A Professora Ana Maria Rolla
Frequentemente, quando estou lendo um livro, faço uma pausa, recuo no tempo e recordo-me da Professora Ana Maria Rolla.
Seus ensinamentos iam muito além da matéria que lecionava; ela sempre nos falava da importância da leitura.
Ela ensinou a mim e a muitos que sem estudo não se avança na vida. Ana Maria Rolla tinha a mesma convicção de uma boa pregadora do Evangelho. E de sua pregação pode-se dizer aquilo que se diz sobre o Evangelho: aquele que acreditar em mim encontrará a salvação.
Seus ensinamentos iam muito além da matéria que lecionava; ela sempre nos falava da importância da leitura.
Ela ensinou a mim e a muitos que sem estudo não se avança na vida. Ana Maria Rolla tinha a mesma convicção de uma boa pregadora do Evangelho. E de sua pregação pode-se dizer aquilo que se diz sobre o Evangelho: aquele que acreditar em mim encontrará a salvação.
Além de lecionar a Língua Portuguesa com brilhantismo, ela sempre nos falava da importância da família e da escola em nossas vidas. Ela também reforçava a importância do comportamento educado e cordial.
Mas mais que falar, ela nos ensinava Português e bons modos através do exemplo e da prática. Recordo-me de duas situações concretas. A fim de incutir em seus alunos a prática da leitura ela determinava que lêssemos um livro, no fim de semana, que ela interpretava e comentava junto aos alunos na semana seguinte. Isso fez que muitos de seus alunos passassem a adotar o hábito da leitura. E a fim de dar o exemplo de como as pessoas devem tratar as outras com cordialidade, mesmo em situações estressantes, quando os alunos faziam aquela bagunça ela não perdia a calma e educação, chamando nossa atenção sem nunca gritar conosco.
Mas mais que falar, ela nos ensinava Português e bons modos através do exemplo e da prática. Recordo-me de duas situações concretas. A fim de incutir em seus alunos a prática da leitura ela determinava que lêssemos um livro, no fim de semana, que ela interpretava e comentava junto aos alunos na semana seguinte. Isso fez que muitos de seus alunos passassem a adotar o hábito da leitura. E a fim de dar o exemplo de como as pessoas devem tratar as outras com cordialidade, mesmo em situações estressantes, quando os alunos faziam aquela bagunça ela não perdia a calma e educação, chamando nossa atenção sem nunca gritar conosco.
Ana Maria Rolla foi, portanto, uma professora que estava muito à frente de seu tempo.
Sou muito orgulhoso e eternamente grato por ter sido seu aluno.
Muitos de seus ensinamentos me acompanham até hoje!
Quando fui seu aluno eu era ainda garoto; algumas vezes eu e meus colegas demos a ela algum trabalho, por causa de nossas bagunças. Mas ela entendia isso, pois, como educadora sensível que era, sabia que uma certa indisicplina faz parte do comportamento infanto-juvenil. De todo modo, não posso deixar de pedir desculpas à minha estimada Professora Ana Maria Rolla pelos transtornos, que juntamente com meus colegas, às vezes lhe causávamos em sala de aula.
Cristóvão Martins Torres
A Nova Família Pratiana...Os Canários Chapinha vieram fazer parte da família pratiana...
Nunca os perguntei de onde vieram nem quanto tempo vão ficar para alegrar as nossas manhãs, com seus cânticos que nos acordam de forma agradável.
Por toda a cidade estão sempre em bandos, fazendo seus ninhos.
Fazem os ninhos com muito trabalho, fio a fio trazido no bico.
Em cada árvore tem sempre um ninho com filhotes gritando, e a mãe desesperada, tentando alimentá-los.
Nos ninhos com ovos que ainda não se abriram, os movimentos dos casais são constantes, num vai e vem entre o macho e a fêmea.
Além da prisão em gaiolas, a maior causa do seu desaparecimento em nosso país é a morte de milhares deles devido aos agrotóxicos sem critérios sobre as plantações.
Aliás, o canário chapinha não é a única vítima dos defensivos agrícolas, existem dezenas de outras espécies que sofrem com isso.
Além da prisão em gaiolas, a maior causa do seu desaparecimento em nosso país é a morte de milhares deles devido aos agrotóxicos sem critérios sobre as plantações.
Aliás, o canário chapinha não é a única vítima dos defensivos agrícolas, existem dezenas de outras espécies que sofrem com isso.
A espécie esteve perto da extinção no passado, e hoje milhares proliferam a todo vapor por toda a cidade: apesar de maltratada por muitos, a natureza sobrevive.
É de se perguntar quem é o responsável por isso.
Lembro-me da juíza que passou em nossa cidade, a Doutora Maria da Glória, que aplicando de forma correta nossa legislação, coibiu o ato de manter pássaros presos.
Com isso preservou a espécie, e nos deixou um grande legado: o canário chapinha, pássaro bonito de plumagem amarela, cantador, sociável, valente, voltou a alegrar a vida no Prata.
Se tenho uma dica a dar as pessoas é que cuidem bem dos passarinhos.
O calor dos nossos amigos e o cântico dos canarinhos chapinha tornam o Prata um lugar mais tranquilo e alegre de se viver.
Cristóvão Martins Torres
Conheci o Dr. Flavio Moretzsohn, já formado e exercendo a profissão de médico.
Filho de advogado, não seguiu a carreira do pai, mas assimilou bem seus ensinamentos: o que é ser dedicado e competente na profissão que escolheu.
Saindo cedo de sua terra natal, Piranga, para concluir seus estudos em Medicina. Depois de formado, exerceu a profissão de médico por muitos anos em Belo Horizonte.
Por gostar muito da profissão que escolheu e por ser muito competente, tinha muito prestígio junto aos pacientes e aos colegas.
Fez da Medicina um sacerdócio, tal a dedicação com que tratava seus pacientes, tanto da capital quanto do interior.
Enxergava seus pacientes, não como um doente, mas como um ser humano.
Ele tinha uma visão médica que envolvia solidariedade, compreensão e respeito absoluto do ser humano.
Durante sua carreira, tratou, curou e melhorou a vida de muitas pessoas, famosas e anônimas.
Por gostar muito da profissão que escolhera, resgatou o humanismo na Medicina.
A espiritualidade e as crenças que vão alem do conhecimento cientifico, fizeram parte de seu quotidiano profissional, já que era muito crente a Deus, religioso.
Gente boa para a convivência diária, com brilho confiável nos olhos, comedido em seus procedimentos, avesso as incursões politicas.
Entendia que uma doença desestabiliza o paciente, portanto, cabe ao medico com sua experiência, contribuir para que o equilíbrio se restabeleça..
Como um juiz de si próprio e aprecia a si mesmo, ele atendia o ser humano como criatura que merece respeito.
Estudos mostram que comunicação e empatia se desenvolve, os desafios vão desde a formação até a pratica.
A tudo isso ele dedicou na carreira que escolheu, ser medico.
Pessoa de muita sensibilidade, valorizava muito suas raízes.
Embora morando muitos anos na capital, não perdeu aquele jeito mineiro do interior; sempre que tinha tempo, ia para sua terra natal, Piranga.
Só uma educação pautada em valores sólidos faz um profissional com tanta dedicação e ética.
Deixou um legado a ser seguido por todos aqueles que estão iniciando o exercício da profissão de médico.
Cristóvão Martins Torres
Filho de advogado, não seguiu a carreira do pai, mas assimilou bem seus ensinamentos: o que é ser dedicado e competente na profissão que escolheu.
Saindo cedo de sua terra natal, Piranga, para concluir seus estudos em Medicina. Depois de formado, exerceu a profissão de médico por muitos anos em Belo Horizonte.
Por gostar muito da profissão que escolheu e por ser muito competente, tinha muito prestígio junto aos pacientes e aos colegas.
Fez da Medicina um sacerdócio, tal a dedicação com que tratava seus pacientes, tanto da capital quanto do interior.
Enxergava seus pacientes, não como um doente, mas como um ser humano.
Ele tinha uma visão médica que envolvia solidariedade, compreensão e respeito absoluto do ser humano.
Durante sua carreira, tratou, curou e melhorou a vida de muitas pessoas, famosas e anônimas.
Por gostar muito da profissão que escolhera, resgatou o humanismo na Medicina.
A espiritualidade e as crenças que vão alem do conhecimento cientifico, fizeram parte de seu quotidiano profissional, já que era muito crente a Deus, religioso.
Gente boa para a convivência diária, com brilho confiável nos olhos, comedido em seus procedimentos, avesso as incursões politicas.
Entendia que uma doença desestabiliza o paciente, portanto, cabe ao medico com sua experiência, contribuir para que o equilíbrio se restabeleça..
Como um juiz de si próprio e aprecia a si mesmo, ele atendia o ser humano como criatura que merece respeito.
Estudos mostram que comunicação e empatia se desenvolve, os desafios vão desde a formação até a pratica.
A tudo isso ele dedicou na carreira que escolheu, ser medico.
Pessoa de muita sensibilidade, valorizava muito suas raízes.
Embora morando muitos anos na capital, não perdeu aquele jeito mineiro do interior; sempre que tinha tempo, ia para sua terra natal, Piranga.
Só uma educação pautada em valores sólidos faz um profissional com tanta dedicação e ética.
Deixou um legado a ser seguido por todos aqueles que estão iniciando o exercício da profissão de médico.
Cristóvão Martins Torres
O Circo Chegou, Respeitável Público
O Circo foi a primeira forma de expressão artística que existiu no mundo, por isso não pode morrer.
Nas crianças estimula o sonho e a fantasia, nos adultos reanima as emoções e resgata a paixão pela vida.
É um universo de diversões, onde impera a magia e a criatividade; um palhaço conta uma piada já pensando na outra e com alegria brota um sorriso no rosto de uma criança.
Dentre os números mais difíceis está o malabarismo, que exige muito treino dos artistas.
Tenho uma relação de amor muito grande com o Circo, porque na minha infância ele foi o instrumento de informação artística, educacional e social para mim.
Lembro-me quando o Circo chegava no Prata, era só alegria.
Ele nos fazia sair da rotina e criar uma curiosidade de conhecimento artístico e informação muito grande.
Durante sua permanência na cidade, era muito comum a meninada acompanhar o palhaço de perna de pau pelas ruas, para ganhar entrada franca nos espetáculos.
O refrão mais cantado pelos meninos era; hoje tem espetáculo tem sim senhor...hoje tem marmelada tem sim senhor...eu vou ali e volto já...vou apanhar maracujá!
Olha o sol...olha a lua...olha o palhaço no meio da rua!
Além de muita diversão os espetáculos circenses tinham sempre uma peça teatral, que nos proporcionavam um crescimento cultural muito grande.
Minha infância foi com sonhos de imaginação de criança; andar de bicicleta, jogar futebol, andar a cavalo, soltar pipas, jogar sinuquinha, jogar birosca e finca, andar de patinetes, nadar no rio prata, tomar ducha nas cachoeiras, ir aos Circos, etc.
Tivesse eu que voltar ao ponto de partida, afirmo que faria tudo de novo quanto fiz até hoje, passaria pelos mesmos caminhos.
Embalados pelos sonhos da infância, na juventude mudei os meus rumos e criei o hábito da leitura, ler bons livros é o meu divertimento principal até hoje.
Com os artistas circenses aprendemos a lição; pelo fato de viajarem muito, interagem rápido e bem com as pessoas, tratam todas elas com a devida importância, onde sua verdadeira recompensa são os aplausos.
Como se dissessem; esqueçam os sentimentos e se concentrem no modo como tratam uns aos outros.
Como as ações humanas são impulsionadas pelas consequências de comportamento, faz muitos anos que passo meu aniversário em um Circo, neste dia gosto de me presentear assistindo a um espetáculo circense.
Hoje, se ficar muito tempo sem assistir um espetáculo circense, evidente que alguma coisa vai estar faltando em minha vida.
E é algo muito importante, óbvio o Circo.
Cristóvão Martins Torres
Nas crianças estimula o sonho e a fantasia, nos adultos reanima as emoções e resgata a paixão pela vida.
É um universo de diversões, onde impera a magia e a criatividade; um palhaço conta uma piada já pensando na outra e com alegria brota um sorriso no rosto de uma criança.
Dentre os números mais difíceis está o malabarismo, que exige muito treino dos artistas.
Tenho uma relação de amor muito grande com o Circo, porque na minha infância ele foi o instrumento de informação artística, educacional e social para mim.
Lembro-me quando o Circo chegava no Prata, era só alegria.
Ele nos fazia sair da rotina e criar uma curiosidade de conhecimento artístico e informação muito grande.
Durante sua permanência na cidade, era muito comum a meninada acompanhar o palhaço de perna de pau pelas ruas, para ganhar entrada franca nos espetáculos.
O refrão mais cantado pelos meninos era; hoje tem espetáculo tem sim senhor...hoje tem marmelada tem sim senhor...eu vou ali e volto já...vou apanhar maracujá!
Olha o sol...olha a lua...olha o palhaço no meio da rua!
Além de muita diversão os espetáculos circenses tinham sempre uma peça teatral, que nos proporcionavam um crescimento cultural muito grande.
Minha infância foi com sonhos de imaginação de criança; andar de bicicleta, jogar futebol, andar a cavalo, soltar pipas, jogar sinuquinha, jogar birosca e finca, andar de patinetes, nadar no rio prata, tomar ducha nas cachoeiras, ir aos Circos, etc.
Tivesse eu que voltar ao ponto de partida, afirmo que faria tudo de novo quanto fiz até hoje, passaria pelos mesmos caminhos.
Embalados pelos sonhos da infância, na juventude mudei os meus rumos e criei o hábito da leitura, ler bons livros é o meu divertimento principal até hoje.
Com os artistas circenses aprendemos a lição; pelo fato de viajarem muito, interagem rápido e bem com as pessoas, tratam todas elas com a devida importância, onde sua verdadeira recompensa são os aplausos.
Como se dissessem; esqueçam os sentimentos e se concentrem no modo como tratam uns aos outros.
Como as ações humanas são impulsionadas pelas consequências de comportamento, faz muitos anos que passo meu aniversário em um Circo, neste dia gosto de me presentear assistindo a um espetáculo circense.
Hoje, se ficar muito tempo sem assistir um espetáculo circense, evidente que alguma coisa vai estar faltando em minha vida.
E é algo muito importante, óbvio o Circo.
Cristóvão Martins Torres
No nosso país de hoje posso dizer que possuímos quatro poderes, sendo eles, poder executivo, poder legislativo, e o poder judiciário, pois a verdade que nós possuímos um quarto poder, sobrepondo aos três poderes, que é o poder da política.
Sendo a política entendido como uma ciência de bem servir a sociedade, sem o maquiavelismo que hoje campeia pelo nosso país.
A consciência popular, que já se acostumou administrar a arte e a ciência, apoiaria a entrada do jovem na política como uma das soluções justas para resolver os nossos problemas políticos, tendo como aliados os governantes e a sociedade.
O jovem brasileiro está adquirindo um status político e social cada vez mais intenso.Há reflexos, uma vertente otimistas, apontando que a crise do nosso país, encontra uma solução com a entrada dos jovens na política.
Para que a política brasileira comece a receber mais vida e ter mais futuro, é necessário que começamos a plantar essas sementes.
Há uma preocupação em compreender como os indivíduos desenvolvem as opiniões sobre o mundo político.
Óbvio, os jovens tem que olhar com mais atenção o papel deles na sociedade.
O jovem deve lutar mais de uma batalha para se tornar um vencedor(Margaret Thatcher).
Infelizmente, eles se encontram afastados da vida política do país, o que é muito ruim, eles representam o futuro.
Para alguns analistas políticos, há diferenças, já que a maioria dos políticos são analógicos, sendo a juventude digital.
O jovem passou a ver a política como algo sem importância, precisam ser motivados, a pensar diferente, hoje, o país respira política para todos os lados.
Afinal a política é a construção do futuro coletivo.
Sendo a escola um agente de transformação social, portanto, o jovem é e será o centro dessa transformação política.
Outro dia, em uma conversa com um jovem, perguntei a ele o que achava da política.
Respondeu que se interessou por ela muito tempo, até descobrir que ela não se interessava por ele.
Que não entendia de regimes, daí a falta jogo de cintura em política.
Só sei que o capitalismo é a exploração do homem pelo homem.
Finalizou a conversa dizendo que na vida algumas vezes você ensina e todos os dias você aprende, foi enfático; "cada povo tem o governo que merece".
Um grande jornal de circulação nacional, mostrou uma pesquisa sobre o interesse dos jovens na política.
Eles demonstraram muito interesse, mas disseram que falta incentivo.
Os partidos não tratam a juventude como prioridade.
A velha política não da espaço para os novos, razão pela qual os jovens se sentem desestimulados e desinteressados.
Se tiver o apoio da sociedade, o jovem será com certeza, o ponto de equilíbrio da transformação do país.
O mundo todo, hoje, busca a purificação do sistemas governativos.
Há uma guerra contra o vírus da corrupção.
Esse será um grande desafio a ser enfrentado pelos jovens.
Cristóvão Martins Torres
Acredite, o brasileiro gasta mais dinheiro com carro que com sua própria alimentação
Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiares (POF) de 2018, divulgada pelo IBGE em 2019, os brasileiros gastam mais com transporte do que com alimentação.
A pesquisa mostra que as famílias gastam 14,6% de seus orçamentos com transporte coletivo, compra de combustíveis ou de veículo, e 14,2% com alimentação.
Na época da divulgação, analistas ressaltaram que essa tinha sido a primeira vez, na série histórica da pesquisa, iniciada na década de 1970, que essa fenômeno tinha ocorrido, pois, até então, o gasto com alimentação era maior que o gasto com transporte.
É bastante conhecida aquela máxima: "país desenvolvido não é aquele em que o pobre anda de carro, mas aquele em que o rico anda de transporte público". No Brasil, a péssima qualidade do transporte público é a principal causa do gasto elevado com transporte, ao lado, é claro, da paixão pelo automóvel e do crédito fácil. Em outros termos: não se utiliza o transporte público porque ele é ruim ou porque, nos raros casos em que ele é bom, ter um automóvel e circular com um automóvel ainda é sinal de status.Mas a conta é alta: pesam no bolso daqueles que utilizam o automóvel o preço do combustível, o custo de manutenção do veículo e as despesas com impostos, seguro etc.Os especialistas em transporte público ressaltam que a tendência é que o uso do automóvel diminua na medida em que a qualidade do transporte público melhore. Sabemos disso há muito tempo; mas passam os anos e a qualidade de nosso transporte público continua muito baixa. Nas grandes cidades, sobretudo nas grandes metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as pessoas que usam o transporte público pagam caro para ficar longos períodos dentro de ônibus lotados, que enfrentam um trânsito congestionado. A expansão do metrô é uma das soluções vislumbradas. Em algumas cidades ela tem caminhado, em outras, infelizmente, ela ainda permanece uma promessa, que parece estar muito longe de ser concretizada.Soluções como BRTs (ou MOVEs) minimizam o problema, mas não o solucionam, pois mesmo possuindo, em alguns locais, pista exclusiva, eles precisam também usar vias utilizadas por outros veículos.Isso faz que aqueles que possuem recursos utilizem veículo próprio, aumentando o número de veículos nas vias públicas e, consequentemente, aumentando também o tempo que eles próprios e os usuários do transporte público permanecem em trânsito. Os congestionamentos são, às vezes, gigantescos.A repercussão de um sistema de transporte ineficiente é não só econômica: estudos mostram que nossas grandes cidades têm gerado cada vez mais doenças.
Cristóvão Martins Torres
A pesquisa mostra que as famílias gastam 14,6% de seus orçamentos com transporte coletivo, compra de combustíveis ou de veículo, e 14,2% com alimentação.
Na época da divulgação, analistas ressaltaram que essa tinha sido a primeira vez, na série histórica da pesquisa, iniciada na década de 1970, que essa fenômeno tinha ocorrido, pois, até então, o gasto com alimentação era maior que o gasto com transporte.
É bastante conhecida aquela máxima: "país desenvolvido não é aquele em que o pobre anda de carro, mas aquele em que o rico anda de transporte público".
No Brasil, a péssima qualidade do transporte público é a principal causa do gasto elevado com transporte, ao lado, é claro, da paixão pelo automóvel e do crédito fácil. Em outros termos: não se utiliza o transporte público porque ele é ruim ou porque, nos raros casos em que ele é bom, ter um automóvel e circular com um automóvel ainda é sinal de status.
Mas a conta é alta: pesam no bolso daqueles que utilizam o automóvel o preço do combustível, o custo de manutenção do veículo e as despesas com impostos, seguro etc.
Os especialistas em transporte público ressaltam que a tendência é que o uso do automóvel diminua na medida em que a qualidade do transporte público melhore.
Sabemos disso há muito tempo; mas passam os anos e a qualidade de nosso transporte público continua muito baixa. Nas grandes cidades, sobretudo nas grandes metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as pessoas que usam o transporte público pagam caro para ficar longos períodos dentro de ônibus lotados, que enfrentam um trânsito congestionado.
A expansão do metrô é uma das soluções vislumbradas. Em algumas cidades ela tem caminhado, em outras, infelizmente, ela ainda permanece uma promessa, que parece estar muito longe de ser concretizada.
Soluções como BRTs (ou MOVEs) minimizam o problema, mas não o solucionam, pois mesmo possuindo, em alguns locais, pista exclusiva, eles precisam também usar vias utilizadas por outros veículos.
Isso faz que aqueles que possuem recursos utilizem veículo próprio, aumentando o número de veículos nas vias públicas e, consequentemente, aumentando também o tempo que eles próprios e os usuários do transporte público permanecem em trânsito.
Os congestionamentos são, às vezes, gigantescos.
A repercussão de um sistema de transporte ineficiente é não só econômica: estudos mostram que nossas grandes cidades têm gerado cada vez mais doenças.
Cristóvão Martins Torres
Cristóvão Martins Torres
As Redes Sociais da Minha Adolescência
Com o advento da Internet que as redes sociais ganharam força.
Na época da minha adolescência não existia ainda a Internet.
As nossas redes sociais não eram facebook, blogs, twitter, Orkut, e-mail etc.
Nossa rede social era outra: os pontos de encontro que frequentávamos, onde discutíamos problemas diversos.
Escola, esporte, política, trabalho, vida particular, mulher, eram os temas mais ouvidos e debatidos nesses encontros.
Às vezes um determinado assunto era debatido por várias horas, com a participação de todos os presentes.
Não tínhamos nenhum interesse especial. Os encontros eram casuais. Muitas vezes chegávamos a um lugar e a turma já estava formada; nada programado.
As reuniões eram formadas por estudantes, professores, fazendeiros, comerciantes, profissionais liberais, funcionários públicos, funcionários de empresas etc, fazendo assim que os encontros tivessem representadas várias classes sociais.
Não tínhamos identidades semelhantes.
Para mim foi uma oportunidade de aprender com pessoas mais experientes e também de fazer valer minhas ideias e opiniões.
Desses encontros trouxe vários ensinamentos que agregaram valor à minha vida.
O interessante era que comentávamos vários fatos mas não nos envolvíamos com nenhum deles.
Compartilhávamos ideias. Os encontros eram nossa fonte de contato.
Toda tarde nos reuníamos, e o público era intenso, com muita participação das pessoas.
A nossa rede social não era online; estávamos conectados com as pessoas e com os donos dos estabelecimentos, que sempre estavam muito bem informados em vários assuntos e sempre nos recebiam muito bem.
Nossa rede social se reunia na sapataria do Zé Coló, na barbearia do Jarbas, na alfaiataria do Edgar, na loja do Evandro, no barzinho Sô Zé...
Como verdadeiros “provedores”, esses comerciantes viabilizavam a rede, mas também fiscalizavam o seu conteúdo, às vezes chamando a atenção de alguém por um comentário fora do contexto.
Cristóvão Martins Torres
Com o advento da Internet que as redes sociais ganharam força.
Na época da minha adolescência não existia ainda a Internet.
As nossas redes sociais não eram facebook, blogs, twitter, Orkut, e-mail etc.
Nossa rede social era outra: os pontos de encontro que frequentávamos, onde discutíamos problemas diversos.
Escola, esporte, política, trabalho, vida particular, mulher, eram os temas mais ouvidos e debatidos nesses encontros.
Às vezes um determinado assunto era debatido por várias horas, com a participação de todos os presentes.
Não tínhamos nenhum interesse especial. Os encontros eram casuais. Muitas vezes chegávamos a um lugar e a turma já estava formada; nada programado.
As reuniões eram formadas por estudantes, professores, fazendeiros, comerciantes, profissionais liberais, funcionários públicos, funcionários de empresas etc, fazendo assim que os encontros tivessem representadas várias classes sociais.
Não tínhamos identidades semelhantes.
Para mim foi uma oportunidade de aprender com pessoas mais experientes e também de fazer valer minhas ideias e opiniões.
Desses encontros trouxe vários ensinamentos que agregaram valor à minha vida.
O interessante era que comentávamos vários fatos mas não nos envolvíamos com nenhum deles.
Compartilhávamos ideias. Os encontros eram nossa fonte de contato.
Toda tarde nos reuníamos, e o público era intenso, com muita participação das pessoas.
A nossa rede social não era online; estávamos conectados com as pessoas e com os donos dos estabelecimentos, que sempre estavam muito bem informados em vários assuntos e sempre nos recebiam muito bem.
Nossa rede social se reunia na sapataria do Zé Coló, na barbearia do Jarbas, na alfaiataria do Edgar, na loja do Evandro, no barzinho Sô Zé...
Como verdadeiros “provedores”, esses comerciantes viabilizavam a rede, mas também fiscalizavam o seu conteúdo, às vezes chamando a atenção de alguém por um comentário fora do contexto.
Cristóvão Martins Torres
Na época da minha adolescência não existia ainda a Internet.
As nossas redes sociais não eram facebook, blogs, twitter, Orkut, e-mail etc.
Nossa rede social era outra: os pontos de encontro que frequentávamos, onde discutíamos problemas diversos.
Escola, esporte, política, trabalho, vida particular, mulher, eram os temas mais ouvidos e debatidos nesses encontros.
Às vezes um determinado assunto era debatido por várias horas, com a participação de todos os presentes.
Não tínhamos nenhum interesse especial. Os encontros eram casuais. Muitas vezes chegávamos a um lugar e a turma já estava formada; nada programado.
As reuniões eram formadas por estudantes, professores, fazendeiros, comerciantes, profissionais liberais, funcionários públicos, funcionários de empresas etc, fazendo assim que os encontros tivessem representadas várias classes sociais.
Não tínhamos identidades semelhantes.
Para mim foi uma oportunidade de aprender com pessoas mais experientes e também de fazer valer minhas ideias e opiniões.
Desses encontros trouxe vários ensinamentos que agregaram valor à minha vida.
O interessante era que comentávamos vários fatos mas não nos envolvíamos com nenhum deles.
Compartilhávamos ideias. Os encontros eram nossa fonte de contato.
Toda tarde nos reuníamos, e o público era intenso, com muita participação das pessoas.
A nossa rede social não era online; estávamos conectados com as pessoas e com os donos dos estabelecimentos, que sempre estavam muito bem informados em vários assuntos e sempre nos recebiam muito bem.
Nossa rede social se reunia na sapataria do Zé Coló, na barbearia do Jarbas, na alfaiataria do Edgar, na loja do Evandro, no barzinho Sô Zé...
Como verdadeiros “provedores”, esses comerciantes viabilizavam a rede, mas também fiscalizavam o seu conteúdo, às vezes chamando a atenção de alguém por um comentário fora do contexto.
Cristóvão Martins Torres
A volta do trem aos trilhos
Na Europa o trem é um meio de transporte muito importante. Há uma máxima que diz: "visitar a Europa e não viajar de trem é como não ir à Europa".
Praticamente em todo o continente europeu viaja-se de trem, tanto trens locais quanto trens regionais e internacionais. Assim, é possível se locomover de forma segura e barata entre cidades próximas ou distantes, em alguns casos de forma mais rápida que através de um avião, pois as longas distâncias são percorridas através dos chamados trens rápidos.
No nosso país ele foi extinto; poucos estados ainda conservam linhas férreas.Ele era amado por todos, e a preferência por ele junto à população era tão grande que até musica em nome dele grandes compositores brasileiros fizeram.Tenho grandes recordações do tempo em que andava de trem!Vejo o trem como uma grande alternativa para nosso trânsito caótico, tanto nas estradas como nas grandes cidades.Até para melhorar nossa indústria do turismo ele seria bom, afinal, quem não gosta de andar de trem...Através do trem viaja-se com segurança, conforto, rapidez e economia, sem contar que ele nos permite como nenhum outro meio de transporte apreciar, através de suas janelas, as belas paisagens do território brasileiro.No passado ele trouxe, em seus trilhos, progresso para as mais variadas regiões do Brasil, transportando pessoas, bens materiais, mas sobretudo esperança.Hoje, quase esquecido, limita-se praticamente ao transporte de bens, sendo a Ferrovia Vitória Minas a única via férrea de transporte de passageiros a longa distancia no país. A referida ferrovia, mantida pela Vale, mantém uma tradição que infelizmente vai sendo esquecida: ela é o último fio de esperança de que um dia o trem possa voltar novamente a transportar, em larga escala, pessoas em nosso país.A volta do trem como meio de transporte de passageiros em larga escala traria inúmeros benefícios para os viajantes: diante da exaustão do sistema rodoviário, viagens de curta e média distância poderiam ser feitas de forma mais rápida e segura através do trem. Esse tipo de viagem poderia ser reimplantado rapidamente, aproveitando-se as linhas já existentes, que, naturalmente precisariam passar por reformas para sua adequação à tecnologia atual. Para as viagens de longa distância o investimento teria que ser maior; enquanto isso, o transporte aéreo permaneceria como opção.Se os trilhos fossem contados, muitas histórias caberiam neles... Mas não basta manter a memória histórica do trem no Brasil, é preciso voltar a usar a opção do transporte ferroviário como transporte público de passageiros em larga escala, ou seja, o transporte ferroviário não pode ser apenas uma forma de reviver o passado; o trem é um dos instrumentos que temos para construir um futuro melhor.O som dos apitos e o ranger das rodas metálicas sobre os trilhos, como se pedisse um voto de confiança, ele pede passagem e quer voltar.
Cristóvão Martins Torres
Praticamente em todo o continente europeu viaja-se de trem, tanto trens locais quanto trens regionais e internacionais. Assim, é possível se locomover de forma segura e barata entre cidades próximas ou distantes, em alguns casos de forma mais rápida que através de um avião, pois as longas distâncias são percorridas através dos chamados trens rápidos.
No nosso país ele foi extinto; poucos estados ainda conservam linhas férreas.
Ele era amado por todos, e a preferência por ele junto à população era tão grande que até musica em nome dele grandes compositores brasileiros fizeram.
Tenho grandes recordações do tempo em que andava de trem!
Vejo o trem como uma grande alternativa para nosso trânsito caótico, tanto nas estradas como nas grandes cidades.
Até para melhorar nossa indústria do turismo ele seria bom, afinal, quem não gosta de andar de trem...
Através do trem viaja-se com segurança, conforto, rapidez e economia, sem contar que ele nos permite como nenhum outro meio de transporte apreciar, através de suas janelas, as belas paisagens do território brasileiro.
No passado ele trouxe, em seus trilhos, progresso para as mais variadas regiões do Brasil, transportando pessoas, bens materiais, mas sobretudo esperança.
Hoje, quase esquecido, limita-se praticamente ao transporte de bens, sendo a Ferrovia Vitória Minas a única via férrea de transporte de passageiros a longa distancia no país. A referida ferrovia, mantida pela Vale, mantém uma tradição que infelizmente vai sendo esquecida: ela é o último fio de esperança de que um dia o trem possa voltar novamente a transportar, em larga escala, pessoas em nosso país.
A volta do trem como meio de transporte de passageiros em larga escala traria inúmeros benefícios para os viajantes: diante da exaustão do sistema rodoviário, viagens de curta e média distância poderiam ser feitas de forma mais rápida e segura através do trem. Esse tipo de viagem poderia ser reimplantado rapidamente, aproveitando-se as linhas já existentes, que, naturalmente precisariam passar por reformas para sua adequação à tecnologia atual. Para as viagens de longa distância o investimento teria que ser maior; enquanto isso, o transporte aéreo permaneceria como opção.
Se os trilhos fossem contados, muitas histórias caberiam neles... Mas não basta manter a memória histórica do trem no Brasil, é preciso voltar a usar a opção do transporte ferroviário como transporte público de passageiros em larga escala, ou seja, o transporte ferroviário não pode ser apenas uma forma de reviver o passado; o trem é um dos instrumentos que temos para construir um futuro melhor.
O som dos apitos e o ranger das rodas metálicas sobre os trilhos, como se pedisse um voto de confiança, ele pede passagem e quer voltar.
Cristóvão Martins Torres
Atividade Física Melhora os Relacionamentos
A boa qualidade de vida traz vantagens para o corpo e a mente; quando isso acontece a beleza física fica mais evidente.
As evidências mostram que o hábito da prática de exercícios físicos é um instrumento fundamental para a melhora da saúde, tornando o convívio entre as pessoas mais fácil e aumentando a autoestima.
A prática do esporte ajuda a melhorar todos os relacionamentos, sejam eles profissionais, amorosos e familiares.
O esporte foi sempre um território masculino; hoje, sofreu uma invasão feminina muito grande, melhorando a saúde e a beleza da mulher.
Nas academias as mulheres já são maioria, fazendo com que o local de ginástica seja confundido com um salão de beleza, onde as amigas colocam o papo em dia.
É muito comum ver casais praticando esportes juntos, seja nas corridas de ruas, nas academias, nos clubes, nas praias. Essa prática melhora o relacionamento entre os casais.
O momento de descontração do exercício permite a troca de experiência e a aproximação.
Temos exemplos de casais que fazem atividades físicas juntos; Álvaro e Isabela são maratonistas; treinam juntos, dando força e cuidando um do outro.
Parceiros na vida e no esporte, o casal, através da cooperação e cumplicidade que o esporte possibilita, criou mais um vínculo de fortalecimento de suas relações.
Cuidar do corpo e da saúde é a forma que encontraram para fortalecer ainda mais sua união.
Com muita experiência em caminhadas, Álvaro afirma: seus benefícios são comprovados para todas as idades, porque propiciam uma sensação de bem estar muito grande, além de melhorar o relacionamento entre casais que praticam atividades físicas juntos.
Afeta positivamente a saúde física e mental das pessoas; por isso sua prática tem tanta aceitação.
Quem pratica esporte aprende a competir e a se superar.
Esta é a geração saúde.
Cristóvão Martins Torres
As evidências mostram que o hábito da prática de exercícios físicos é um instrumento fundamental para a melhora da saúde, tornando o convívio entre as pessoas mais fácil e aumentando a autoestima.
A prática do esporte ajuda a melhorar todos os relacionamentos, sejam eles profissionais, amorosos e familiares.
O esporte foi sempre um território masculino; hoje, sofreu uma invasão feminina muito grande, melhorando a saúde e a beleza da mulher.
Nas academias as mulheres já são maioria, fazendo com que o local de ginástica seja confundido com um salão de beleza, onde as amigas colocam o papo em dia.
É muito comum ver casais praticando esportes juntos, seja nas corridas de ruas, nas academias, nos clubes, nas praias. Essa prática melhora o relacionamento entre os casais.
O momento de descontração do exercício permite a troca de experiência e a aproximação.
Temos exemplos de casais que fazem atividades físicas juntos; Álvaro e Isabela são maratonistas; treinam juntos, dando força e cuidando um do outro.
Parceiros na vida e no esporte, o casal, através da cooperação e cumplicidade que o esporte possibilita, criou mais um vínculo de fortalecimento de suas relações.
Cuidar do corpo e da saúde é a forma que encontraram para fortalecer ainda mais sua união.
Com muita experiência em caminhadas, Álvaro afirma: seus benefícios são comprovados para todas as idades, porque propiciam uma sensação de bem estar muito grande, além de melhorar o relacionamento entre casais que praticam atividades físicas juntos.
Afeta positivamente a saúde física e mental das pessoas; por isso sua prática tem tanta aceitação.
Quem pratica esporte aprende a competir e a se superar.
Esta é a geração saúde.
Cristóvão Martins Torres
O Jogo na Capoeira
Oh... Berimbau... A Capoeira nasceu, no Brasil, do século XVII; foi desenvolvida pelos escravos como forma de proteção e hoje desempenha um papel essencial, promovendo a igualdade e a cidadania, pois na capoeira todos têm oportunidades iguais. Foi cantada pelo grande Vinícius de Moraes...
Engana-se quem acha que no exterior o Brasil é visto como o país do futebol.
De uns anos para cá, ele é visto como o país da capoeira, também.
A capoeira nasceu como o movimento de resistência a escravidão e ganhou o mundo, com muitos adeptos.
Quem pratica a capoeira melhora seu condicionamento físico e sua saúde mental.
A capoeira nasceu como o movimento de resistência a escravidão e ganhou o mundo, com muitos adeptos.
Quem pratica a capoeira melhora seu condicionamento físico e sua saúde mental.
Ela é uma mistura de música, dança, luta, jogo, religiosidade etc.
É "jogada" nos mais diversos lugares e situações, muitas vezes ligadas a movimentos educacionais, sociais e culturais.
Os capoeiristas desenvolvem suas atividades em escolas, áreas comunitárias, e na sede de associações e clubes, atuando juntos a crianças e adultos.
A aprendizagem acontece através da observação da execução dos movimentos por capoeiristas mais experientes.
A roda de capoeira constitui um espaço de tempo em que o corpo está intensamente em festa, libertando a alma!
Na capoeira, o berimbau é considerado o principal instrumento, tendo se tornado seu símbolo. É ele que dita o ritmo do jogo; quando na roda de angola o jogo fica perigoso, a cantiga alerta e pede proteção.
Na roda de capoeira os movimentos exígem destreza corporal e força física.
As organizações internacionais de esporte estão estudando a possibilidade de colocar a capoeira em olimpíadas, pois, hoje, em mais de 140 países do mundo joga-se capoeira.
No Brasil, uma pesquisa recente que mostrou mais de seis milhões de pessoas aderiram à capoeira: homens, mulheres, velhos, adultos, jovens etc.
Visando formar o cidadão de boa índole, Beto e Gilmar, mestres de capoeira, fazem um grande trabalho educacional e social, cujos valores são: responsabilidade, harmonia, comprometimento, amadurecimento e uma boa convivência com pessoas de varias classes sociais.
Com um olhar atento para esses detalhes, sempre conseguem bons resultados com o grupo de capoeiristas. Essa iniciativa, realizada aqui, deveria servir de exemplo para outras cidades.
Em razão do ótimo trabalho realizado pelos mestres da capoeira, que a cidade tem grandes capoeiristas.
Alguns anos jogando capoeira, posso afirmar o brilhante trabalho que desenvolve o "Mestre Gilmar Capoeira", que com conceitos de normas e valores, vem formando cidadãos, ao longo de décadas.
Não parece obra do acaso o fato de muitas pessoas, mesmo as mais velhas e aposentadas, estarem praticando, cada vez mais, a capoeira.
Porque além de ser uma defesa pessoal, ajuda muito a manter uma boa saúde de quem o pratica.
Oh...Pandeiro...Oh...Caxixi...Oh...Atabaque...
Cristóvão Martins Torres
Os capoeiristas desenvolvem suas atividades em escolas, áreas comunitárias, e na sede de associações e clubes, atuando juntos a crianças e adultos.
A aprendizagem acontece através da observação da execução dos movimentos por capoeiristas mais experientes.
A roda de capoeira constitui um espaço de tempo em que o corpo está intensamente em festa, libertando a alma!
Na capoeira, o berimbau é considerado o principal instrumento, tendo se tornado seu símbolo. É ele que dita o ritmo do jogo; quando na roda de angola o jogo fica perigoso, a cantiga alerta e pede proteção.
Na roda de capoeira os movimentos exígem destreza corporal e força física.
As organizações internacionais de esporte estão estudando a possibilidade de colocar a capoeira em olimpíadas, pois, hoje, em mais de 140 países do mundo joga-se capoeira.
No Brasil, uma pesquisa recente que mostrou mais de seis milhões de pessoas aderiram à capoeira: homens, mulheres, velhos, adultos, jovens etc.
Visando formar o cidadão de boa índole, Beto e Gilmar, mestres de capoeira, fazem um grande trabalho educacional e social, cujos valores são: responsabilidade, harmonia, comprometimento, amadurecimento e uma boa convivência com pessoas de varias classes sociais.
Com um olhar atento para esses detalhes, sempre conseguem bons resultados com o grupo de capoeiristas. Essa iniciativa, realizada aqui, deveria servir de exemplo para outras cidades.
Em razão do ótimo trabalho realizado pelos mestres da capoeira, que a cidade tem grandes capoeiristas.
Alguns anos jogando capoeira, posso afirmar o brilhante trabalho que desenvolve o "Mestre Gilmar Capoeira", que com conceitos de normas e valores, vem formando cidadãos, ao longo de décadas.
Não parece obra do acaso o fato de muitas pessoas, mesmo as mais velhas e aposentadas, estarem praticando, cada vez mais, a capoeira.
Porque além de ser uma defesa pessoal, ajuda muito a manter uma boa saúde de quem o pratica.
Oh...Pandeiro...Oh...Caxixi...Oh...Atabaque...
Cristóvão Martins Torres
Líderes tem que ter a consciência de desenvolver pessoas
O mundo corporativo está em processo de mudanças constantes.
Cada um de nós está tendo que aprender a conviver com este novo mundo que está aí..
As exigências insere o indivíduo em um contexto cada vez mais competitivo e imediatista, causando a sensação de estar ficando sempre para trás, e está perdendo algo que não se sabe o que é.
Nada pode ser pior para um colaborador de ficar privado de fazer o que mais gosta, por ter perdido o espaço.
Eles querem acreditar que o que estão fazendo é importante e que agrega valor.
As mudanças são cada vez mais constantes e numa velocidade impressionante.
O profissional que não tem o foco na aprendizagem, provavelmente ficará a margem da sociedade, a procura do seu espaço perdido.
Hoje as organizações estão buscando profissionais que tenham habilidade genéricas, que estejam aptos a mudanças.
Os líderes tem que ter a consciência de desenvolver pessoas, que é a grande tacada de mestre.
Sendo assim, a capacidade de liderar não depende apenas de conhecimentos e habilidades, depende de uma preparação psicológica que, muitas vezes, deriva diretamente do caráter e da personalidade da pessoa.
Existem várias características psicológicas que proporciona as pessoas a terem vontade para fazer sempre o melhor.
Bons líderes são naturalmente mais extrovertidos, com um maior senso de responsabilidade, organização e, acima de tudo, capacidade de lidar com estresse.
As empresas estão acordando e enxergando isso, por isso muitas delas estão criando o programa de treinamentos internos, para qualificar melhor seus colaboradores.
Estão chegando a conclusão que treinamentos tem um custo, mas não é custo, é um investimento.
Ele trás resultados para a empresa, com o crescimento do seu colaborador, num curto espaço de tempo.
É necessário treinar o colaborador para o tempo livre, para melhor desenvolver e dar resultados.
Acho que o grande desafio das empresas é quebrar esses paradigmas que às trouxeram até os dias de hoje e proporcionar treinamentos para seus colaboradores.
Só assim o colaborador de uma empresa pode lidar com essas variáveis de constantes mudanças no trabalho e no mundo.
Esse é o perfil hoje, do cidadão que agrega valor à sociedade e a ele mesmo no trabalho, nos seus relacionamentos e na família.
Todos deixam sua marca, a questão é saber o tipo de marca que cada um quer deixar.
Roosevelt expressou de maneira admirável essa questão, disse; "educar uma pessoa apenas no intelecto, mas não na moral é criar uma ameaça à sociedade".
Temos que ter sempre em mente que à aprendizagem é contínua e começa na família em casa.
Cada um de nós está tendo que aprender a conviver com este novo mundo que está aí..
As exigências insere o indivíduo em um contexto cada vez mais competitivo e imediatista, causando a sensação de estar ficando sempre para trás, e está perdendo algo que não se sabe o que é.
Nada pode ser pior para um colaborador de ficar privado de fazer o que mais gosta, por ter perdido o espaço.
Eles querem acreditar que o que estão fazendo é importante e que agrega valor.
As mudanças são cada vez mais constantes e numa velocidade impressionante.
O profissional que não tem o foco na aprendizagem, provavelmente ficará a margem da sociedade, a procura do seu espaço perdido.
Hoje as organizações estão buscando profissionais que tenham habilidade genéricas, que estejam aptos a mudanças.
Os líderes tem que ter a consciência de desenvolver pessoas, que é a grande tacada de mestre.
Sendo assim, a capacidade de liderar não depende apenas de conhecimentos e habilidades, depende de uma preparação psicológica que, muitas vezes, deriva diretamente do caráter e da personalidade da pessoa.
Existem várias características psicológicas que proporciona as pessoas a terem vontade para fazer sempre o melhor.
Bons líderes são naturalmente mais extrovertidos, com um maior senso de responsabilidade, organização e, acima de tudo, capacidade de lidar com estresse.
As empresas estão acordando e enxergando isso, por isso muitas delas estão criando o programa de treinamentos internos, para qualificar melhor seus colaboradores.
Estão chegando a conclusão que treinamentos tem um custo, mas não é custo, é um investimento.
Ele trás resultados para a empresa, com o crescimento do seu colaborador, num curto espaço de tempo.
É necessário treinar o colaborador para o tempo livre, para melhor desenvolver e dar resultados.
Acho que o grande desafio das empresas é quebrar esses paradigmas que às trouxeram até os dias de hoje e proporcionar treinamentos para seus colaboradores.
Só assim o colaborador de uma empresa pode lidar com essas variáveis de constantes mudanças no trabalho e no mundo.
Esse é o perfil hoje, do cidadão que agrega valor à sociedade e a ele mesmo no trabalho, nos seus relacionamentos e na família.
Todos deixam sua marca, a questão é saber o tipo de marca que cada um quer deixar.
Roosevelt expressou de maneira admirável essa questão, disse; "educar uma pessoa apenas no intelecto, mas não na moral é criar uma ameaça à sociedade".
Temos que ter sempre em mente que à aprendizagem é contínua e começa na família em casa.
Cristóvão Martins Torres
A terapia da jardinagem
Aprendi que todos temos uma historia para contar.
Quer trabalhando com esporte, tecnologia, finanças, educação, cultura, comercio, turismo, politica, ou qualquer outro setor, possuímos uma historia que vale a pena contar...
Como fórmula de melhorar seus relacionamentos, muitos casais estão reinventando a vida, depois de anos de convivências.
Uns optam pelo esporte, por exemplo corridas de ruas e maratonas, outros pelo comércio, pela arte, por viajar, e outros pela jardinagem.
Com isso se tornam mais unidos, revigoram sua parceria e a vida em comum.
Conheço um casal que há muito se dedica à jardinagem.
Eles possuem um belo jardim no entorno de sua casa, ao qual dedicam grande parte de seu tempo.
Plantar, regar, podar, em síntese cuidar das flores, constitui uma atividade saudável, lúdica e que significa um contato com a natureza.
Plantar, regar, podar, em síntese cuidar das flores, constitui uma atividade saudável, lúdica e que significa um contato com a natureza.
Como bons jardineiros, estão sempre com suas ferramentas nas mãos, removendo a terra, os pedaços de grama e as ervas que brotam.
Às vezes usam um pouco de adubo, mas em geral usam terra neutra, sem nenhum fertilizante.
Às vezes usam um pouco de adubo, mas em geral usam terra neutra, sem nenhum fertilizante.
E o melhor de tudo isso é que estão sempre juntos, um ao lado do outro, regando, adubando, enfim cuidando do belo relacionamento que construíram.
Eles investigaram suas aptidões e identificaram aquilo que sentem paixão. Perceberam que nada é tão simples como parece ser: a jardinagem exige preparo, método e muita dedicação. Mas constitui uma terapia que os ajudou a realizar uma transformação em suas vidas, que trouxe um ganho muito grande de energia e qualidade de vida.
Juntos fazem um trabalho organizado em que o ego de cada um descobre e escuta a si mesmo e ao outro, numa exigência de quem busca dar maior profundidade ao sentido da vida.
O exemplo desse casal nos mostra que podemos aprender com as plantas: assim como elas sofrem com o tempo, passando por um processo de transformação e renovação, em nossas vidas nada é permanente.
As plantas nos mostram que não podemos nos deslumbrar apenas pela beleza das rosas, deixando de prestar atenção nos espinhos. Evidenciam que uma árvore, por maior que seja, nasceu de uma semente pequena...
O exemplo desse casal nos mostra que podemos aprender com as plantas: assim como elas sofrem com o tempo, passando por um processo de transformação e renovação, em nossas vidas nada é permanente.
As plantas nos mostram que não podemos nos deslumbrar apenas pela beleza das rosas, deixando de prestar atenção nos espinhos. Evidenciam que uma árvore, por maior que seja, nasceu de uma semente pequena...
Donald Trump tem razão quando afirma que "se você não tem paixão, não tem energia", e que "se não tem energia, não tem nada".
Tudo começa com a paixão.
Um dia a vida acaba, assim como as plantas morrem. E quando o ceifador chegar, podando nossas vidas com a inevitabilidade da foice que rasga o caule vital, o que conta é, assim como as plantas, ter florescido e murchado, e após ter murchado, ter florescido novamente...
Cristóvão Martins Torres
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