sábado, 30 de novembro de 2024

Maria Fumaça de São João del-Rei será decorada e iluminada passeios natalinos noturnos com Papai Noel

Haverá shows de luz e música em São João del-Rei e Tiradentes Moradores da região pagarão R$ 30 ida e volta, na próxima sexta (29), desde que comprovem residência, doem um presente e um litro de leite

 

A tradicional Maria Fumaça de São João del-Rei, administrada pela VLI – controladora da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) –, terá trens natalinos noturnos nos dias 29 de novembro, além dos dias 6, 13 e 20 de dezembro. Para receber Papai Noel, a locomotiva será iluminada e decorada. O passageiro ilustre chegará à Estação de São João del-Rei na próxima sexta-feira (29), às 18h, e fará um show com músicas natalinas, inaugurando a iluminação de Natal. Às 18h30, ele fará a viagem com destino a Tiradentes no trenó que estará em um vagão aberto, de onde cumprimentará a população durante o trajeto.

 

Já às 19h30, Papai Noel retorna de Tiradentes a São João del-Rei, ao longo do trajeto que tem 12 km de extensão, às margens da Serra de São José, no Campo das Vertentes (Minas Gerais). No encerramento de todas as viagens, na Estação de São João del-Rei, o bom velhinho irá para um cantinho especial para recepcionar a comunidade e turistas. Ele ficará por lá durante uma hora em cada um dos dias de passeio natalino noturno, para tirar fotos gratuitas e distribuir guloseimas para as crianças.

 

As viagens com o Papai Noel nos dias 6, 13 e 20 de dezembro, partindo de São João del-Rei com destino a Tiradentes, serão às 18h30. Já às 19h30, o trem turístico sai de Tiradentes para São João del-Rei. As duas estações terão suas fachadas iluminadas. O evento é realizado em parceria com a Luth Produções e conta com o patrocínio da Cemig e do Governo do Estado de Minas Gerais.

 

Desconto especial

 

Na próxima sexta-feira (29), quem mora na cidade de São João del-Rei e entorno, em até 50 quilômetros, e levar um presente e um litro de leite, que serão doados para pessoas em situação de vulnerabilidade social, terá desconto no valor das passagens, que custará R$ 30 ida e volta. Para comprovar o benefício, é preciso que o morador apresente um comprovante de residência (luz, água, telefone, internet) em seu nome, além do documento de identidade, carteira de habilitação ou certidão de nascimento. Os cônjuges que não têm comprovantes de residência em seu nome podem apresentar certidão de casamento.

 

Aqueles que não têm comprovante de residência em seu nome e não são casados, podem levar a carteira de trabalho, comprovando o vínculo de trabalho na região, ou um contrato de aluguel. As crianças podem mostrar a carteirinha da escola ou declaração escolar com papel timbrado da instituição das cidades. Tanto a documentação, quanto o brinquedo e a caixa de leite serão exigidos no check in de embarque.


Passagens

 

A tarifa inteira é de R$ 86 e a meia-entrada é de R$ 43, em cada trajeto. A venda de passagens é feita por meio de totens de autoatendimento, nas estações de São João del-Rei e Tiradentes, bem como pela internet. Pela web, basta clicar no link da Buson, responsável pela venda de passagens do trem turístico. Mais informações podem ser obtidas através do site, Alô VLI pelo telefone 0800-0221211 ou WhatsApp (31) 98308-5538. 

 

A entrada é gratuita para crianças de 0 a 5 anos (no colo), mediante apresentação de certidão de nascimento ou carteira de identidade. Têm direito à meia-entrada (50%): crianças de 6 a 12 anos, com a apresentação de certidão de nascimento ou carteira de identidade; estudantes a partir de 13 anos com carteirinha válida no período e identidade com foto; pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, portando carteirinha ou laudo médico, e seu acompanhante, quando houver; pessoas a partir de 60 anos, apresentando documento de identidade com foto; professores acompanhados a cada grupo de 10 alunos; doadores de sangue ou medula óssea apresentando documento de identificação pelo Conecte SUS Cidadão ou pelo Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

Durante as passagens dos trens natalinos, a dica é manter distância segura da via férrea e verificar local adequado para registro de fotos.

Para mais informações, acesse: https://www.vli-logistica.com.br/

 

VLI 

Contato com a imprensa

InPress Porter Novelli

vli@inpresspni.com.br 

Sobre a VLI

 

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no país, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Ela transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste. A companhia está entre as 50 melhores empresas para trabalhar no país, reconhecimento concedido pela consultoria global Great Place to Work (GPTW). E, por cinco anos consecutivos, a VLI está entre as três companhias mais inovadoras do setor de Transporte e Logística no ranking do Valor Inovação.

 

Daniela Galvão

Analista de Comunicação





Temos que unir todas as forças : O momento é esse e agora..."O cavalo está passando arriado, na porta de General Severiano, temos que montar nele"...Ele pode demorar muito a voltar e passar, novamente...Oportunidade de ouro...






No dia 28 de Outubro de 1933, nascia o maior jogador de todos os tempos...Manoel Francisco dos Santos, mais conhecido como Mané Garrincha...Foi o principal jogador em duas Copas do Mundo 1958 e 62, onde sagrou bi campeão mundial...

Uma beleza no futebol ... Mané Garrincha, o maior de todos os tempos...Uma lenda do futebol mundial...incomparável...Bi Campeão Mundial...Duas Copas do Mundo 58/62...


Beethoven, Debussy, Chopin...




Em 20 de janeiro de 1983, morria um dos maiores craques do futebol mundial, Mané Garrincha, o “anjo das pernas tortas”, a "alegria do povo". Deixou saudades. Com seus dribles, levava magia aos gramados e delírio às arquibancadas. Dele, dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade: "Não há outro Garrincha disponível. Precisa-se de um novo, que nos alimente o sonho".


Com Elza Soares, grande amor da vida dele.
Juntos viveram grandes sonhos.

Se o Brasil é hoje conhecido como o país do futebol alegre e irreverente, boa parte desta fama se deve ao que Garrincha fez nas décadas de 1950 e 60. Considerado o maior driblador da história do esporte, o ex-ponta-direita ganhou duas Copas do Mundo com a camisa da Seleção (1958 e 1962), mas entrou mesmo para a história por conta das jogadas desconcertantes que fazia diante de seus marcadores.

Mané Garrincha foi o Inspirador do "Olé" no Futebol

 JOÃO SALDANHA

“OLÉ” NASCEU NO MÉXICO
(Texto extraído do livro  Os subterrâneos do Futebol, de João Saldanha, lançado em 1963 pela editora Tempo Brasileiro).

O Estádio Universitário ficou à cunha. Cem mil pessoas comprimidas para assistir ao jogo. É muito alegre um jogo no México. É o país em que a torcida mais se parece com a do Rio de Janeiro. Barulhenta, participa de todos os lances da partida. Vários grupos de “mariaches” comparecem. Estes grupos, que formam o que há de mais típico da música mexicana, são constituídos de um ou dois “pistões” e clarins, dois ou três violões, harpa (parecida com a das guaranias), violinos e marimbas. As marimbas são completamente de madeira, mas não vão ao campo de futebol, sendo substituídas por instrumentos pequenos. O ponto alto dos “mariaches” é a turma do pistão, do clarim e o coro, naturalmente. No campo de futebol, os grupos amadores de “mariaches” que comparecem ficam mais ativos em dois momentos distintos: ou quando o jogo está muito bom e eles se entusiasmam, ou, inversamente, quando o jogo está chato e eles “atacam” músicas em tom gozador.
No jogo em que vencemos ao Toluca, que estava no segundo caso, os “mariaches” salvaram o espetáculo.
O time do River era, realmente, uma máquina. Futebol bonito e um entendimento que só um time que joga junto há três anos pode ter. Modestamente, jogamos trancados. A prudência mandava que isto fosse feito. De fato, se “abríssemos”, tomaríamos um baile.
Foi um jogo de rara beleza. E não foi por acaso. De um lado estavam Rossi, Labruña, Vairo, Menéndez, Zarate, Carrizo. De outro, estavam Didi, Nilton Santos, Garrincha etc. Jogo duro e jogo limpo. Não se tratava de camaradagem adquirida em quase um mês no mesmo hotel, mas sim da presença de grandes craques no gramado. A torcida exultava e os “mariaches” atacavam entusiasmados.
Estava muito difícil fazer gol. Poucas vezes vi um jogo disputado com tanta seriedade e respeito mútuos. Mas houve um espetáculo à parte. Mané Garrincha foi o comandante. Dirigiu os cem mil espectadores. Fazendo reagirem à medida de suas jogadas. Foi ali, naquele dia, que surgiu a gíria do “Olé”, tão comumente utilizada posteriormente em nossos campos. Não porque o Botafogo tivesse dado “Olé” no River. Não. Foi um “Olé” pessoal. De Garrincha em Vairo.
Nunca assisti a coisa igual.
Só a torcida mexicana com seu traquejo de touradas poderia, de forma tão sincronizada e perfeita, dar um “Olé” daquele tamanho. Toda vez que Mané parava na frente de Vairo, os espectadores mantinham-se no mais profundo silêncio. Quando Mané dava aquele seu famoso drible e deixava Vairo no chão, um coro de cem mil pessoas exclamava: “Ôôôôô”! O som do “olé” mexicano é diferente do nosso. O deles é o típico das touradas. Começa com um ô prolongado, em tom bem grave, parecendo um vento forte, em crescendo, e termina com a sílaba “lé” dita de forma rápida. Aqui é ao contrário: acentua-se mais o final “lé”: “Olééé!” – sem separar, com nitidez, as sílabas em tom aberto.
Verdadeira festa. Num dos momentos em que Vairo estava parado em frente a Garrincha, um dos clarins dos “mariaches” atacou aquele trecho da Carmem que é tocado na abertura das touradas. Quase veio abaixo o Estádio Universitário.
Numa jogada de Garrincha, Quarentinha completou com o gol vazio e fez nosso gol. O River reagiu e também fez o dele. Didi ainda fez outro, de fora da área, numa jogada que viera de um córner, mas o juiz anulou porque Paulo Valentim estava junto à baliza. Embora a bola tivesse entrado do outro lado, o árbitro considerou a posição de Paulinho ilegal. De fato, Paulinho estava “off-side”. Havia um bolo de jogadores na área, mas o árbitro estava bem ali. E Paulinho poderia estar distraindo a atenção de Carrizo.
O jogo terminou empatado. Vairo não foi até o fim. Minella tirou-o do campo, bem perto de nós no banco vizinho. Vairo saiu rindo e exclamando: “No hay nada que hacer. Imposible” – e dirigindo-se ao suplente que entrava, gozou:
– Buena suerte muchacho. Pero antes, te aconsejo que escribas algo a tu mamá.
O jogo terminou empatado e uma multidão invadiu o campo. O “Jarrito de Oro”, que só seria entregue ao “melhor do campo” no dia seguinte, depois de uma votação no café Tupinambá, foi entregue ali mesmo a Garrincha. Os torcedores agarraram-no e deram uma volta olímpica carregando Mané nos ombros. Sob ensurdecedora ovação da torcida. No dia seguinte, os jornais acharam que tínhamos vencido o jogo, considerando o tal gol como válido. Mas só dedicaram a isto poucas linhas. O resto das reportagens e crônicas foi sobre Garrincha.
As agências telegráficas enviaram longas mensagens sobre o acontecimento e deram grande destaque ao “Olé”. As notícias repercutiram bastante no Rio e a torcida carioca consagrou o “Olé”. Foi assim que surgiu este tipo de gozação popular, tão discutido, mas que representa um sentimento da multidão.
Já tentaram acabar com o “Olé”. Os árbitros de futebol, com sua inequívoca vocação para levar vaias, discutiram o assunto em congresso e resolveram adotar sanções. Mas como aplicá-las? Expulsando a torcida do estádio? Verificando o ridículo a que estavam expostos, deixam cada dia mais o assunto de lado. É melhor assim. É mais fácil derrubar um governo do que acabar com o “Olé”.
Não poderia ter havido maior justiça a um jogador que a que foi feita pelos mexicanos a Mané Garrincha. Garrincha é o próprio “Olé”.
Dentro e fora de campo, jamais vi alguém tão desconcertante,
 tão driblador. É impossível adivinhar-se o lado por onde Mané vai “sair” da enrascada. Foi a coisa mais justa do mundo que Garrincha tivesse sido o inspirador do “Olé”.


Geração de Ouro do Botafogo





Frase do dia: "Tem certas coisas que só acontece com o Botafogo"...O Botafoguense é por natureza místico e supersticioso...

 Botafogo campeão - Beth Carvalho





Biriba com Carlito Rocha

Mascote do Botafogo "Biriba"
"Pé quente"

Livro

Somos todos Carlito: Histórias, crendices e superstições de um homem que amava o Botafogo - Rafael Casé

"Um Icone no Botafogo"

"Carlito Rocha foi praticamente tudo no Botafogo. Jogador no início do século 20, técnico nos anos 30 e presidente de 1948 a 1951, o alvinegro às vezes é considerado como o maior botafoguense de todos os tempos. Para ilustrar uma das loucuras que fez pelo Alvinegro jogou uma partida contra o America em 1918 ardendo em febre. Como resultado, pegou uma pneumonia que quase o matou".

Essa é a figura biografada por Rafael Casé, jornalista que escreveu o livro "Somos todos Carlito - Histórias, crendices e superstições de um homem que amava o Botafogo". 



É hoje : Está chegando a hora da onça beber água..."Botafogo Campeão da Libertadores de 2024"...

 

"Acertando o relógio com o Big Ben de Londres"

Londres: No passado a cidade foi palco de importantes transformações culturais e dita tendências até hoje.
Caminhar pelas ruas de Londres é uma verdadeira aula de história e liberdade.
É preciso de muitos dias para admirar um pouco de tudo.
Não há como deixar de ir e vibrar com uma visita eletrizante.




Respirando futebol desde o berço...A paixão pelo Botafogo atravessa toda a vida...Futebol é uma arte popular...

 

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Eu agradeço a Deus, todos os dias, pelos amigos que colocou no meu caminho...

Gibran Khalil Gibran

 Um jovem disse: “Fala-nos da Amizade.”

E ele respondeu, dizendo:
“O vosso amigo é a resposta às vossas necessidades.
Ele é vosso campo, que cultivais com amor e colheis com gratidão.
E é o vossa mesa e vossa lareira.
Pois ides até ele com fome e nele procurais a paz.

Quando o vosso amigo expõe sua opinião, não temeis o “não” que está em vossa mente, nem segurais o “sim”.
E quando ele está calado o vosso coração não deixa de ouvir o coração dele;
Pois na amizade, todos os pensamentos, todos os desejos, todas as esperanças nascem e são partilhadas sem palavras, em uma alegria não declarada.

Quando vos separais de um amigo não fiqueis aflitos, pois aquilo que mais amais nele ficará mais claro com a sua ausência, tal como a montanha, para quem a escala, é mais nítida vista da planície.
E que não haja outro propósito na amizade que não o aprofundamento do espírito.
Pois o amor que busca outra coisa que não a descoberta de seu próprio mistério não é amor, mas uma rede lançada que só apanha o que não é essencial.

O que há de melhor em vós, que seja para o vosso amigo.
Se ele tem de conhecer a vazante de vossa maré, que conheça também a enchente.
Pois o que seria vosso amigo se apenas o procurásseis para matar o tempo?
Procurai-o sempre com horas para viver.
Pois ele é pra preencher vossa necessidade, não vosso vazio.
E na doçura da amizade que haja o riso, e a partilha de prazeres.
Pois é no orvalho das pequenas coisas que o coração encontra a frescura do seu amanhecer.”

Pai Nosso em aramaico



Ivete Sangalo: Medley




"Catedral de Notre-Dame"


 

"Catedral de Notre-Dame"

Nessa catedral pude assistir parte de uma missa em Latim (língua morta).
Nenhum país utiliza o latim, por isso é considerada língua morta.
O latim deu origem a várias línguas, dentre elas; Francês, Espanhol, Italiano e Português.

A Catedral de Notre Dame testemunhou alguns dos grandes eventos da história francesa, tais como a coroação de Napoleão como imperador em 1804 e a beatificação de Joana D’Arc em 1909 (representada em uma estátua no interior da igreja). Também está guardado em seu relicário nada menos que a suposta coroa de espinhos de Jesus Cristo, exibida aos visitantes na primeira sexta-feira de cada mês.



"Arco do Triunfo"


"O Circo faz parte da minha vida"...Sempre passei os meus aniversários em um Circo...Esse ano, quando do meu aniversário, não encontrei nenhum circo na região...Agora fui...

O Circo Chegou, Respeitável Público

O Circo foi a primeira forma de expressão artística que existiu no mundo, por isso não pode morrer.
Nas crianças estimula o sonho e a fantasia, nos adultos reanima as emoções e resgata a paixão pela vida.
É um universo de diversões, onde impera a magia e a criatividade; um palhaço conta uma piada já pensando na outra e com alegria brota um sorriso no rosto de uma criança.
Dentre os números mais difíceis está o malabarismo, que exige muito treino dos artistas.
Tenho uma relação de amor muito grande com o Circo, porque na minha infância ele foi o instrumento de informação artística, educacional e social para mim.
Lembro-me quando o Circo chegava no Prata, era só alegria.
Ele nos fazia sair da rotina e criar uma curiosidade de conhecimento artístico e informação muito grande.
Durante sua permanência na cidade, era muito comum a meninada acompanhar o palhaço de perna de pau pelas ruas, para ganhar entrada franca nos espetáculos.
O refrão mais cantado pelos meninos era; hoje tem espetáculo tem sim senhor...hoje tem marmelada tem sim senhor...eu vou ali e volto já...vou apanhar maracujá!
Olha o sol...olha a lua...olha o palhaço no meio da rua!
Além de muita diversão os espetáculos circenses tinham sempre uma peça teatral, que nos proporcionavam um crescimento cultural muito grande.
Minha infância foi com sonhos de imaginação de criança; andar de bicicleta, jogar futebol, andar a cavalo, soltar pipas, jogar sinuquinha, jogar birosca e finca, andar de patinetes, nadar no rio prata, tomar ducha nas cachoeiras, ir aos Circos, etc.
Tivesse eu que voltar ao ponto de partida, afirmo que faria tudo de novo quanto fiz até hoje, passaria pelos mesmos caminhos.
Embalados pelos sonhos da infância, na juventude mudei os meus rumos e criei o hábito da leitura, ler bons livros é o meu divertimento principal até hoje.
Com os artistas circenses aprendemos a lição; pelo fato de viajarem muito, interagem rápido e bem com as pessoas, tratam todas elas com a devida importância, onde sua verdadeira recompensa são os aplausos.
Como se dissessem; esqueçam os sentimentos e se concentrem no modo como tratam uns aos outros.
Como as ações humanas são impulsionadas pelas consequências de comportamento, faz muitos anos que passo meu aniversário em um Circo, neste dia gosto de me presentear assistindo a um espetáculo circense.
Hoje, se ficar muito tempo sem assistir um espetáculo circense, evidente que alguma coisa vai estar faltando em minha vida.
E é algo muito importante, óbvio o Circo.

Cristóvão Martins Torres




   Rosemary - Uma tarde no circo




Celso Adolfo - Pratiano




 André Rieu - Carnaval de Veneza




 Meu abrigo - Melim



 Música predileta dos netinhos e avô...Quando estão juntos, avô e netinhos cantam e dançam várias vezes ao dia essa música...Uma festa na sala, a frente da Tv...