sábado, 30 de setembro de 2023

Chat GPT pode ajudar na educação? Empreendedor da educação explica o uso da ferramenta em escolas

Diretor administrativo da Teia Multicultural, escola voltada para uma educação humanista e inovadora, Lucas Briquez, afirma que o ChatPGT ajuda no aprendizado se bem utilizado



O ChatGPT se popularizou nos últimos meses e gerou um debate sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) em diversas áreas, dentre elas, uma das que mais gera polêmica é a educação.


No entanto, de acordo com o diretor administrativo da escola Teia Multicultural e CEO da editora Asas Educação, Lucas Briquez, explica que a ferramenta pode ajudar a melhorar o aprendizado.


As novas tecnologias vão continuar surgindo e se integrando à sociedade de uma forma que não podemos ignorá-las e sim utilizá-las para melhorar a educação”.


Na Teia Multicultural temos uma cultura de inovação muito forte, o que nos dá uma abertura maior ao novo do que as escolas mais tradicionais, diante disso, e da popularização do ChatGPT passamos a usar a ferramenta para otimização de textos, e-mails, estruturar planos de aula, revisões, entre outras, sempre como um complemento e não como única base para nossos trabalhos” Reforça Lucas Briquez.


Os alunos podem usar o ChatPGT na escola?


O ChatGPT também é liberado como uma ferramenta para auxiliar os alunos a produzir trabalhos, mas sabendo que eles dispõe do uso de Inteligência Artificial podemos elevar o padrão de entrega, tornando-se mais criterioso, o que é benéfico para o aprendizado do aluno, ajudando-o a aumentar o nível das suas produções” Explica Lucas Briquez.


Temos que ter em mente que a Inteligência Artificial pode ser uma revolução de proporções ainda não conhecidas e quanto mais cedo nos integrarmos a ela, mais facilmente nos adaptaremos aos novos cenários educacionais e profissionais”.


Sobre Lucas Briquez

Lucas Briquez é diretor executivo do Asas Educação e Diretor Administrativo e sócio da Teia Multicultural, escola inovadora reconhecida pelo MEC como instituição de referência para a Inovação e a Criatividade em educação básica do Brasil, e pela seleção mundial de escolas inovadoras Education Cities no desafio Edumission, onde recebeu título honorário de “Inovação em Interdisciplinaridade”. 


Lucas tem MBA em Marketing e Negócios Digitais pela Be.Academy, é professor de empreendedorismo, design thinker, designer instrucional e copywriter. Hoje, seu maior objetivo é levar a metodologia da Teia Multicultural para crianças e adolescentes de todo país, através da Edutech Asas Educação.


Fabiano de Abreu 
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Gestão geral grupo MF Press Global 



Educação: saiba a importância do ensino do empreendedorismo na escola

O empreendedorismo é um tema que vem ganhando cada vez mais relevância no mundo atual. Em um contexto de mudanças constantes e incertezas, saber identificar oportunidades, criar soluções e inovar é fundamental para se destacar no mercado de trabalho. Diante disso, é importante que as escolas desenvolvam iniciativas que estimulem o pensamento empreendedor em seus alunos.

Quem reforça as afirmações é o diretor Administrativo da Escola Teia Multicultural e CEO da Edtech Asas Educação, Lucas Briquez. Para ele, como empreendedor e educador, o primeiro passo para incentivar essa mentalidade é estimular o senso crítico nos estudantes. "É importante que eles observem a realidade ao seu redor, identifiquem problemas e se coloquem como agentes de transformação, buscando soluções criativas para os desafios que encontram. Isso implica em sair da zona de conforto e assumir uma postura proativa diante das situações", iniciou.

"No entanto, para que os estudantes se sintam motivados a enfrentar esses desafios, é necessário que eles desenvolvam autoconfiança e autoestima. Apenas uma pessoa que acredita em si mesma e em suas habilidades será capaz de idealizar soluções e se dedicar para colocá-las em prática. Portanto, é fundamental que a escola promova atividades que estimulem o desenvolvimento dessas competências nos alunos", emendou.

Outra questão importante apontada por Lucas é a relação entre esforço e recompensa. Segundo ele, é fundamental que os estudantes compreendam desde cedo que para alcançar um objetivo é preciso se esforçar e se dedicar. Dessa forma, reforça Lucas, a escola pode criar atividades e metas para os alunos realizarem, antes de obterem algum tipo de recompensa. Isso ajuda a desenvolver o senso de responsabilidade e disciplina, além de incentivar a busca por resultados.

"Para que a educação empreendedora seja efetiva, é importante que a escola adote uma abordagem prática e colaborativa. Os alunos precisam ser incentivados a trabalhar em equipe, a experimentar soluções e a aprender com seus erros. Além disso, é fundamental que a escola ofereça espaços e recursos que permitam que os estudantes coloquem suas ideias em prática, como laboratórios de inovação e incubadoras de projetos", falou.

"Diante de um cenário cada vez mais competitivo e desafiador, é importante que as escolas inovadoras adotem uma abordagem empreendedora em sua educação. Ao desenvolver a mentalidade empreendedora nos estudantes, a escola está preparando-os para enfrentar os desafios do mundo real, estimulando a criatividade, a inovação e o protagonismo", finaliza o profissional.

CEO Fabiano de Abreu 
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Top 10: as mais belas Misses do Brasil




Elvis cantou para Nossa Senhora

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

  Botafogo campeão - Beth Carvalho


Parabéns à gente de Rio Piracicaba, por mais um ano de muitas realizações e conquistas. Parabéns, Rio Piracicaba por mais um ano de muitas histórias e progressos. Uma cidade que tem na sua gente a sua maior riqueza. Gente que é solidária, que se preocupa com o outro e que faz o nome da cidade um lugar melhor. Parabéns a todos que diariamente cumprem sua missão, contribuindo assim com o desenvolvimento do município, buscando novos projetos e aceitando o desafio de fazer mais o melhor, não perdendo de vista os anseios da comunidade, mostrando assim que não existe fronteiras nem limites para alcançar seus objetivos. Gosto tanto dessa cidade, que por muito pouco não casei aí. Parabéns e gratidão a todo esse povo maravilhoso, dessa bela cidade que é Rio Piracicaba.


Je suis mon soleil - Maria Padilha e os orixás

As Redes Sociais da Minha Adolescência

Com o advento da Internet que as redes sociais ganharam força.
Na época da minha adolescência não existia ainda a Internet.
As nossas redes sociais não eram facebook, blogs, twitter, Orkut, e-mail etc.
Nossa rede social era outra: os pontos de encontro que frequentávamos, onde discutíamos problemas diversos.
Escola, esporte, política, trabalho, vida particular, mulher, eram os temas mais ouvidos e debatidos nesses encontros.
Às vezes um determinado assunto era debatido por várias horas, com a participação de todos os presentes.
Não tínhamos nenhum interesse especial. Os encontros eram casuais. Muitas vezes chegávamos a um lugar e a turma já estava formada; nada programado.
As reuniões eram formadas por estudantes, professores, fazendeiros, comerciantes, profissionais liberais, funcionários públicos, funcionários de empresas etc, fazendo assim que os encontros tivessem representadas várias classes sociais.
Não tínhamos identidades semelhantes.
Para mim foi uma oportunidade de aprender com pessoas mais experientes e também de fazer valer minhas ideias e opiniões.
Desses encontros trouxe vários ensinamentos que agregaram valor à minha vida.
O interessante era que comentávamos vários fatos mas não nos envolvíamos com nenhum deles.
Compartilhávamos ideias. Os encontros eram nossa fonte de contato.
Toda tarde nos reuníamos, e o público era intenso, com muita participação das pessoas.
A nossa rede social não era online; estávamos conectados com as pessoas e com os donos dos estabelecimentos, que sempre estavam muito bem informados em vários assuntos e sempre nos recebiam muito bem.
Nossa rede social se reunia na sapataria do Zé Coló, na barbearia do Jarbas, na alfaiataria do Edgar, na loja do Evandro, no barzinho Sô Zé...
Como verdadeiros “provedores”, esses comerciantes viabilizavam a rede, mas também fiscalizavam o seu conteúdo, às vezes chamando a atenção de alguém por um comentário fora do contexto.

Cristóvão Martins Torres