A cultura machista afasta os homens dos cuidados com a saúde. De modo geral, nós, homens, só vamos ao médico por influência da mulher ou quando a doença está em um grau avançado.
A vergonha de expor o corpo é um dos fatores determinantes para esse preconceito.
Segundo estatísticas, um a cada seis homens irá desenvolver câncer de próstata, sendo o melhor tratamento a prevenção.
Os fatores de riscos são, dentre outros, alimentação inadequada e histórico familiar da doença. Além disso, é preciso considerar que com o aumento da idade as chances de desenvolver a doença aumentam consideravelmente. Por isso, o ideal é fazer exames periódicos, ou seja, visitar um médico urologista.
Os sintomas da doença são, principalmente, a dificuldade de urinar, necessidade constante de urinar e pouca força de jato ao urinar.
Sessentão, eu sempre fiz o exame preventivo periódico, visitando o médico urologista com frequência. A indicação inicial veio do médico da empresa em que eu trabalhava, Dr. Adolfo Lopes de Carvalho; eu estava com cerca de cinquenta e cinco anos, e ele adicionou esse exame no rol de exames periódicos que eu fazia à época. De lá para cá venho me submetendo regularmente a exames periódicos. Tive a doença, mas devido ao exame preventivo, ela foi diagnosticada precocemente. Fui submetido a uma cirurgia, que sanou completamente o problema.
Para mim ficou bem claro que a razão pela qual meu tratamento cirúrgico foi completamente exitoso foi o diagnóstico precoce da doença, que foi propiciado pelos exames preventivos. Diagnosticada no início, a doença não progrediu, não passou para outros órgãos do organismo. Venci mais esse câncer, já que no passado tive um câncer de pele, também vencido, graças à prevenção.
Por fim, não poderia deixar de agradecer ao Dr. Marco Antônio Razuque, Urologista, tanto por ter detectado a doença precocemente quanto pela cirurgia exitosa, ao Doutor Luiz de Araújo Porto, que também atuou na cirurgia, bem como às enfermeiras e demais profissionais que trabalham no hospital.
Saúde é prevenção, meus exemplos mostram isso!
- Converse com o agressor: Explique a gravidade do que foi dito e o impacto negativo que teve sobre a vítima. Ajude-o a entender que doenças não são motivo de piada e que seus comentários são inadequados e cruéis [1].
- Apoie a vítima: Ofereça apoio e um espaço seguro para que ela possa desabafar. Garanta que ela saiba que não está sozinha e que o comportamento do agressor está errado, não ela [1].
- Reporte a situação: Dependendo do contexto (escola, trabalho, etc.), pode ser necessário envolver figuras de autoridade como professores, diretores, supervisores ou profissionais de recursos humanos. Eles podem intervir formalmente e garantir que medidas disciplinares apropriadas sejam tomadas [1].
- Busque ajuda profissional: Encoraje tanto a vítima a procurar apoio psicológico quanto o agressor a entender as raízes do seu comportamento e a mudar sua atitude.
- Denuncie: Em casos extremos, especialmente se houver ameaças ou discursos de ódio, pode ser necessário procurar as autoridades legais.
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