domingo, 21 de maio de 2017

Retiro resgata os sentidos com meditação e alimentação detox

Um retiro de sete horas em silêncio, imerso na natureza, sem falar nada e longe de equipamentos eletrônicos, como televisões e celulares. Para muitos, pode parecer impossível aguentar. É, sim, desafiador, mas, além de possível, manifesta-se necessário. Ao conjugarmos na prática o verbo “retirar-se”, do ato de sair do nosso ambiente rotineiro, conseguimos focar algo que descobrimos estar esquecido: nós. Percebemos que nenhum pensamento é mais importante do que estar no “agora”, por inteiro, aquietando as emoções e os dramas diário.
No último dia 7, participei do primeiro retiro realizado pela Casa Coral – espaço artístico e terapêutico em Casa Branca, distrito de Brumadinho, na região metropolitana, a 35 km de Belo Horizonte. Durante um dia, a proposta era viver a purificação da mente e do corpo, também por meio de alimentação natural, sucos detox e salada, comendo em silêncio.
“Sair da agitação mental ou simplesmente reconhecê-la como um aspecto do seu ser e desidentificar-se, despertando outro olhar sobre si mesmo e, consequentemente, sobre o outro e o mundo ao seu redor”, apresenta-se o Retiro Detox, Silêncio e Natureza, de um jeito tentador para quem precisa desacelerar os dias de excesso de urbanização.
Nesse movimento para dentro de si, o grande inimigo somos nós mesmos, não mais o tempo, o outro, o externo. A busca passa a ser de tentar calar-se internamente. De olhos fechados, quando a mente silencia, mesmo que por poucos segundos, escutamos as batidas do coração, sentimos cada parte do corpo, o ar entrando frio e saindo aquecido.
A maioria das dez pessoas que estavam ali já tinha tido algum contato com práticas espirituais. Quem nunca havia vivido algo próximo, como uma meditação, teve que se esforçar mais para reduzir o ritmo dos pensamentos – o meu caso. Para ajudar, a guardiã da Casa Coral, Ju Novaes, guiava a meditação e, por vezes, tocava um sininho delicado que ia no fundo da mente para te lembrar de concentrar na inspiração e na expiração.
“Não teve uma vez que o sino tocou que eu não estivesse pensando em outra coisa, no que eu tinha para fazer amanhã ou em qual ia ser o próximo suco servido”, contou a engenheira civil Raquel Serra, 27, depois que saímos da casa, ao passo que devorava um biscoito que havia levado na bolsa por “precaução de sentir fome”. Ela foi em busca de libertação dos remédios para ansiedade, após passar por uma crise existencial. “A gente vai sentir ainda os resultados. Vou precisar de mais alguns retiros”, confessou rindo.
Vivências.Das 9h às 17h, não trocamos nenhuma palavra. Todas as atividades eram feitas em silêncio. Enquanto a mente era esvaziada, o dia ia sendo preenchido com práticas de meditação e exercícios de alongamento. Logo cedo, com só com dois sucos no estômago, partimos para uma caminhada lenta na mata fechada atrás da casa. Uma experiência única, de sentir cada pisada na terra, tocando troncos e folhas em suas diversas texturas, percebendo e ouvindo ao redor os sons da natureza.
“Quando entrei na floresta, a sensação era de pertencimento, de muita alegria. Tive vontade de gargalhar, mas segurei para não parecer doida”, descreveu a psicóloga Alessandra Pacheco, 36.

No entardecer, com os olhos vendados, fomos levados para andar, apalpar e cheirar as plantas, conduzidos por colegas desconhecidos. “Somos muito orientados pela visão, precisamos aguçar o olfato, o tato, a audição”, propôs Miho Mihov, terapeuta corporal da Bulgária e organizador do retiro com a Ju. E, sem ver, nos entregamos aos sentidos.

Saiba mais


Números. O brasileiro passa, em média, três horas e 14 minutos por dia conectado ao celular, segundo pesquisa da associação de marketing móvel MMA realizada pela Millward Brown Brasil e NetQuest. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o número de linhas de celulares ativas registradas no país em janeiro deste ano era de 243,42 milhões.
Eventos. A Casa Coral pretende realizar o retiro a cada dois meses, ao custo aproximado de R$ 50. Lá possui outras atividades terapêuticas, espirituais e para equilíbrio da saúde durante o mês, que são divulgadas na página do Facebook da Casa Coral, que funciona desde o início do ano. Na programação também tem workshops e cursos, como o de cosméticos naturais.
Mais informações pelo e-mail casacoralcontato@gmail.com
ou pelo tel. (31) 98650-9704
Casa Branca. Um grupo de pessoas que atua com terapias para corpo e alma no distrito, em Brumadinho, quer lançar em breve o site Casa Branca Holística, para que o lugarejo se torne referência.
Mais longo. O curso de meditação Vipassana propõe um retiro de dez dias em silêncio, ocorre em vários lugares do mundo, em centros de meditação e locais alugados. No Brasil, acontece no Rio de Janeiro e em outras cidades. Em julho, terá uma edição em Caeté, na região metropolitana de Belo Horizonte, no entanto para mulheres as vagas estão esgotadas e para homens anda há vaga. Mais informações pelo site dhamma.org/pt-br.
O Tempo

OAB abre processo de impeachment contra Michel Temer

O Conselho Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) votou pela abertura de processo de impeachment contra o presidente da República, Michel Temer, por crime de responsabilidade.
Os conselheiros acolheram voto proposto por comissão especial que analisou as provas do inquérito. Foram 25 votos a favor e apenas uma divergência e uma ausência. O pedido deve ser protocolado na Câmara dos Deputados nos próximos dias.
O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, registrou que este era um momento de tristeza para a OAB. “Estamos a pedir o impeachment de mais um presidente da República, o segundo em uma gestão de 1 ano e 4 meses. Tenho honra e orgulho de estar nessa entidade e ver a OAB cumprindo seu papel, mesmo que com tristeza, porque atuamos em defesa do cidadão, pelo cidadão e em respeito ao cidadão. Esta é a OAB que tem sua história confundida com a democracia brasileira e mais uma vez cumprimos nosso papel”, afirmou.
Lamachia, então, elencou uma série de medidas tomadas pela OAB no combate à corrupção, como o fim do investimento privado em eleições, fim de doações ocultas, transparência no BNDES, criminalização do caixa 2, Súmula Vinculante contra o nepotismo, fim da imunidade parlamentar contra crimes comuns, fim do voto secreto em cassações de mandato, pagamento de contas públicas em ordem cronológica, contra a compra de votos.
“Este é o trabalho de todos os advogados brasileiros. Agradeço aos conselheiros e diretores, assim como à Comissão que, em dois dias, foram chamados a participar de forma direta desse processo. Estamos com o sentimento correto de que agimos com responsabilidade, mas acima de tudo olhando para o Brasil, porque queremos um país melhor para nossos filhos, banindo de nossa sociedade a corrupção. O nosso partido é o Brasil e nossa ideologia, a Constituição”, finalizou.
De acordo com a comissão especial, convocada pela diretoria da OAB Nacional, Michel Temer teria falhado ao não informar às autoridades competentes a admissão de crime por Joesley Batista e faltado com o decoro exigido do cargo ao se encontrar com o empresário sem registro da agenda e prometido agir em favor de interesses particulares. O parecer da comissão foi lido pelo relator da comissão, Flávio Pansieri, que teve como colegas de colegiado Ary Raghiant Neto, Delosmar Domingos de Mendonça Júnior, Márcia Melaré e Daniel Jacob.
Lamachia classificou a atual crise brasileira como sem precedentes sob todos os aspectos. “A velocidade e a seriedade dos fatos impõe que façamos o que sempre prezou esta gestão: colher posição do Conselho Federal da Ordem. Quero registrar que a confiança e o apoio de todos os conselheiros têm sido fundamentais para que possamos vencer os desafios que temos. A responsabilidade que OAB e advocacia tem é muito grande”, afirmou.
O presidente da OAB explicou ainda que somente convocou a reunião extraordinária após ter acesso aos autos do processo que investiga o presidente da República, Michel Temer, no Supremo Tribunal Federal. “Assim como fizemos ao analisar o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, afirmei que não convocaria sessão baseado apenas em notícias de jornais e fiz o mesmo desta vez: só o faria com dados formais e oficiais do processo”, afirmou, lembrando que, como da outra vez, o presidente da República pôde se defender no Plenário. “Uma demonstração de que priorizamos a democracia e a independência, não criando situações díspares.”.
Os conselheiros federais se revezaram ao microfone para denunciar a atitude do presidente da República, Michel Temer. Foi execrado o encontro do mandatário da República com um empresário investigado em mais de 5 operações da Polícia Federal e o conteúdo dos diálogos travados. Os advogados concluíram que, ao não denunciar Joesley após ele admitir ter corrompido dois juízes e um procurador, Temer faltou com o decoro e feriu a Lei do Servidor Público. Também teria agido em favor dos interesses pessoais de Joesley em detrimento do interesse público.
Mais cedo, os conselheiros federais, após exaustiva deliberação, decidiram que não era procedente o pedido dos advogados de Michel Temer para mais tempo para análise dos fatos antes de apresentar sua defesa. Para a OAB, como o pedido de abertura de processo de impeachment não é um julgamento em si, a defesa deverá ser feita no Congresso Nacional. De qualquer forma, os advogados falaram por cerca de 20 minutos e foram convidados a se manifestar novamente durante a análise do mérito da questão.
Os advogados Gustavo Mendes e Carlos Marun, que também é deputado federal, falaram no Plenário e pediram mais prazo para que a defesa do presidente possa apreciar o voto proferido pelo conselheiro federal, Flávio Pansieri. No ano passado, o mesmo aconteceu na sessão que debateu o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, falou em defesa da presidente o então advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo. Marun insistiu no pedido de prazo para a defesa do presidente Temer para que os advogados tenham contato efetivo com voto do relator e assim possam apresentar as razões para que não haja um encaminhamento pelo impeachment do presidente pelo Conselho Pleno da Ordem.
Parecer
Para a Comissão, o presidente da República infringiu a Constituição da República (art. 85) e a Lei do Servidor Público (Lei 8.112/1990) ao não informar à autoridade competente o cometimento de ilícitos. Joesley Batista informou ao presidente que teria corrompido três funcionários públicos: um juiz, um juiz substituto e um procurador da República. Michel Temer, então, ocorreu em omissão de seu dever legal de agir a partir do conhecimento de prática delituosa, no caso, o crime de peculato (Código Penal, art. 312).
“Se comprovadas as condutas, houve delito funcional em seu mais elevado patamar político-institucional. Há dever legal de agir em função do cargo. Basta a abstenção. São crimes de mera conduta, independentemente de resultado”, afirmou Pansieri. “O que fizemos hoje foi tentar romper com o que a percepção do ‘assim é que sempre foi’ e elaboramos esse parecer. OAB e a história da entidade está acima de nossas histórias pessoais. Viemos aqui para fazer a coisa certa, em prol de um país diferente.”
A Lei do Servidor Público prevê em seu art. 116 é dever levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para apuração.
O presidente da República também teria procedido de maneira incompatível com o decoro exigido do cargo, condição previstas tanto na Constituição da República quanto na Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950), por ter se encontrado com diretor de uma empresa investigada em 5 inquéritos. O encontro ocorreu em horário pouco estranho, às 22h45, fora de protocolo habitual, tanto pelo horário quanto pela forma, pois não há registros formais do encontro na agenda do presidente.
Na conversa entre Temer e Joesley se verifica esforço aparente em se buscar nome favorável aos interesses da companhia para atuar como presidente do Cade e por favorecimento junto ao ministro da Fazenda. Isso também seria falta de decoro por interceder em interesses de particulares, os favorecendo em detrimento do interesse público.

O relator Flávio Pansieri traçou um histórico do instituto do impeachment na ordem jurídica brasileira e lembrou que a OAB foi instada a atuar em outros momentos da história, como com os ex-presidentes Fernando Collor e Luiz Inácio Lula da Silva. Também explicou que as crises vivenciadas no sistema presidencialista, como o brasileiro, são mais graves e aguda e é assim que se encontra o Brasil.
O Tempo

sábado, 20 de maio de 2017

'Acho que vou me candidatar à presidência', diz Silvio Santos

Durante a gravação do Programa Silvio Santos, que irá ao ar no próximo domingo, 21, no SBT, o apresentador Silvio Santos fez comentários bem-humorados sobre uma possível 'candidatura' ao mundo político: "Eu não estava mais pensando em política, mas, depois que o Luciano Huck se candidatou, eu fiquei muito chateado e eu acho que vou me candidatar. Pois eu estou com 86 anos, estou muito mais maduro, tenho agora decisões muito mais adultas e estou convencido que o governo na minha mão seria um governo de total felicidade para as pessoas menos favorecidas".
Silvio fez referência aos recentes indícios de que o apresentador do Caldeirão possa se lançar como candidato à presidência da república nos próximos anos.
"Eu estou pensando seriamente, pois o Luciano Huck está fazendo cócegas na minha consciência. Se o povo poderá votar em Luciano, poderá votar em mim, porque eu sou aquele presidente que dirá que os ricos sejam menos ricos e os pobres menos pobres", complementou o apresentador.
Não seria a primeira vez que o apresentador almejaria o cargo, já que, em 1989, ele lançou-se como candidato à presidência, enfrentando problemas que acabaram não permitindo que sua candidatura fosse em frente.

Durante o programa, Silvio ainda interagiu com humoristas que interpretam personagens satirizando os ex-presidentes Dilma e Lula, Mila Ribeiro e Ênio Vivona.
O Tempo

Denunciação Caluniosa:O Feitiço Vira Contra o Feiticeiro

Por Marcos Duarte – O crime de denunciação caluniosa está previsto no artigo 339 do Código Penal Brasileiro. Comete quem aciona indevidamente ou movimenta irregularmente a máquina estatal de persecução penal (delegacia, fórum, Ministério Público, CPI, corregedoria, etc.) fazendo surgir contra alguém um inquérito ou processo imerecido.

O criminoso, de forma maldosa, maliciosa e/ou ardilosa, faz nascer contra a vítima, esta que não merecia, uma investigação ou um processo sobre fato não ocorrido ou praticado por outra pessoa.
Essas mentiras acompanhadas de processo judicial ou inquérito, são suficientes para a caracterização do crime. Caso não ocorra o inquérito ou processo, caracteriza-se o artigo anterior, (Comunicação falsa de crime ou contravenção).
ARTIGO 339 CP: “Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente:” Pena: Reclusão, de 2 a 8 anos, e multa. § 1º – A pena é aumentada de sexta parte, se o agente se serve de anonimato ou de nome suposto. § 2º – A pena é diminuída de metade, se a imputação é de prática de contravenção.
Observem que este crime tem pena muito mais pesada do que os crimes contra a honra (injúria, calúnia e difamação). Por desconhecimento ou irresponsabilidade, desacreditando na ação da Justiça, alguma pessoas movimentam delegacias (lavrando Boletins de Ocorrência de Forma inconsequente, Juizados Especiais e mesmo as varas cíveis e de Família) atacando indevidamente a honra de alguém sem esta noção de que o “feitiço pode virar contra o feiticeiro”. Tornou-se corriqueiro atacar a honra de alguém como se isto fosse ficar impune. Por outro lado, as pessoas vitimizadas não aplicam o instituto penal da Denunciação Caluniosa e permitem a execração de sua honra e imagem. Muito comum este tipo de delito nas ações de família.

Marcos Duarte 

Incentivo à formação de leitores

A estudante Beatriz Nunes, 10, não gostava de ler: achava chato, tinha preguiça de encarar as palavras e nem imaginava que um livro poderia ser divertido. Mas, nos dois últimos anos, a biblioteca se tornou o lugar preferido dela na escola, onde cursa o quinto ano do ensino fundamental. “Pode perguntar para a auxiliar da biblioteca, vou lá todos os dias, já consegui preencher uma ficha inteira de livros, com uns dez. O livro entra na minha imaginação”, contou. Com um exemplar do preferido nas mãos, “Diário de Aventuras da Ellie”, ela participou nesta quinta-feira (18) do lançamento do projeto Leituras em Conexão, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte com o objetivo de fazer de todos os alunos da rede bons leitores, como Beatriz.
Uma das ações do projeto é a definição de que 40% dos recursos do Programa de Ação Pedagógica (PAP), encaminhados todos os anos pela prefeitura às escolas como incentivo para a criação de iniciativas extraclasse, sejam destinados especificamente ao desenvolvimento de projetos de leitura e de escrita. Esse percentual do PAP, em 2017, equivale a R$ 1,6 milhão, que serão distribuídos entre 191 instituições. A verba pode ser usada, por exemplo, para a criação de cantinhos de leitura e reforço no acervo da biblioteca.
A ideia é beneficiar mais de 190 mil alunos, do ensino infantil à Educação de Jovens e Adultos (EJA). “A leitura é a base da escola, o ponto inicial e fundamental da educação. Temos hoje na rede municipal muitos projetos que foram desenvolvidos e foram muito bons. Queremos que as escolas recuperem esses projetos, reeditem, utilizem novas tecnologias para que eles sejam transformados e criem novos. É uma chamada, uma mobilização, para que todos se preocupem com a formação de bons leitores”, afirmou a secretária municipal de Educação, Ângela Dalben. Atualmente, de acordo com ela, cerca de 54 mil pessoas não sabem ler na capital.
Segundo Ângela, o objetivo da pasta é formar não apenas leitores, mas sim leitores críticos. “Acho que, além de fundamental, hoje, no século 21, se não tivermos todos os cidadãos como bons leitores, não conseguimos construir projetos de vida”, disse.
Investimento. A secretária Ângela Dalben não soube informar o investimento no projeto: “Não sei dizer o valor exato, a ideia é construirmos programas com investimentos ao longo de três anos.
Professores estimulados a participar
A participação dos professores da rede municipal é um dos focos do projeto, que busca potencializar ações que já existem. Uma delas é o programa Jornada Literária, que incentiva a produção de textos. A edição de 2017, a sétima, foi lançada nesta quinta.
Neste ano, o tema é “Eu leio, inspiro-me e conto: releituras”, em que os alunos terão que fazer releituras de obras, literárias ou não. A novidade é que o projeto será estendido a estudantes da Educação de Jovens e Adultos. Até então, só alunos do segundo e do terceiro ciclos do ensino fundamental podiam participar.
O programa oferece oficinas a docentes, que auxiliam os alunos na produção de textos. Ao final do processo, as produções de cada escola formam um livro, e uma comissão julgadora seleciona as melhores obras.

Ainda na quinta, 84 livros foram expostos, e as escolas participantes da última edição foram certificadas. O professor Fábio Moreira, 38, e alunos do sexto ano da Escola Municipal Padre Marzano Matias receberam o prêmio de melhor obra na categoria do segundo ciclo do ensino fundamental.
O Tempo

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Seleção Feminina enfrenta Espanha e Islândia

A Seleção Brasileira Feminina segue com compromissos fortes para o ano de 2017 - preparatório para a Copa América de 2018. Na data FIFA de junho, a equipe da técnica Emily Lima enfrentará a Espanha e a Islândia.

No dia 10, o jogo será em Madrid, na Espanha, e no dia 13, em Reykjavik, na capital islandesa. Os horários das partidas serão confirmados em breve. Esta é a segunda vez que o Brasil enfrentará as espanholas. O primeiro jogo foi na Copa do Mundo do Canadá, em 2015, quando venceu por 1 a 0 e se classificou para as oitavas de final da competição. O confronto contra a Islândia será inédito.

Além dos dois amistosos, a Seleção tem quatro outros já marcados: dia 4 de julho contra a Alemanha, e o Torneio das Nações - dia 27 de julho, contra o Japão, dia 30, com os EUA, e dia 3 de agosto, a Austrália.

Informações:
Amistoso: Brasil x Espanha

Data: 10/06/2017

Local: Madrid, Espanha

Amistoso: Brasil x Islândia

Data: 13/06/2017

Local: Reykjavik, Islândia

CBF

Ranking da arbitragem no Brasileirão - 1ª rodada

A Comissão de Arbitragem da CBF vai premiar os melhores árbitros no fim do Brasileirão 2017. Os vencedores serão determinados pela soma da pontuação contabilizada durante todo o campeonato. Este ano, o ranking está sendo elaborado a partir dos dados do sistema de análise de desempenho usado pela entidade.

O presidente da Comissão de Arbitragem, Marcos Marinho, explicou que as notas dependem da performance em cada rodada, levando em consideração quesitos técnicos, físicos e mentais.

- Na parte técnica, são avaliados itens como os critérios adotados, marcação de faltas e aplicações de cartões. Pelo lado físico, a análise considera questões como posicionamento, velocidade de deslocamento e tempo de reação. Já no mental, entra os fatores emocionais, como a postura e o controle da partida - informou Marinho.

No decorrer da competição, a CBF vai divulgar as melhores equipes de arbitragem, de acordo com o trabalho de seus respectivos integrantes nos jogos do Brasileirão. Confira os nomes e partidas em que atuaram.

ARBITRAGEM - BRASILEIRÃO - 1ª RODADA

Bahia 6 x 2 Atlético-PR - 14 de maio, domingo (16h) - Fonte Nova, Salvador (BA)

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (AB/SP)
Árbitro Assistente 1: Daniel Paulo Ziolli (CBF/SP)
Árbitro Assistente 2: Daniel Luis Marques (CBF/SP)
Quarto Árbitro: Ricardo Pavanelli Lanutto (CBF/SP)
Árbitro Assistente Adicional 1: Leandro Bizzio Marinho (AB/SP)
Árbitro Assistente Adicional 2: Rafael Gomes Felix da Silva (CBF/SP)

Palmeiras 4 x 0 Vasco - 14 de maio, domingo (16h) - Allianz Parque, São Paulo (SP)

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (FIFA/PR)
Árbitro Assistente 1: Bruno Boschilia (FIFA/PR)
Árbitro Assistente 2: Victor Hugo Imazu dos Santos (CBF/PR)
Quarto Árbitro: Rafael Trombeta (CBF/PR)
Árbitro Assistente Adicional 1: Paulo Roberto Alves Junior (AB/PR)
Árbitro Assistente Adicional 2: Fabio Filipus (CD/PR)

Cruzeiro 1 x 0 São Paulo - 14 de maio, domingo (16h) - Mineirão, Belo Horizonte (MG)

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (AB/RJ)
Árbitro Assistente 1: Dibert Pedrosa Moises (CBF/RJ)
Árbitro Assistente 2: Michael Correia (CBF/RJ)
Quarto Árbitro: Carlos Henrique Alves de Lima Filho (CBF/RJ)
Árbitro Assistente Adicional 1: Leonardo Garcia Cavaleiro (AB/RJ)
Árbitro Assistente Adicional 2: Carlos Eduardo Nunes Braga (CD/RJ)

CBF