Acredite, o brasileiro gasta mais dinheiro com carro que com sua própria alimentação
Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiares (POF) de 2018, divulgada pelo IBGE em 2019, os brasileiros gastam mais com transporte do que com alimentação.
A pesquisa mostra que as famílias gastam 14,6% de seus orçamentos com transporte coletivo, compra de combustíveis ou de veículo, e 14,2% com alimentação.
Na época da divulgação, analistas ressaltaram que essa tinha sido a primeira vez, na série histórica da pesquisa, iniciada na década de 1970, que essa fenômeno tinha ocorrido, pois, até então, o gasto com alimentação era maior que o gasto com transporte.
É bastante conhecida aquela máxima: "país desenvolvido não é aquele em que o pobre anda de carro, mas aquele em que o rico anda de transporte público". No Brasil, a péssima qualidade do transporte público é a principal causa do gasto elevado com transporte, ao lado, é claro, da paixão pelo automóvel e do crédito fácil. Em outros termos: não se utiliza o transporte público porque ele é ruim ou porque, nos raros casos em que ele é bom, ter um automóvel e circular com um automóvel ainda é sinal de status.Mas a conta é alta: pesam no bolso daqueles que utilizam o automóvel o preço do combustível, o custo de manutenção do veículo e as despesas com impostos, seguro etc.Os especialistas em transporte público ressaltam que a tendência é que o uso do automóvel diminua na medida em que a qualidade do transporte público melhore. Sabemos disso há muito tempo; mas passam os anos e a qualidade de nosso transporte público continua muito baixa. Nas grandes cidades, sobretudo nas grandes metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as pessoas que usam o transporte público pagam caro para ficar longos períodos dentro de ônibus lotados, que enfrentam um trânsito congestionado. A expansão do metrô é uma das soluções vislumbradas. Em algumas cidades ela tem caminhado, em outras, infelizmente, ela ainda permanece uma promessa, que parece estar muito longe de ser concretizada.Soluções como BRTs (ou MOVEs) minimizam o problema, mas não o solucionam, pois mesmo possuindo, em alguns locais, pista exclusiva, eles precisam também usar vias utilizadas por outros veículos.Isso faz que aqueles que possuem recursos utilizem veículo próprio, aumentando o número de veículos nas vias públicas e, consequentemente, aumentando também o tempo que eles próprios e os usuários do transporte público permanecem em trânsito. Os congestionamentos são, às vezes, gigantescos.A repercussão de um sistema de transporte ineficiente é não só econômica: estudos mostram que nossas grandes cidades têm gerado cada vez mais doenças.
Cristóvão Martins Torres
A pesquisa mostra que as famílias gastam 14,6% de seus orçamentos com transporte coletivo, compra de combustíveis ou de veículo, e 14,2% com alimentação.
Na época da divulgação, analistas ressaltaram que essa tinha sido a primeira vez, na série histórica da pesquisa, iniciada na década de 1970, que essa fenômeno tinha ocorrido, pois, até então, o gasto com alimentação era maior que o gasto com transporte.
É bastante conhecida aquela máxima: "país desenvolvido não é aquele em que o pobre anda de carro, mas aquele em que o rico anda de transporte público".
No Brasil, a péssima qualidade do transporte público é a principal causa do gasto elevado com transporte, ao lado, é claro, da paixão pelo automóvel e do crédito fácil. Em outros termos: não se utiliza o transporte público porque ele é ruim ou porque, nos raros casos em que ele é bom, ter um automóvel e circular com um automóvel ainda é sinal de status.
Mas a conta é alta: pesam no bolso daqueles que utilizam o automóvel o preço do combustível, o custo de manutenção do veículo e as despesas com impostos, seguro etc.
Os especialistas em transporte público ressaltam que a tendência é que o uso do automóvel diminua na medida em que a qualidade do transporte público melhore.
Sabemos disso há muito tempo; mas passam os anos e a qualidade de nosso transporte público continua muito baixa. Nas grandes cidades, sobretudo nas grandes metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as pessoas que usam o transporte público pagam caro para ficar longos períodos dentro de ônibus lotados, que enfrentam um trânsito congestionado.
A expansão do metrô é uma das soluções vislumbradas. Em algumas cidades ela tem caminhado, em outras, infelizmente, ela ainda permanece uma promessa, que parece estar muito longe de ser concretizada.
Soluções como BRTs (ou MOVEs) minimizam o problema, mas não o solucionam, pois mesmo possuindo, em alguns locais, pista exclusiva, eles precisam também usar vias utilizadas por outros veículos.
Isso faz que aqueles que possuem recursos utilizem veículo próprio, aumentando o número de veículos nas vias públicas e, consequentemente, aumentando também o tempo que eles próprios e os usuários do transporte público permanecem em trânsito.
Os congestionamentos são, às vezes, gigantescos.
A repercussão de um sistema de transporte ineficiente é não só econômica: estudos mostram que nossas grandes cidades têm gerado cada vez mais doenças.
Cristóvão Martins Torres
Cristóvão Martins Torres
Jardim da Infância Chapeuzinho Vermelho da Dona Dulce Zanetti
"Jardim da Dona Dulce", como era conhecido.
Meu primeiro diploma, muito importante.Dona Dulce sempre muito atenciosa, tinha muito carinho com os alunos, por isto tenho grandes recordações desta época.Dona Dulce é dessas pessoas especiais que aparecem em nossas vidas e ficam para sempre.Ela nos ensinou a perceber a família, os amigos, os professores. Nos ensinou a descobrir o outro, por isto ela é especial.
Quando a pessoa é do bem, tende sempre a comunicar-se!Juntamente com seu marido professor Egídio Zanetti, marcaram época em São Domingos do Prata.Contribuiram e muito para melhoria da educação em nossa cidade.Fui também aluno no "Colégio Estadual Marques Afonso" do professor Egídio, que lecionava matemática.De formação profissional na área da economia, senhor Egídio era um exímio professor de matemática.Me sinto orgulhoso de ter sido seu aluno.Além de professor senhor Egídio era uma grande figura humana, muito estimado por todos.Lembro-me quando ele ia ler os resultados das provas e algum aluno não alcançava nota, brincava com o aluno, falava; Vou te mandar para a Sibéria.Quando professor Egídio Zanetti mudou com a familia para Belo Horizonte para que os filhos pudessem fazer faculdade, meu Pai disse uma frase que não esqueço:
"Jardim da Dona Dulce", como era conhecido.
Meu primeiro diploma, muito importante.
Dona Dulce sempre muito atenciosa, tinha muito carinho com os alunos, por isto tenho grandes recordações desta época.
Dona Dulce é dessas pessoas especiais que aparecem em nossas vidas e ficam para sempre.
Ela nos ensinou a perceber a família, os amigos, os professores. Nos ensinou a descobrir o outro, por isto ela é especial.
Quando a pessoa é do bem, tende sempre a comunicar-se!
Quando a pessoa é do bem, tende sempre a comunicar-se!
Juntamente com seu marido professor Egídio Zanetti, marcaram época em São Domingos do Prata.
Contribuiram e muito para melhoria da educação em nossa cidade.
Fui também aluno no "Colégio Estadual Marques Afonso" do professor Egídio, que lecionava matemática.
De formação profissional na área da economia, senhor Egídio era um exímio professor de matemática.
Me sinto orgulhoso de ter sido seu aluno.
Além de professor senhor Egídio era uma grande figura humana, muito estimado por todos.
Lembro-me quando ele ia ler os resultados das provas e algum aluno não alcançava nota, brincava com o aluno, falava; Vou te mandar para a Sibéria.
Quando professor Egídio Zanetti mudou com a familia para Belo Horizonte para que os filhos pudessem fazer faculdade, meu Pai disse uma frase que não esqueço:
Essa rua que encanta
O Prata, ainda não sabia o que era desenvolvimento, tudo estava no seu início.
As ruas eram pouco iluminadas, as luzes dos postes eram amarelas de tão fracas.
Os carros eram poucos, ouvia poucas buzinas, a rua não tinha nenhum movimento, e todos dormiam cedo na cidade.
A rua que nasci e fui criado era muito tranquila, calçamento não existia e não era arborizada, a consciência ambiental ainda não tinha chegado até aos gestores públicos.
A nossa diversão predileta era brincar de pique com as meninas e jogar futebol na rua.
A felicidade da meninada era bola quicando na área, e a rua toda transformada, em campo de futebol.
Nesse clima de camaradagem, todo mundo se encontrava na rua.
Após as aulas reuníamos, e sentíamos donos da rua e de nossas vidas, libertos de pai e mãe.
Num esforço de memória, aqueles acontecimentos vêm à cabeça com muita saudade da infância, esta fase da vida especial e única.
Dentre vários fatos, lembro-me de um, que meus colegas falavam, embora nunca tenha visto, da existência de um animal que aparecia na rua e assombrava a todos.
Diziam ser uma criatura que dava medo até em adultos, a mula sem cabeça era temida por todos.
Ninguém queria vê-la.
Quando alguém falava do tal animal, todos lançavam um olhar estranho, ficavam apreensivos.
Isso punha todos intrigados, tal a curiosidade em saber como êle era.
A noite, após algumas partidas de futebol, ninguém se arriscava a ficar na rua, com medo do bicho.
Éramos tranquilizados pelos nossos pais, de que o animal não existia, às vezes íamos dormir com aquilo na cabeça.
Diziam não ser verdade, ser ficção, que aquilo estava na imaginação das pessoas.
Realmente nunca o vi, mas fiquei várias vezes com medo.
Tivemos vários casos de amigos que acordavam durante a noite com pesadelos.
Comentários surgiam os mais variados possíveis, sempre falava que alguém viu o animal, que era grande e muito feio; com isso a apreensão era geral.
Por pura obra do acaso, venho a saber deste acontecimento que mudaria o curso da história; que esta imagem falsa e negativa, era passada aos meninos daquela rua, por um senhor que morava lá e detestava o gorjear de um determinado pássaro, nativo na região.
Sentindo incomodado pelos assobios altos de alguns meninos, que imitavam o pássaro, falava da mula sem cabeça, como forma de intimidação.
Como um apaixonado pela história da minha infância, fazendo uma análise desse fato, percebo que não ficou nenhum vestígio de raiva, e nenhum sinal de ressentimento, nas pessoas.
Cristóvão Martins Torres
As ruas eram pouco iluminadas, as luzes dos postes eram amarelas de tão fracas.
Os carros eram poucos, ouvia poucas buzinas, a rua não tinha nenhum movimento, e todos dormiam cedo na cidade.
A rua que nasci e fui criado era muito tranquila, calçamento não existia e não era arborizada, a consciência ambiental ainda não tinha chegado até aos gestores públicos.
A nossa diversão predileta era brincar de pique com as meninas e jogar futebol na rua.
A felicidade da meninada era bola quicando na área, e a rua toda transformada, em campo de futebol.
Nesse clima de camaradagem, todo mundo se encontrava na rua.
Após as aulas reuníamos, e sentíamos donos da rua e de nossas vidas, libertos de pai e mãe.
Num esforço de memória, aqueles acontecimentos vêm à cabeça com muita saudade da infância, esta fase da vida especial e única.
Dentre vários fatos, lembro-me de um, que meus colegas falavam, embora nunca tenha visto, da existência de um animal que aparecia na rua e assombrava a todos.
Diziam ser uma criatura que dava medo até em adultos, a mula sem cabeça era temida por todos.
Ninguém queria vê-la.
Quando alguém falava do tal animal, todos lançavam um olhar estranho, ficavam apreensivos.
Isso punha todos intrigados, tal a curiosidade em saber como êle era.
A noite, após algumas partidas de futebol, ninguém se arriscava a ficar na rua, com medo do bicho.
Éramos tranquilizados pelos nossos pais, de que o animal não existia, às vezes íamos dormir com aquilo na cabeça.
Diziam não ser verdade, ser ficção, que aquilo estava na imaginação das pessoas.
Realmente nunca o vi, mas fiquei várias vezes com medo.
Tivemos vários casos de amigos que acordavam durante a noite com pesadelos.
Comentários surgiam os mais variados possíveis, sempre falava que alguém viu o animal, que era grande e muito feio; com isso a apreensão era geral.
Por pura obra do acaso, venho a saber deste acontecimento que mudaria o curso da história; que esta imagem falsa e negativa, era passada aos meninos daquela rua, por um senhor que morava lá e detestava o gorjear de um determinado pássaro, nativo na região.
Sentindo incomodado pelos assobios altos de alguns meninos, que imitavam o pássaro, falava da mula sem cabeça, como forma de intimidação.
Como um apaixonado pela história da minha infância, fazendo uma análise desse fato, percebo que não ficou nenhum vestígio de raiva, e nenhum sinal de ressentimento, nas pessoas.
Cristóvão Martins Torres
Bicicleta de terno e gravata
Desde crianças acostumamo-nos a ter sempre um benefício em troca de qualquer coisa que fizéssemos bem.
Fizeram parte de nosso cotidiano afirmações do tipo; se você passar de ano na escola, ganhará uma bicicleta.
Hoje bicicleta ganha importância e passa a ser uma estratégia, para solucionar o transito e diminuir a emissão de gases que são jogados na natureza pelos canos de descargas dos veículos.
A bicicleta tem excelente mobilidade urbana, é um meio sustentável muito barato.
Seu uso é bom para o bolso, para a saúde e para a natureza.
Sempre morei próximo a escola que estudava, mas alguns colegas que moravam distantes, falavam que quando iam de bicicletas para a escola, chegavam mais dispostos, mais animados e até aprendiam melhor as matérias.
É obvio que nas grandes cidades teriam que fazer ciclovias, para evitar acidente.
Fica perigoso andar de bicicleta no meio de muitos carros e motos.
Conheço pessoas que adoram andar de bicicleta nos finais de semanas, mas para fazer atividades físicas.
Para irem ao trabalho não aprovam, acham bastante cansativo.
Acho que vão sentir nos primeiros dias, mas depois acostumam.
Sei que no Brasil o carro é status, sinônimo de poder.
É aquela historia, pela carruagem sabem quem vem dentro.
As cidades grandes já não aguentam mais de tantos carros, as bicicletas seriam uma alternativa.
Óbvio que em um trajeto longo, usariam o carro.
Se não forem tomadas providencias algumas cidades vão parar, devido ao congestionamento do transito.
Não basta a engenharia de transito tentar usar a criatividade são muitos carros para poucos espaços.
A cada ano são jogadas novas marcas de carros no mercado, os importados estão chegando cada vez mais, a todo vapor.
Os fabricantes já descobriram que o carro dá importância ao Brasileiro, que a primeira coisa que compram quando ganham dinheiro, é um carro.
Conheço pessoas que usam o carro para irem até a esquina de suas casas para comprar o pão e leite.
Temos que mudar esta cultura.
A imprensa fala todos os dias, sobre aquecimento global.
Mas o que nós estamos fazendo para mudar isto, temos que mudar nossa mentalidade.
Será que estamos esperando que alguém faça alguma coisa por nós e para o planeta.
Os governantes sabem do problema, mas prefere fazer propaganda de conscientização junto à população, semelhante ao que faz a imprensa.
Temos que ter atitude.
Vamos deixar nossos carros para as viagens, para lugares distantes, nas cidades vamos andar mais a pé ou de bicicleta.
Assim estaremos ajudando ao planeta e a nós, ganhando mais saúde.
Na Europa as pessoas já adotaram esta prática há muito tempo.
Muitas pessoas vestidas de terno e gravata utilizam todos os dias às ciclovias para irem aos seus trabalhos.
Trocaram os carros pelas bicicletas.
Cristóvão Martins Torres
Fizeram parte de nosso cotidiano afirmações do tipo; se você passar de ano na escola, ganhará uma bicicleta.
Hoje bicicleta ganha importância e passa a ser uma estratégia, para solucionar o transito e diminuir a emissão de gases que são jogados na natureza pelos canos de descargas dos veículos.
A bicicleta tem excelente mobilidade urbana, é um meio sustentável muito barato.
Seu uso é bom para o bolso, para a saúde e para a natureza.
Sempre morei próximo a escola que estudava, mas alguns colegas que moravam distantes, falavam que quando iam de bicicletas para a escola, chegavam mais dispostos, mais animados e até aprendiam melhor as matérias.
É obvio que nas grandes cidades teriam que fazer ciclovias, para evitar acidente.
Fica perigoso andar de bicicleta no meio de muitos carros e motos.
Conheço pessoas que adoram andar de bicicleta nos finais de semanas, mas para fazer atividades físicas.
Para irem ao trabalho não aprovam, acham bastante cansativo.
Acho que vão sentir nos primeiros dias, mas depois acostumam.
Sei que no Brasil o carro é status, sinônimo de poder.
É aquela historia, pela carruagem sabem quem vem dentro.
As cidades grandes já não aguentam mais de tantos carros, as bicicletas seriam uma alternativa.
Óbvio que em um trajeto longo, usariam o carro.
Se não forem tomadas providencias algumas cidades vão parar, devido ao congestionamento do transito.
Não basta a engenharia de transito tentar usar a criatividade são muitos carros para poucos espaços.
A cada ano são jogadas novas marcas de carros no mercado, os importados estão chegando cada vez mais, a todo vapor.
Os fabricantes já descobriram que o carro dá importância ao Brasileiro, que a primeira coisa que compram quando ganham dinheiro, é um carro.
Conheço pessoas que usam o carro para irem até a esquina de suas casas para comprar o pão e leite.
Temos que mudar esta cultura.
A imprensa fala todos os dias, sobre aquecimento global.
Mas o que nós estamos fazendo para mudar isto, temos que mudar nossa mentalidade.
Será que estamos esperando que alguém faça alguma coisa por nós e para o planeta.
Os governantes sabem do problema, mas prefere fazer propaganda de conscientização junto à população, semelhante ao que faz a imprensa.
Temos que ter atitude.
Vamos deixar nossos carros para as viagens, para lugares distantes, nas cidades vamos andar mais a pé ou de bicicleta.
Assim estaremos ajudando ao planeta e a nós, ganhando mais saúde.
Na Europa as pessoas já adotaram esta prática há muito tempo.
Muitas pessoas vestidas de terno e gravata utilizam todos os dias às ciclovias para irem aos seus trabalhos.
Trocaram os carros pelas bicicletas.
Cristóvão Martins Torres
Novos Tempos
O ser humano já não é o mesmo, mudanças em todos os sentidos.
Procura ideais que representam sua realização e felicidade.
Há poucos anos atrás as pessoas sofriam imposições.
Herança da revolução industrial, aprenderam a trabalhar até aposentar.
O que contava era trabalhar muito até ao final da vida.
Quem fosse adepto da poesia, teatro, e música era considerado improdutivo.
Como diz o refrão de uma música da época; nem sempre se vê mágica no absurdo.
Hoje isso não acontece mais.
Descobrindo que é o principal elemento da vida, o homem mudou o jogo, e para melhor.
É importante dizer como as mudanças estão impactando a vida das pessoas, e tirar proveito delas.
Hoje as pessoas estão se perguntando: para que trabalhar tanto?
Estão descobrindo que sexo e droga foi uma combinação que não deu certo, visão dos que nasceram nos anos sessenta.
As mulheres não valem apenas pela virgindade.
Estão, cada vez mais, ganhando espaço na sociedade; já não se conformam em ficar em casa, cuidando dos afazeres domésticos.
Disputam palmo a palmo com os homens no mercado de trabalho; querem seu espaço.
Foi-se o tempo que casamento era para a vida toda, hoje, se não deu certo, separa.
A mulher submissa não existe mais.
Com isso os relacionamentos estão se tornando mais verdadeiros.
As pessoas sabem que não devem dirigir bêbadas, menos pela multa e o processo, mas pelo respeito a vida, e a vida do outro.
Podem até fazer um curso por imposição familiar, mas são capazes de desistir no meio do curso.
Enfrentam os pais na escolha da profissão.
Sabem que terão um mundo computadorizado, com informações rápidas e confiáveis, mas que não irão ensinar como lidar com pessoas e liderar equipes.
Vão enfrentar um mundo sem emprego, em que o sucesso ganho com trabalho mudou de lugar.
Pessoa bem sucedida não resultará emprego fácil, tem que apresentar resultados, ser competente, e ter muito comprometimento no que faz.
Cristóvão Martins Torres
Procura ideais que representam sua realização e felicidade.
Há poucos anos atrás as pessoas sofriam imposições.
Herança da revolução industrial, aprenderam a trabalhar até aposentar.
O que contava era trabalhar muito até ao final da vida.
Quem fosse adepto da poesia, teatro, e música era considerado improdutivo.
Como diz o refrão de uma música da época; nem sempre se vê mágica no absurdo.
Hoje isso não acontece mais.
Descobrindo que é o principal elemento da vida, o homem mudou o jogo, e para melhor.
É importante dizer como as mudanças estão impactando a vida das pessoas, e tirar proveito delas.
Hoje as pessoas estão se perguntando: para que trabalhar tanto?
Estão descobrindo que sexo e droga foi uma combinação que não deu certo, visão dos que nasceram nos anos sessenta.
As mulheres não valem apenas pela virgindade.
Estão, cada vez mais, ganhando espaço na sociedade; já não se conformam em ficar em casa, cuidando dos afazeres domésticos.
Disputam palmo a palmo com os homens no mercado de trabalho; querem seu espaço.
Foi-se o tempo que casamento era para a vida toda, hoje, se não deu certo, separa.
A mulher submissa não existe mais.
Com isso os relacionamentos estão se tornando mais verdadeiros.
As pessoas sabem que não devem dirigir bêbadas, menos pela multa e o processo, mas pelo respeito a vida, e a vida do outro.
Podem até fazer um curso por imposição familiar, mas são capazes de desistir no meio do curso.
Enfrentam os pais na escolha da profissão.
Sabem que terão um mundo computadorizado, com informações rápidas e confiáveis, mas que não irão ensinar como lidar com pessoas e liderar equipes.
Vão enfrentar um mundo sem emprego, em que o sucesso ganho com trabalho mudou de lugar.
Pessoa bem sucedida não resultará emprego fácil, tem que apresentar resultados, ser competente, e ter muito comprometimento no que faz.
Cristóvão Martins Torres
Homenagem aos Pais
Hoje é dia de homenagearmos os Pais.
Uma forma de homenagear os Pais é refletir sobre o papel do Pai na formação dos filhos.
Se você é um pai, tem que exercer a liderança.
O meu saudoso pai foi o maior líder que tive em toda a minha vida.
A melhor maneira de uma pessoa exercer a liderança é com exemplos.
O verdadeiro líder é aquele que ajuda, corrige, mesmo nos piores momentos.
Segundo um sábio grego, o primeiro dever de qualquer líder é criar mais líderes e desenvolver pessoas.
Um verdadeiro líder sempre deixa sua marca e surpreende as pessoas, com momentos mágicos.
Segundo uma pesquisa, fazemos mais de mil escolhas num só dia. Essas escolhas abrangem a maneira que nos comportamos em relação às pessoas que cruzam nosso caminho. Por exemplo: serei solidário, caridoso, humano ou desumano, darei mais uma chance, serei liberal, educado, respeitoso ou desrespeitoso, egoísta, alguém pronto a colaborar, honesto ou desonesto, responsável ou irresponsável, dedicado, atencioso, carinhoso, crítico etc.
São muitos os estímulos disparados em cada um de nós, todos os dias. As escolhas que fazemos no nosso dia a dia são as grandes responsáveis por tudo em nossa vida; devemos fazê-las bem, para podermos ser pessoas melhores, pois talvez não tenhamos outra chance de causar uma boa impressão.
Ser uma pessoa mais completa, mais eficaz, um ser humano melhor: isso é uma escolha nossa.
Alexandre o grande, rei da Macedônia, disse certa ocasião; "lembre-se: da conduta de cada um depende o destino de todos".
O que determina quem somos não é tanto o que nos acontece, mas a maneira como reagimos ao que nos acontece.
"Quando se sentir perplexo, espantado ou confuso sobre seu desempenho como pai (líder), descubra como estão as pessoas que você liderou”. Assim terá a resposta!
Parabéns a todos os Pais!
Cristóvão Martins Torres
Uma forma de homenagear os Pais é refletir sobre o papel do Pai na formação dos filhos.
Se você é um pai, tem que exercer a liderança.
O meu saudoso pai foi o maior líder que tive em toda a minha vida.
A melhor maneira de uma pessoa exercer a liderança é com exemplos.
O verdadeiro líder é aquele que ajuda, corrige, mesmo nos piores momentos.
Segundo um sábio grego, o primeiro dever de qualquer líder é criar mais líderes e desenvolver pessoas.
Um verdadeiro líder sempre deixa sua marca e surpreende as pessoas, com momentos mágicos.
Segundo uma pesquisa, fazemos mais de mil escolhas num só dia. Essas escolhas abrangem a maneira que nos comportamos em relação às pessoas que cruzam nosso caminho. Por exemplo: serei solidário, caridoso, humano ou desumano, darei mais uma chance, serei liberal, educado, respeitoso ou desrespeitoso, egoísta, alguém pronto a colaborar, honesto ou desonesto, responsável ou irresponsável, dedicado, atencioso, carinhoso, crítico etc.
São muitos os estímulos disparados em cada um de nós, todos os dias. As escolhas que fazemos no nosso dia a dia são as grandes responsáveis por tudo em nossa vida; devemos fazê-las bem, para podermos ser pessoas melhores, pois talvez não tenhamos outra chance de causar uma boa impressão.
Ser uma pessoa mais completa, mais eficaz, um ser humano melhor: isso é uma escolha nossa.
Alexandre o grande, rei da Macedônia, disse certa ocasião; "lembre-se: da conduta de cada um depende o destino de todos".
O que determina quem somos não é tanto o que nos acontece, mas a maneira como reagimos ao que nos acontece.
"Quando se sentir perplexo, espantado ou confuso sobre seu desempenho como pai (líder), descubra como estão as pessoas que você liderou”. Assim terá a resposta!
Parabéns a todos os Pais!
Cristóvão Martins Torres
Viver é mudar, mudar é viver
É aquela história, atitudes iguais, resultados iguais, portanto, as mudanças são extremamente necessárias, elas nos proporciona enxergar o novo.
Mudar representa, para mim, um rito de passagem, é a fronteira definitiva entre o fim da infância e o início da vida adulta.
Na área pessoal temos, ao longo da vida, vários ritos de passagem, como por exemplo o nascimento, o crescimento, a adolescência, a fase adulta, a faculdade, o trabalho, o namoro, o casamento etc.
Todos esses eventos significam que estamos deixando alguma coisa para trás, e iniciando uma nova fase em nossas vidas, agregando novas experiências e novos conhecimentos.
Deixemos que o tempo, criando a perspectiva exata dos fatos, apague cada fase vivida.
Mudar é estar determinado a se comportar de maneira diferente, sem jamais perder de vista o nosso contexto histórico que cerca e condiciona a nossa trajetória de vida.
É a parte da vida que se processa, que é tão importante para a felicidade quanto as nossas conquistas.
Está nas mãos de qualquer um mudar tudo que se gosta em si mesmo ou no mundo a sua volta.
Enfim, reconhecer quem a gente é, e quem a gente quer ser, onde a gente está e quer chegar.
Tomei a decisão que estava na hora de mudar, cansei de ser o que era e mudei.
Mudar de ideias, mudar de profissão, de emprego, mudar de visão, os costumes, o tipo de roupa que usa, o corte ou a cor do cabelo, mudar de sonhos, mudar de casamento, mudar de cidade, mudar o estilo de vida, mudar de escola, etc.
As mudanças são necessárias e agregam muito valor à vida das pessoas; elas são vistas por muitos como um bom começo.
Segundo uma pesquisa o processo de transformação pessoal é classificado em quatro estágios: sofrimento, percepção, vontade e por fim , a mudança propriamente dita.
Lembre-se que não podemos mudar ninguém, e sim influenciar suas futuras escolhas.
As mudanças fazem parte dos ritos de passagem de nossas vidas.
O filósofo Heráclito, um homem de sentimentos elevados disse certa ocasião: "O mesmo homem nunca banha duas vezes na água do mesmo rio, porque nunca é o mesmo homem e nunca é o mesmo rio".
Nada é permanente, portanto, seja um protagonista das mudanças em sua vida.
Quem desenvolve essa percepção, melhora seu caminho, consequentemente, seu progresso pessoal.
Cristóvão Martins Torres
Mudar representa, para mim, um rito de passagem, é a fronteira definitiva entre o fim da infância e o início da vida adulta.
Na área pessoal temos, ao longo da vida, vários ritos de passagem, como por exemplo o nascimento, o crescimento, a adolescência, a fase adulta, a faculdade, o trabalho, o namoro, o casamento etc.
Todos esses eventos significam que estamos deixando alguma coisa para trás, e iniciando uma nova fase em nossas vidas, agregando novas experiências e novos conhecimentos.
Deixemos que o tempo, criando a perspectiva exata dos fatos, apague cada fase vivida.
Mudar é estar determinado a se comportar de maneira diferente, sem jamais perder de vista o nosso contexto histórico que cerca e condiciona a nossa trajetória de vida.
É a parte da vida que se processa, que é tão importante para a felicidade quanto as nossas conquistas.
Está nas mãos de qualquer um mudar tudo que se gosta em si mesmo ou no mundo a sua volta.
Enfim, reconhecer quem a gente é, e quem a gente quer ser, onde a gente está e quer chegar.
Tomei a decisão que estava na hora de mudar, cansei de ser o que era e mudei.
Mudar de ideias, mudar de profissão, de emprego, mudar de visão, os costumes, o tipo de roupa que usa, o corte ou a cor do cabelo, mudar de sonhos, mudar de casamento, mudar de cidade, mudar o estilo de vida, mudar de escola, etc.
As mudanças são necessárias e agregam muito valor à vida das pessoas; elas são vistas por muitos como um bom começo.
Segundo uma pesquisa o processo de transformação pessoal é classificado em quatro estágios: sofrimento, percepção, vontade e por fim , a mudança propriamente dita.
Lembre-se que não podemos mudar ninguém, e sim influenciar suas futuras escolhas.
As mudanças fazem parte dos ritos de passagem de nossas vidas.
O filósofo Heráclito, um homem de sentimentos elevados disse certa ocasião: "O mesmo homem nunca banha duas vezes na água do mesmo rio, porque nunca é o mesmo homem e nunca é o mesmo rio".
Nada é permanente, portanto, seja um protagonista das mudanças em sua vida.
Quem desenvolve essa percepção, melhora seu caminho, consequentemente, seu progresso pessoal.
Cristóvão Martins Torres

Nenhum comentário:
Postar um comentário