quarta-feira, 31 de julho de 2024

Feitos para a comunidade pratiana se orgulhar

Recentemente, por uma fonte confiável, ficamos sabendo que o Ginásio Marques Afonso foi o décimo segundo ginásio estadual instalado no Estado de Minas Gerais. A notícia revela um fato, por mim desconhecido, que merece destaque no conjunto de circunstâncias que marcaram a instalação do nosso ginásio. Na década de 1950, mesmo com todas suas carências, o Prata se viu envolvido com o sonho de conseguir um ginásio estadual para a cidade. Um dos símbolos  desse movimento, Benjamim Torres, com a sua obstinação pela ideia, foi aos poucos contagiando as pessoas  e  acabou conseguindo uma mobilização  de forças atuantes na cidade para esse objetivo. Naquela época, ginásio estadual era coisa rara em Minas . O governo instalava poucas unidades por ano e priorizava as cidades com mais densidade populacional e econômica  do Estado. Não havia como furar a fila da hierarquia definida, porque era grande a disputa das cidades para ter o seu ginásio, uma vez que, por toda parte, a maioria dos jovens estava financeiramente impedida de fazer o curso secundário, disponível apenas em alguns colégios tradicionais, de propriedade privada, com pagamento de anuidade, e localizados fora de suas residências. Com tanta competição na área política, a única alternativa viável passou a ser idealizar um projeto para implantar o ginásio de forma diferente do que se adota hoje. Assim, a Secretaria de Educação delineou o que se pode chamar de " caminho das pedras", definindo como exigências que a cidade implantasse uma escola municipal de curso médio, como precursora do ginásio estadual, e construísse às suas expensas o prédio para o ginásio funcionar. Com isso, caberia ao governo apenas fazer a transformação de um estabelecimento de ensino em outro do mesmo nível, sem que houvesse constrangimentos com relação à hierarquia no meio político estadual.. Para conduzir os trabalhos previstos nesse pesado desafio, foi criada uma Fundação, de fé pública, denominada Sociedade Beneficente de Cultura, a quem se atribuiu as funções de coordenação dos trabalhos comunitários e a articulação dos contatos com o órgão do Estado. A primeira medida adotada pela Sociedade Beneficente de Cultura foi  instituir, no ano de 1954, a Escola Técnica de Comércio Pratiana, a qual funcionou no prédio do Grupo Escolar Cônego João Pio, em horário noturno, com a plena e irrestrita colaboração de professores, que trabalharam sem receber salários. Simultaneamente ao funcionamento da escola, a Sociedade Beneficente dava  início à construção do prédio onde deveria funcionar o ginásio estadual, quando criado. O prédio foi construído com dinheiro de doações do povo e de amigos da nossa cidade. Depois de concluído, o prédio foi doado ao Estado ,  cumprindo-se, dessa forma, com muita dedicação e trabalho, as exigências fixadas pela Secretaria de Educação. Em 1956, foi assinado o ato de criação do Ginásio Estadual  Marques Afonso, e o Prata, brilhantemente passou à  frente de mais de quatrocentas outras cidades de Minas Gerais no objetivo de ter o seu ginásio. Os alunos matriculados no curso básico da Escola Técnica foram absorvidos pelo ginásio estadual, mediante prova de avaliação acompanhada pelo Ministério de Educação, retratando a correção e a seriedade dos procedimentos  nesta fase inicial do curso secundário. A Escola Técnica de Comércio Pratiana funcionou ainda por um bom período, após a inauguração do ginásio, porém, com o curso técnico, ampliando a possibilidade de formação de alunos no curso médio complementar ao secundário. Só admitindo algo como um sopro divino, presente nas grandes obras, e outro tanto do trabalho de pessoas com paixões intensas, é possível explicar essa história notável  da Sociedade Beneficente de Cultura, com o pensamento único de deixar um legado duradouro para os jovens pratianos. O prédio, hoje utilizado como grupo escolar, deve ser conservado como um marco histórico, pela sua importância na criação do Ginásio Marques Afonso. Pelo pouco aqui revelado, dá para se ver que há muitas  histórias ligadas ao nosso ginásio esperando para serem contadas, e  que ajudariam a formar a memória da cidade.

Cristóvão Martins Torres


A volta do trem aos trilhos

Na Europa o trem é um meio de transporte muito importante. Há uma máxima que diz: "visitar a Europa e não viajar de trem é como não ir à Europa".

Praticamente em todo o continente europeu viaja-se de trem, tanto trens locais quanto trens regionais e internacionais. Assim, é possível se locomover de forma segura e barata entre cidades próximas ou distantes, em alguns casos de forma mais rápida que através de um avião, pois as longas distâncias são percorridas através dos chamados trens rápidos.
No nosso país ele foi extinto; poucos estados ainda conservam linhas férreas.
Ele era amado por todos, e a preferência por ele junto à população era tão grande que até musica em nome dele grandes compositores brasileiros fizeram.
Tenho grandes recordações do tempo em que andava de trem!
Vejo o trem como uma grande alternativa para nosso trânsito caótico, tanto nas estradas como nas grandes cidades.
Até para melhorar nossa indústria do turismo ele seria bom, afinal, quem não gosta de andar de trem...
Através do trem viaja-se com segurança, conforto, rapidez e economia, sem contar que ele nos permite como nenhum outro meio de transporte apreciar, através de suas janelas, as belas paisagens do território brasileiro.
No passado ele trouxe, em seus trilhos, progresso para as mais variadas regiões do Brasil, transportando pessoas, bens materiais, mas sobretudo esperança.
Hoje, quase esquecido, limita-se praticamente ao transporte de bens, sendo a Ferrovia Vitória Minas a única via férrea de transporte de passageiros a longa distancia no país. A referida ferrovia, mantida pela Vale, mantém uma tradição que infelizmente vai sendo esquecida: ela é o último fio de esperança de que um dia o trem possa voltar novamente a transportar, em larga escala, pessoas em nosso país.
A volta do trem como meio de transporte de passageiros em larga escala traria inúmeros benefícios para os viajantes: diante da exaustão do sistema rodoviário, viagens de curta e média distância poderiam ser feitas de forma mais rápida e segura através do trem. Esse tipo de viagem poderia ser reimplantado rapidamente, aproveitando-se as linhas já existentes, que, naturalmente precisariam passar por reformas para sua adequação à tecnologia atual. Para as viagens de longa distância o investimento teria que ser maior; enquanto isso, o transporte aéreo permaneceria como opção.
Se os trilhos fossem contados, muitas histórias caberiam neles... Mas não basta manter a memória histórica do trem no Brasil, é preciso voltar a usar a opção do transporte ferroviário como transporte público de passageiros em larga escala, ou seja, o transporte ferroviário não pode ser apenas uma forma de reviver o passado; o trem é um dos instrumentos que temos para construir um futuro melhor.
O som dos apitos e o ranger das rodas metálicas sobre os trilhos, como se pedisse um voto de confiança, ele pede passagem e quer voltar.

Cristóvão Martins Torres




Aneurisma de Aorta: Entenda a condição que fez Otaviano costa passar por cirurgia no coração

Apresentador contou, no Fantástico, detalhes sobre cirurgia do coração que realizou após sentir dor nas costas



Otaviano Costa surpreendeu os seguidores ao divulgar um vídeo no dia 22 de julho, revelando que havia feito uma cirurgia cardíaca doze dias antes. 


O procedimento, que durou cerca de sete horas, foi necessário após um diagnóstico de aneurisma na aorta, surgido depois que o apresentador procurou ajuda médica por sentir desconforto no peito.


Neste domingo (28), no “Fantástico”, o apresentador contou detalhes da condição descoberta após dores musculares nas costas que, no fim,não tinham relação com o problema do coração e foram definidas por ele como um “sinal divino”.


É um cenário assustador, quando volta. Não é uma cirurgia simples. Foram 8 horas, eram 2 drenos com sangue saindo. Ele teve uma mini complicação, digamos assim, que foi um sangramento que continuou, que era coagulação até regular isso. Acho que foi as piores horas da minha vida”, contou a Flávia Alessandra, a esposa de Otaviano.


O que é o aneurisma de aorta?

O aneurisma da aorta é uma dilatação anormal localizada na parede da nossa maior artéria. Embora o aneurisma possa ocorrer em qualquer artéria do corpo, como as ilíacas, femorais, poplíteas, viscerais e até nas artérias do cérebro, é mais comum na aorta, a maior artéria do corpo. 


De acordo com o médico cardiologista Dr. Roberto Yano, o aneurisma pode se formar em outros locais e levar à complicação gravíssimas quando o diagnóstico não é feito à tempo.


Geralmente, esses aneurismas se formam na aorta abdominal, logo abaixo das artérias renais, mas podem ocorrer tanto na parte torácica quanto na parte abdominal da aorta”.


O problema pode se desenvolver de forma silenciosa e quando não se tem um diagnóstico a dilatação pode aumentar gradualmente levando a um rompimento repentino e levando à morte súbita”, alerta.



Apresentador realizou exames devido a dor nas costas e descobriu aneurisma de aorta (Foto: Reprodução/Instagram)

Como é feito o diagnóstico do aneurisma da aorta?

O problema pode se manifestar muitas vezes de forma assintomática, por isso é importante realizar check-ups de rotina para ter um diagnóstico e tratamento precoce, afirma o Dr. Roberto Yano.


A maioria dos aneurismas da aorta não causa sintomas aparentes e é descoberto por acaso em exames de rotina, como ultrassonografia, ecodopplercardiograma, raio-X ou tomografia, o médico também pode palpar um aneurisma, dependendo o tamanho se for na região abdominal”.


Quando há suspeita de aneurisma de aorta torácica, exames de imagem, como ecocardiografia, ressonância magnética e tomografia, são usados para avaliar a aorta em detalhes e identificar o problema”, explica Dr. Roberto Yano.


Após o susto, Otaviano conta que agora passou a ter uma nova data de nascimento, uma data de ‘re-nascimento’.


Eu não celebrei a minha festa de 50 anos. Me Arrependi. Agora vou celebrar a de 52, Só que aí eu vou celebrar a de 52, com duas datas, no dia 13 de maio, quando eu nasci, no dia 10 de julho, quando eu sobrevivi”, contou o apresentador durante a entrevista.


Sobre Dr. Roberto Yano

Dr. Roberto Yano é médico cardiologista e especialista em Estimulação Cardíaca Artificial pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e AMB. Atualmente suas redes sociais, que traz a #amigosdocoracao, contam com um número expressivo de seguidores. São mais de 2 milhões engajados e distribuídos nos canais do Facebook, Youtube e Instagram.


Fabiano de Abreu 
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Gestão geral grupo MF Press Global 




Psicanalista avisa: Responsabilidade afetiva deveria ser disciplina do currículo escolar

Se existe uma lição de vida que muita gente não conhece sua devida importância é o tal do amor-próprio. Fabiano de Abreu revela o quanto ele é essencial para as relações humanas em várias vertentes diferentes.

 
 “Qualidade daquele que aprendeu a se amar verdadeiramente”. Esta definição de responsabilidade afetiva não está presente nos dicionários tradicionais, mas pode ser perfeitamente aplicada no “livro da vida”, revela o PhD, neurocientista, mestre psicanalista e biólogo Fabiano de Abreu. Porém, é importante considerar que o amor-próprio não é algo tão simples como parece, daí sua extrema importância para as relações sociais.
 
Exemplo disso pode ser observado no conselho do psicanalista: “Antes de se entregar a alguém ou a algo, é preciso se doar e se apropriar de si mesmo. Quem se perde de si, não encontra amor em ninguém”, destaca. A importância disso, observa o psicanalista, é que “através do autoconhecimento percebemos características positivas e negativas em nós, e a partir daí, precisamos fazer as reformas devidas para que possamos melhorar o que identificamos como ‘defeitos’ e colocar as nossas ‘qualidades’ a serviço, todos os dias”.
 
Conforme explica Abreu, desenvolver este sentimento ajuda a lidar com as outras pessoas: “Diante do autoconhecimento você desenvolve a responsabilidade afetiva, e se abra para perceber quais são os seus desafios internos, e passa a respeitar os desafios do outro”. Mas, como fazer isso? Para o neurocientista, esta expressão é sinônimo de “compromisso”, ou seja, cada um deve fazer bem para o outro, apesar de quem nem sempre isso acontece. “Esse transbordamento da nossa humanidade deve afetar o outro positivamente, se utilizo da minha imensidão para causar ondas emocionais negativas, provocando sofrimento, posso ter certeza de que há algo de errado comigo”, sintetiza.
 
E este autoconhecimento, acrescenta o neurocientista, deveria ser trabalhado ao longo da infância e adolescência: “Para aprendermos com quem e onde depositamos nossa energia mais construtiva, nossos melhores afetos, precisamos primeiro saber de nós, e isso, definitivamente, deveria ser uma disciplina escolar”, finaliza.


Fabiano de Abreu 
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Gestão geral grupo MF Press Global 



A educação vem do Berço

A herança de virtudes e de vícios, de qualidades e de defeitos, as vezes, determina tanto o caráter como, outras vezes, a educação pode modificá-lo.
Devemos muito o que há em nós a nossos pais, a nossos avós e bisavós.
Ninguém escolhe os pais que deseja.
Cada ser humano é produto da matéria prima herdada por meio do trabalho e da educação.
Não há causa mais nobre que cultuar, os grandes e bons exemplos de nossos antepassados, que eles nos deixaram.
Eu tenho o maior orgulho de meus antepassados, da minha família, estou sempre lembrando deles, me marcaram muito, deixaram um legado.
As boas maneiras precedem de boas intenções, criados sem limites, não sabem viver em sociedade
Proibições e limites permitem à criança, mais tarde praticar ética na conduta.
Pedir desculpas, agradecer, ser gentil, demonstrar reconhecimento, são fatores que contribuem para o início do respeito.
Educação no sentido amplo inclui cortesia e polidez.
Agressão a professores, grosserias, ofensas verbais, rabiscar paredes, jogar papel no chão e falar ao celular faz parte do dia a dia dos alunos, em muitas escolas públicas no Brasil, hoje.
Envergonham a todos com tanta falta de educação.
O regimento interno das escolas, não permite expulsão de alunos por uma indisciplina.
Hoje, o pai que não mandar o filho para escola, responde a processo.
Alguns alunos não reconhecendo a importância da escola em suas vidas, vão contrariados, e descontam toda a sua raiva nos professores e na escola.
Antes a educação era opcional, o pai mandava o aluno para escola se quisesse, não existia lei obrigando a criança de estudar.
Na minha época de estudante fazíamos bagunça, mas não éramos mal educados, respeitávamos o professor.
Tínhamos alguns professores como nossos ídolos, alguns foram tão marcantes que lembramos, deles até hoje.
O pai era mais presente na vida do filho, o meu queria saber quem eram os meus amigos, filhos de quem, se estudavam, para onde íamos tínhamos que dar satisfação, etc.
No final de um bimestre queria ver as notas, se fazíamos alguma coisa errada na escola, chamava nossa atenção.
Tenho uma lembrança das refeições que fazíamos junto com nossos pais; se tinha frango na mesa sempre deixávamos a melhor parte para eles, o peito, a coxa.
Comíamos o pé ou pescoço do frango.
Hoje fazemos o contrário, deixamos a melhor parte para nossos filhos, continuamos a comer o pé e o pescoço do frango.
Acho que o pai de hoje, até pelo tipo de vida que leva, a vida está exigindo muito das pessoas, às vezes não tem tempo de cumprir o seu papel.
Estão deixando para a escola o papel de educador.
Os pais não podem esperar que a escola ou a polícia, ensina seus filhos, sobre ética e respeito.
Entendo que a escola não substitui o lar por mais que conte com pessoal competente e confiável.
Professores são para transmitir conhecimentos aos alunos, educar é em casa.
O berço ajuda...a não cometer erros.
Os pais, estes atores sociais tem em comum a persistência de não desistir de seus filhos.
Não vale dizer que neste país o mau exemplo vem de cima.
O mau exemplo deve servir de referencia, para ressaltar que não vale a pena viver, assim.
Plagiando o escritor Içami Tiba,’’Quem ama educa’’.

Cristóvão Martins Torres

Simone - Na minha veia


Fingir que é feliz todo dia te impede de ser feliz de verdade


Wanessa Camargo - O amor não deixa



Morena Cor de Jambo

Ela chegava sempre antes da aula começar.

Elegantemente vestida com seu uniforme azul marinho. Saia curta, cabelos bem penteados. Impecável como sempre.
Nunca a vimos brava e insatisfeita, era sempre solícita e muito alegre.
Criada nos bons princípios da tradicional família, tinha um coração cheio de bondade, um verdadeiro reduto de pureza.
A todos encantava pela sua inteligência, beleza e educação, razão pela qual era muito querida pelos colegas e pelos professores.
Cabelos encaracolados e olhos escuros faziam de sua figura morena uma das mais elegantes alunas daquele educandário.
Olhos miúdos e muito vivos, tinha um ar de felicidade que parecia tornar ainda mais belo o seu já belo rosto.
A pele tão densamente morena e os traços equilibrados e firmes revelavam não só suas características físicas, mas também o caráter de sua personalidade.
Nos lábios tinha sempre um sorriso, que parecia dizer: não há nada de especial na minha vida.
Quando um professor pedia para ela ir ao quadro negro explicar um exercício, todos na sala prestavam a máxima atenção, hipnotizados pelo que estavam vendo, parecendo estar diante de um cenário inusitado.
Sua explicação era sempre correta.
Suas notas eram sempre as melhores da classe.
As aulas eram participativas, todos construíam seu espaço, não tínhamos hierarquia de cargos, a participação era geral.
Todos alunos em alternância, iam até o quadro negro, explicar o que entenderam da matéria dada pelo professor, fazendo com isso que as aulas fossem participativas e bastante interessante.
Nossa sala de aula era diferente, não era asfixiante, porque éramos aprendizes e mestres.
Compartilhávamos com os colegas, enriquecendo mutuamente.
Como para um adolescente daquela época tudo era muito desconhecido, tento descobrir hoje o segredo daquela situação; porque dentre tantas alunas na sala de aula, apenas uma chamava atenção?
Hoje não sei dela, mas outro dia tive a impressão de tê-la encontrado.
Frente às intempéries da vida, a situação era outra, bem diferente daquela vivida na escola.
Seus olhos não brilhavam como antes; no seu rosto as marcas do tempo eram visíveis e sua expressão era outra.

Apesar da precária situação da escola pública e dos discursos que tentam desacredita-la, é possível vê-la de outro modo, lembrando fatos que aconteceram na época e tendo outro ponto de vista.
O ambiente na sala de aula era construído por valores e muito respeito entre os alunos.
É muito bom quando lembramos de fatos acontecidos no tempo escolar e temos saudades da época estudantil.
O tempo vai passando e deixando um rastro de marcas e saudades, de uma distante época de estudante que está guardada em algum canto dentro da alma da gente.

Cristóvão Martins Torres