Entre os principais métodos construtivos de barragens de contenção de rejeitos de mineração, o método da linha de montante é sem dúvida o mais vulnerável à ocorrência de acidentes originados por forças de percolação da água pelo barramento. Em um sistema barragem-reservatório constituído de solos finos e de baixa coesão, como as barragens de contenção de rejeitos, as forças de percolação da água favorecem a instalação de processos erosivos internos de piping e liquefação, maiores responsáveis pelos acidentes já registrados. Para redução dos riscos de acidentes em barragens construídas pelo método da linha de montante, a avaliação do comportamento do nível dágua deve ser constante. Neste contexto, o trabalho apresenta um programa de instrumentação e monitoramento composto por medidas piezométricas, pluviométricas, de vazão, do nível dágua do reservatório e de deslocamento horizontal com marco topográfico, com vistas ao aumento do fator de segurança destas obras. A execução de um procedimento metodológico com base no programa de instrumentação e monitoramento acima citado, possibilita a avaliação do comportamento do nível dágua nestas barragens.
Estudo Geotecnico
sábado, 7 de novembro de 2015
“É o maior desastre que já vimos na história de Minas”, diz governador
Fernando Pimentel sobrevoou a área atingida pela ruptura de duas barragens da Samarco Mineradora
Por Redação -
6 de novembro de 2015 - 15:57
Segundo o jornal O Tempo de Belo Horizonte, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sobrevoou a área afetada pela rupturas das duas barragens da Samarco Mineradora, no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na região central do Estado. Após inspecionar a área, ele afirmou à imprensa que acredita que o acidente seja o maior desastre ambiental já registrado no Estado.
“É um fato muito terrível. É uma tragédia, do ponto de vista ambiental, é o maior desastre que já vimos até hoje na história de Minas. Em termos de vítimas, ainda não podemos precisar nada. A empresa levantou 13 desaparecidos, mas esses são aqueles que faziam trabalho no local. E nas localidades ainda não temos esse levantamento e só saberemos isso após o cadastramento de todos os desabrigados”, afirmou.
Segundo o governador ainda não é possível estimar os valores de verbas para reconstrução dos locais afetados pelo acidente. “Assim que passar a situação de resgate das pessoas e vítimas, nós iremos analisar e providenciar a recuperação de estradas e pontes atingidas. O governo federal já anunciou que irá nos ajudar e apoio isso não irá faltar”, disse.
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Itabirito vive síndrome de abstinência por crise em empresas, diz O Tempo
O jornal ainda disse que fechamento de vagas de trabalho impactam mais os municípios pequenos. Nova Lima, Itabira e Itabirito foram uma das mais afetadas por demissões com o fim de obras da Vale
Pico do itabirito explorado pela vale
O jornal O Tempo, de BH, reproduziu uma matéria (que cita Itabirito) a respeito da crise de emprego e renda nas cidades brasileiras dependentes do petróleo e do minério.
Segundo o economista Marcel Caparoz, da RC Consultorers, “os municípios menores são mais vulneráveis, principalmente quando dependem mais de alguma empresa, setor específico da economia ou grande obra”.
“Foi a dependência da mineração que colocou Itabirito, Nova Lima e Itabira (MG) no alto do ranking das empresas mais prejudicadas com a crise”, diz a matéria que, na verdade, pertence a Folhapress (um braço do jornal Folha de São Paulo)”.
O título da notícia diz que essas cidades vivem uma “síndrome de abstinência”, sem entrar em detalhes a respeito do termo. Pode-se deduzir que (como uma droga) esses municípios dependem do minério ou do petróleo, mas esses produtos não estão causando o efeito esperado nas economias.
Cidades como Itabirito foram afetadas por demissões com o fim de obras da Vale. Segundo Maurício Martins, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Itabira, os cortes ocorrem por causa da queda do preço do minério de ferro. “A preocupação é aumento de violência”, disse.
Parabéns a Toda a Nação Corintiana, Corinthians, És do Brasil, o Clube mais Brasileiro ( Campeão Brasileiro de 2015 )
Foto Tirada no Memorial Corinthians em São Paulo
Salve o Corinthians,O campeão dos campeões,
Eternamente dentro dos nossos corações
Salve o Corinthians de tradições e glórias mil
Tu és orgulho
Dos desportistas do Brasil
Teu passado é uma bandeira,
Teu presente, uma lição
Figuras entre os primeiros
Do nosso esporte bretão
Corinthians grande,
Sempre Altaneiro,
És do Brasil
O clube mais brasileiro
Novembro Azul: a vez dos homens contra o câncer
Campanha tem foco na doença na próstata, que tem maior incidência do que a de mama
Por O Dia | 03/11/2015 10:34
Depois de um mês ressaltando a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, o foco agora são os homens. O Novembro Azul, campanha realizada desde 2005 pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e pelo Instituto Lado a Lado Pela Vida, tem foco na conscientização do câncer de próstata no Brasil. Tem mais incidência que o de mama, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Só em 2014 foram 68.800 novos casos de tumor na próstata contra 52.680 de tumor na mama.
De acordo com a ONG britânica Cancer Care, 1,1 milhão de homens são afetados pelo câncer de próstata e a enfermidade provoca 307 mil mortes no mundo, todos os anos. A doença não tem prevenção, no entanto, seu diagnóstico precoce tem 90 % de chances de cura. O exame deve ser feito anualmente a partir dos 50 anos, e, nos casos de quem está no grupo de risco: negros e quem tem parentes de primeiro grau que tiveram a doença. Estes, devem procurar a ajuda médica a partir dos 45 anos, alerta o urologista Alfredo Canalini, membro da SBU.
Diagnóstico precoce
“É preciso criar esta consciência de que diagnosticar cedo o problema é fundamental para a cura”, afirma Canalini. O exame da próstata consiste no toque retal e na dosagem sérica do PSA no sangue. A realização de exames nessa faixa etária está relacionada à diminuição de cerca de 21% na mortalidade pela doença.
Há cinco anos o aposentado Laurindo Carneiro, 73, descobriu a doença. “Fazia exames regularmente e descobri no início. Estou curado e sem sequela.”
Este mês serão feitas ações no país, como iluminação de pontos turísticos e monumentos, palestras para leigos, além do VIII Fórum de Políticas Públicas e Saúde do Homem, que será realizado dia 17 — Dia Nacional de Combate ao Câncer de Próstata — na Câmara dos Deputados, além do 35º Congresso Brasileiro de Urologia. O congresso está em andamento e termina amanhã, no Centro de Convenções Sul América, no Rio.
Tecnologia
Manter menos pessoas no centro de cirúrgico e permitir que os médicos tenham a capacidade de operar um paciente à longa distância através de um computador. O médico irá controlar um robô cirúrgico mais preciso,tornando o serviço mais barato. É o que propõe a cirurgia robótica contra o câncer de próstata.
Outra vantagem é a redução do trauma para o paciente, que sentiria menor dor e sangramento, levando a uma recuperação mais rápida. “A robótica também diminui a fadiga que os médicos sofrem durante as cirurgias de longa duração. Os cirurgiões podem ficar exaustos, diminuindo seu rendimento”, comenta o Dr. Cesar Camara, formado em medicina pela USP, com especialização em Cirurgia Geral e Urologia.
As maiores preocupações masculinas são a incontinência urinária e a impotência sexual. “Quem sonha em ser pai pode, ao receber o diagnóstico, recorrer ao congelamento de espermatozóides, um procedimento simples e garantido”, afirma Selmo Geber, professor da UFMG e médico da Clínica Origen.
As Redes Sociais da Minha Adolescência
Na época da minha adolescência não existia ainda a Internet.
As nossas redes sociais não eram facebook, blogs, twitter, Orkut, e-mail etc.
Nossa rede social era outra: os pontos de encontro que frequentávamos, onde discutíamos problemas diversos.
Escola, esporte, política, trabalho, vida particular, mulher, eram os temas mais ouvidos e debatidos nesses encontros.
Às vezes um determinado assunto era debatido por várias horas, com a participação de todos os presentes.
Não tínhamos nenhum interesse especial. Os encontros eram casuais. Muitas vezes chegávamos a um lugar e a turma já estava formada; nada programado.
As reuniões eram formadas por estudantes, professores, fazendeiros, comerciantes, profissionais liberais, funcionários públicos, funcionários de empresas etc, fazendo assim que os encontros tivessem representadas várias classes sociais.
Não tínhamos identidades semelhantes.
Para mim foi uma oportunidade de aprender com pessoas mais experientes e também de fazer valer minhas ideias e opiniões.
Desses encontros trouxe vários ensinamentos que agregaram valor à minha vida.
O interessante era que comentávamos vários fatos mas não nos envolvíamos com nenhum deles.
Compartilhávamos ideias. Os encontros eram nossa fonte de contato.
Toda tarde nos reuníamos, e o público era intenso, com muita participação das pessoas.
A nossa rede social não era online; estávamos conectados com as pessoas e com os donos dos estabelecimentos, que sempre estavam muito bem informados em vários assuntos e sempre nos recebiam muito bem.
Nossa rede social se reunia na sapataria do Zé Coló, na barbearia do Jarbas, na alfaiataria do Edgar, na loja do Evandro, no barzinho Sô Zé...
Como verdadeiros “provedores”, esses comerciantes viabilizavam a rede, mas também fiscalizavam o seu conteúdo, às vezes chamando a atenção de alguém por um comentário fora do contexto.
Cristóvão Martins Torres
Nossa rede social era outra: os pontos de encontro que frequentávamos, onde discutíamos problemas diversos.
Escola, esporte, política, trabalho, vida particular, mulher, eram os temas mais ouvidos e debatidos nesses encontros.
Às vezes um determinado assunto era debatido por várias horas, com a participação de todos os presentes.
Não tínhamos nenhum interesse especial. Os encontros eram casuais. Muitas vezes chegávamos a um lugar e a turma já estava formada; nada programado.
As reuniões eram formadas por estudantes, professores, fazendeiros, comerciantes, profissionais liberais, funcionários públicos, funcionários de empresas etc, fazendo assim que os encontros tivessem representadas várias classes sociais.
Não tínhamos identidades semelhantes.
Para mim foi uma oportunidade de aprender com pessoas mais experientes e também de fazer valer minhas ideias e opiniões.
Desses encontros trouxe vários ensinamentos que agregaram valor à minha vida.
O interessante era que comentávamos vários fatos mas não nos envolvíamos com nenhum deles.
Compartilhávamos ideias. Os encontros eram nossa fonte de contato.
Toda tarde nos reuníamos, e o público era intenso, com muita participação das pessoas.
A nossa rede social não era online; estávamos conectados com as pessoas e com os donos dos estabelecimentos, que sempre estavam muito bem informados em vários assuntos e sempre nos recebiam muito bem.
Nossa rede social se reunia na sapataria do Zé Coló, na barbearia do Jarbas, na alfaiataria do Edgar, na loja do Evandro, no barzinho Sô Zé...
Como verdadeiros “provedores”, esses comerciantes viabilizavam a rede, mas também fiscalizavam o seu conteúdo, às vezes chamando a atenção de alguém por um comentário fora do contexto.
Cristóvão Martins Torres
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