sábado, 25 de julho de 2026

 Matéria sobre a Vale publicada na página RADAR ECONÔMICO da revista Veja ,de 10/07/26...

Estratégia verde

  Desde 2025, a Vale investiu quase 4 bilhões de reais em pesquisa , desenvolvimento e inovação. O montante sustenta mais de 350 projetos simultâneos, sendo que aproximadamente 25% dos recursos são direcionados a iniciativas de descarbonização.
Sem barragens
Um dos principais exemplos dessa agenda é a mina de Capanema, em Minas Gerais. Reativada pela Vale, ela opera com equipamentos autônomos e mineração a seco, dispensando barragens e servindo de modelo para novos projetos da companhia. 
 
 Aquele que trabalhou na Minas Serra Geral, companhia que esteve em atividade no período de 1981 a 2004, deve ficar feliz em saber que a nova versão da mina de Capanema, resultado da conexão entre o bom trabalho feito no passado e o conceito moderno de economia circular, está sendo identificada como modelo para a Vale.


Vale preparando a "Mina de Capanema" para voltar a operar a partir de 2025

 É nessa área que a Vale vai recomeçar a mineração iniciada em 1982 pela ainda estatal Companhia Vale do Rio Doce, em parceria com a antiga Kawasaki Steel e seis outras empresas japonesas, e interrompida em 2003, quando a qualidade das reservas passou a não atender os padrões de comercialização.

Os investimentos para o “Projeto Capanema a Umidade Natural” somarão, de acordo com a empresa, cerca de R$ 875 milhões, bem menos que os US$ 485 milhões anunciados ao mercado em dezembro passado – quase R$ 2,8 bilhões ao câmbio do último dia 6. Durante a etapa de implantação, no pico das obras, estima-se a geração de 986 empregos. Na fase de exploração, os postos de trabalho chegarão a 559, sendo 453 diretos e 106 terceirizados. A capacidade de produção atingirá 18 milhões de toneladas/ano, metade vinda “da retomada da pilha de estéril denominada WH, prevista para acontecer nos primeiros cinco anos de operação. Após este período, o material será 100% da lavra”.





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