No museu de Cera entre os craques do futebol, Cristiano Ronaldo e David Beckham
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Parte do muro de Berlin, hoje!
O Muro de Berlin:
Durante 28 anos, de 1961 a 1989, a população de Berlim, ex-capital do Reich alemão, com mais de três milhões de pessoas, padeceu uma experiência ímpar na história moderna: viu a cidade ser dividida por um imenso muro. Situação de verdadeira esquizofrenia geopolítica que cortou-a em duas partes, cada uma delas governada por regimes politicos ideologicamente inimigos. Abominação provocada pela guerra fria, a grosseira parede foi durante aqueles anos todos o símbolo da rivalidade entre Leste e Oeste, e, também, um atestado do fracasso do socialismo real em manter-se como um sistema atraente para a maioria da população alemã.
As Primeiras Pedras:
Na manhã bem cedo do dia 13 de agosto de 1961, a população de Berlim, próxima
à linha que separava a cidade em duas partes, foi despertada por barulhos
estranhos, exagerados. Ao abrirem suas janelas, depararam-se com um inusitado
movimento nas ruas a sua frente. Vários Vopos, os milicianos da RDA (República
Democrática da Alemanha), a Alemanha comunista, com seus uniformes verde-ruço,
acompanhados por patrulhas armadas, estendiam de um poste a outro um
interminável arame farpado que alongou-se, nos meses seguintes, por 37
quilômetros adentro da zona residencial da cidade. Enquanto isso, atrás deles,
trabalhadores desembarcavam dos caminhões descarregando tijolos, blocos de
concreto e sacos de cimento. Ao tempo em que algum deles feriam o duro solo com
picaretas e britadeiras, outros começavam a preparar a argamassa. Assim, do
nada, começou a brotar um muro, o pavoroso Mauer, como o chamavam os
alemães.
Divisão Original:
Berlim fora conquistada pelo Exército Vermelho em maio de 1945. De comum
acordo, acertado pelo tratado de Yalta e confirmado pelo de Potsdam, entre
1944-45, não importando quem colocasse a bota ou a lagarta do tanque por
primeiro na capital do III Reich, comprometia-se a dividi-la com os demais
aliados. Desta maneira, apesar dos soviéticos tomarem antes a cidade, e também
um expressivo território ao seu redor, tiveram que ceder o lado ocidental dela
para os três outros membros da Grande Aliança, vitoriosa em 1945. Assim Berlim
viu-se administrada, a partir de 8 de maio de 1945, em quatro setores: o russo,
majoritário, o americano, o inglês e o francês. Com o azedar da relação entre os
vencedores, em 1948 as quatro zonas reduziram-se a duas: a soviética e a
ocidental. Em seguida, Stalin decidiu-se por um bloqueio total contra a cidade
em represália ao Plano Marshall, que visava promover o reerguimento econômico da
Europa destroçada pela guerra. Todas as estradas de rodagem e de ferro que
ligavam Berlim com a Alemanha Ocidental foram então fechadas pelos soviéticos,
na tentativa de fazer com que os aliados ocidentais desistissem da sua parte na
cidade. Ou saíam ou os berlinenses morreriam de fome e frio.
Danno
O Muro de Berlin:
Durante 28 anos, de 1961 a 1989, a população de Berlim, ex-capital do Reich alemão, com mais de três milhões de pessoas, padeceu uma experiência ímpar na história moderna: viu a cidade ser dividida por um imenso muro. Situação de verdadeira esquizofrenia geopolítica que cortou-a em duas partes, cada uma delas governada por regimes politicos ideologicamente inimigos. Abominação provocada pela guerra fria, a grosseira parede foi durante aqueles anos todos o símbolo da rivalidade entre Leste e Oeste, e, também, um atestado do fracasso do socialismo real em manter-se como um sistema atraente para a maioria da população alemã.
As Primeiras Pedras:
Divisão Original:
Danno
Na Alemanha em visita a Berlin
Em 1961, durante a guerra fria foi erguido o muro de Berlin para separar a parte que ficou sob a administração da União Soviética, das partes que ficaram sob a administração dos Estados Unidos, Inglaterra e França.
De um lado ficou a Alemanha Oriental do outro lado a Alemanha Ocidental.
Assim nasceu o muro de Berlin, que separou o povo de um país por vários anos.
De 13-08-1961 à 09-11-1989.
"Pé esquerdo na parte da ex-Berlin Oriental e pé direito na parte da ex-Berlin Ocidental.
Em toda Berlin, onde existia o Muro, tem uma marca no chão. De um lado era Berlin Oriental e do outro lado era Berlin Ocidental".
Locais turísticos, como o Portal de Brandemburgo e o Reichstag (o Parlamento alemão), também fazem parte dessa triste memória. Bem próximo aos dois, há cruzes e placas em memória dos que morreram tentando atravessar o Rio Spree, que passa por ali e foi usado como barreira natural entre as duas Berlins. Outro local muito visitado é o East Side Gallery, onde a arte faz o contraponto à barbárie. Ali, um grande pedaço do muro foi transformado numa exposição de arte a céu aberto. Em seus mais de 1.300 metros de comprimento, 118 artistas, de 21 países, deixaram suas mensagens de paz e tolerância.
Na Rua Bernauer, há outro pedaço emocionante da história. Foi ali que os russos destruíram uma igreja (a Kaiser-Wilhelm-Gedächtnis) pelo simples fato de que sua torre estava atrapalhando a visão das torres de vigilância. Hoje, no lugar onde estava o templo foi construído um memorial, no qual se preservaram seus sinos em uma redoma de madeira. A poucos metros está o muro e mais um museu dedicado ao tema, o Gedenkstätte Berliner Mauer (Centro de Documentação do Muro), cuja fachada chama a atenção por trazer a imagem de homens trabalhando na construção do muro, sob a mira de metralhadoras.
Ironicamente, na Rua Bernauer, o caminho do muro demarcado no chão conduz ao Mauer Park (Parque do Muro), uma região que ficou isolada de tudo por conta de sua presença e hoje é sinônimo de juventude, de manifestações livres, de arte. Gente de todo tipo e tribo, numa verdadeira festa de liberdade. Certamente, este mês, vão se unir às grandes festas dos 20 anos da queda do muro. Muita coisa foi preparada para essa data, que merece ser comemorada. Mas também é preciso refletir e lembrar que há outras barreiras em nosso mundo. Não de concreto, mas sociais e econômicas. Basta olhar para a África, para o Oriente Médio, para as nossas favelas, que nos chocam com seus muros, ainda intransponíveis.
Jornal alemão chama Guardiola de 'Einstein do futebol' e disseca Bayern
2014 09h06 - Atualizado em
Reportagem mostra principais características da 'fórmula imbatível' do técnico catalão
Por GloboEsporte.comMunique, Alemanha
Os destaques individuais são Mandzukic e Ribéry. O centroavante croata é o artilheiro da equipe na Bundesliga, com 11 gols, a um do líder da estatística, o colombiano Adrián Ramos, do Hertha Berlim. Eleito melhor jogador da Europa na temporada passada e terceiro colocado na Bola de Ouro da Fifa, o atacante francês é o que mais corre em campo, cerca de 8,1 quilômetros por jogo.
- Nós corremos muito. Este é o primeiro passo. Só então podemos jogar bem - afirma Guardiola ao "Bild".
Com 13 pontos de vantagem na liderança do Alemão, o Bayern volta a jogar no sábado, contra o Nuremberg, 15º colocado, fora de casa. Pelas oitavas de final da Liga dos Campeões, o atual campeão europeu enfrenta o Arsenal, no dia 19, no Emirates Stadium, em Londres.
Reportagem mostra principais características da 'fórmula imbatível' do técnico catalão
Por GloboEsporte.comMunique, Alemanha
O jornal alemão "Bild"
dedicou meia página de sua edição desta terça-feira em que põe o técnico Pep
Guardiola como um gênio, chamando o técnico do Bayern
de Munique de 'Einstein do futebol', em referência ao físico
germânico criador da Teoria da Relatividade. Recheada de números, a reportagem
detalha as principais características da "fórmula imbatível" do técnico catalão:
capacidade goleadora, uso de jogadores de baixa estatura, controle da posse de
bola e quantidade de quilômetros percorridos pelos jogadores durante as
partidas.
Guardiola aparece como o físico Einstein, de língua
para fora (Foto: Reprodução / Bild)
Com a expressão matemática "365:51 + 1,79 + (66% x 87%) + 65", o "Bild"
mostra como o Bayern chegou à 44ª partida invicta no Campeonato Alemão com a
goleada por 5 a 0 sobre o Frankfurt no último domingo. Na temporada, foram 51
gols nas 365 finalizações - a Bundesliga está na 19ª rodada. A baixa média de
altura (1,79m), na qual se destacam Lahm e Ribéry, ambos de 1,70m, é uma das
curiosas características. A ela se soma o controle da posse de bola de 66% nas
partidas, com 87% de acerto de passes, e a média de 65 quilômetros percorridos
pelos jogadores em campo.Os destaques individuais são Mandzukic e Ribéry. O centroavante croata é o artilheiro da equipe na Bundesliga, com 11 gols, a um do líder da estatística, o colombiano Adrián Ramos, do Hertha Berlim. Eleito melhor jogador da Europa na temporada passada e terceiro colocado na Bola de Ouro da Fifa, o atacante francês é o que mais corre em campo, cerca de 8,1 quilômetros por jogo.
- Nós corremos muito. Este é o primeiro passo. Só então podemos jogar bem - afirma Guardiola ao "Bild".
Com 13 pontos de vantagem na liderança do Alemão, o Bayern volta a jogar no sábado, contra o Nuremberg, 15º colocado, fora de casa. Pelas oitavas de final da Liga dos Campeões, o atual campeão europeu enfrenta o Arsenal, no dia 19, no Emirates Stadium, em Londres.
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domingo, 2 de fevereiro de 2014
O Ensino Superior na Alemanha
Na Alemanha o ensino universitário é considerado
extremamente importante. As Universidades, em geral, são públicas e gratuitas.
Os professores são valorizados: os salários são bons e as condições de trabalho
excelentes.

"A Biblioteca central da Universidade de Kiel"
Em Kiel, os alunos, ao matricularem-se na Universidade, recebem uma
identidade estudantil, que dá acesso gratuito ao transporte público municipal,
aos restaurantes universtiários, cujos preços são subsidiados para os
estudantes, descontos nos transporte intermunicipal por via férrea (trens)
etc.
Embora a Alemanha esteja ainda sofrendo os impactos da crise financeira cujo ápice se deu no ano passado, o corte orçamentário recentemente anunciado pelo Governo Federal não atingirá a pesquisa e o ensino universitário, o que revela a importância que os alemães dão a eles.
Embora a Alemanha esteja ainda sofrendo os impactos da crise financeira cujo ápice se deu no ano passado, o corte orçamentário recentemente anunciado pelo Governo Federal não atingirá a pesquisa e o ensino universitário, o que revela a importância que os alemães dão a eles.
"A Biblioteca central da Universidade de Kiel"
London Eye
Localizada às margens do Rio Tâmisa,
próxima ao Parlamento Inglês, a London Eye é um dos cartões postais da cidade de
Londres, onde atualmente são realizados os jogos olímpicos.
domingo, 8 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Nevasca na AlemanhaO transporte público não está funcionando, com isto as pessoas estão encontrando dificuldades de saírem de suas casas para irem ao trabalho, à escola, etc. O excesso de neves nas ruas, está dificultando a locomoção das pessoas. Na Alemanha o tráfego aéreo, ferroviário, e rodoviário estão funcionando precariamente. As autoridades pedem para as pessoas evitarem sair de casa ou viajar nesta fase da nevasca. Para evitar acidentes com as pessoas nas ruas, estão misturando areias e serragens nas neves que caem no asfalto. Com a baixa temperatura a neve cai no asfalto e congela, formando camadas de gelos. Com isto os riscos de acidentes com as pessoas aumentam. Estas fotos acíma, foram tiradas esta semana na cidade de Kiel na Alemanha, onde o excesso de neves nas ruas, praticamente parou a cidade. A prefeitura local tem colocado máquinas para remover a neve, mesmo assim as dificuldades são imensas, já que está nevando muito. |
Arco do Triunfo em Paris
"Arco do Triunfo"
Esse monumento foi planejado por Napoleão, para celebrar suas vitórias militares.
Muito visitado por turistas do mundo inteiro que vão a Paris, foi inaugurado em 1836.
No seu interior existe um museu, em homenagem ao soldado desconhecido.
Fica no coração de Paris, situa-se na praça Charles de Goulle, numa das estremidades no alto da avenida mais famosa; Champs Elysées.
Um símbolo patriótico.
Para homenagear todos os soldados mortos no combate, tem por tradição desde o ano de 1923, uma chama é reacesa diáriamente às18:30hs
sábado, 1 de fevereiro de 2014
A encantadora Torre Eiffel
Com 324 metros de
altura e 10.000 toneladas de estruturas de aço, a Torre Eiffel mostra sua
imponência.
São três níveis, sendo que os dois primeiros tem restaurantes para atender aos turistas que visitam a torre.
É a maior atração turística de Paris, sendo o monumento pago mais visitado do mundo.
Sem dúvida o símbolo mais interessante de Paris e da França.
São três níveis, sendo que os dois primeiros tem restaurantes para atender aos turistas que visitam a torre.
É a maior atração turística de Paris, sendo o monumento pago mais visitado do mundo.
Sem dúvida o símbolo mais interessante de Paris e da França.
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