Fabriciano. O Pratiano era temido na região pelo belo futebol apresentado por seus jogadores.
Tres jogadores do elenco faziam a diferença com um futebol refinado, eram craques; Francisco Santiago, Betinho e Paulo Albeny.
O Pratiano tem uma galeria enorme de títulos conquistado ao longo de sua existencia.
Hoje devido a extinção do futebol amador, é muita saudade que fica !

Viver é mudar, mudar é viver

É aquela história, atitudes iguais, resultados iguais, portanto, as mudanças são extremamente necessárias, elas nos proporciona enxergar o novo.
Mudar representa, para mim, um rito de passagem, é a fronteira definitiva entre o fim da infância e o início da vida adulta.
Na área pessoal temos, ao longo da vida, vários ritos de passagem, como por exemplo o nascimento, o crescimento, a adolescência, a fase adulta, a faculdade, o trabalho, o namoro, o casamento etc.
Todos esses eventos significam que estamos deixando alguma coisa para trás, e iniciando uma nova fase em nossas vidas, agregando novas experiências e novos conhecimentos.
Deixemos que o tempo, criando a perspectiva exata dos fatos, apague cada fase vivida.
Mudar é estar determinado a se comportar de maneira diferente, sem jamais perder de vista o nosso contexto histórico que cerca e condiciona a nossa trajetória de vida.
É a parte da vida que se processa, que é tão importante para a felicidade quanto as nossas conquistas.
Está nas mãos de qualquer um mudar tudo que se gosta em si mesmo ou no mundo a sua volta.
Enfim, reconhecer quem a gente é, e quem a gente quer ser, onde a gente está e quer chegar.
Mudar de ideias, mudar de profissão, de emprego, mudar de visão, os costumes, o tipo de roupa que usa, o corte ou a cor do cabelo, mudar de sonhos, mudar de casamento, mudar de cidade, mudar o estilo de vida, mudar de escola, etc.
As mudanças são necessárias e agregam muito valor à vida das pessoas; elas são vistas por muitos como um bom começo.
Segundo uma pesquisa o processo de transformação pessoal é classificado em quatro estágios: sofrimento, percepção, vontade e por fim , a mudança propriamente dita.
Lembre-se que não podemos mudar ninguém, e sim influenciar suas futuras escolhas.
As mudanças fazem parte dos ritos de passagem de nossas vidas.
O filósofo Heráclito, um homem de sentimentos elevados disse certa ocasião: "O mesmo homem nunca banha duas vezes na água do mesmo rio, porque nunca é o mesmo homem e nunca é o mesmo rio".
Nada é permanente, portanto, seja um protagonista das mudanças em sua vida.
Quem desenvolve essa percepção, melhora seu caminho, consequentemente, seu progresso.

Cristóvão Martins Torres

Uma breve fala ao povo sobre o direito

Amadeu Garrido de Paula

De todas as técnicas e ciência o homem comum faz algumas ideias. Técnico é o homem que sabe como as coisas funcionam. Cientistas procuram saber "por que" elas funcionam.


Nenhuma outra arte,  técnica ou ciência atrai tanto a atenção leiga como o direito. É comum a pergunta cândida: como um advogado pode defender um culpado? Faltaria ética a essa opção profissional.

Tentemos esclarecer dois aspectos fundamentais do direito, neste momento em que ele ocupa o centro das atenções gerais.

Direito é fato e norma. Um acidente de trânsito é um fato. Ao responsabilizar um dos envolvidos, o Estado (a quem cabe dizer o direito) aplica uma norma. Assim, podemos dizer que o fato está no mundo empírico e a norma no mundo teórico.

Ante um fato amplamente noticiado, o povo, não raro estimulado pela imprensa, logo se põe a julgá-lo. Já os operadores do direito, advogados, promotores e juízes, devem recorrer ao que suas inteligências captaram nos cursos jurídicos para aplicar (como podem) a técnica, a ciência e a arte do direito. Nossa opção pessoal é pela esquissa científica,  enquanto busca vertical da verdade, para dizer que norma deve reger aquele fato exemplificado (acidente).

Nosso povo, em primeiro lugar, não consegue compreender o "prende e solta", como no último caso do ex-presidente Michel Temer. É insegurança, despreparo, leviandade? Não, muito pelo contrário. A ciência busca suas descobertas e, ainda assim, submete-as, por exemplo, a testes laboratoriais, antes de divulgar seu achado. Trata-se de responsabilidade.

O Estado pratica o direito de acordo com cada país. No Brasil, em termos principais, temos, antes de tudo, o juiz de primeira instância. É aquele de nosso bairro ao qual procuramos, expondo nosso direito violado e pedindo a aplicação da norma pelo Estado. Depois, os Tribunais Regionais. Por fim, os Tribunais Superiores. Cada juiz é independente ao expor as ideias que o levam a julgar de determinada maneira. Não há hierarquia, tampouco unidade de pensamento imposta. Por isso, diante de um fato, podem ser convocadas diversas formas de interpretação e de aplicação das normas. É onde, em geral, ocorrem as divergências. Os Tribunais Superiores se encarregam de uniformizar os entendimentos. Mas só recentemente essa uniformização, em certos casos,  se tornou vinculante do pensamento dos juízes em nosso País.

Alguns erros judiciários, no mundo, tornaram-se emblemáticos e foram móveis de obras literárias e chegaram ponto de mudar certos rumos históricos.  O famoso caso Dreifus ( Zola), o caso Maurizius (Wassermann), Jean Valjam (Hugo) e, em nossas Minas Gerais , o famoso caso dos irmãos Naves, entre tantos outros, até diários. Há um Ministro do STF que diz preferir ver um criminoso solto a um inocente atrás das grades. A pensar.  Mas, em geral, são erros quanto aos fatos, muitas vezes sua prova depende só de testemunhos e da inclinação imagística do homem a só dizer a verdade (!).

No caso da ciência das normas, o conhecimento, sempre desejável em grau máximo, é o que faz brotar de nossos cérebros as mais sérias dúvidas, nas Academias e nos Tribunais. Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça, unanimemente, por 4 votos, deu-nos verdadeira aula de direito, ao determinar a soltura de Michel Temer. Prisão preventiva é prisão processual, destinada a garantir o processo correto e a ordem pública. Excepcional. Não é a pena, depois de percorrido o devido processo legal e garantida a ampla defesa de qualquer acusado.  Por mais graves que sejam as acusações contra o réu, tal não justifica uma prisão preventiva.

Uma digressão etimológica sobre "réu". Originário do latim, primeiro era substantivo (o oposto de autor da ação), depois corrompeu-se para adjetivo (culpado). Portugal já evoluiu: não se fala réu em processo penal, mas "arguido".

Claro que os juízes das instâncias inferiores deveriam ter mais parcimônia em decretar prisões preventivas, sem temor do clamor popular. A função de juiz não é compatível com a pusilanimidade ante as massas. Mas sua independência não pode ser violada. Logo, é melhor acalmarmos nossas opiniões antes de enveredar por questões jurídicas em conversas exacerbadas.

Amadeu Garrido de Paula, é Advogado, sócio do Escritório Garrido de Paula Advogados.

Fotomontagem é tão Antiga quanto a Própria Fotografia

Hoje, ela é muito usada por aqueles que usam a internet para o mal, forjando situações e imagens, com isso levando constrangimentos as pessoas.
 

Fotomontagem, termo empregado para designar a associação de duas ou mais imagens, ou fragmentos de imagens, com o propósito de gerar uma nova imagem. São diversos os processos capazes de gerar imagens desta forma. O mais simples deles é a colagem, que consiste na elaboração de uma composição tomando por base imagens positivas sobre papel, que podem ser apresentadas diretamente desta forma, como o fizeram os artistas dadaístas e surrealistas, ou ser reproduzida para gerar um negativo a partir do qual se produzirão ampliações. Uma variante desse sistema, empregando originais em transparência, é o sanduíche de negativos ou de diapositivos, que agrega duas ou mais imagens para produzir uma terceira que pode ser simplesmente projetada, como no caso dos slides, ou empregada para gerar ampliações positivas sobre papel, no caso dos negativos. Outra possibilidade é a de ampliar partes de negativos diferentes sobre um mesmo papel fotográfico, gerando assim uma imagem composta que era reproduzida a seguir para gerar um negativo que possibilitava a obtenção ulterior e mais fácil do mesmo efeito. Existe uma variante do processo de fotomontagem que pode ser executada diretamente na própria câmara: a dupla exposição - ou mesmo múltipla exposição - de um mesmo negativo no momento de tomada da fotografia. Hoje em dia, com a introdução dos computadores e dos scanners, a adição de duas ou mais imagens para a produção de uma imagem final tornou-se muito mais fácil, de fazer.



A Fotomontagem é tão antiga quanto a própria fotografia.
Quatro anos após o francês Daguerre apresentar a primeira máquina fotográfica, o também francês Hippolyte Bauard, em 1839, mandou uma foto, como protesto forjando seu próprio suicídio.

Visita do Blogueiro ao Museu do Louvre em Paris

Orgulho dos franceses, símbolo da Cultura Mundial, o Museu do Louvre, localizado em Paris, contém coleções de arte que vão desde a Cultura Antiga até a Moderna.

Parte externa do Museu com a famosa Pirâmide ao fundo


Galeria interna do Museu (área de Telas)

Galeria das Estátuas Antigas

São Francisco de Assis

Canetas e Presidentes

A história nos conta que um certo Presidente do Brasil, em épocas passadas, doou sua caneta, uma Parker modelo 51, de ouro cravejada de diamantes e rubis, a um de seus Ministros, que posteriormente a doou a um neto.
A doação teria sido acompanhada da recomendação de que a guardasse para sua posse como Presidente, caso um dia chegasse a sê-lo.
A função de toda caneta é escrever. Algumas escreveram a história e se transformam em personagens da história.
Sempre existiu interesse, por parte das pessoas, nas canetas usadas por Presidentes, sobretudo na cerimônia de posse.
Vários Presidentes assinaram termos de posse com uma caneta Parker 51 de ouro, ou uma caneta clássica.
Recentemente, chamou bastante atenção o fato de o atual Presidente e vários de seus Ministros terem usado uma caneta popular quando de suas posses. O que terá motivado esse ato: medo da maldição da caneta ou um gesto simbólico, um gesto de simplicidade, uma forma de incentivar austeridade na administração da coisa pública?

Cristóvão Martins Torres