sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

"A vida não lhe foi tirada, mas transformada"...

Terra Natal : Jornal de Novembro de 1985...Reportagem grande sobre minha mãe, Maria Auxiliadora Torres, Dona Dodora...A perda da mãe é uma das dores mais difíceis, pois ela representa suas raízes, seu porto seguro, e a vida parece perder o sentido ou o rumo...O Prata sem Dona Dodora?..."Professor Guido Motta fez uma bela crônica sobre minha mãe, Halley Azul"...

 



Jornal do Prata / Caminhando

Auxiliadora Torres: Minha Querida Mãe

Há muito tempo venho querendo escrever uma crônica sobre minha Mãe, Auxiliadora Torres, mais conhecida (sobretudo em São Domingos do Prata) como Dona Dodora. Porém, quando começo a escrever sou tomado por uma emoção tão grande que chega a ser difícil terminar o texto.

Filha de Fazendeiros, criada na Fazenda da Vargem, minha Mãe foi e continua sendo muito querida em São domingos do Prata, sobretudo pelas boas ações que praticou. Mulher muito espiritualizada e de muita fé, pensava sempre no próximo. Dona Dodora não só acreditava no mandamento maior do Cristianismo, o do amor a Deus e ao próximo, como também e sobretudo o aplicava em sua prática cotidiana. Por isso, todos nós da família ficamos muito felizes pelo fato de, em São Domingos do Prata, ela ser lembrada com tanto amor ainda hoje.

Para mim, que sou seu filho, permanecem o amor e a saudade eternos de minha querida Mãe!




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