quarta-feira, 30 de agosto de 2023

Estudo brasileiro busca investigar diferença entre homens e mulheres no mercado de trabalho

Dr. Gabriel Lopes, diretor da Logos University, ressalta a importância do estudo para discutir maior participação das mulheres no mercado


A busca pela compreensão das diferenças entre homens e mulheres tem sido um dos temas mais discutidos ao longo da história. No entanto, um novo estudo realizado com o apoio da Logos University International, unidade Miami para o público latino, e publicado na Revista Científica Cognitionis, traz à tona uma perspectiva inovadora. Sob a orientação do Dr. Fabiano de Abreu, Pós PhD em neurociência, esse estudo desafia a ideia de uma dicotomia rígida entre os gêneros, demonstrando que as características neurobiológicas e sociais femininas possuem uma influência profunda no mundo empresarial.


O estudo parte de uma premissa fundamental: o cérebro humano é altamente adaptável, moldado pelas experiências e influências do ambiente ao longo da vida. As diferenças de gênero, muitas vezes, apresentam sobreposições surpreendentes quando observadas de perto. A neuroplasticidade, essa incrível capacidade de transformação cerebral, desafia as visões tradicionais ao destacar a flexibilidade e diversidade inerentes ao cérebro humano.


A pesquisa também revela que as diferenças comportamentais entre homens e mulheres não estão enraizadas no gênero em si, mas sim em características individuais e influências do ambiente. A análise de dados cerebrais sugere uma conectividade distinta entre os sexos, porém, ao contrário do que se poderia esperar, essas diferenças não levam a uma superioridade de um sobre o outro. Em vez disso, elas contribuem para a complementaridade comportamental entre os gêneros.


O estudo ressalta um ponto crucial: líderes femininas de sucesso têm ênfase nas relações interpessoais, comunicação direta e visão abrangente para alcançar metas razoáveis. Essas competências, frequentemente associadas às mulheres, são apenas uma parte do vasto espectro de habilidades que as líderes empresariais podem oferecer. Reconhecer e valorizar a contribuição feminina no mundo dos negócios é essencial para alcançar um ambiente mais equitativo e produtivo.


Dr. Gabriel Lopes, diretor da Logos University International, ressalta a importância deste estudo em relação ao projeto de inclusão das mulheres no mercado de trabalho, “O grupo UniLogos está empenhado em proporcionar um ambiente onde as mulheres possam se destacar, especialmente em setores que historicamente as sub representaram. O estudo oferece orientação e conhecimentos através do curso de neurobusiness, capacitando as mulheres com títulos e competências que as empoderem no mundo empresarial”, explica o profissional.


Em um momento onde a busca por igualdade de gênero é cada vez mais reivindicada, o estudo aponta para um caminho novo. A compreensão das diferenças cerebrais e comportamentais não apenas desafia os estereótipos de gênero, mas também sublinha a complexidade da relação entre sexo e cérebro. Considerando as interações sociais, culturais e hormonais, este estudo promove uma visão mais completa da igualdade de gênero e das qualidades de liderança que homens e mulheres podem oferecer no ambiente de negócios.


Sobre a  UniLogos

A Logos University International (Unilogos), fundada em 2006, foi incorporada no Estado da Flórida e da Louisiana. Com objetivos educacionais tem a missão de promover e melhorar a educação. Tem vários acordos nacionais e internacionais quantificando seu padrão de ensino aos requisitos mais modernos.

Fabiano de Abreu 
OBS.: Este email pode ser acessados por outros membros da empresa

Gestão geral grupo MF Press Global 


 Je suis mon soleil - Você não soube me amar

Chamas gêmeas - Sem esses aliados não existe reuniâo

TDI: Conheça a doença que pode fazer alguém ter dezenas de personalidades

De acordo com o Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu, o tratamento de TDI pode permitir uma harmonia entre as personalidades



Já pensou em ter dentro de si mais de 30 personalidades diferentes capazes de interagir entre si e ter memórias, hábitos e comportamentos próprios? É isso que pode ocorrer com uma pessoa que possui TDI - Transtorno Dissociativo de Identidade.


O que é TDI?


O Transtorno Dissociativo de Identidade (TDI) é uma condição psicológica complexa em que uma pessoa apresenta duas ou mais identidades distintas, frequentemente chamadas de "personalidades" ou "alter egos". 


Cada identidade pode ter características, memórias e comportamentos únicos. A transição entre essas identidades é acompanhada de amnésia significativa para eventos ocorridos quando outras personalidades estavam no controle. 


O que causa o TDI?


De acordo com o Pós PhD em neurociências  e membro da Society for Neuroscience nos EUA e da Sigma XI, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, o transtorno pode advir de traumas ou abusos no passado.


As causas do TDI estão associadas principalmente a experiências traumáticas, como abuso físico, sexual ou emocional durante a infância, então, o transtorno surge como uma estratégia de defesa do indivíduo para lidar com o trauma extremo, fragmentando a identidade para evitar a consciência plena das memórias dolorosas”.


Esse mecanismo dissociativo ocorre quando a mente tenta separar aspectos da personalidade para preservar a sanidade emocional. Fatores genéticos e predisposições familiares também podem desempenhar um papel na vulnerabilidade ao desenvolvimento do TDI, mas o trauma é considerado o fator primordial” Explica Dr. Fabiano.


TDI tem cura?

O tratamento do transtorno envolve a terapia cognitivo-comportamental, focada em identificar e desafiar padrões de pensamento disfuncionais, é comum. Ela tem como objetivo unificar as diferentes personalidades, promovendo a cooperação e a harmonia interna”.


O TDI pode ser controlado, seja através da harmonia entre as personalidades ou da unificação delas para reduzir o seu número, a depender de cada caso, a abordagem é totalmente individualizada e com resultados de longo prazo” Afirma Dr. Fabiano de Abreu.


Sobre Dr. Fabiano de Abreu Agrela

Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues MRSB é Pós PhD em Neurociências eleito membro da Sigma Xi, membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos , membro da Royal Society of Biology no Reino Unido e da APA - American Philosophical Association também nos Estados Unidos. Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia e filosofia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Membro das sociedades de alto QI Mensa, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society e  HELLIQ Society High IQ. Autor de mais de 200 artigos científicos e 15 livros.


Fabiano de Abreu 
OBS.: Este email pode ser acessados por outros membros da empresa

Gestão geral grupo MF Press Global 


A Carta de Pero Vaz de Caminha ao Rei D. Manuel

A carta que o escrivão Pero Vaz de Caminha escreveu ao rei d. Manuel é considerada o primeiro documento da nossa história, e também como o primeiro texto literário do Brasil e é o mais minucioso e importante documento relacionado à viagem da esquadra de Cabral ao Brasil e foi publicada pela primeira vez apenas em 1817, mais de trezentos anos após haver sido redigida, como parte do livro Corografia Brasílica..., de autoria de Manuel Aires do Casal. Isto significa que, até essa época, a história contada sobre a viagem de 1500 foi substancialmente diferente da narrada depois.

O texto de Pero Vaz de Caminha tem a preocupação básica de informar, procurando transmitir o  máximo possível de dados a respeito do que ocorria e do que o escrivão via, ouvia e sentia.

O fato de ser um texto informativo alia-se a outras importantes dimensões do documento, pois insere-se no esforço conjunto dos europeus, concretizado nos textos de viagem da época (especialmente nos escritos por integrantes das expedições), no sentido de construir alteridades, à medida mesmo que os navegantes entravam em contato com diversas terras e povos — alguns, como os índios e o futuro Brasil, totalmente desconhecidos deles —, com os quais seria preciso conviver dali em diante e, para conseguir dominar, sobretudo conhecer.

O escrivão português foi minucioso na elaboração do seu inventário de diferenças, incluindo não somente pessoas, mas animais, plantas, relevo, vegetação, clima, solo, produtos da terra, etc.

O texto do escrivão foi além. Reunindo o que viu às categorias que construiu, Caminha completou o ciclo: propôs ao rei, no final de seu texto, caminhos concretos para o aproveitamento do território e de seus habitantes, a saber: o desenvolvimento da agricultura e a cristianização dos índios. O escrivão viu o diferente, apreendeu-o segundo a sua própria mentalidade e, porque fez isso, foi capaz de dar o terceiro passo: sugerir ao monarca os caminhos do futuro, que eram os caminhos da desigualdade entre visitantes e habitantes, os caminhos da dominação portuguesa. Os acontecimentos descritos na carta — o tempo presente da chegada à terra — podiam incluir — como efetivamente incluíram — congraçamentos e danças coletivas entre navegadores portugueses e índios, além de atitudes legítimas de curiosidade, espanto e tolerância, profundamente humanas, por parte do escrivão ou de outros tripulantes, frente à terra bela e à sua gente agreste.

"De ponta a ponta é toda praia... muito chã e muito fremosa. (...) Nela até agora não pudemos saber que haja ouro nem prata... porém a terra em si é de muitos bons ares assim frios e temperados como os de Entre-Doiro-e-Minho. Águas são muitas e infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar~ dar-se-á nela tudo por bem das águas que tem, porém o melhor fruto que nela se pode fazer me parece que será salvar esta gente e esta deve ser a principal semente que vossa alteza em ela deve lançar"

Assim o escrivão da Armada de Cabral conclui sua carta-relatório ao Rei D. Manuel, informando sobre o descobrimento do Brasil. Observe a convivência, no mesmo parágrafo, do propósito mercantilista da viagem (a preocupação com o ouro e a prata) com o espírito missionário (a salvação do índio), que oferecia uma justificativa para a exploração econômica.

>>>>A Carta de Pero Vaz de Caminha marca, também, o início de uma longa tradição, o ufanismo ou nativismo, que consiste na exaltação (geralmente exagerada) das virtudes da terra e da gente, e que se irá desdobrar em todos os períodos subseqüentes.

Com relação ao índio, a atitude de Caminha foi de certa simpatia:

"Andam nus sem nenhuma cobertura, nem estimam nenhuma cousa de cobrir nem mostrar suas vergonhas e estão acerca disso com tanta inocência como têm de mostrar no rosto. (...) Eles porém contudo andam muito bem curados e muito limpos e naquilo me parece ainda mais que são como as aves ou alimárias monteses que lhes faz o ar melhor pena e melhor cabelo que as mansas, porque os corpos seus são tão limpos e tão gordos e tão fremosos que não pode mais ser."

Alude também, maliciosamente, à nudez das índias:

"(...) Ali andavam entre eles três ou quatro moças bem novinhas e gentis, com cabelo mui pretos e compridos pelas costas e suas vergonhas tão altas e tão saradinhas e tão limpas das cabeleiras que de as nós muito bem olharmos não tínhamos nenhuma vergonha."

A Carta de Caminha  é o relato mais rico e confiável da primeira semana após o Descobrimento. É um diário atípico, ou uma crônica de viagem, revestida das características estilísticas da literatura de viagem do Quinhentismo: a linguagem clássica, simplificada pela necessidade de tratamento objetivo da matéria; clareza; simplicidade; realismo nas observações; crítica equilibrada e, dentro do espírito humanista, uma constante curiosidade e uma persistente capacidade de maravilhar-se.

Como documento é muito mais revelador e muito mais bem escrito do que a carta de Américo Vespúcio, que logrou o tamanho sucesso na Europa renascentista, a ponto de fazer do nome de seu autor o nome do novo continente.

Últimas palavras de Steve Jobs; A cama mais cara do mundo é de um doente

“Eu alcancei o pináculo do sucesso no mundo dos negócios.
Nos olhos dos outros, minha vida é uma personificação do sucesso.
Porém, além do trabalho, tenho pouca alegria. No final, a riqueza é apenas um fato da vida que eu estou acostumado.
Neste momento, deitado na cama, doente e lembrando toda a minha vida, eu percebo que todos os reconhecimentos e a riqueza que tive muito orgulho em ter empalideceu e tornou-se insignificantes diante da morte iminente.Na escuridão, eu olho para as luzes verdes da vida apoiando máquinas e ouço os sons de zumbidos mecânicos. Posso sentir o sopro de Deus da morte se aproximando...Agora eu sei, quando nós acumulamos riqueza suficiente para nossa vida, devemos buscar outras questões que não estão relacionados com a riqueza...Deve ser algo que é mais importante:Talvez relacionamentos, talvez a arte, talvez um sonho de juventude...Prosseguir sem parar em busca de riqueza apenas transformará uma pessoa em um ser torcido igual a mim.Deus nos deu os sentidos para sentirmos o amor nos corações de todos, não as ilusões provocadas pela riqueza.A riqueza que eu ganhei na minha vida, não posso trazer comigo.O que posso levar são só as recordações precipitadas pelo amor.Essas são as verdadeiras riquezas que irão segui-lo, acompanhá-lo, dando-lhe força e luz para continuar.O amor pode viajar mil milhas. A vida não tem limites. Vá para onde você quer ir. Chegue a altura que você deseja alcançar. Tudo está no seu coração e em suas mãos.Qual é a cama mais cara do mundo? -"A cama de um doente"...Você pode empregar alguém para dirigir o carro para você, fazer dinheiro para você, mas você não pode ter alguém para suportar a doença para você.Coisas materiais perdidas podem ser encontradas. Mas há uma coisa que nunca pode ser encontrada quando é perdida – " A Vida".Quando uma pessoa vai para a sala de cirurgia, ela percebe que existe um livro que ele ainda tem que terminar de ler -"O Livro da Vida Saudável".Qualquer que seja o estágio da vida estamos no agora. Com o tempo, vamos enfrentar o dia em que a cortina cai.Tesouros de amor para sua família, amor para seu esposo, para seus amigos...Tratem-se bem. Respeite e ame os outros.”

Endiel Milani - A energia da fofoca, crítica e julgamento