*Chico Xavier*
Cartas de paz e consolação
(Inspirado na história de Volquimar, vítima do incêndio no Edifício Joelma)
“Mamãe, o Álvaro já sabe que eu parti, só não lhe contou para não te preocupar. Nos comunicaremos em breve; enquanto isso, veja se fica bem.”
(Fala de Volquimar à mãe, Valquíria, após sua recente morte)
Enquanto o carro percorria as ruas de São Paulo, era 1º de fevereiro de 1974, o dia em que o Edifício Joelma se transformou em uma gigantesca bola de fogo.
No banco de trás estava a mãe, Valquíria; ao volante, o filho Álvaro, que já sabia da morte da irmã, Volquimar, de 21 anos.
Até aquele momento, porém, ele temia contar à mãe o ocorrido, receando provocar-lhe um colapso nervoso.
No entanto, Volquimar, recém-desencarnada, já estava em contato com a mãe.
O véu entre os mundos havia se rompido.
Valquíria viu a filha com tamanha clareza que, de imediato, confrontou o filho, que então confirmou a trágica verdade.
Nesse instante, em meio à dor mais profunda que um ser humano pode sentir, o mundo espiritual dava seu sinal, para ela, incontestável, de que a morte não era o fim… e de que a vida continua.
Meses depois, Valquíria e Álvaro foram a Uberaba em busca de Chico Xavier e de respostas.
E tudo o que se passou com Volquimar naquela tragédia foi revelado por meio de cartas psicografadas por Chico.
Os bastidores espirituais… os momentos de pavor no alto do edifício…


DIDI (Benevides)
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