Zé Bettio - Clássicos sertanejos - Volume 1
"Recomendo, bom passeio para final de semana"
Se você viajar para a Suíça tem que conhecer Liechtenstein! O 4º menor país da Europa também faz fronteira com a Áustria e é cercado pelos Alpes. A moeda oficial do país é o Franco Suíço e o idioma o Alemão. Caso você nunca tenha ouvido falar de Liechtenstein, aqui vai uma lista de 10 curiosidades sobre o local:
1. A população total do país é de menos de 40 mil habitantes. Sua maior cidade, Schaan, tem menos de 5.800 habitantes.
2. É possível alugar o país (sim, você leu certo!) por US$ 70.000 por noite. O rapper Snoop Dogg tentou alugar o país para um vídeo mas não foi autorizado porque não confirmou com antecedência.
3. O número de empresas e comércio registrados em Liechtenstein é maior que o seu número de habitantes, principalmente porque as taxas são muito mais reduzidas que outros países europeus.
4. A maioria dos habitantes do país não tranca as portas devido ao baixo índice de criminalidade. O último assassinato no país, entretanto, ocorreu em 2014, quando um habitante local matou um banqueiro depois de perder uma fortuna de mais de 200 milhões de Reais (53 milhões de Francos).
5. Assim como Mônaco, Liechtenstein é um Principado e tem uma família real. A realeza de Liechtenstein vive no Castelo de Vaduz, na capital do país.
6. Liechtenstein é considerado um paraíso fiscal. Em uma tentativa de melhorar sua transparência em relação à taxas, assinou um acordo com os Estados Unidos.
7. Liechtenstein não possui exército.
8. Por ser cercado por montanhas, Liechtenstein é perfeito para a prática de esportes de inverno.
9. Cerca de 50 mil turistas visitam Liechtenstein por ano, o que é maior que sua população local.
10. Atrativos culturais como castelos e museus são os mais visitados por turistas.
A máxima "tamanho não é documento" se ajusta com perfeição a Lichtenstein. Minúsculo e poderoso. É um dos países mais ricos do mundo. Produz excelentes vinhos e queijos. É governado por um monarca durão que mora do topo de uma colina, num castelo gótico. Famoso por ser um paraíso fiscal. Já conseguiu conquistar muitas medalhas olímpicas nas edições de inverno dos jogos.
Visita ao Castelo de Chambord no Vale do Loire
Localizado no vale do Loire a 200 Km de Paris.
O castelo de chambord, possui a arquitetura que fez dele o castelo de todos os exageros.
Com 156 metros de comprimentos, 56 metros de altura, 77 escadas, 282 chaminés e 426 divisões.
Contudo, apesar de suas dimensões colossais, o castelo seduz sempre pela sua beleza, graça e pelo seu equilíbrio.
A sua ornamentação é uma das obras-primas da renascença francesa.
Está inscrito na lista do patrimonio mundial da unesco.
O vale do Loire, onde ele está localizado, é uma das regiões mais bonitas da França.
O castelo de chambord, possui a arquitetura que fez dele o castelo de todos os exageros.
Com 156 metros de comprimentos, 56 metros de altura, 77 escadas, 282 chaminés e 426 divisões.
Contudo, apesar de suas dimensões colossais, o castelo seduz sempre pela sua beleza, graça e pelo seu equilíbrio.
A sua ornamentação é uma das obras-primas da renascença francesa.
Está inscrito na lista do patrimonio mundial da unesco.
O vale do Loire, onde ele está localizado, é uma das regiões mais bonitas da França.
Castelo de Chambord, no Vale do Loire.
Nesse Castelo foram gravados alguns capítulos de uma novela da globo.
"Árvore genealógica" : Meus ancestrais, Amador Bueno e Tibiriça ...Amador Bueno - O homem que não queria ser rei...
1. Amador Bueno (1584/1650), "o aclamado", Capitão-Mor e Ouvidor da Capitania de São Vicente. Quando Portugal saiu do jugo espanhol, automaticamente o Brasil voltou a pertencer ao seu descobridor. Quiseram os ricos espanhóis de São Paulo proclamar Amador Bueno, rei do Brasil para, assim, ficar o Brasil livre de Portugal, e o aclamaram nas ruas como rei do Brasil. A honra antiga do brasileiro paulista não deixou consumar o fato. Era uma traição à Coroa Portuguesa e havia jurado defender o rei D. João IV, então rei de Portugal. Casado com Bernarda Luiz Camacho.
2. Isabel da Ribeira, casada com Domingos da Silva Guimarães.
3. Isabel da Silva Bueno, casada com Domingos de Castro Correia.
4. Capitão João Correia da Silva, casado com Maria Pedroso de Morais Correia, filha de Gaspar de Godoy Colaço e Sebastiana Ribeiro de Morais - 14ª neta de Dona Teresa Afonso, cujo avô materno foi Dom Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal.
5. Margarida da Silva Bueno, casada com o português Manuel Martins da Costa.
6. Capitão Custódio Martins da Costa, casado com Cecília Bernarda Rosa de São Boaventura. Cecília era filha de Ana Florença da Purificação, esta, filha de Ana Cabral da Câmara, descendente de um primo distante de Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil. Ana era, também, neta de Ana de Borba Gato - da família do bandeirante Borba Gato - e, por esta, tetraneta de Cornélio Arzam, o flamengo. Cornélio foi um dos primeiros habitantes da vila de São Paulo, e o responsável pela introdução da cultura do trigo naquelas paragens.
7. Major Joaquim Martins da Costa, casado com Regina Antônia da Costa Lage.
8. Raimundo Martins da Costa, casado com Elisa Augusta de Andrade - 12ª neta de Martim Leme (Martin Lem), natural de Bruges.
9. Antônio Andrade Martins da Costa, casado com Alice Vidigal.
10. Maria Auxiliadora Martins Torres, casada com Benjamim Gomes Torres.
11. Cristóvão Martins Torres (o presente).
* Amador Bueno também era descendente do cacique Piquerobi. Sua mãe, Ana Maria do Espírito Santo Pires, era filha de Mécia Ussú, bisneta, esta, da índia Antônia - batizada pelo padre Anchieta -, filha do cacique Piquerobi e sobrinha do índio Tibiriçá. A esposa de Amador, Bernarda Camacho, era bisneta de João Ramalho, náufrago encontrado por Martim Afonso de Souza na costa, e da esposa deste, Bartira, filha do cacique Tibiriçá.
Cripta da Catedral da Sé - São Paulo - Local de sepultamento do cacique Tibiriçá
O que é ancestralidade e qual a sua importância na nossa vida!
"Não podendo viver muito nesse mundo, o homem deve deixar, nele, sinais de que viveu intensamente".
Uma relíquia, essa obra literária deixada por Pedro Maciel Vidigal, mais conhecido como Padre Pedro.
Os Antepassados
Um legado de Padre Pedro Vidigal a toda a famiília de minha mãe.
Uma pesquisa muito rica que mostra a importância de conhecermos nossos antepassados.Muito interessante, buscando conhecer a minha família materna. Minha avó Alice Vidigal, irmã de Padre Pedro, nascida na cidade de Calambau. Padre Pedro Vidigal, enfatiza muito bem, narra os episódios curiosos a respeito de sua terra natal, Calambau. Esse livro trata-se de um toponímico com raízes profundamente mergulhadas na história local. Narra personagens que iniciaram a família nos séculos passados. As pessoas que deram origem a família, os primeiros integrantes. Tudo começou com eles.
Ouvia muito minha mãe falar sobre Amador Bueno e Tibiriçá, integrantes que iniciaram a família em séculos passados.
Na condução de seus negócios na área rural, quando administrou a Fazenda da Vargem, em Nova Era-MG, nosso Avô Antônio Andrade Martins da Costa, o Tineco, tinha criatividade, perspicácia e muita paixão. Tineco era discreto, mas genial. Ele nos deixou um grande legado, que vai muito além da belíssima Fazenda da Vargem.
O modo como criou seus filhos constitui um exemplo fundamental para seus descendentes. O carinho com os Netos nos inspira a sempre nos empenharmos em cultivar os laços familiares. Hoje seus Netos se sentem orgulhosos de pertencer a essa família maravilhosa que ele construiu, juntamente com Vovó Alice Vidigal, natural de Calambau, atual Presidente Bernardes.
Recordando uma parte da minha infância, que passei na Fazenda da Vargem, juntamente com Mamãe, vêm à memória os conselhos que Tineco pacientemente me dava. Um singelo conselho que ele sempre me dava dizia respeito ao cachorro Duque; Tineco sempre dizia: "não puxa o rabo de duque que ele te morde". Apesar do conselho, eu insistia em brincar com Duque, até que um dia ele me mordeu...A partir desse momento aprendi a não brincar com aquilo que podia me machucar. Um conselho que guardei para a vida, e que, mais tarde percebi, valia não só para o Duque, mas para tudo aquilo que representa risco.
Bons tempos, velhos tempos, que não voltam mais!
Ainda que por algumas horas, gostaria de poder reviver a alegria desses momentos.
Meu avô foi para mim um exemplo de fé, de vida, de trabalho, exemplo de coragem para enfrentar os problemas e as lutas, exemplo de amor, amizade e interesse pelos outros.
O amor de Deus esteve presente na vida dele!
Meu avô foi para mim um exemplo de fé, de vida, de trabalho, exemplo de coragem para enfrentar os problemas e as lutas, exemplo de amor, amizade e interesse pelos outros.
O amor de Deus esteve presente na vida dele!
A modernidade que vivemos hoje é responsável por uma série de mudanças na nossa forma de sentir e ver o mundo.
A tecnologia inundou de conforto nossas vidas; hoje dispomos de uma variedade de coisas que facilitam muito nosso dia a dia, mas não encontramos tempo disponível para cultivar nosso lado afetivo. Há cada vez menos pessoas como Tineco.
O convívio reconfortante com a família parece ser coisa do passado, algo lembrado com nostalgia.
Nada nem ninguém é capaz de nos satisfazer plenamente, pois sempre há novas possibilidades para serem testadas na conquista da realização pessoal.
Repletos de conforto e tecnologia, acabamos, na maioria das vezes, ficando cada vez mais sozinhos.
Se, por um lado, não é possível voltar ao passado, por outro lado é possível tentar colocar em prática os ensinamentos de pessoas que nos inspiram, como, no meu caso, Vô Tineco.
Cristóvão Martins Torres














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