terça-feira, 4 de novembro de 2025

"Terra Natal" : Onde estão as respostas para todas as minhas perguntas...

 





Autor fantasma: Entenda o termo que gera polêmica no meio acadêmico

 Infelizmente é comum ver pessoas que participam ativamente da pesquisa ficarem de fora da lista de autores, mas ver que nem todos os autores listados tiveram tanta participação assim, conta a editora-chefe da Atena Editora, Antonella Carvalho de Oliveira


À primeira vista, a lista de autores de um estudo científico parece uma formalidade bastante simples: escreveu, assinou. Mas por trás de cada publicação científica há um mundo muito mais complexo que isso onde onde as questões éticas da autoria ainda enfrentam distorções e injustiças.

O termo “autor fantasma” tem ganhado notoriedade nos bastidores da ciência. Ele se refere àquela pessoa que participou significativamente de uma pesquisa mas que, ao final, tem seu nome omitido da autoria do trabalho.

Um fenômeno que atinge especialmente estudantes de iniciação científica, mestrandos e doutorandos, figuras fundamentais na engrenagem da produção acadêmica.

“Infelizmente é comum ver pessoas que participam ativamente da pesquisa ficarem de fora da lista de autores, mas ver que nem todos os autores listados tiveram tanta participação assim”.


“Essa prática não apenas compromete a integridade acadêmica, como também desvaloriza o trabalho intelectual de quem está em formação”, afirma Antonella Carvalho de Oliveira, editora-chefe da Atena Editora.

A outra ponta da corda: O orientador estrela
Na outra extremidade do problema está o que se convencionou chamar de “orientador estrela”: aquele pesquisador sênior que assina automaticamente todos os trabalhos de seus orientandos, mesmo sem envolvimento direto na elaboração do conteúdo.

A justificativa costuma ser a supervisão do projeto, mas nem sempre há uma contribuição efetiva para justificar a coautoria. Quando a assinatura vira um protocolo automático, abre-se espaço para distorções que ferem o princípio da meritocracia científica.

Normas da titulação
Diretrizes internacionais, como as do ICMJE (Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas), são claras quanto aos critérios mínimos para figurar como autor de um artigo: contribuição substancial para o desenho da pesquisa ou análise dos dados, participação na redação ou revisão crítica do conteúdo, aprovação da versão final e responsabilidade integral pelo trabalho publicado.

“Assinar sem atender a esses critérios é considerado antiético, da mesma forma, omitir nomes de colaboradores que cumpriram esses requisitos é igualmente errado”, conta Antonella Carvalho de Oliveira.

Na prática, no entanto, essas diretrizes muitas vezes são ignoradas ou relativizadas por conveniências institucionais, hierarquias e vaidades pessoais.

“Discutir autoria não é apenas falar de nomes na capa de um artigo. É falar de justiça, reconhecimento e respeito por quem faz ciência de verdade”, destaca.


Sobre Antonella Carvalho de Oliveira
A professora Antonella Carvalho de Oliveira é licenciada em Pedagogia, Mestre em Engenharia de Produção e Doutora em Ensino de Ciência e Tecnologia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Tendo mais de 30 anos de carreira no magistério e uma década de atuação como professora na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) Autora do livro "Como se Faz um Produto Educacional", o único no Brasil que ensina de maneira específica como criar um produto educacional. Atualmente, ocupa o cargo de Editora Chefe da Atena Editora.


Sobre a Atena Editora

A Atena Editora é uma referência no cenário editorial brasileiro há quase 10 anos no mercado, sob a liderança de Antonella Carvalho de Oliveira, doutora em Ensino de Ciência e Tecnologia, a editora se consolidou como um pilar de excelência e rigor editorial, incentivando autores, pesquisadores e acadêmicos a publicarem suas pesquisas e estudos. Com um catálogo diversificado e de alcance internacional, a Atena Editora oferece publicações que atendem a uma comunidade acadêmica exigente e contribuindo para o avanço científico.


Fabiano de Abreu 
OBS.: Este email pode ser acessados por outros membros da empresa

Gestão geral grupo MF Press Global 







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Livro : Recomendo : "A gente mira no amor e acerta na solidão"...Principalmente para aquele cônjuge que coloca sua felicidade no outro...






 




#036 | 03 de Novembro de 2025

Início de semana. Início de um novo mês. 


E eu não sei se você se planejou, parou um momento com presença para decidir o que você quer viver nessa reta final de ano…


Mas, uma coisa eu aposto que você fez na semana passada: 


👀 Acompanhou a vida do novo casal Virgínia e Vini Jr. e se juntou à manada que já torceu, julgou e projetou os planos da vida alheia.


Enquanto alguns já até preveem o fim…


A minha impressão é que poucas pessoas mal entendem os começos. E isso explica a quantidade de casamentos fracassados no mundo.


É comum ver casais iniciando um relacionamento com a semente da expectativa que elas mesmas plantaram. 


Mas o amor — o de verdade — não começa quando o outro se encaixa na sua expectativa. Isso justifica a paixão do início, mas sabe por que ela não se sustenta na maioria das vezes?


Por que o amor começa quando você olha a pessoa como ela é… e ainda assim escolhe ficar.


Tem muita gente se perdendo na bagunça de relacionamentos baseados em expectativas, porque está tentando fazer o outro caber. Ou porque achou que ela caberia.


Sabe aquela pessoa que já começa o namoro querendo mudar o jeito que o outro se veste? 


Depois, o modo como ela fala.
A forma como ele lida com dinheiro.
Como essa pessoa organiza a rotina.
Como ele reage aos seus gatilhos.


E aí, em pouco tempo, o relacionamento já virou um projeto de reforma.


Pare um momento e reflita. 


Você está amando o outro ou está tentando mudá-lo a todo momento?


Porque se você escolheu essa pessoa com todo o seu pacote de jujubas (as gostosas e as azedas) achando que vai transformar a jujuba amarela em vermelha… você não ama a pessoa. Ama a versão idealizada dela.


Duro, né?
Mas verdadeiro.


Relacionamentos de verdade começam quando você faz a pergunta que ninguém quer fazer:


Se essa pessoa nunca mudar…
Eu ainda quero estar aqui?


Se a resposta for “sim”, você tem um amor com raiz.


Se a resposta for “não”, talvez o que você tenha seja só apego à ideia de não ficar sozinho.


É por isso que amar de verdade exige coragem.
Coragem de ser quem você é.
Coragem de deixar o outro ser quem ele é.
Coragem de abandonar o papel de “mentor disfarçado de namorado”.


Coragem de dizer:


“Eu te escolho com seus bônus e seus ônus. Se mudar, é lucro. Se não, ainda assim… eu fico.”


Se a gente aprendesse a escolher as pessoas pelos defeitos que conseguimos suportar em vez das qualidades que nos encantam, metade dos relacionamentos já começaria mais honesta.


E se você desistisse de mudar o outro?


Esse é o desafio que deixo pra você essa semana. 


Até a próxima segunda.

Mantra da semana:  


“Eu liberto o outro da prisão das minhas expectativas e me liberto da frustração de tentar reformar quem já é completo."

🎧 PARA ABASTECER SEU DIA


Quer ir ainda mais fundo nessa reflexão sobre relacionamentos? Nesse post eu expliquei porque muitas vezes você se sente sozinha, mesmo estando em um relacionamento.

 

Vale a pena ler tudo. Pode mudar sua forma de enxergar as conversas entre o casal. 


Ah, e me conta lá o que isso despertou em você?

Bjs,


E até a próxima segunda. 💚

O que você achou do e-mail de hoje

Toque na imagem e deixe seu feedback. É super importante para o Despertar ficar cada vez melhor e mais potente.

Até a próxima semana! 💚

Bjs,




Saúde é prevenção – alerta aos homens que têm preconceito em ir ao Urologista

A cultura machista afasta os homens dos cuidados com a saúde. De modo geral, nós, homens, só vamos ao médico por influência da mulher ou quando a doença está em um grau avançado.
A vergonha de expor o corpo é um dos fatores determinantes para esse preconceito.
Segundo estatísticas, um a cada seis homens irá desenvolver câncer de próstata, sendo o melhor tratamento a prevenção.
Os fatores de riscos são, dentre  outros, alimentação inadequada e histórico familiar da doença. Além disso, é preciso considerar que com o aumento da idade as chances de desenvolver a doença aumentam consideravelmente. Por isso, o ideal é fazer exames periódicos, ou seja, visitar um médico urologista.
Os sintomas da doença são, principalmente, a dificuldade de urinar, necessidade constante de urinar e pouca força de jato ao urinar.
Sessentão, eu sempre fiz o exame preventivo periódico, visitando o médico urologista com frequência. A indicação inicial veio do médico da empresa em que eu trabalhava, Dr. Adolfo Lopes de Carvalho; eu estava com cerca de cinquenta e cinco anos, e ele adicionou esse exame no rol de exames periódicos que eu fazia à época.  De lá para cá venho me submetendo regularmente a exames periódicos. Tive a doença, mas devido ao exame preventivo, ela foi diagnosticada precocemente. Fui submetido a uma cirurgia, que sanou completamente o problema.
Para mim ficou bem claro que a razão pela qual  meu tratamento cirúrgico foi completamente exitoso foi o diagnóstico precoce da doença, que foi propiciado pelos exames preventivos. Diagnosticada no início, a doença não progrediu, não passou para outros órgãos do organismo. Venci mais esse câncer, já que no passado tive um câncer de pele, também vencido, graças à prevenção.
Por fim, não poderia deixar de agradecer ao Dr. Marco Antônio Razuque, Urologista, tanto por ter detectado a doença precocemente quanto pela cirurgia exitosa, ao Doutor Luiz de Araújo Porto, que também atuou na cirurgia, bem como às enfermeiras e demais profissionais que trabalham no hospital.

Saúde é prevenção, meus exemplos mostram isso!


Cristóvão Martins Torres




"Mensagem totalmente pejorativa e desumana"
"Pratica de bullying sobre uma doença, um Câncer de Próstata".
Nem no câncer as pessoas são solidárias..

Um conterrâneo, Renê Perdigão me mandou no dia  02 de novembro 2025, feriado religioso, mensagem via watsap.





Quando uma pessoa pratica bullying sobre uma doença grave de um colega com comentários pejorativos, isso é uma atitude inaceitável, grave e prejudicial. Esse tipo de comportamento não apenas ofende profundamente a vítima, mas também demonstra uma falta de empatia e sensibilidade por parte do agressor [1].
O bullying, especialmente relacionado a condições de saúde, pode ter sérias consequências emocionais e psicológicas para a pessoa doente, incluindo ansiedade, depressão e isolamento social [1]. 
Aqui estão algumas ações que podem ser tomadas nesta situação:
  • Converse com o agressor: Explique a gravidade do que foi dito e o impacto negativo que teve sobre a vítima. Ajude-o a entender que doenças não são motivo de piada e que seus comentários são inadequados e cruéis [1].
  • Apoie a vítima: Ofereça apoio e um espaço seguro para que ela possa desabafar. Garanta que ela saiba que não está sozinha e que o comportamento do agressor está errado, não ela [1].
  • Reporte a situação: Dependendo do contexto (escola, trabalho, etc.), pode ser necessário envolver figuras de autoridade como professores, diretores, supervisores ou profissionais de recursos humanos. Eles podem intervir formalmente e garantir que medidas disciplinares apropriadas sejam tomadas [1].
  • Busque ajuda profissional: Encoraje tanto a vítima a procurar apoio psicológico quanto o agressor a entender as raízes do seu comportamento e a mudar sua atitude.
  • Denuncie: Em casos extremos, especialmente se houver ameaças ou discursos de ódio, pode ser necessário procurar as autoridades legais. 
O mais importante é não ignorar a situação e agir para proteger a vítima e coibir a prática do bullying.



Saúde é prevenção – alerta aos homens que têm preconceito em ir ao Urologista

A cultura machista afasta os homens dos cuidados com a saúde. De modo geral, nós, homens, só vamos ao médico por influência da mulher ou quando a doença está em um grau avançado.
A vergonha de expor o corpo é um dos fatores determinantes para esse preconceito.
Segundo estatísticas, um a cada seis homens irá desenvolver câncer de próstata, sendo o melhor tratamento a prevenção.
Os fatores de riscos são, dentre  outros, alimentação inadequada e histórico familiar da doença. Além disso, é preciso considerar que com o aumento da idade as chances de desenvolver a doença aumentam consideravelmente. Por isso, o ideal é fazer exames periódicos, ou seja, visitar um médico urologista.
Os sintomas da doença são, principalmente, a dificuldade de urinar, necessidade constante de urinar e pouca força de jato ao urinar.
Sessentão, eu sempre fiz o exame preventivo periódico, visitando o médico urologista com frequência. A indicação inicial veio do médico da empresa em que eu trabalhava, Dr. Adolfo Lopes de Carvalho; eu estava com cerca de cinquenta e cinco anos, e ele adicionou esse exame no rol de exames periódicos que eu fazia à época.  De lá para cá venho me submetendo regularmente a exames periódicos. Tive a doença, mas devido ao exame preventivo, ela foi diagnosticada precocemente. Fui submetido a uma cirurgia, que sanou completamente o problema.
Para mim ficou bem claro que a razão pela qual  meu tratamento cirúrgico foi completamente exitoso foi o diagnóstico precoce da doença, que foi propiciado pelos exames preventivos. Diagnosticada no início, a doença não progrediu, não passou para outros órgãos do organismo. Venci mais esse câncer, já que no passado tive um câncer de pele, também vencido, graças à prevenção.
Por fim, não poderia deixar de agradecer ao Dr. Marco Antônio Razuque, Urologista, tanto por ter detectado a doença precocemente quanto pela cirurgia exitosa, ao Doutor Luiz de Araújo Porto, que também atuou na cirurgia, bem como às enfermeiras e demais profissionais que trabalham no hospital.

Saúde é prevenção, meus exemplos mostram isso!


Cristóvão Martins Torres








Marketing Político Brasileiro Ganha Destaque em Premiação Internacional; Consultor Marcelo Vitorino Entre os Finalistas como Consultor do Ano

O marketing político brasileiro demonstra sua maturidade e relevância no cenário internacional com a forte presença de seus profissionais entre os finalistas do Napolitan Victory Awards 2025, uma das mais importantes premiações do setor. O consultor e professor Marcelo Vitorino, finalista na categoria de Consultor do Ano, personifica este momento de reconhecimento internacional do trabalho brasileiro.


Organizado pela The Washington Academy of Political Arts & Sciences® (WAPAS), o prêmio é conhecido como o “Oscar da Política” e celebra anualmente, em Washington D.C., os melhores trabalhos em comunicação política. As 18 indicações recebidas pela equipe de Vitorino refletem uma trajetória de mais de 25 anos dedicada a inovar e profissionalizar o setor no Brasil.


Vitorino é reconhecido como um dos pioneiros na transição da comunicação política tradicional para o ambiente digital no país. Sua influência foi validada em 2024, quando a Washington COMPOL o incluiu na lista dos 100 profissionais de marketing político mais influentes do mundo, por “inovar e contribuir para fortalecer a democracia”. Ele também já foi premiado no Polaris Awards, em Londres, e é membro da European Association of Political Consultants (EAPC), que o descreve como um “pioneiro na comunicação política digital no Brasil”.


“Ser finalista como Consultor do Ano é uma honra que reflete o amadurecimento do marketing político brasileiro. Este reconhecimento mostra que o trabalho estratégico e integrado feito no Brasil tem qualidade para competir internacionalmente”, afirma Vitorino.


Além de sua atuação em campanhas de destaque, como a vitoriosa campanha de Marcelo Crivella para a prefeitura do Rio de Janeiro em 2016, Vitorino tem uma trajetória de contribuições para o debate público. Ele foi palestrante na mesa de abertura do Seminário Internacional sobre Fake News do TSE (2019), com mediação do ex-ministro Raul Jungmann, onde propôs atualizações nos códigos Civil e Penal para crimes virtuais. Também participou de debates sobre reforma eleitoral no Congresso Nacional.


No campo educacional, Vitorino é fundador da Academia Vitorino e Mendonça, a primeira e maior escola de marketing político do país, responsável pela formação de mais de 20.000 profissionais. É autor do livro “Coisas que todo profissional que quer trabalhar com marketing político digital deveria saber” e coordenador do primeiro MBA em Comunicação Governamental e Marketing Político do Brasil. Mantém também uma coluna sobre política e tecnologia no Correio Braziliense e é fonte recorrente em veículos como O Globo, Folha de S.Paulo e CNN Brasil.


As indicações de 2025 incluem, além de Consultor do Ano, as categorias de Gerente de Campanha do Ano (Natália Mendonça), Mérito à Excelência no Ensino e campanhas de destaque para as prefeituras de Manaus (AM) e Uberlândia (MG).

Contato para a Imprensa:

Fabiana Vitorino

fabiana@vitorinoemendonca.com.br