segunda-feira, 2 de agosto de 2021

É preciso conhecer história política do BR para compreender este livro

 A vida em primeira pessoa, um roman à clef

Ficção e realidade em enredo político ambientado no último ano da década de 1980 marcam estreia literária da escritora Thaïs de Mendonça

Roman à clef: narrativa na qual o autor trata de fatos e pessoas reais por meio de personagens fictícios. É este recurso literário que a jornalista e professora Thaïs de Mendonça utiliza na obra A vida em primeira pessoa. Autora de outros seis livros técnicos da área jornalística, a escritora mineira também se inspirou em um diário pessoal antigo para compor a história da protagonista.

Martina Mirabella, jornalista e filha do falecido governador de Minas Gerais, deixa a capital mineira rumo a Brasília para trabalhar em uma grande revista semanal, a Fatos. Designada a cobrir a campanha presidencial do candidato Nelson Bastos, considerado um salvador da pátria, a repórter mergulha nos bastidores do poder e trava conhecimento com personagens que, aos poucos, vão compondo uma trama misteriosa.

Após a eleição que confirma a vitória do candidato, a narrativa de Thaïs apresenta uma série de mortes que envolvem o recém-empossado presidente. Ao mesmo tempo que vive uma agitada vida amorosa, publica artigos que estabelecem conexões entre as perdas políticas e resultam em ameaças contra a própria vida.

Repleta de jargões jornalísticos, sempre naturalmente explicados pela autora, a obra também aprofunda as cobranças da própria personagem diante da qualidade do seu texto. Com dificuldades em construir artigos em primeira pessoa, em seu colocar no texto – problema de muitos jornalistas no meio impresso –, Martina descreve o desafio em cumprir tal tarefa, trecho que dá sentido ao próprio título da obra.

Leu em algum lugar que escrever bem é pensar bem, sentir bem e expressar-se bem. “Sim, escrevo em primeira pessoa apenas em meu diário, que é uma escrita íntima e reservada”, constata, identificando a mudança no tom, do estilo confessional para o modelo jornalístico. Martina sofre para compor a peça opinativa: sente suores frios, as mãos hesitantes. Escreve e reescreve várias vezes cada trecho, insegura sobre a relevância e o interesse do episódio que deveria narrar em primeira pessoa.
(A vida em primeira pessoa, p. 149)

A vida em primeira pessoa conta com um toque de mistério e importantes referências da literatura brasileira, como Carlos Drummond de Andrade, Guimarães Rosa e Cecília Meirelles. Além do romance, Thaïs também é autora de obras acadêmicas, como “Manual do Foca. Guia de sobrevivência para jornalistas”, “Mutação no jornalismo. Como a notícia chega à internet” e “Viver o jornalismo: a entrevista no dia a dia da profissão”.

FICHA TÉCNICA
Título: A vida em primeira pessoa
Autora: Thaïs de Mendonça
Editora: Desconcertos
ISBN: 978-65-87908-32-8
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 200
Link de venda: Amazon e  Editora Desconcertos

Sobre a autora: Thaïs de Mendonça é de Congonhas, Minas Gerais. Com experiência de mais de 25 anos na imprensa diária e em assessorias de comunicação, é professora da Universidade de Brasília UnB desde 1990, onde completou Mestrado e Doutorado, tendo feito estágio de pós-doutoramento na Universidade de Navarra (Espanha) e na Universidade da Beira Interior (Portugal).



Imagens relacionadas

e27cf283e28b6a17efd2bdaa2573623a_small.jpg
Divulgação
baixar em alta resolução


bd7836fab759b24a45ef167e14994298_small.jpg
Divulgação
baixar em alta resolução



iCS e Embaixada da Alemanha realizam painel internacional sobre litigância climática

     

Diálogos Futuro Sustentável 2021

"Litigância Climática e o papel das cortes constitucionais"

 

Frente à urgência por respostas efetivas e ambiciosas de estados nacionais aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, vem crescendo um movimento global de recursos aos poderes judiciários como esferas de pressão da sociedade sobre governos e empresas. A 17ª edição da série Diálogos Futuro Sustentável propõe uma troca de experiências de alto nível entre União Europeia e América do Sul no tema emergente da Litigância Climática.

Inspirados por casos bem-sucedidos de litígios climáticos internacionais - como  o caso  Urgenda (Holanda), o caso Federal Climate Protection Act (Alemanha) e outros -, cidadãos em todo o mundo estão levando seus governos a tribunais constitucionais, buscando responsabilizá-los por danos ambientais e cobrando a efetivação de políticas públicas necessárias ao combate às mudanças climáticas. No Brasil, o sistema judiciário também está sendo convocado pela sociedade a atuar na proteção à maior ameaça à humanidade de nossos tempos. Os precedentes internacionais podem servir de referência para o país, que tem em sua Constituição todas as ferramentas necessárias para que o poder judiciário exerça seu papel de garantidor dos direitos humanos das atuais e futuras gerações.

É neste contexto que o Diálogos Futuro Sustentável promove o intercâmbio entre especialistas internacionais a fim de aprofundar o entendimento da comunidade jurídica, assim como do público interessado, acerca do recurso da litigância climática como indutor do cumprimento de metas climáticas acordadas em âmbito global.

Para introduzir esta edição do Diálogos, será exibido vídeo com jovens do movimento Fridays for Future, da Alemanha e do Brasil, representando a visão do movimento global capitaneado pelas novas gerações.

O evento terá início com a fala da juíza da Suprema Corte da Alemanha Gabriele Britz, de atuação destacada no caso emblemático “Federal Climate Protection Act” (Bundes-Klimaschutzgesetz), que desempenhou papel decisivo na promoção de uma maior ambição climática por parte do governo daquele país.  

Na sequência, reforçamos o espectro global da discussão, com base na extensa experiência do advogado e sociólogo colombiano César Rodríguez Garavito. Professor-fundador do programa de Justiça Global e Direitos Humanos da Universidade de Los Andes, Garavito atuou como consultor de estratégia para as principais organizações mundiais de direitos humanos. Foi perito da Corte Interamericana de Direitos Humanos, Juiz Adjunto do Tribunal Constitucional da Colômbia, é membro do Painel Científico para a Amazônia e principal litigante em casos de mudanças climáticas e direitos socioeconômicos e indígenas.

Finalmente, trazemos o foco para a realidade brasileira, a partir da análise do procurador da República e professor André de Carvalho Ramos. André é estudioso da relação entre proteção ambiental e direitos humanos e sua fala trata de como as Cortes podem melhor trabalhar esse nexo, assim como reflete sobre parâmetros internacionais dessa discussão, promovendo reflexões para os casos brasileiros.

 

SERVIÇO

  • Dia 10 de agosto de 2021
  • 10h30 - 12h (BRT)
  • Acesso gratuito, exclusivamente via link.
  • Será necessário preencher um formulário para acesso.

 

PALESTRANTES

Gabriele Britz

Juíza do Tribunal Constitucional Federal (Alemanha)

É formada em Direito pela Universidade Johann Wolfgang Goethe. Desde 2011 é professora de Direito Público e Direito Europeu na Universidade Justus Liebig.

 

César Rodríguez Garavito

Advogado e professor da Universidade de Nova York

Diretor do Centro de Estudos de Direito, Justiça e Sociedade (Dejusticia) e professor-fundador do programa de Justiça Global e Direitos Humanos da Universidade de Los Andes. Diretor-fundador da Climate Litigation Accelerator e editor-chefe da Open Global Rights. Foi professor visitante da Universidade de Stanford, da Universidade de Brown, da Fundação Getúlio Vargas (Brasil), da Universidade de Pretoria (África do Sul), do Åbo Center for Human Rights (Finlandia), da Central European University, ITAM (México) e da Universidade Andina de Quito. Além disso, é diretor-fundador do Human Rigths Lab e membro do recém-criado Science Panel for the Amazon.

 

André de Carvalho Ramos

Procurador da República

É professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e professor-titular de Mestrado e Doutorado da Faculdade Autônoma de Direito. Foi Visiting Scholar no Lauterpacht Centre for International Law (Universidade de Cambridge). É Procurador Regional da República e Coordenador do Grupo de Trabalho sobre Migrações e Refúgio da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (2020-2022). Foi Secretário de Direitos Humanos e Defesa Coletiva da Procuradoria-Geral da República (2017-2019). Foi Procurador Regional Eleitoral no Estado de São Paulo e Procurador Regional dos Direitos do Cidadão. 

 

MEDIAÇÃO

Caio Borges, coordenador do Portfólio de Direito e Clima

Instituto Clima e Sociedade

Bacharel em Direito pela UFPB, Mestre em Direito e Desenvolvimento pela FGV-SP e Doutorando em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela USP. Foi coordenador dos programas de Empresas e Direitos Humanos e Desenvolvimento e Direitos Socioambientais (2014-2019) da Conectas Direitos Humanos. Possui mais de 10 anos de experiência em financiamento sustentável, empresas e direitos humanos, litigância estratégica em direitos humanos e em mudanças climáticas. É non-resident fellow do Center for BRICS Studies da Universidade de Fudan (China) e do Centro para Estudos sobre África, América Latina e Caribe da O.P. Jindal Global University (Índia).

 

 

Luxo é ser sustentável

 

Setor do luxo: novos programas de treinamento em luxo sustentável

Preocupados com o impacto ao meio ambiente, 70% dos consumidores dizem estar mais conscientes dos impactos dos produtos que consomem após o Covid-19. O setor do luxo também é impactado por esta tendência que levará as marcas a se reinventarem. Em escolas de negócios como a SKEMA Business School em Belo Horizonte, aprendemos o que é este "novo luxo"


O estado de alerta em que o mundo se encontra devido à pandemia do coronavírus incentivou ainda mais a sustentabilidade. A consultoria global EY Parthenon encontrou no ano passado uma aceleração do comportamento social e ambientalmente responsável entre os brasileiros. Dos entrevistados, 70% disseram que agora prestam mais atenção aos impactos ambientais e sociais dos produtos que compram.  O setor do luxo não é uma exceção a esta tendência. "O novo luxo é ser sustentável". Minha visão é que a sustentabilidade é a chave para todas as marcas no futuro", comenta David Wertheimer, um dos antepassados dos proprietários da Chanel, uma das marcas de luxo líderes mundiais. Em uma entrevista no Brasil no ano passado, o empresário também disse que o Brasil está no radar da marca porque pode ser uma fonte para práticas de exportação.


Este é um posicionamento que rende mais que cifras. Na Casa Hermès, o desenvolvimento sustentável baseia-se nos valores e know-how transmitidos de geração em geração pelos artesãos. E na descrição da marca no site, o conceito explícito: ‘Queremos deixar uma marca positiva no mundo. As pessoas, comunidades e materiais do nosso ambiente natural têm sido os nossos companheiros desde o início. Mais do que nunca, eles estão no centro da nossa atenção e da nossa abordagem ao progresso’, conversa a marca com seus consumidores.


Na Dona Coisa, é a marca própria, a Nº 10 que garante peças luxuosas e sustentáveis. Roberta Damasceno diretora de criação quer algo mais permanente e com personalidade: “A ideia foi fazer uma releitura de clássicos do guarda-roupa feminino, sem perder o twist dos tempos modernos”, diz a empresária. Para ela, a Nº 10 se harmoniza com o tripé que inclui qualidade, conforto e atemporalidade sem esquecer matéria-prima e acabamento. A ideia é que a roupa permaneça por muito tempo, que não seja um modismo, que não seja descartável.


Para a empresária mineira Bhárbara Renault, criadora da marca Jardin, criar peças sustentáveis, atemporais e artesanais produzidas com mão-de-obra local e em tecidos ou fibras vegetais sustentáveis é uma proposta de vida. "Além do conforto físico, levar a ideia de cuidar do mundo respeitando a natureza e as pessoas é um dos presentes da moda". Eu sempre fui defensora da produção consciente. As peças da Jardin são projetadas com amor e cuidado, desenvolvidas internamente em nosso estúdio e produzidas aqui em BH através de uma rede direta de colaboradores”. O cuidado está presente desde a escolha da matéria prima utilizada, até o que é feito com os resíduos da produção. A empresária, que estudou na França durante dois anos, vem trabalhando para aumentar ainda mais as ações sustentáveis de sua empresa. "A pandemia exige que repensemos o mundo e a sustentabilidade é um meio de sobrevivência, mesmo no lado dos negócios". É necessário estar sempre pesquisando e estudando para trazer o que é mais sustentável no mundo para que meus clientes se juntem ao refrão do respeito pela natureza e pelas pessoas".

 

Novos cursos de treinamento sobre luxo sustentável no Brasil

Bhárbara não está sozinha. Muitos empresários estão à procura de qualificações. Atenta a esta demanda de especialização no promissor mercado do luxo sustentável, a SKEMA Business School,  escola internacional de negócios com sede em Belo Horizonte, Brasil, oferece um curso totalmente online sobre o assunto. É a SKEMA Global Nano Sustainable Luxury Management - com duração de 40 horas - focada no luxo sustentável.


O programa reúne especialistas da França, Índia, África e América Latina que contribuem com marcas e projetos de renome para recriar o luxo rumo à sustentabilidade. É a síntese de um processo de análise entre a SKEMA Business School, SKEMA Campus Belo Horizonte e o Centro de Estudos de Luxo Sustentável, sediado na Argentina. O programa oferece uma visão abrangente, multissetorial e exaustiva da integração entre gestão e sustentabilidade no setor do luxo: desde a criação de valor sustentável analisado do ponto de vista estratégico, até a análise da rastreabilidade de toda a cadeia de valor do produto, analisando o papel da inovação, design e artesanato. "A economia está passando e continuará a passar por grandes transformações por causa da pandemia. Vejo nos brasileiros o talento para criar e aprender em crises. Portanto, vejo a pandemia, apesar de todas as calamidades globais, como um momento para esta reação. Ao criar uma qualificação no mercado de luxo sustentável, a SKEMA pretende estender as práticas ambientalmente amigáveis a jusante da cadeia. A começar pelas grandes empresas de luxo que têm mais recursos para investir nestas ações. E, pouco a pouco, a mentalidade da sociedade como um todo vai mudar", diz a economista francesa e reitora da SKEMA BRASIL, Geneviève Poulingue.

 

Sobre o curso Global Nano Sustainable Luxury Management:

- Período: de 3 de setembro à 2 de outubro

- Carga horária: 40 horas

- Metodologia: Síncrono e assíncrono (todas as aulas serão gravadas para visualização na plataforma virtual 360 Learning)

- Inscrição e outras informações:

https://www.skema.edu.br/global-nano/global-nano-sustainable-luxury-management

22 Graus Comunicação e Marketing| Élida Ramirez

E-mail: elida@22graus.com


Você sabe escolher seu chocolate?

Sim, ele pode estar na sua dieta e faz bem para sua saúde se for escolhido adequadamente

 Quando o assunto é chocolate, nós sabemos que quanto maior o teor de cacau, melhor é para nossa saúde. Mas será que é só isso? De acordo com a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak, não. Existem outros pontos que devem ser levados em consideração na hora de escolher o doce. O processo de produção do chocolate é muito importante para que ele tenha benefícios reais ao nosso organismo. Se você achar chocolates bean to bar, eles serão sua melhor escolha, se não, fique atento ao rótulo que deve conter a base: cacau, açúcar e manteiga de cacau, sem outros aditivos com nomes "estranhos".

 O teor do cacau pode ser o ponto de partida, mas depois dele precisamos saber de mais algumas coisas. Por exemplo, um chocolate 70%, a princípio pode parecer saudável, mas se na sua lista de ingredientes estiver o polirricinoleato de poliglicerol – o que é muito comum - , o chocolate demora muito para ser metabolizada pelo nosso organismo e acaba interferindo diretamente na nossa saúde, ainda mais se consumido com frequência. Além disso, muitas marcas adicionam bicarbonato ao produto, o que deixa o chocolate alcalino e faz perder grande parte dos antioxidantes do cacau.           

 Outro ponto que você deve levar em consideração na hora da escolha é sobre a manteiga de cacau. É um ingrediente muito caro, por isso muitos chocolates têm gordura hidrogenada na composição e para deixar a textura adequada são adicionados outros compostos, que também não fazem bem para saúde. “Além de tudo isso que já foi citado, em muitos chocolates a gente encontra ainda produtos para realçar o sabor que, claro, interferem em toda a parte terapêutica do cacau”, esclarece a nutricionista.           

 E o chocolate ao leite? Se você é desse time, fique atento. Em termos de benefícios nutricionais do cacau, como melhora na saúde do coração, fonte antioxidante, melhora da memória, tristeza, e na produção da dopamina, você precisa de um cacau com alta eficiência, e é aí que o leite atrapalha, pois diminui o efeito terapêutico do cacau. E quanto aos demais ingredientes, tais como amêndoas, frutas secas etc.? Se eles estiverem presentes no rótulo está tudo bem. Segundo Aline, o importante é estar atento, como dito antes, a base do chocolate.

 Sobre Aline Quissak

Aline Quissak é nutricionista com especializações no Canada e Estados Unidos, pesquisadora científica em alimentos terapêuticos aplicados tanto na saúde quanto em doenças. É especialista em nutrição genética, pacientes críticos, oncologia, psicologia da nutrição e alimentação funcional. Para mais informações acesse suas redes sociais @nutri_secrets e no site http://www.alinequissak.com/combodebemcomavida





Univali abre matrículas para 17 cursos de especialização e MBAs nas modalidades presencial e on-line com aulas ao vivo

 

Univali abre matrículas para 17 cursos de especialização e MBAs nas modalidades presencial e on-line com aulas ao vivo


Inscrições podem ser realizadas até o dia 10 de agosto, pela internet

 

Santa Catarina – A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) realiza, até 10 de agosto, as matrículas para 17 cursos de especialização e MBAs com início das aulas previstas para o segundo semestre de 2021. São oferecidas turmas na modalidade presencial e on-line.

 

Para os cursos presenciais a expectativa é de que, com a necessidade de distanciamento social imposta pela pandemia de Covid-19, as aulas ocorram em formato híbrido, com parte da turma assistindo presencialmente e outra parte remotamente via plataforma digital, ou, ainda, iniciando em formato on-line e migrando gradativamente para o presencial.

 

Para inscrição o candidato deve acessar o endereço www.univali.br/pos, link: Especialização Presencial, ou Especialização On-line, escolher e clicar sobre o curso pretendido, e preencher o formulário disponível em: "Inscreva-se".



Para esta oferta, no Campus Itajaí, há vagas para os cursos de especialização em Análise Ambiental; Direito Processual Civil; Engenharia de Segurança do Trabalho; Hemoterapia e Terapia Celular de Células Tronco Hematopoiéticas; Gestão da Qualidade em Saúde e Segurança do Paciente; Relações Internacionais Contemporâneas; Segurança Pública e Política Criminal e o Master in Business Administration (MBA) em Neuromarketing e Ciências do Consumo.

 

No Campus Balneário Camboriú são oferecidos os cursos de especialização em Advocacia Prática Criminal; Pâtisserie: Técnicas, Criatividade e Inovação; os MBAs em  Gestão Estratégica de Pessoas; em Liderança, Coach Executivo e Desenvolvimento de Equipes de Alto Desempenho; em Gestão Comercial; em Marketing Digital; e o Master Business Innovation (MBI) em Startup Founder.

 

Já os cursos de especialização em Direito Digital: Tecnologia e Inovação e em Nova Lei de Licitações e Contratações Públicas serão oferecidos totalmente na modalidade on-line, com aulas ao vivo e interação entre professores e alunos em tempo real.

 

A relação completa e detalhada, com todos os cursos de pós-graduação ofertados pela Univali, pode ser consultada no endereço eletrônico: www.univali.br/pos.

 

Outras 42 opções de especialização são ofertas na modalidade EaD

 

Além dos cursos presenciais, a Univali está com inscrições abertas para outros 81 cursos de especialização na modalidade de ensino a distância (EaD). As matrículas podem ser feitas em www.univali.br/posead.

 

A plataforma oferecida pela Instituição permite que egressos de cursos de graduação especializem-se em formações de quatro Escolas: Escola de Artes, Comunicação e Hospitalidade; Escola de Negócios; Escola do Mar, Ciência e Tecnologia; e Escola de Educação. Na Escola de Artes, Comunicação e Hospitalidade, por exemplo, são ofertados os cursos de especialização em Design Thinking e Criatividade nas Organizações e em Economia Criativa, Cultura e Inovação.

 

Administração Pública; Análise de Cenários, Marketing Estratégico e Indústria 4.0; Auditoria e Controladoria Governamental; Branding e Marketing Digital para Comércio Eletrônico; Coaching e Gestão de Pessoas; Gestão de Investimentos; Gestão de Negócios em Saúde; Gestão de Projetos PMI-PMBoK; Gestão Estratégica de Negócios; Gestão Estratégica de Vendas, Negociação e Performance; Licitações e Compras Públicas Sustentáveis; Liderança na Contemporaneidade; Marketing, Criatividade e Inovação; Neuromarketing e Brandsense; e Supply Chain Management: Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos são ofertados na Escola de Negócios.


Para os profissionais ligados nas áreas da Escola do Mar, Ciência e Tecnologia, são oferecidos os cursos de Data Warehouse e Business Intelligence; Gestão da Qualidade; Gestão da Tecnologia da Informação; Gestão de Comunicação na Saúde Pública; Gestão de Laboratório de Análises Clínicas; Gestão do Agronegócio; Gestão e Auditoria Hospitalar; Tecnologias Digitais Aplicadas à Educação; e Telecomunicações com Ênfase em Redes, Sistemas de Informação e Internet das Coisas.

 

Por fim, a Escola da Educação oferece as especializações em Alfabetização e Letramento; Avaliação Educacional; Docência Para o Ensino Superior; Educação a Distância: Gestão e Tutoria; Educação de Jovens e Adultos; Educação Física Escolar; Educação Para a Infância: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental; Gestão da Aprendizagem e Educação Cognitiva; Gestão Educacional; Metodologias Ativas de Aprendizagem; Motricidade e Desenvolvimento Motor na Educação Infantil; Orientação Educacional: Teoria e Prática; Pedagogia Empresarial e Desenvolvimento do Conhecimento; Práticas Inovadoras em Educação; Psicopedagogia; e em Supervisão Educacional.

 

Outras informações: com a Central de Atendimento da Univali.

 

Wagner Mezoni
SC 02740 JP
Gerência de Marketing e Comunicação | Univali

wagner.mezoni@univali.br


domingo, 1 de agosto de 2021

A educação vem do Berço

A herança de virtudes e de vícios, de qualidades e de defeitos, as vezes, determina tanto o caráter como, outras vezes, a educação pode modificá-lo.
Devemos muito o que há em nós a nossos pais, a nossos avós e bisavós.
Ninguém escolhe os pais que deseja.
Cada ser humano é produto da matéria prima herdada por meio do trabalho e da educação.
Não há causa mais nobre que cultuar, os grandes e bons exemplos de nossos antepassados, que eles nos deixaram.
Eu tenho o maior orgulho de meus antepassados, da minha família, estou sempre lembrando deles, me marcaram muito, deixaram um legado.
As boas maneiras precedem de boas intenções, criados sem limites, não sabem viver em sociedade
Proibições e limites permitem à criança, mais tarde praticar ética na conduta.
Pedir desculpas, agradecer, ser gentil, demonstrar reconhecimento, são fatores que contribuem para o início do respeito.
Educação no sentido amplo inclui cortesia e polidez.
Agressão a professores, grosserias, ofensas verbais, rabiscar paredes, jogar papel no chão e falar ao celular faz parte do dia a dia dos alunos, em muitas escolas públicas no Brasil, hoje.
Envergonham a todos com tanta falta de educação.
O regimento interno das escolas, não permite expulsão de alunos por uma indisciplina.
Hoje, o pai que não mandar o filho para escola, responde a processo.
Alguns alunos não reconhecendo a importância da escola em suas vidas, vão contrariados, e descontam toda a sua raiva nos professores e na escola.
Antes a educação era opcional, o pai mandava o aluno para escola se quisesse, não existia lei obrigando a criança de estudar.
Na minha época de estudante fazíamos bagunça, mas não éramos mal educados, respeitávamos o professor.
Tínhamos alguns professores como nossos ídolos, alguns foram tão marcantes que lembramos, deles até hoje.
O pai era mais presente na vida do filho, o meu queria saber quem eram os meus amigos, filhos de quem, se estudavam, para onde íamos tínhamos que dar satisfação, etc.
No final de um bimestre queria ver as notas, se fazíamos alguma coisa errada na escola, chamava nossa atenção.
Tenho uma lembrança das refeições que fazíamos junto com nossos pais; se tinha frango na mesa sempre deixávamos a melhor parte para eles, o peito, a coxa.
Comíamos o pé ou pescoço do frango.
Hoje fazemos o contrário, deixamos a melhor parte para nossos filhos, continuamos a comer o pé e o pescoço do frango.
Acho que o pai de hoje, até pelo tipo de vida que leva, a vida está exigindo muito das pessoas, às vezes não tem tempo de cumprir o seu papel.
Estão deixando para a escola o papel de educador.
Os pais não podem esperar que a escola ou a polícia, ensina seus filhos, sobre ética e respeito.
Entendo que a escola não substitui o lar por mais que conte com pessoal competente e confiável.
Professores são para transmitir conhecimentos aos alunos, educar é em casa.
O berço ajuda...a não cometer erros.
Os pais, estes atores sociais tem em comum a persistência de não desistir de seus filhos.
Não vale dizer que neste país o mau exemplo vem de cima.
O mau exemplo deve servir de referencia, para ressaltar que não vale a pena viver, assim.
Plagiando o escritor Içami Tiba,’’Quem ama educa’’.

Cristóvão Martins Torres

Fotos da Construção do Colégio Marques Afonso em São Domingos do Prata

 Arquivo do Blogueiro: fotos históricas de São Domingos do Prata

1954 

Início da Construção do Colégio Marques Afonso


Senhor Benjamim Torres, fundador do Colégio Marques Afonso, durante a construção, junto a seu filho Carlos e aos Trabalhadores da obra 


A construção do Colégio Marques Afonso (levantando as paredes)


O Colégio Marques Afonso, já concluído