Uma onda de furtos na Escola Secundária de Castelo de Paiva, em Portugal, está a revelar uma preocupante estratégia de silenciamento. Recentemente, uma aluna de 15 anos teve dinheiro furtado dentro da instituição, somando-se a dezenas de casos semelhantes que raramente chegam às estatísticas oficiais.
Enquanto a Direção da escola limita-se a respostas genéricas sobre "medidas pedagógicas", a Câmara Municipal mantém-se em silêncio. Segundo o jornal Paivense relatou à agência iMF Press Global, é comum que as autoridades locais ignorem denúncias de furtos, xenofobia e preconceito para evitar o desgaste da imagem pública.
Especialistas alertam que a baixa percepção de violência em certas regiões de Portugal pode ser fruto dessa omissão institucional. Sem respostas locais, o caso agora ganha escala internacional para garantir a proteção dos alunos e o fim do abafamento dos crimes.
Furtos na Secundária de Castelo de Paiva: Direção reage, Câmara mantém silêncio
A vaga de furtos que tem afetado os alunos da Escola Secundária de Castelo de Paiva continua a gerar tensão. Após nova solicitação deste jornal, a Direção do estabelecimento quebrou o silêncio, enquanto a autarquia optou por não responder até o momento.
A Direção da escola, em resposta oficial, assegurou estar a “atuar em conformidade com os procedimentos adequados” e dentro do quadro legal vigente. A instituição afirma focar-se no “apuramento rigoroso dos factos” para garantir a aplicação de medidas “justas, responsáveis e de natureza pedagógica”.
Contudo, a Câmara Municipal, contactada ontem ao final da tarde para prestar esclarecimentos sobre a segurança no perímetro escolar e as medidas de proteção à comunidade, não emitiu qualquer resposta até ao momento.
Este jornal sabe que o descontentamento das famílias tem escalado, com queixas formais já submetidas à GNR (como o caso recente, queixa n.º SQE0428265/26). O caso poderá agora ganhar contornos internacionais, estando em cima da mesa o recurso a assessorias de imprensa externas para denunciar a insegurança vivida pelos menores e a falta de parecer da autarquia.
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