*ORAÇÃO DA FILHA DE DEUS*
Nelma era uma sobrinha do Chico, a qual desencarnou em Belo Horizonte, em junho de 1944.
Dias antes de partir, a doente, jovem recém-casada, de vinte anos, pediu a Emmanuel lhe desse uma oração para ir repetindo-a, de memória.
Sabia-se no fim do corpo e desejava uma oração que lhe desse forças para a grande viagem.
E a prece veio.
Pelas mãos do Chico, o orientador espiritual escreveu a seguinte rogativa:
1. Meu Deus, deponho aos teus pés
Meu vestido de noivado.
Meus pesares do passado
E as rosas do meu jardim…
Pois, agora, Pai Querido,
Somente vibra, em meu peito,
Teu Amor Santo e Perfeito,
Teu Amor puro e sem fim.
2. Ah! Meu Pai, guarda contigo
Meu cofre de arminho e ouro,
Onde eu guardava o tesouro
Que me deste ao coração.
Entrego-te as minhas horas,
Meus sonhos e meus castelos;
Meus anseios mais singelos,
Minhas capas de ilusão!…
3. Pai dos Céus, guarda a coroa
Das flores de laranjeira
Que eu teci a vida inteira
Como pássaro a cantar!
Oh! Meu Senhor, como é doce
Partir os grilhões do mundo
E esperar-te o amor profundo
Nas bênçãos do Eterno Lar.
4. Em troca, Meu Pai, concede,
Agora que me levanto,
Que a Lã do Cordeiro Santo
Me agasalhe o coração!
Que eu calce a sandália pobre
Para a grande caminhada,
Que me conduzirá à Morada
Da Paz e da Redenção.


DIDI (Benevides)
*GANDHI*
Certa vez, perguntaram a GANDHI.
O que Você ganha orando regularmente?
Ele respondeu:
Geralmente, não ganho nada , mas sim perco coisas. E citou:
Perdi o orgulho
Perdi a arrogância
Perdi a ganância
Perdi a inveja
Perdi a minha raiva
Perdi o prazer de mentir
Perdi a impaciência
Perdi o desespero
Perdi o desânimo
Perdi o prazer nas coisas indignas do mundo, que não me levam a Deus.
A oração educa, fortalece e cura.
Mas não basta só orar a Deus, tem que também AMAR.
Ótimo dia 





*NEM CASTIGO NEM PERDÃO*
O sofrimento não é um castigo imposto por Deus.
Mas sim uma consequência e, criação das nossas próprias escolhas e atitudes.
Deus é equidade soberana. Não castiga, nem perdoa, caprichosamente.
Nós mesmos ditamos, nossas sentenças de culpa ou absolvição, ante as leis divinas.
Nossa conduta diária é o processo e, a nossa consciência é o tribunal.
A morte não é uma santificação, ou condenação automática. Mas sim uma mudança de plano e ambiente.
A terra é uma escola. E o futuro é resultado direto, dos nossos atos presentes.
A terra não é prisão de sofrimento eterno.
Mas sim, a Escola abençoada das almas.
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