terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Ser avó não nos envelhece, pelo contrário!

Por Thelma Miguel*

Ser avó muda nossa perspectiva de mundo e de nós mesmas. Passamos a visualizar o tempo com mais atenção torcendo para ele não se apressar. Queremos aproveitar todos os segundos. Ser avó, ao contrário do que muitos pensam, não nos envelhece, pelo contrário, rejuvenesce!

O sentimento de acolhimento e a ternura presente nos olhares das crianças nos faz sentir uma força esquecida em meio ao cotidiano. Este estado mágico é algo que nunca havia vivido até ser avó e hoje sei que apenas as vovós sabem do que estou falando.

Ser avó, nem sempre é fácil, há de se ter sabedoria e cautela. Nossos netos não são nossos filhos. As responsabilidades e todas as decisões sobre as crianças são dos pais. Este precisa ser um exercício diário das avós.

Aconselho, às vovós mais ansiosas, não sufocarem a nova família com conselhos exagerados na tentativa de suprir todas as necessidades. Não é isso que as novas mamães e papais precisam. Menos ainda os netos.

Algumas dicas são sempre válidas. Algumas já sabia, outras aprendi na prática. O momento do nascimento da criança é deles, esteja presente se solicitada. A vontade é de ficar grudadinha, mas tente se segurar.

A família necessita de uma rede de apoio, isto é certo, mas cuidado com as invasões. Não tire da mãe ou do pai o prazer de dar o primeiro banho, por exemplo. Caso eles estejam inseguros, apoie e transmita segurança, mas não os substitua.

Uma mãozinha na organização da casa e na alimentação pode ser bem-vinda quando solicitada. Nada de sair invadindo o espaço alheio. Ofereça ajuda para cuidar do bebê entre as mamadas permitindo que a nova mamãe possa dormir.

Pergunte sempre como proceder com as crianças. Quase tudo que você aprendeu e fez quando foi mãe está ultrapassado. As condutas médicas e relativas à introdução alimentar mudaram totalmente.

Nunca dê chupeta, mamadeira, chuquinha ou qualquer outra coisa escondida da mãe. Importante frisar também que NÃO EXISTE LEITE FRACO, não atormente a nova mamãe com crendices.

Não tenha vergonha de nada. Sente-se no chão, cante cantigas, bata palmas, sorria e gargalhe com todas as forças. Compre livros, leia ou invente histórias para os pequenos. Dê cambalhotas se conseguir. Seja criança outra vez!

Entre amadurecer e virar avó, descobri uma nova mulher dentro de mim, cheia de energia e planos. Renasci e fiz da escrita uma nova profissão. Sonho com o dia em que, adultos, meus netos conhecerão a mulher que fui. Estarei eternizada nos versos e textos que escrevi.

Ah, uma última dica... Deixe a mulher que existe em você fluir com todas as suas nuances. Não é porque você se tornou avó que virou um ser assexuado e sem vida pessoal. Empodere-se e viva com plenitude e alegria!


*Thelma Miguel é médica, escritora e poetisa carioca e acaba de lançar a coletânea de poemas O Silêncio e o Grito.



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Política é considerada um assunto ‘pouco importante’ para mais da metade dos brasileiros

Janiel Kempers, publicitário e especialista em marketing político, comenta o resultado da pesquisa do Instituto Locomotiva e analisa o cenário sociopolítico brasileiro


A política é um assunto que está sempre em alta na maioria dos países, porém, no Brasil, a cada 4 anos, ela entra debaixo dos holofotes com mais evidência. 2022 é um desses momentos distintos: o ano da eleição. O Instituto Locomotiva em parceria com a Fundação Tide Setúbal realizou uma pesquisa em 2021 e revelou que, surpreendentemente, 57% dos brasileiros consideram ‘política’ um tema ‘pouco importante’. Além disso, a pesquisa aponta que 52% dos entrevistados evitam ou não conversam sobre o assunto.


Para Janiel Kempers, publicitário e especialista em marketing político, o resultado demonstra uma tentativa de aliviar o peso das escolhas políticas. “O brasileiro, diz que não se importa ou não se envolve com política para tentar tirar de si a responsabilidade sobre as decisões políticas que acontecem no país”, opina. De acordo com ele, as atitudes tomadas como ‘eleitor’, estão diretamente conectadas aos acontecimentos que atingem a sociedade como um todo, como economia, saúde e educação.


O especialista explica que a política é um assunto muito mais importante do que se percebe na maioria das vezes, pois atinge todos os setores que formulam a sociedade e o dia a dia dos brasileiros. “Se pararmos para pensar, a política atinge segmentos da sociedade que nem imaginamos, desde do clube de futebol do qual você é torcedor até a escola privada em que seu filho estuda”, pontua.


Janiel defende que essa espécie de ‘negação’ e fuga do sentimento de culpa pela situação sociopolítica do país é reflexo de diversos fatores como o descrédito nos perfis políticos que lutam por uma ‘democracia mascarada’, na qual a sociedade é excluída pelos líderes políticos. “Salvo as exceções, as decisões políticas estão sendo tomadas independente do pensamento popular”, explica.


Sobre Janiel Kempers 


Antônio Janiel Lima dos Santos é um jornalista e publicitário natural do Maranhão. O profissional adotou o nome “Kempers” em alusão a um apelido recebido no ensino médio. Advindo de família humilde, Janiel, antes de tudo, é um comunicador apaixonado. Ainda adolescente começou a trabalhar com assessoria para políticos. Com 16 anos, já prestava serviços profissionalmente na área em seu estado. Depois de entrar na faculdade, ingressou na Record TV do Maranhão.


Dentro da televisão, ganhou experiência com apresentação e reportagens. Com um vasto currículo, Janiel Kempers já foi secretário de comunicação de 4 prefeituras e assessor de deputados da assembleia legislativa do Maranhão. Atualmente, reside no Ceará, onde trabalha como assessor para alguns políticos e empresas na região norte.


Para o futuro, o comunicador deseja lançar um projeto chamado Resenha Livre, onde algumas personalidades serão convidadas para conversar em lives no seu perfil.


Raphael Lucca - MF Press Global 

Pauteiro 


Quais são as características de um cérebro com TDAH

Estudo do neurocientista Dr. Fabiano de Abreu aprovado pelo comitê científico e publicado na Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, avalia as diferenças funcionais dos cérebros com o transtorno


O transtorno do déficit de atenção e hiperatividade é uma desordem crônica, complexa e multifacetada do neurodesenvolvimento. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), estimam que, em 2019, cerca de 2 milhões de adultos apresentavam o transtorno no Brasil. Os sintomas podem incluir desatenção, impulsividade e hiperatividade.


A combinação de desatenção, hiperatividade e comportamento impulsivo em crianças foi reconhecida como uma síndrome desde o início do século XX. Avanços no campo da neurociência cognitiva levaram a novos conceitos acerca da atenção da hiperatividade relacionados aos circuitos cerebrais.


De acordo com o neurocientista, PhD e biólogo Dr. Fabiano de Abreu, nos estudos foi possível perceber uma redução de volume e funcionamento da substância branca e cinzenta do cérebro de pacientes com TDAH, relacionadas a funções de atenção, planejamento cognitivo, processamento e comportamento. “Recentemente, o papel do córtex pré-frontal foi relatado como de extrema importância devido a sua interconexão com outras áreas vitais, como núcleos caudados e o cerebelo, que juntos estão envolvidos na regulação da atenção e do comportamento”, explica o neurocientista.


Ao longo dos anos, a fisiologia do transtorno foi sendo refinada. Assim, imagens cerebrais e biologia molecular começaram a revelar anormalidades no funcionamento cerebral das pessoas atingidas. Porém, a diversidade e a especificidade das patologias cognitivas dificultam o diagnóstico. “É imprescindível que sejam realizados trabalhos com diferentes profissionais que usem metodologias de pesquisa padronizadas e que possam ser comparadas com outros grupos de pesquisa”, defende o especialista.


Atualmente, a teoria mais aceita para as causas do transtorno é a de que há uma disfunção da dopamina cerebral, neurotransmissor envolvido na regulação motora e circuitos motivacional e atencional. No entanto, não há consenso entre a classe médica sobre uma definição exata e nem na quantificação das diferenças entre as atividades neuronais presentes em pacientes com ou sem o TDAH.


Link para o estudo: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/2712/1095


Sobre o Dr. Fabiano de Abreu


Fabiano de Abreu Rodrigues  é PhD, neurocientista com formações também em neuropsicologia, biologia, história, antropologia, neurolinguística, neuroplasticidade, inteligência artificial, neurociência aplicada à aprendizagem, filosofia, jornalismo e formação profissional em nutrição clínica. Atualmente, é diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito; Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International e membro da Federação Européia de Neurociências e da Sociedade Brasileira e Portuguesa de Neurociências.



Fabiano de Abreu 
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A neurociência pode ajudar no tratamento dos transtornos depressivos

Estudo do neurocientista, Dr. Fabiano de Abreu, explica como a ciência pode auxiliar na identificação de prejuízos causados pela depressão e promover soluções para melhora do quadro


A neurociência é a parte da ciência que estuda o sistema nervoso, principalmente o cérebro. Entender o sistema nervoso humano e suas limitações, é uma chave crucial para melhor tratar transtornos como a depressão. “O cérebro doente desenvolve um corpo doente e um corpo doente desenvolve um cérebro fraco em todos os aspectos”, explica o neurocientista, PhD e biólogo Dr. Fabiano de Abreu.


Um bom funcionamento do sistema nervoso se pauta em uma boa conexão entre neurônios, dendritos, corpo celular, axônios e fenda sináptica. Quando a conexão do SNC falha, promovem-se alterações demonstradas pela ausência, redução ou excesso de neurotransmissão ou tempestades elétricas. “Estudos apontam que 1 a cada 5 pessoas podem apresentar doença mental durante a vida e aproximadamente 4% da população sofre de transtorno mental crônico grave”, detalha o neurocientista.


Atualmente, a depressão tem sido considerada o grande mal que afeta a sociedade civil. A Organização Mundial da Saúde (OMS), aponta que, no mundo todo, cerca de 350 milhões de pessoas convivem com a depressão. “Essa doença está classificada entre as doenças degenerativas que desenvolvem mortes prematuras”, afirma o Dr. Fabiano de Abreu.


A depressão é caracterizada por uma aflição orgânica, psicológica, ambiental e espiritual. É uma espécie de angústia que impacta diretamente no humor e é seguida por perda de interesse, de prazer e alegria na vida. “Com a angústia e a aflição, a pessoa desenvolve dores físicas e psicológicas, gerando um ciclo de sofrimento tão intenso que parece não ter fim”, relata o especialista.


Fabiano alerta ainda para os conceitos pré-concebidos sobre a doença. “O paciente depressivo é, muitas vezes, visto como um preguiçoso ou acomodado pelas pessoas que estão próximas a eles. Ou seja, ao invés de receber socorro, recebem mais uma dificuldade para driblar”. É importante ressaltar que, sem o devido tratamento e atenção médica de qualidade, os pacientes apresentam recaídas e um ciclo de euforia e retorno do quadro depressivo até pior do que o anterior.


Por isso,  compreender os aspectos neurobiológicos dos transtornos mentais são importantes para a aproximação da neurociência e da psiquiatria. “Ainda é necessário avançar em tratamentos melhores, mais rápidos e eficientes”, opina o neurocientista. Estudos de terapia como a EDMR, que estimula o cérebro a processar memórias perturbadoras, estão ganhando espaço no tratamento para alívio dos sintomas. “Vários aspectos estão sendo compreendidos pelos clínicos e cientistas, permitindo uma melhor compreensão do estado crítico nos transtornos de humor e abrindo caminhos para a busca de técnicas mais eficazes de diagnóstico, tratamento, prevenção suicídio e eventuais sequelas cognitivas”. afirmou o neurocientista em estudo publicado pela Revista Multidisciplinar Ciência Latina, que atende todos os países latino americanos.


O estudo sobre o tema foi realizado com apoio da Logos University International, liderado pelo Dr. Fabiano de Abreu e pelo neuropsiquiatra Dr. Francis Moreira da Silveira, além de contar com o auxílio do Dr. André Leandro K. Castanhede, Dr. Paulo Fernando Lopes Dias Alves e Margieli dos Reis Alves.


Link do estudo: 

https://ciencialatina.org/index.php/cienciala/article/view/1149/1550


Sobre o Dr. Fabiano de Abreu


Fabiano de Abreu Rodrigues  é PhD, neurocientista com formações também em neuropsicologia, biologia, história, antropologia, neurolinguística, neuroplasticidade, inteligência artificial, neurociência aplicada à aprendizagem, filosofia, jornalismo e formação profissional em nutrição clínica. Atualmente, é diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito; Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International e membro da Federação Européia de Neurociências e da Sociedade Brasileira e Portuguesa de Neurociências.


Raphael Lucca - MF Press Global 

Pauteiro 




sábado, 1 de janeiro de 2022

Os animais vão ao dentista

Os animais tb estão literalmente de 'boca aberta" para uma especialidade que surgiu nos EUA na década de 70 e que chegou ao Brasil na década de 80: a Odontoveterinária.

Ela parte da mesma base teórica e prática utilizada no trat. dos humanos pois o elemento dental é idêntico mas expande-se para uma série de parâmetros anatomo - fisiológicos e é preciso conhecer a fundo as características de cada espécie para entender a anatomia, o tipo de oclusão, as necessidades alimentares, a patologia e as questões comportamentais.

Nos zoológicos são realizados constantemente trabalhos preventivos em animais que apresentam maior risco: os mamíferos.

Dessa forma há cuidados na saúde bucal de todas as espécies, na presença ou não de sintomas, que são dificílimos de aparecer por questões de sobrevivência, mesmo em cativeiro.

Qualquer animal selvagem não manifesta sua fraqueza para não se tornarem alvos fáceis de outros predadores, dificultando assim bastante esse trabalho.

O principal problema é a doença periodontal(gengiva, osso alveolar).

Ao contrário dos humanos, são raríssimos os casos de cáries pois a anatomia funcional dos dentes bem afilados e distantes uns dos outros, diminuem o acúmulo de resíduos e o PH da saliva é alcalino condizendo com a alimentação do animal, especialmente os domésticos que se alimentam de ração.

Esse tratamento profilático consiste na raspagem e polimento dental com o paciente sedado para que o trabalho seja feito de forma mais criteriosa.

A Odontoveterinária permite estudos mais aprofundados dentro de cada espécie de animais, que possui uma característica orgânico - funcional própria e bem definida.

Os animais não sabem sorrir mas agradecem a esses cuidados com gde amizade pelos seus donos.


Texto de

Maria do Carmo Antunes Xavier M. de Carvalho

Cir. dentista:clin. geral

Especialista em Dentística


Bebida alcoólica x emagrecimento: endocrinologista revela por que o álcool atrapalha na dieta

Você não dispensa aquele chopp no fim de semana ou um vinho e drinks com os amigos? Saiba que é preciso moderar e observar bem os acompanhamentos


Durante o processo de emagrecimento, o fígado é o órgão mais exigido do corpo - isso é independentemente do programa alimentar estabelecido pelo seu médico -, pois é nele que várias substâncias se encontram para transformar o alimento, suprir o que for bom e eliminar o que for ruim.


Assim, até a bebida alcoólica que foi ingerida, se tratando de um líquido, vai ajudar a sobrecarregar o fígado, trazendo a sensação de peso e também saliência da barriga - a famosa "barriga de choop", que muitas vezes traz insatisfação.


A fim de eliminá-la, o indivíduo inicia uma rigorosa dieta, e é no começo que a médica endocrinologista Bruna Manes Laudano, do Instituto Santa Rosa, recomenda a pausa no consumo. Isso porque, segundo ela, as bebidas alcoólicas se originam do açúcar, seja por destilação ou por fermentação - posteriormente são transformadas em carboidratos no intestino.


"Aquela cervejinha ou drinks açucarados, qualquer quantidade de consumo, podem detonar o resultado de suas metas. Dependendo da restrição de calorias determinada na dieta, uma simples dose de álcool atrapalha todo o trabalho de disciplina que você teve em uma semana inteira", explica.


"Quanto maior o teor alcoólico, maiores são as calorias de cada bebida. Fique atento para não atrapalhar o seu processo", completa.


Entretanto, para quem já está no processo de emagrecimento, a especialista aconselha a ingestão moderada. "Não trará maiores complicações, isso, claro, se você não estiver fazendo uma dieta para perder peso e já estiver na fase de manutenção", disse.


Mas não deixe de ficar de olho nos acompanhamentos. "Quando se bebe uma bebida alcoólica, os acompanhamentos costumam ser frituras, sendo mais calóricos ou sempre com torradinhas e pães que somarão ao álcool e tornaram tudo mais calórico e com mais carboidratos simples. O que vai te propiciar a ganhar peso depois do final de semana e toda segunda você estará recomeçando seu projeto de emagrecer", finalizou.


Sobre Bruna Manes


Formada em medicina a exemplo do pai, a doutora Bruna Manes atua em duas clínicas - em Volta Redonda (RJ), cidade onde mora com o marido e outra no bairro Leblon, no Rio de Janeiro - nos dois espaços ela oferece tratamento para a obesidade, reposição hormonal de mulheres na menopausa e homens na andropausa, hipertrofia de pacientes que desejam o aumento de massa muscular, além de vários outros procedimentos com protocolos injetáveis, como reposição de vitaminas, hormônios, tratamento para doenças autoimunes, entre outros.


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Semelhanças entre o cérebro humano e o universo fascinam neurocientistas

De acordo com o PHD,  neurocientista e biólogo Dr. Fabiano Abreu, quando comparados o universo e o cérebro possuem características numéricas e físicas parecidas.



Estudos do astrofísico Franco Vazza e do neurocientista Alberto Feletti analisaram números e compararam estruturas do cérebro e do universo e semelhanças fascinantes foram evidenciadas. 


De acordo com eles, o cérebro é composto por uma rede complexa de quase 100 bilhões de neurônios que formam 100 trilhões de conexões neurais. Os neurônios são agrupados em uma rede hierárquica de nós, filamentos e grupos neurais interconectados que moldam os pensamentos, sentimentos e emoções. O universo observável, por sua vez, também contém cerca de 100 bilhões de galáxias. O equilíbrio oscilante entre a atração da gravidade e a expansão acelerada do universo forma uma teia cósmica de filamentos semelhantes a fios compostos de matéria comum e escura.


As análises ficam ainda mais interessantes quando se tenta comparar os espectros de energia com outros sistemas mais complexos como imagens de galhos de árvores, nuvens e turbulência da água, pois os pesquisadores não conseguiram igualar a dupla: neurônios e universo.


O neurocientista Dr. Fabiano de Abreu, acredita que tais estudos demonstram que a conectividade dentro das duas redes segue princípios físicos semelhantes, apesar da diferença notável e óbvia entre os poderes físicos que regulam galáxias e neurônios. Para ele, encontrar semelhanças entre o infinito do universo e o finito do cérebro pode ser um indicativo de grandes mudanças que ocorrerão no futuro.


Sobre o autor


Fabiano de Abreu Rodrigues  é PhD, neurocientista com formações também em neuropsicologia, biologia, história, antropologia, neurolinguística, neuroplasticidade, inteligência artificial, neurociência aplicada à aprendizagem, filosofia, jornalismo e formação profissional em nutrição clínica. Atualmente, é diretor do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito; Chefe do Departamento de Ciências e Tecnologia da Logos University International e membro da Federação Européia de Neurociências e da Sociedade Brasileira e Portuguesa de Neurociências.



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