sábado, 3 de janeiro de 2026

O ressurgimento da avenida mais conhecida do país

 

VARIEDADES



(Imagem: Metrópoles | Reprodução)

A Avenida Paulista já foi decretada morta algumas vezes. Perdeu bancos para a Faria Lima, viu escritórios esvaziarem no pós-pandemia e virou sinônimo de vacância alta e insegurança com o alto índice de assaltos.

  • Para se ter uma ideia, em 2023, 18% dos prédios corporativos estavam vazios, contra só 6% na Faria Lima.

Mas isso tem mudado desde então. De lá para cá, a vacância caiu para 7,8%, puxada pela volta do trabalho presencial e, principalmente, pelo retorno de empresas para o endereço — casos de Petrobras e Bradesco Seguros.

Com mais empresas e a taxa de criminalidade caindo mais de 30%, grandes lojas-vitrine passaram a integrar a avenida, desde lojas-conceito da Dexco a marcas populares como Torra e Lojas Mel.


No mês passado, chegaram a Livraria da Vila e a Galeria Magalu — esta última com expectativas de que a unidade venda o equivalente a 10 lojas tradicionais, impulsionada pelos 1,5 milhão de pessoas que passam ali todos os dias.

(Imagem: Magalu)


A Paulista não voltou a ser o centro financeiro do país como era nos anos 2000, mas tem se reinventado para retomar a sua relevância.


 









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