domingo, 28 de setembro de 2025

 As Redes Sociais da Minha Adolescência

Com o advento da Internet que as redes sociais ganharam força.
Na época da minha adolescência não existia ainda a Internet.
As nossas redes sociais não eram facebook, blogs, twitter, Orkut, e-mail etc.
Nossa rede social era outra: os pontos de encontro que frequentávamos, onde discutíamos problemas diversos.
Escola, esporte, política, trabalho, vida particular, mulher, eram os temas mais ouvidos e debatidos nesses encontros.
Às vezes um determinado assunto era debatido por várias horas, com a participação de todos os presentes.
Não tínhamos nenhum interesse especial. Os encontros eram casuais. Muitas vezes chegávamos a um lugar e a turma já estava formada; nada programado.
As reuniões eram formadas por estudantes, professores, fazendeiros, comerciantes, profissionais liberais, funcionários públicos, funcionários de empresas etc, fazendo assim que os encontros tivessem representadas várias classes sociais.
Não tínhamos identidades semelhantes.
Para mim foi uma oportunidade de aprender com pessoas mais experientes e também de fazer valer minhas ideias e opiniões.
Desses encontros trouxe vários ensinamentos que agregaram valor à minha vida.
O interessante era que comentávamos vários fatos mas não nos envolvíamos com nenhum deles.
Compartilhávamos ideias. Os encontros eram nossa fonte de contato.
Toda tarde nos reuníamos, e o público era intenso, com muita participação das pessoas.
A nossa rede social não era online; estávamos conectados com as pessoas e com os donos dos estabelecimentos, que sempre estavam muito bem informados em vários assuntos e sempre nos recebiam muito bem.
Nossa rede social se reunia na sapataria do Zé Coló, na barbearia do Jarbas, na alfaiataria do Edgar, na loja do Evandro, no barzinho Sô Zé...
Como verdadeiros “provedores”, esses comerciantes viabilizavam a rede, mas também fiscalizavam o seu conteúdo, às vezes chamando a atenção de alguém por um comentário fora do contexto.

Cristóvão Martins Torres


  Celso Adolfo - Pratiano






Alemanha o paraíso das cervejas

A Alemanha tem o título do país das cervejas.
Na Alemanha tem mais de cinco mil marcas de cervejas, contando as bebidas não-alcoólicas.
A cerveja é a terceira mais consumida depois da água e café.
As cervejas se classificam não só pelas cores sabores, aromas, mas também pelo teor alcoólicos.
Na hora do brinde, os alemães costumam se olhar no fundo dos olhos e chamar ”Prost”, a saúde ou tim - tim no Brasil.
Das cervejas que tomei gostei do sabor de três, sendo que a paulaner produzida em Munique, a melhor.






Museu do Louvre em Paris, Cidade Luz

 Impossível entrar neste Museu sem passar pela Pirâmide, a qual tem 21 metros de altura e duzentas toneladas de vidro e de traves. Este fenômeno da arquitetura é submetido a uma limpeza semanal por um robô, criado justamente para desempenhar esta tarefa. Já no seu interior, quem por ele excursiona se verá entre obras ancestrais e criações contemporâneas, caminhará entre a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia e a Vênus de Milo, bem como terá contato com objetos do Antigo Egito e da civilização greco-romana.

 
"Museu do Louvre"

Orgulho dos franceses, símbolo da Cultura Mundial, o Museu do Louvre, localizado em Paris, contém coleções de arte que vão desde a Cultura Antiga até a Moderna.

Parte externa do Museu com a famosa Pirâmide ao fundo

Galeria interna do Museu (área de Telas)

Galeria das Estátuas Antigas

O espaço mais disputado pelos visitantes do museu do Louvre é o quadro "La Gioconda" ou simplesmente "Mona Lisa", 
de Leonardo da Vinci


Visita do Blogueiro a Londres


 Na capital do Reino Unido, Londres, uma das cidades mais vibrantes do planeta, muitas são as atrações a serem visitadas, mas nada me impressionou mais que a Tower Bridge, em português a Ponte da Torre. O seu aspecto medieval a faz parecer muito mais antiga do que os cento e poucos anos que realmente tem. Parece também ser atualmente uma mera atração turística, mas de fato é um componente prático muito importante no complexo e caótico trânsito londrino.
Importante monumento histórico da capital inglesa, a Ponte da Torre, localizada `as margens do Rio Tâmisa, ao lado da Torre de Londres, foi inaugurada em 1894.   



Todo parto natural é normal, mas nem todo parto normal é natural

No passado, as parteiras desenvolviam um importante trabalho. Eram elas que cuidavam de auxiliar o trabalho de parto, sobretudo em uma época em que as unidades de cuidados médicos não haviam se disseminado pelo território do Brasil. Havia poucos hospitais e unidades de atendimento médico, não só interior, mas também nas cidades. Uma parte considerável das pessoas que vivem hoje nasceu com auxílio das parteiras.
Sempre atenciosas, com um sorriso no rosto e com grande experiência, "faziam" os partos com tranquilidade e competência.
Com a ampliação da rede hospitalar, a atividade das parteiras foi sendo deixada de lado, passando a ser vista, por muitos, como uma atividade sem estrutura, que gerava riscos para a parturiente e para a criança. Trocou-se o parto natural, considerado doloroso e inseguro, pela suposta segurança e comodidade do parto em hospital. Ocorre que os médicos, de modo geral, não são preparados para o parto "natural", ou sequer para o parto "normal" (parto "normal" é o parto vaginal, enquanto "parto natural" é o parto vaginal que se realiza sem qualquer intervenção médica, como anestesia, analgésicos etc. Assim, todo parto natural é normal, mas nem todo parto normal é natural).
A migração para a rede hospitalar não significou a mera troca do parto natural (parto vaginal sem intervenção médica, que antes era, de modo geral, realizado pelas parteiras) para o parto normal (parto vaginal com intervenção médica, como anestesia), mas antes a adoção, na grande maioria dos casos, da cesariana.
Muitas pessoas de determinada geração vieram ao mundo através desse método. A cesariana parecia ser mais segura e menos dolorosa para a parturiente, e mais cômoda para os médicos. Com isso, o antigo conhecimento consolidado pelas parteiras acabou praticamente se perdendo...
Mas a concepção de que a cesariana é o melhor método, que prevaleceu durante muito tempo, vem sendo reavaliada em tempos recentes. Estudos têm mostrado a importância, tanto para a mãe quanto para a criança, do nascimento através de parto pelo menos "normal". Ocorre que, no Brasil, os médicos e o próprio sistema de saúde não estão, de modo geral, preparados para incentivar o parto pelo menos normal, quanto mais o parto natural.
Há relatos de casos de mulheres que gostariam de realizar o parto normal ou natural, mas que são incentivadas a realizar a cesariana. Prevalece ainda, infelizmente, a visão de que os partos normal e natural não seriam seguros.
Mas isso, como mostram vários estudos, não é necessariamente correto.
Lembro-me de um caso, ocorrido na Fazenda da Vargem, do meu Avô Tineco, que marcou minha infância. Eu passava férias, na Fazenda, com minha mãe. Uma mulher de um empregado da Fazenda entrou em trabalho de parto. Foi então chamada uma parteira, que atendia na região (parteira essa que já era conhecida de todos na fazenda); sua atuação foi providencial e fundamental para o nascimento da criança, uma menina. No momento do parto, havia vários empregados na Fazenda; eles pararam suas atividades laborais para acompanhar o nascimento da criança. Quando foi ouvido o choro da criança, foi uma alegria geral: todos celebraram. Passadas algumas horas do parto, vendo a mulher com sua filha no colo, tive a sensação que ela se sentia bem cuidada, não se sentia como uma paciente.
Hoje, fazendo uma reflexão sobre esse fato, chego à seguinte conclusão: experiência, paciência e competência foram fundamentais naquele dia, já que o parto foi demorado.
As parteiras daquela época eram pessoas abnegadas, abriam mão de muitas coisas para se dedicar a outras pessoas.
É claro que, hoje em dia, as coisas são diferentes. As gestantes não precisam e não devem abrir mão da segurança de um hospital, sobretudo em casos de gravidez e parto de risco. Mas poderia se incentivar pelo menos a adoção geral do parto normal, ou seja, o parto em hospital assistido por médico, eventualmente com intervenções como anestesia, analgesia etc. deixando-se a cesariana para os casos em que o parto normal signifique risco para a gestante ou para a criança. É preciso que o sistema ofereça informação à gestante sobre os benefícios e riscos de cada tipo de parto e, sobretudo, ofereça a ela a liberdade de escolha.
Com a segurança do parto realizado em hospital, sobretudo a cesariana, perdeu-se a espontaneidade do parto natural. Mas é possível conciliar as duas coisas; é possível adotar uma política de saúde que recupere essa dimensão humana e natural do parto. O parto, e consequentemente o trabalho das parteiras, faz-nos lembrar da mãe natureza, já que o parto é uma transformação.

Cristóvão Martins Torres



"A tragédia da vida é que ficamos velhos cedo demais. E sábios tarde demais"...Benjamin Franklin...

 Um amigo inesquecível

Ao longo da minha vida, fiz, graças a Deus, muitos amigos, convivi sempre com figuras muito especiais e lamento o fato de muitos já não estarem mais por aqui.

Omar, era um desses amigos.
Amigos não tem defeitos, tínhamos uma amizade baseada na mútua admiração e na cumplicidade.
Sempre dizia a ele; que seguindo os seus passos, não erro o caminho.
A sinceridade era uma das qualidades que mais admirava nele, não mandava recado e, quando estava aborrecido ou não gostava de algo, falava na hora e na cara o seu descontentamento, não falava pelas costas.
Era uma pessoa de muita personalidade, muito carisma e, genial em sua simplicidade, com opiniões sempre claras e objetivas.
Se "Elvis Presley" era a voz” da época, Omar “era a dança".
Gostava de ir a bons bailes e de dançar, era um verdadeiro pé de valsa.
Nos bailes era comum vê-lo numa mesa rodeado de amigas e amigos.
Com muito traquejo social e muito influente na região, era uma pessoa que comunicava muito bem, sempre solícito e com um bom papo, educado, gentil e sempre disposto a dividir sua experiência com os amigos.
De memória privilegiada e facilidade de expressar, tinha um profundo conhecimento na arte de viver bem, o que não nos fazia imaginar, que por trás daquela voz, havia uma pessoa tão especial.
Com toda sua simplicidade, nos ensinava todos os dias; com experiências, gestos, palavras, sorrisos, companheirismo, sabedoria, solidariedade, principalmente com bons exemplos.
Por ter convivido com o público durante anos, já que era empresário, sempre dizia que conhecia as pessoas no primeiro olhar.
Pressentia quando a pessoa não era de boa índole, pessoa do bem.
Eu tive a sorte de poder conviver com ele e, tirar proveitos desses ensinamentos.
O apelido de "Professor", dado a ele por mim, lhe caía como uma luva.
Nas festas de aniversário da cidade, era comum vê-lo aproximar de pessoas que não via há muitos anos(pratianos ausentes), desejar boas vindas a cidade.
Não era pessoa de guardar todo o dinheiro que ganhava, gastava em bons carros e em viagens.
Omar, tinha uma maneira de enxergar e levar a vida.
Em vida, sua trajetória se confunde com a história de uma boa proza e bons bailes.
Sua cultura de festas e alegria, aliada a uma boa conversa, lhe garantia, ser admirado pelos amigos.
Era um verdadeiro gentleman, conheceu inúmeras mulheres, fez a opção de não se prender a nenhuma delas.
Gostava de falar que a vida só dá uma safra, que saber viver é a maior de todas as artes, Por ser uma pessoa muito correta, foi chamado por várias vezes para fazer parte de grupos políticos, nunca aceitou, tinha verdadeira aversão a política e políticos cassados por corrupção.
Nos dizia; essa não é a minha praia, arrumar sarna para coçar, quero tranquilidade na vida.
Esse foi o grande amigo da vida toda, esse sim, foi o cara que gostava muito de um bom baile, uma boa festa e uma boa proza.
"Abrir mão da vida para fazer o que gosta", era seu lema!
Pelo grande traquejo social que possuía, deixou um grande legado a sociedade pratiana.
Enquanto viveu, teve uma boa qualidade de vida e soube ser gente boa...

 Cristóvão Martins Torres



CHAPÉU DE FLOR

 


Aos 20 anos: Ela olha pra si mesma e se vê muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, cabelo muito liso, muito encaracolado, decide sair, mas vai sofrendo.
Aos 30 anos: Ela olha pra si mesma e se vê muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, cabelo muito liso, muito encaracolado, mas decide que agora não tem tempo pra consertar; então vai sair assim mesmo.
Aos 40 anos: Ela olha pra si mesma e se vê muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, cabelo muito liso, muito encaracolado, mas diz: pelo menos eu sou uma boa pessoa, e sai mesmo assim.
Aos 50 anos: Ela olha pra si mesma e se vê como é. Sai e vai pra onde ela bem entender.
Aos 60 anos: Ela se olha e lembra de todas as pessoas que não podem mais se olhar no espelho. Sai de casa e conquista o mundo.
Aos 70 anos: Ela olha pra si mesma e vê sabedoria, risos, habilidades. Sai para o mundo e aproveita a vida.
Aos 80 anos: Ela não se incomoda mais em se olhar.
Põe simplesmente um chapéu de flor e vai se divertir com o mundo.
Talvez devêssemos pôr aquele chapéu de flor mais cedo!

Mário Quintana
Trecho “Chapéu de Flor"


sábado, 27 de setembro de 2025

"O Bem é a única luz...Que nunca se apaga"...///..."As pessoas mais importantes, não se busca...A vida as apresenta a você"...

 Ninguém se encontra por acaso







Albânia nomeia ministra criada por IA para combater a corrupção

 “Diella” intensifica o debate sobre como as empresas podem usar a inteligência artificial para aumentar a confiança e a credibilidade

 

Brasil, 19 setembro de 2025 – A Albânia fez história ao se tornar o primeiro país do mundo a nomear uma ministra gerada por Inteligência Artificial. “Diella” será a autoridade digital encarregada de supervisionar os processos de compras públicas, um setor que historicamente apresenta vulnerabilidades e corrupção. O primeiro-ministro Edi Rama fez o anúncio durante o congresso do partido, com o objetivo de aumentar a transparência e restaurar a confiança do público nas instituições.

 

“Diella” já era familiar para os cidadãos albaneses por sua atuação na plataforma e-Albania, onde ajudava os usuários a obterem documentos e serviços por meio de comandos de voz. Com a nova função, suas responsabilidades foram ampliadas: ela precisará acompanhar licitações, analisar grandes volumes de dados e detectar possíveis irregularidades em tempo real. Essa ação tem como objetivo mostrar que a tecnologia pode promover mais equidade no processo de tomada de decisões.

 

O caso do país do sudeste europeu reacende a discussão sobre o papel da inteligência artificial. Se governos já testam a tecnologia como guardiã da credibilidade, empresas também poderiam ampliar seu uso para além da eficiência operacional, incorporando-a à gestão de riscos, compliance e relacionamento com stakeholders. Para especialistas, a tendência é que a linha entre humano e máquina se torne cada vez mais tênue. Empresas que se anteciparem poderão não apenas ganhar eficiência, mas transformar a confiança em um ativo estratégico diante de clientes, parceiros e investidores.

 

No Brasil, algumas iniciativas caminham nessa direção. A startup StaryaAI, por exemplo, desenvolve agentes de inteligência artificial voltados para saúde e gestão administrativa. Seu motor proprietário, Nebula, promete interações seguras e personalizadas, capazes de compreender não apenas dados clínicos, mas também padrões de comportamento. “Nosso motor analisa dados de cada interação e os transforma em informações acionáveis. Com isso, nossos agentes compreendem emoções, padrões de pensamento e desafios individuais, permitindo planos de tratamento mais precisos”, explica Danilo Benatti Godoy, CGO da StaryaAI.

 

A startup iniciou sua atuação em saúde emocional, com soluções para estresse, ansiedade e distúrbios do sono, e rapidamente expandiu para programas de acompanhamento de pacientes, engajamento em iniciativas de bem-estar e automação de processos em operadoras de saúde e áreas de recursos humanos. Segundo Godoy, o objetivo é fortalecer a confiança nas relações entre empresas e clientes que usam a tecnologia, assim como a confiança nos agentes de IA.

 

“É interessante ver a Albânia nomeando “Diella”, uma ministra de IA, para combater a corrupção. Isso mostra que estamos vivendo uma virada de chave: a inteligência artificial deixou de ser apenas ferramenta de eficiência para se tornar guardiã da confiança. Quando governos começam a testar IA como mecanismo de credibilidade, as empresas também precisam olhar além da produtividade. Já vemos isso em cases como o NHS no Reino Unido, que utiliza IA para prever riscos clínicos e salvar vidas, ou o JP Morgan, que aplica inteligência artificial para compliance e detecção de fraudes em larga escala”, afirma Godoy.

 

Sobre a Starya AI

 

Fundada em 2024, a StaryaAI tem como objetivo capacitar organizações e auxiliá-las a transformar suas operações com inteligência artificial avançada, proporcionando eficiência, personalização e acessibilidade em cada atendimento. Para mais informações acesse: https://starya.ai/



Eduardo Betinardi

P+G Trendmakers

E-mail: eduardo@pmaisg.com.br

Site: www.pmaisg.com.br