VARIEDADES | |||||||
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A Avenida Paulista já foi decretada morta algumas vezes. Perdeu bancos para a Faria Lima, viu escritórios esvaziarem no pós-pandemia e virou sinônimo de vacância alta e insegurança com o alto índice de assaltos. | |||||||
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Mas isso tem mudado desde então. De lá para cá, a vacância caiu para 7,8%, puxada pela volta do trabalho presencial e, principalmente, pelo retorno de empresas para o endereço — casos de Petrobras e Bradesco Seguros. | |||||||
Com mais empresas e a taxa de criminalidade caindo mais de 30%, grandes lojas-vitrine passaram a integrar a avenida, desde lojas-conceito da Dexco a marcas populares como Torra e Lojas Mel. | |||||||
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A Paulista não voltou a ser o centro financeiro do país como era nos anos 2000, mas tem se reinventado para retomar a sua relevância. | |||||||
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