segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Não existe equilíbrio entre preparar para o vestibular e preparar para a vida

Recentemente vi uma matéria que reafirmou algo que eu já havia percebido: algumas escolas tradicionais não entenderam o que devem fazer para ficarem em conformidade com a BNCC*


Texto escrito pela Escola Teia Multicultural, localizada em São Paulo (SP).

Tenho acompanhado todo o desenrolar, desde a construção da Base, e hoje se me perguntarem: com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o que você percebe que mudou nas escolas?

Sem dúvidas eu responderia: em primeiro lugar, o marketing.

Não faz sentido buscarmos um equilíbrio entre o vestibular e a vida, pois o vestibular está contido na vida. Como você pode buscar equilibrar o preparo para a vida, que nela tudo está contido, como o preparo para o vestibular?

Ainda trouxeram a analogia do motorista de aplicativo que precisa levar o passageiro para dois lugares (dois lugares?!), sendo um deles o vestibular e o outro a vida... sim, chega a ser cômico.

O que dá a entender é que até pouco tempo atrás a vida não importava, agora, com a BNCC, a vida precisa importar um pouquinho também.

E, de fato, é isso que acontece. Muitas escolas transformam toda a vida escolar, desde o primeiro ano do ensino fundamental, a vida de uma criança e um adolescente, em um sofrimento, uma tortura que dura anos, com a argumentação de que o estão preparando para o vestibular.

O mais engraçado disso é que mesmo com todo esse sofrimento a grande entrega final não pode ser garantida.

Primeiramente, é importante lembrar que hoje há uma ampla oferta de universidades privadas renomadas, das quais o exame de ingresso é menos conteudista e analisa mais a capacidade de redação e argumentação do candidato. Mas, para escrever uma boa redação, não dá para simplesmente decorar fórmulas e reproduzir parágrafos decorados. É necessário compreender o mundo e saber expressá-lo, analisar criticamente, enfim, é preciso estar conectado com a vida.

Em segundo lugar, temos ainda as universidades públicas, que sim, são difíceis de ingressar, mas sabemos que a grande maioria dos alunos que entram em universidades públicas ou realizaram cursinho, algumas vezes por anos, dedicaram muito do seu tempo pós horário e período escolar, ou são pessoas com maior facilidade no aspecto, principalmente, de fixação.

Porém, das muitas pessoas que passam pela vida escolar, poucas entram em universidades públicas, certo? Ao mesmo tempo que praticamente todas as escolas fazem de sua existência um grande preparatório pré vestibular... A conta não está fechando.

Por que na nossa escola, a Teia Multicultural, nós não massacramos nossos alunos com o grande mito da faculdade e mesmo assim muitos deles entram em universidades?

Porque a grande questão é que algumas escolas precisam, de alguma forma, controlar os alunos, e a única maneira que conhecem para fazer isso é a mesma que receberam: exercer o controle através do medo.

Há um tempo atrás sabemos que era algo comum um professor bater, castigar de diversas formas e até humilhar o estudante. Hoje em dia isso mudou (felizmente!). Não pega nada bem. Então é mais fácil deixar a criança com medo do vestibular, medo de decepcionar a família, medo de não ser alguém na vida. Fazer ela acreditar em tudo isso!

Mas com o surgimento da BNCC, a necessidade do desenvolvimento socioemocional, o que algumas escolas fazem? Em primeiro lugar, mudam seus discursos e, para validarem os discursos na hora de venderem matrículas, criaram umas pequenas ações, símbolos, para que representem o trabalho socioemocional.

Os estudantes passam o dia encarcerados em suas cadeiras, mas agora, uma ou duas vezes por semana aprendem algo de útil para um amplo aspecto da vida (rsrssr).

Obviamente isso é melhor do que era antes, mas ainda está muito longe de ser o ideal e muito distante de ser o que afirmam estar sendo feito por estas escolas.

Recebemos diariamente crianças e adolescentes extremamente machucados, sofridos, vindos de escolas "acolhedoras, sensíveis e democráticas", que desenvolvem o protagonismo do aluno obrigando ele a decorar datas enquanto o mesmo tem ataques de ansiedade só de passar na porta da escola.

Enfim, estamos de olho! Desenvolver empatia não é ensinar o que é empatia, da mesma forma que ensinar para a vida não acontece no "momento de ensinar para a vida”, acontece durante a vida, tratando seres humanos como seres humanos e olhando para as crianças e adolescentes como eles são hoje, e não a partir do que projetamos ou desejamos que eles sejam no futuro.

Somos uma escola que atende alunos desde o berçário até o último ano do ensino médio, abrangendo então, todos os segmentos educacionais. Iniciamos em 2020 nosso projeto Teia We, onde atenderemos jovens que passarão por um processo de autodescoberta em busca de sua adequação ao mundo adulto. Também oferecemos processos de formação para professores e estamos desenvolvendo uma linha de cursos para mães e pais.

Qual é o nosso diferencial?

Trabalhamos todos os conteúdos propostos pelo MEC de forma divertida, significativa e experiencial, utilizando como principal ferramenta a Arte e tendo como principal abordagem o Autoconhecimento. Somos uma escola integral, no sentido da compreensão do ser humano integral, desenvolvendo não só seu sistema cognitivo, como suas diversas inteligências, potencialidades, bem como sua saúde física e emocional.

Como aplicamos nossas práticas pedagógicas?

Desenvolvemos uma técnica na qual, em nossos planejamentos semestrais, criamos diferentes projetos artísticos e vinculamos os conteúdos da BNCC ao seu desenvolvimento (seja em sua produção ou investigação da temática proposta). Todos os nossos educadores passam por um processo próprio de formação, onde aprendem a sistematizar esses projetos e aplicá-los dentro de nossa abordagem, tendo acompanhamento semanal da coordenação e direção em nossas reuniões pedagógicas.

Fabiano de Abreu 
OBS.: Este email pode ser acessados por outros membros da empresa
Gestão geral grupo MF Press Global 

O Galo Ganhou...O Galo Ganhou...O Galo Ganhou...


Se houver uma camisa branca e preta pendurada no varal durante uma tempestade, o atleticano torce contra o vento

Roberto Drumond


Neuropsicóloga que realizou mais de 150 testes de QI revela que eles não servem apenas para medir inteligência

Mais do que aferir o grau de inteligência, Leninha Wagner revela que os testes permitem que a pessoa descubra mais sobre si mesmo e melhore sua qualidade de vida.

 

Quando se fala em teste de QI, é comum que as pessoas o associe a uma medida de inteligência. Porém, eles não servem “apenas” para isso, revela a neuropsicóloga Leninha Wagner. “Eles são medidores de rota cognitiva. Portanto, são de extrema importância para avaliarmos a habilidade mental de cada indivíduo, compreendendo a sua interpretação dos cenários em que estão inseridos, como processam as informações, decodificando e dominando áreas específicas do saber”.

 

Responsável por aplicar mais de 150 testes para diversas pessoas em sua carreira, Leninha lembra que os resultados dos testes mostram muito mais que valores quantitativos. “Trabalhamos com bases qualitativas, traçando o perfil psicológico, o padrão afetivo, e a assinatura emocional da pessoa no mundo, através da comunicação que faz uso”. Além disso, ela destaca que o progresso humano está no bom uso da inteligência, mas também da qualidade do padrão emocional. “Focar em habilidades inatas, com resultados sobre treinos cognitivos que aumentem o alcance intelectual trazendo gratificação e prazer na realização de tarefas mentais, sem deixar de contemplar o desenvolvimento emocional do sujeito”, acrescenta.

 

É importante ter a visão da integralidade do ser.

 

Para Leninha, as pessoas de alto QI necessitam de investimento afetivo de qualidade “Isso fará com que elas mantenham a motivação para seguir absorvendo conhecimento, articulando pensamento e derivando saberes através de novas informações e interpretações. Já os indivíduos com inteligência limítrofe precisam de atenção especial, para encontrar estímulos que foquem em suas áreas de força e ativem sua zona de gratificação através do prazer de novas conquistas”.

 

“Os testes também permitem saber em que momento e por qual motivo, de acordo com o perfil, cada qual com suas demandas esperam ser amparados e estimulados”, detalha a neuropsicóloga. “É isso que oferecemos com a Testagem, uma avaliação completa e personalizada de cada sujeito. Oferecendo o melhor resultado para a sua própria compreensão e evolução cognitiva e emocional”, ressalta.

 

Trabalhando com testes de QI desde 2015, Leninha observa que “mesmo aqueles que não obtiveram resultados de aferição de QI que pudesse corresponder suas ‘expectativas’ (Superdotação/Altas Habilidades) ficaram satisfeitos com o atendimento e as ‘revelações’ sobre si”. O que, ela completa, “permite que a partir do autoconhecimento o sujeito possa evoluir, de um estado atual para uma versão melhorada de si mesmo. Principalmente no que se refere a performance na comunicação intra e interpessoal, pois é isso que nos confere a condição de ser humano”.



Fabiano de Abreu 
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Gestão geral grupo MF Press Global 



OneX Data Centers do Brasil inaugura primeiro e maior Data Center no Vale do Aço Mineiro

Centro de processamento tem previsão de faturamento mensal recorrente de R$ 2 milhões

No dia 7 de dezembro, a OneX Data Centers do Brasil inaugura o primeiro e maior Data Center localizado no Vale do Aço Mineiro, na cidade de Ipatinga, Minas Gerais. Também conhecido como computação na nuvem, trata-se de um centro de processamento de dados no qual estão concentrados os sistemas computacionais, isto é, servidores e banco de dados de uma ou mais empresas.

De acordo com o diretor executivo e founder da OneX, Tiago Faria Bicalho, é previsto que o volume total de armazenamento seja de 1024 terabyte, ou seja, o incrível volume de 1 petabyte, e que o faturamento mensal recorrente seja de R$ 2 milhões. Além disso, o armazenamento em slots de high performance é o principal produto da empresa, estando presente em praticamente todos os serviços do Data Center e chegando a representar cerca de 35% de toda a receita.

O Data Center está localizado às margens da BR381 em Ipatinga, um local de enlace de três grandes provedores de internet de alta performance e amplamente coberta em todo território nacional. Segundo Tiago Faria, a escolha da OneX foi extremamente cuidadosa, visto que a localização precisa ser estratégica, tendo fácil acesso a redes de energia independentes, tantas redes de dados ou links quanto possíveis, além da proximidade com grandes cidades. ‘’Isso porque as atividades e serviços de vários setores da economia dependem deles. Como, por exemplo, energia, iluminação, internet, transportes, bancos, sistemas de segurança, saúde pública e muitos outros’’, comenta.

De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Software e da Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais (Sindinfor), Fábio Veras, o Data Center chegará em um momento necessário e terá uma importância para o desenvolvimento tecnológico da região do Vale do Aço Mineiro. ‘’Em um contexto de pandemia, no qual a comunicação via aparelhos eletrônicos e o home office são mais necessários, o Data Center chega como uma espécie de digitalização, desenvolvimento acelerado, intensificação e aprimoramento das trocas de mensagem nas redes. Representando um marco na diversificação econômica e, consequentemente, incentivando e potencializando relações e serviços na região. É um prazer e orgulho apoiar esse projeto, que caminha no sentido das inovações e dos impactos positivos para a sociedade. Temos essa missão’’, destaca.

A inauguração será no dia 7 de dezembro, no Centro Cultural Usiminas, localizado em Ipatinga. O evento contará com a presença de empreendedores e profissionais do setor.


João Victor Del Rio

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Como responsáveis podem lidar com a reprovação escolar?

Ana Regina Caminha Braga, Mestre em Educação, psicopedagoga especialista em educação Inclusiva, fala sobre como abordar a situação com crianças e adolescentes


CURITIBA, 29/11/2021 – O final de um ano letivo representa também o final de uma etapa acadêmica, a conclusão de um período de estudos e dedicação, marcando a passagem para uma nova fase. Na vida escolar, o “passar de ano” é tratado como o principal objetivo na trajetória do estudante, é o passaporte para novos conhecimentos. Mas e quando a aprovação para um novo ano não vem e o aluno precisa repetir o ano? Qual é a melhor forma para pais e responsáveis agirem nessa situação?


De acordo com Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga, Mestre em educação e especialista em Gestão Escolar e Educação Inclusiva, o mais importante é dar uma nova perspectiva a reprovação. “Quando um aluno é reprovado, nós sempre vemos como algo negativo. Porém, é importante avaliar do ponto de vista de que pode ser o melhor caminho para ele e o que ele precisa no momento, no sentido de retomar conteúdos que ficaram em aberto. É uma forma para que ele repasse e aprenda conteúdos que teve mais dificuldades”, afirma a especialista. Além disso, é fundamental encarar a reprovação como um sinal de alerta, que pode estar relacionado a possíveis déficits na aprendizagem. “Se o aluno reprovou porque não está conseguindo absorver o conteúdo da maneira que foi proposta, talvez precise do apoio de uma equipe multidisciplinar. O ideal é estar em contato com psicopedagogos, psicólogos e profissionais que irão prestar o serviço necessário para o momento”, explica a especialista.


Outro posicionamento importante é analisar a questão do formato de avaliação da instituição em que o aluno está matriculado. “Muitas vezes o sistema educacional usa exclusivamente a classificação por notas para avaliação, e nós acabamos limitando os méritos dos alunos nesse padrão. Se uma criança tira nota vermelha, ela pode ser considerada muito ruim, se tira nota azul está ótimo, não precisamos fazer mais nada por ela, quando na verdade precisamos entender que cada ser humano tem o seu tempo e ritmo. Não podemos colocar todos no mesmo patamar. É possível que alguns precisem de um tempo a mais. É sempre preciso avaliar a situação”, declara a profissional.


Ana Regina destaca, também, que é determinante questionar e entender o motivo que levou o aluno a reprovação. “Será que houve algum momento de ruptura? Emocional ou afetiva? Houve algum tipo de desconforto com o professor dentro de sala? Algum problema familiar? Tudo isso pode ser também motivo para a criança ou adolescente chegar a reprovação”, detalha. A especialista ainda evidencia a importância da presença dos pais e responsáveis na escola. “Acompanhar o dia a dia do aluno junto aos professores e pedagogos pode fazer toda a diferença, já que esses profissionais podem identificar as dificuldades e traçar um caminho de estratégias alternativas, podendo evitar a necessidade de reprovação”, diz.


Acima de tudo, o mais importante é que a abordagem não se concentre unicamente na criança. “Não devemos imprimir toda a culpa diretamente no aluno reprovado. Hoje, estamos mais avançados em estudos sobre a reprovação e sobre as dificuldades de aprendizagem. Sabemos que vários fatores unidos causam a queda de desempenho de um aluno. A reprovação é um momento delicado na vida dos alunos, pais e responsáveis, mas é na unidade entre família e escola, com o apoio de profissionais adequados, que será encontrada a melhor forma de lidar com a situação”, completa Ana Regina Caminha Braga.

 Caroline Rodrigues

P+G Comunicação Integrada

caroline@pmaisg.com.br
www.pmaisg.com.br




Conexão DELAS discute sobre o futuro dos negócios e os desafios para empreender

 


Evento on-line e gratuito, realizado nesta quarta-feira (1º/12), terá a participação de Martha Gabriel, futurista e especialista digital

As mulheres continuam sendo as mais prejudicadas pela crise causada pela pandemia. De acordo com pesquisa do Sebrae e a FGV, feita em setembro deste ano, os pequenos negócios do país, comandados por elas (74%), sentiram mais a queda do faturamento em seus empreendimentos que os homens (69%). Apesar disso, as mulheres donas de negócios (32%) estão menos endividadas do que eles (36%), e ainda, mais antenada às novidades do mercado, como é o caso da adesão ao Pix, mais de 80% das empreendedoras brasileiras já aceitam o pagamento instantâneo em seus estabelecimentos.


E é para incentivar ainda mais as empreendedoras que transformam sonhos em negócios de sucesso, que será promovido o Conexão DELAS. Esta edição on-line, terá a participação de Martha Gabriel, referência no Brasil em assuntos do mundo digital. O evento será realizado nesta quarta-feira (1º /12) e as inscrições são gratuitas podem ser feitas pelo site delas.sebraemg.com.br.


Conexão DELAS integra as ações do Sebrae Delas, criado pelo Sebrae Minas, em 2019, para incentivar e fortalecer a cultura empreendedora entre as mulheres. “O evento fecha com chave de ouro as iniciativas do projeto realizadas ao longo deste ano. São ações que apoiam mulheres de norte a sul de Minas Gerais, oferecendo orientações, capacitações e ânimo para seguirem em frente mesmo em tempos tão difíceis como os que estamos vivendo”, explica a analista do Sebrae Minas Rachel Dornelas.


O destaque da programação do Conexão DELAS é a palestra “Cenários e Futuros” com Martha Gabriel, autora do livro “Marketing na Era Digital”, e também futurista, professora e consultora. Martha vai falar sobre possíveis cenários para o próximo ano, a importância de se desenvolver o do pensamento crítico de uma tomada de decisão assertiva, a necessidade das empresas em se adaptarem às mudanças impostas em momentos de crise, e ainda, as novas tecnologias que estão chegando e que vão acelerar vários processos. Haverá ainda discussões sobre questões focadas no futuro do trabalho, da educação, da sustentabilidade, do ser humano e de uma sociedade 5.0.


Durante o Conexão DELAS, também acontece o painel “Mulheres e Negócios para 2022”, que vai reunir lideranças femininas do Sebrae Minas. Elas vão discutir sobre desafios, competências e as tendências nos segmentos do agronegócio, indústria e educação.


Ao final do evento, as participantes ainda vão assistir uma apresentação musical da cantora, compositora e ex-participante do The Voice Brasil, Lívia Itaborahí.

 

Programação

18h - Abertura

18h20 - Painel: Mulheres & negócios 2022

19h - Palestra Cenários futuros com Martha Gabriel

20h - Apresentação da cantora Lívia Itaborahy, ex-participante

do The Voice Brasil

Conexão DELAS

Dia 1 de dezembro, a partir das 18h

Transmissão on-line

Inscrições gratuitas: delas.sebraemg.com.br

Assessoria de Imprensa Sebrae Minas

imprensa@sebraemg.com.br